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O Império Romano

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Kieran Bragança

on 11 April 2015

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Transcript of O Império Romano

O Império Romano
- Diáspora judáica (71 d.C.): durante o governo de Tito Flávio, que expulsa os Judeus da região da Judéia;
Episódio da Fortaleza de Metzada: 10 mil judeus preferiram cometer suicídio coletivo do que se entregar aos romanos;
Thank you!
Características gerais
- O Senado controlava algumas províncias, as finanças e era ouvido pelos imperadores, porém deixou de ser a autoridade central do Estado.
O governo de Otávio Augusto - (27 a.C. - 14 d.C.)
- crescimento urbano como demonstração de poder;
- intensa modernização urbana e arquitetônica;
- criação do serviço postal;
- pax romana (paz imposta pelo medo) :coerção militar nas províncias;
- política do pão e circo (panem et circenses): forma de conter a ânsia de qualquer tipo de manifestação popular contra o governo;
Baixo Império - O início dos problemas
- Imperadores:
poder máximo em Roma e seus domínios (exército + religião);
idolatrados e vistos como "de origem divina";
o Egito era um celeiros de matéria-prima exclusivo do imperador;
a partir de 68 d.C., os imperadores eram escolhidos por mérito e não mais por parentesco.
- Magistrados e assembleias ainda existiam;
SPQR: ou Senatus Populusque Romanus ( O senado e o povo Romano), nome oficial do império romano e presente nos estandartes das legiões, bem como nos edifícios, públicos ou privados e tampas de esgoto, ainda visíveis hoje em dia.
Anfiteatros
Termas (Casas de banho)
Grandes construções do Império romano
Anfiteatro Flaviano ou Flávio - Colosseum (Coliseu)
- Construido entre 70 d.C e 80 d.C pelos Imperadores Vespasiano e Tito
- 48 metros de altura, 187,5 metros de comprimento, 155,5 de largura e 12 metros de profundidade
- Acomodava entre 45 e 55 mil espectadores
O Panteão - Panteão de Agripa
- Templo romano com cerca de 46 m de altura.
- Inaugurado em 126 d.C.
- é o único edifício construído na época greco-romana que, atualmente, se encontra em perfeito estado de conservação. Desde que foi construído que se manteve em uso: primeiro como templo dedicado a todos os deuses do panteão romano desde o século VII, como templo cristão.
- M.AGRIPPA.L.F.COS.TERTIUM.FECIT,
o que significa: "Construído por Marco Agripa,
filho de Lúcio, pela terceira vez cônsul".
- 1/4 da população era de escravos;
- superfaturação do valor do cativo e a crescente diminuição do número de escravos;
A crise geral do Império - Parte 1
- grupos germânicos recrutados pelos exércitos romanos (Federados) para reforçar as fronteiras (necessários após diversas insurgências militares) e outros povos "bárbaros", passam a saquear vias comerciais que ligavam provincias à Roma;
- O processo de ruralização: a importância muda das cidades para as propriedades agrícolas privadas;
- aumento geral de preços (devido a crise escravista);
- regionalização dos processos mercantis (enfraquecimento do uso da moeda e popularização do sistema de trocas);
- o grande comércio dá lugar a uma economia local;
- Édito de Máximo (Diocleciano): tentativa de tabelar preços para conter a inflação. Com isso, produtos eram vendidos clandestinamente.
- desorganização social: banditismo, insurreições militares, de escravos e de camponeses;
A entrada inicialmente pacifica de povos germânicos nas cidades romanas se torna posteriormente uma ameaça a segurança; (saques e desordem)
A crise geral do Império - Parte 2
grandes latifundiários se refugiavam em suas propriedades e se abasteciam de plebeus para serviços gerais em troca de proteção e moradia.)
- o poder público se enfraquecia e o poder privado se fortalecia
- contingente militar duplicado -> aumento das despesas públicas -> necessidade de maior arrecadação de impostos -> maior fuga das cidades;
reforço das relações pessoais de dependência entre proprietários e trabalhadores (origem do
colonato medieval
)
Alto Império
- Ambiente cosmopolita -> convergência de culturas;
- A Política do Pão e circo "panem et circenses" amplamente difundida (cerca de 1/4 do ano era destinado a jogos);
A divisão do Império - Parte 1
- O imperador Constantino em 330 d.C. reconstruiu a antiga cidade grega de Bizâncio, chamando-a de Nova Roma e conferindo a ela a importância de nova capital do império;

- Constantinopla era puramente cristã;

- A mudança da capital imperial enfraqueceu a influência do papado de Roma e fortaleceu a influência do bispo de Constantinopla sobre o Oriente, um dos eventos que provocariam futuramente a Grande Cisma do Oriente.

- tentativa de diminuir os problemas internos e a evidente crise do império;

-
Édito de Milão
(Constantino em 313 d.C.): liberdade de culto aos cristãos, porém não tornou ilegal o paganismo ou oficializou o cristianismo no império;
tentativa do governo romano de se apoiar em algo bem visto pela população.
Império Romano do Oriente - Capital (Bizâncio -
Constantinopla
- Atual Istambul, Turquia)
Império Romano do Ocidente - Capital (
Roma
)
O Cristianismo
- No fim do século IV d.C., com o objetivo de facilitar a administração e a defesa, o imperador Teodósio dividiu o vasto Império Romano em duas áreas distintas: o Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, e o Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla.

- Com a morte do imperador romano Teodosio I em 395 d.C., a partilha definitiva do Império Romano aconteceu entre seus filhos: Arcadius, que ficou com o Oriente e Honorius, que passou a governar o Ocidente. Esta cisão pode ainda hoje ser vista na fronteira que separa a Croácia, ocidental e católica, da Sérvia e da Bósnia, oriental e ortodoxa.
A divisão do Império - Parte 2
- A partir de 391 d.C., perseguições a pagãos e a formação de uma nova sacralidade em torno do governo ganharam força. (o cristianismo passou de perseguido à perseguidor)
-
Édito de Tessalônica
(Teodósio em 380 d.C.): tornou o Cristianismo a religião oficial do império;
decreto rígido, obrigando todos a se converter ao cristianismo, todas as outras religiões eram loucura e blasfêmia e aqueles que discordavam eram considerados hereges;
declínio do modelo religioso helênico e aumento da influência do Cristianismo, sobretudo entre pobres, marginalizados e escravos;
Nero, Décio, Galo, Valeriano e Diocleciano foram os maiores perseguidores dos cristãos;
O fim do Império Romano Ocidental
- Em 476 d.C., os Hérulos (povo germânico) e bárbaros germânicos rebelados, liderados pelo chefe Odoacro (que tinha feito carreira como oficial do exército romano) derrubaram o último imperador do Ocidente, Rômulo Augusto de apenas 14 anos de idade;

- Tradicionalmente, a queda do império romano é considerada o marco do fim da Antiguidade e o início da Idade Média.
- Pressões de povos germânicos (bárbaros) às fronteiras romanas durante décadas só agravaram as crises dentro da sociedade romana;

- Muitos soldados de origem germânica que fizeram parte dos federados, auxiliaram os inimigos de roma durante as invasões;
(A partir do século III d.C.)
(A partir de 235 d.C., inicia-se o período de anarquia militar)
Aquedutos
- Dinastia Antonina (96 - 192 d.C.): importante por ter reatado as relações com o Senado e promovendo estabilidade política
Durante o governo de Antonino Pio, Roma atingiu sua máxima extensão territorial.
(Dinastias Júlio-Claudiana (14 - 68 d.C.), Flaviana (68 - 96 d.C.), Antonina (96 - 192 d.C.) e dos Severos (192 - 235 d.C.)
- O modo de produção escravista exigia um abastecimento constante de cativos;
- Édito de Cidade (212 d.C.): O imperador Caracala, elevou todos os provincianos a cidadãos de Roma;
Crise escravista:
Baixo Império - O início dos problemas
Crise militar e territorial:
- Vasto domínio territorial do império;

- Não haviam interesses econômicos em ampliar seus domínios;

- A dificuldade de manter seus mais de 1 milhão de militares foi o primeiro problema;

- O gasto das legiões, que antes eram custiados pelos espólios das guerras de conquista e a manutenção das fronteiras, desgastavam os cofres públicos de Roma.

- Para manter a imensidão territorial, Roma aumentava a tributação constantemente;
- Insatisfação dos militares pela gradativa perda de poder aquisitivo;
- A conversão ao Cristianismo fazia as famílias libertarem seus escravos;
- Roma estava gradativamente sem escravos provenientes das conquistas militares e sem a possibilidade de escravizar povos das províncias;
Baixo Império - O início dos problemas
Crise religiosa:
- O Cristianismo era uma doutrina pacifista e Roma uma sociedade pautada na guerra;
Os cristãos se recusavam a servir o exército;
Quanto maior o número de cristãos, maior a resistência em relação a política militarista de Roma;
- A libertação de escravos de famílias convertidas ao cristianismo debilitava ainda mais a crise econômica escravista;
- O crescimento do Cristianismo aumentou o número de pessoas que se recusavam a reconhecer o caráter divino do imperador;
Isso os transformou em inimigos de Roma, maus exemplos e a partir daí passaram a ser fortemente perseguidos e exterminados;
Ameaçavam a estabilidade política romana;
- No Séc II d.C, Roma chegou a ter cerca de
1 milhão e 200 mil
habitantes.
Obs.
: Não eram perseguidos por seu caráter religioso e sim pela ameaça política que representavam aos imperadores e a política romana;
- A religião pagã romana era
utilitarista
, ou seja, os cultos e venerações, eram feitos com o objetivo de ter seus desejos atendidos, como uma boa colheita, uma bela esposa, riqueza etc. Sendo assim, os mais pobres nunca tinham seus anseios atendidos.
os conceitos cristãos não faziam promessas (desapego material, a vida terrena era passageira, de sofrimento e que a real vida era após a morte).
-
Concílio de Nicéia
(327 d.C): Estabeleceu os primeiros dogmas da Igreja Católica
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