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Animação Socicultural na Juventude

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by

Liliana Antunes

on 9 January 2014

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Transcript of Animação Socicultural na Juventude


CET
-
S
erviço
S
ocial e
D
esenvolvimento
C
omunitário
2013
/
2014

Trabalho realizado por:
Liliana Antunes nº9843
Animação Sociocultural na
juventude:

Quando nos referimos a
"juventude"
, entendemos que estamos perante uma
faixa etária compreendida entre os 13 e os 25 anos
(estas idades não são fixas de modo universal).

Juventude
é um grupo de cidadãos e cidadãs, que se diferencia devido à
idade
, é assim a
passagem da infância para a vida adulta.
O que é a
Animação Sociocultural?


A Animação Sociocultural é uma estratégia de intervenção que tem como finalidades promover a
participação
e
dinamização
social a partir dos processos de responsabilização dos indivíduos na gestão e direção dos seus próprios recursos.
Âmbitos da
ASC
segundo
Trilla
:
ASC

e Educação de Adultos
ASC
na Infância e Educação nos Tempos Livres
ASC

na Juventude
ASC

na Terceira Idade
Segundo
Trilla
:

Este revela que
”é muito provável que ás relações que o animador sociocultural tem de estabelecer não sejam semelhantes às que estabelece com a infância, com cidadãos adultos ou idosos”
.
Isto é:
O
jovem
esta perante uma
fase de transição
, em que o rumo pode ser
alterado, estimulado, modificado ou dificultado
dependendo do meio em que está inserido.
Ao
longo do dia-a-dia o adolescente deve planificar ações
que depois facilitem a realização de um determinado projeto (
projeto de vida
).
O que terá uma importância especial na
adolescência
, na
socialização
, na
construção da identidade
e nas
dificuldades para a integração na sociedade serão maiores
, devido aos
estímulos
,
ações
ou
oportunidades
.
Assim, a
sociedade deve evitar cair no erro de tentar “formar” os jovens
, movendo segundo
intenções

moralistas
.
Os
adolescentes tendem a negar ao facto de referir-mos que os vamos educar
. O educar neste sentido é estimular, facultar o processo de transição, socializar, ajudar a adquirir a sua , tornar possível a autonomia e não controlar, tutelar, dirigir, doutrinar, decidir para
o seu bem estar
.
Os
jovens devem ativamente transitar para o processo do

estado adulto
.
Diversas
características
dos
jovens que influenciam o estilo
e as
orientações das políticas

de atuação
junto destes são:
A
rapidez das alterações que os jovens sofrem
, em conjunto com uma maior celeridade na aceitação das mudanças culturais e sociais na generalidade,
conduzem às políticas juvenis que envelhecem mais rapidamente
.

Existem vários tipos de grupos e as suas constituições são diferentes uns dos outros. Na verdade
política juvenil significa

que as

políticas dirigidas a um conjunto de grupos, de cidadãos em que a idade é comum, a transição da vida adulta é diferente de pessoa para pessoa.
Também devemos caracterizar especificamente as ações destinadas á idade, como por exemplo as
transformações da adolescência
. Assim a
idade não é um aspecto uniforme
.
Diversos problemas ou questões relacionadas com a sociedade incomodam os adolescentes de maneira muito específica, de modo a que, quando se analisam,
devemos colocar-nos no lugar deles
.
Necessitam de políticas de atendimento, mas tem de estar fundamentadas na não intromissão.
Não deixá-los sem apoio, sozinhos, sem estimulo, mas sim estar por perto, encaixá-los assim num segundo plano
.
Efectivamente são os
adultos que costumam ver os adolescentes como um problema
. Algumas das
políticas de juventude deve ser dirigida aos adultos que os rodeiam
(como o apoio aos pais para os ensinar no seu papel educativo e na redução das tenções, ao trabalho para reduzir as ideias sociais que a sociedade adulta tem em relação aos problemas da juventude).
Variáveis ao nível da intervenção da

ASC

na

juventude
:
Espaços vitáis;
Territórios;
Entidades.
Relações familiares;
Actividades laborais;
Actividades educativas;
As relações entre iguais (espaço do"associativismo");
A construção de si mesmo;
Os tempos desocupados.
São os meios, as actividades, os "tempos" em que os jovens vivem/convivem no seu dia a dia.
Exemplo:
É o lugar onde se encontram, onde vão ou onde passam o tempo.
Exemplo:
Espaços escolares;
Locais para passear;
Espaços de lazer;
Lugares para "fazer" algo: (voluntariado, treinos...);
Meios de "passagem": (bares, discotecas...).
São os serviços, os recursos assistenciais, de informação ou estimulação cultural, às áreas de administração onde se pode actuar.
1 -
Base e ponte para a educação dos adolescentes na escola
Os animadores e mediadores são essenciais para assim conseguirem dar uma educação formal aos adolescentes. Com a implementação do ensino obrigatório até ao 12ºano ou até aos 18 anos, leva a que a escola seja o território dos adolescentes, logo, aumenta a exclusão e os processos de conflitualidade.
2 -
Agente de presença em meio aberto
O educador social é um agente observador, que deteta os processos da realidade juvenil, este pode conseguir ser agente de intervenção porque, passou a intervir numa zona.
3 -
Animador, estimulador de dinâmicas juvenis
Age sob critérios e pressupostos da ASC, não viola o espaço dos jovens mas sim respeita cada estilo.
4 -

Orientador, assessor, tutor de espaços informativos

O orientador pode servir para ajudar o acesso de determinados grupos, ao relacionar as informações com as suas capacidades, orienta e guia para determinadas opções, mais especificamente questões relacionadas à formação, ocupação e a nível futuro.
5 -

Atendedor positivo em espaços e tempos de agitação

Deve-se estar atento a maneira de como se relacionar com os jovens, tomando especial atenção à nova reformulação de espaços e às novas actividades juvenis que oferecemos.
7 -

Educador especializado que atua em diferentes recursos
O profissional tem lugares específicos para intervir, o lugar é onde estão os problemas e conflitos. Este deve se encontrar atento às evoluções de cada jovem (como situações de abandono a conflitos penais). Tem de estar informado sobre os programas institucionais e residenciais.
6 -

Agente de dinamização comunitária dos jovens
O orientador deve estimular as dinâmicas das relações, na elaboração de programas que ajudem na integração de grupos, etc. O agente deve relacionar-se com os jovens, pois está a ajudar futuros adultos e também futuros pais que depois saberão lidar melhor com seus filhos (na juventude).
Funções do animador no atendimento aos jovens:
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