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HAPLOLOGIA - SOCIOLINGUÍSTICA

Trabalho de Haplologia 2013/01 Sociolinguística.
by

Gilson LOPES

on 27 August 2013

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Transcript of HAPLOLOGIA - SOCIOLINGUÍSTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS – RS
SEMESTRE 2013/01 1320043 SOCIOLINGUÍSTICA
Profa. MARIA JOSÉ BLASKOVSKI VIEIRA
Camila Burgueño, Gilson Lopes, Mariana de Ávila, Marilene Nunes e Priscilla Dutra.
HAPLOLOGIA
APRESENTAÇÃO
REVISÃO DE
LITERATURA
mau - maldoso
bom - bondoso
idade - ?
saudade - ?
Universida
[de] de
Pelotas
Mun
[do] tex
tual
Mui
[to] tem
po
Fon
[te] de
renda
Universidade de Pelotas
Mundo textual
Muito tempo
Fonte de renda
O presente trabalho recorreu ao projeto de pesquisa
“Haplologia do Português em Belo Horizonte”
, desenvolvido em 2009 por
Regina Maria Gonçalves Mendes
pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
METODOLOGIA
Coleta de contextos:
Foram selecionadas
12 entrevistas
a fim de coletar dois elementos contextuais:
fatores linguísticos e extralinguísticos.
Fatores extralinguísticos :
Os critérios de extratificação dos contextos foram
gênero, faixa etária e ocupação
.

Fatores Linguísticos:
Os fatores linguísticos utilizados nessa pesquisa foram:
contexto segmental, categoria morfológica, tipo de vogal, tonicidade, estrutura das sílabas em fronteira de palavras e acento das sílabas envolvidas.
RESULTADOS
PROBLEMA DA PESQUISA
BIBLIOGRAFIA & WEBLIOGRAFIA
MENDES, Regina M. G. A haplologia na oralidade do português de Belo Horizonte. Dissertação (Mestrado) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - Programa de Pós-Graduação em Letras: Belo Horizonte, 2009.
HJEMSLEV, Louis. Le Langage.,trad. par M. Obsen, éd. de Minuit. Paris, 1966, p. 77

http://www.cnrtl.fr/definition/haplologie,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Hjelmslev
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/LouTrolH.html
http://www.infopedia.pt/$louis-hjelmslev;jsessionid=Y5dxBE6WEK5Ge9FBiAT3bA__

HAPLOLOGIA?
INTRODUÇÃO
Segundo o site internet em língua francesa Centro Nacional de Recursos Textuais e Lexicais , o termo
“haplologia”
é constituído de dois elementos do grego que significam
“simples”, e "discurso, estudo”
, que serve para dar origem a palavras frequentemente associadas à ideia de
“uma só coisa, uma só vez”
. Quanto à sua lexicografia, significa
“omissão de uma sílaba por causa de uma semelhança ou, mais frequentemente, sua ideia, com uma sílaba vizinha"
.
Exemplos: “tragico-cômico”(originando “tragi-cômico”), “mineralologia” (originando mineralogia).
O presente trabalho foi realizado por
estudantes do terceiro semestre
do curso de
Letras
da
Universidade Federal de Pelotas
– Rio Grande do Sul, entre
julho e agosto de 2013.
Ele visa cumprir as exigências curriculares da disciplina
Sociolinguística
, ministrada pela professora
Dra. Maria José Blaskovski Vieira
, do Centro de Letras e Comunicação da UFPel.
Os dados analisados são oriundos do
Banco de Dados VARX,
criado por Paulo Borges e Luíz Amaral, professores da mesma Universidade, cujas entrevistas foram realizadas em
2000
no Município de
Pelotas
– Rio Grande do Sul.
Para fundamentar os resultados e a conclusão do trabalho, os estudantes, sob orientação da professora, utilizaram
o programa de informática GoldVarb
a fim de obter resultados estatísticos de probabilidade e recorrências do fenômeno.
CONCLUSÃO
Os falantes do município de Pelotas produzem haplologia no seu dia-a-dia?
Conforme as análises expostas no capítulo anterior, o trabalho apresenta resultados significativos para se concluir que, na região de Pelotas,
seus habitantes não realizam rigorosamente haplologia em sua produção oral,
mediante análise das doze amostras oriundas do Banco de Dados VARX, fornecido pela Professora Maria José Blaskovski Vieira.
Os presentes resultados se diferem dos do
trabalho de Mendes (2009)
. O fenômeno “haplologia” é encontrado significativamente nos falantes belo-horizontinos, diferentemente dos falantes pelotenses. Esta afirmação se dá principalmente pelo contexto denominado
“velocidade de fala”
, critério que não foi levado em consideração nesta pesquisa.
No mais, foi-se observado empiricamente pelos participantes do grupo que os falantes analisados de Pelotas, assim como os informantes belo-horizontinos segundo Mendes (2009), apresentam
homogeneidade prosódica no registro informal.
Os resultados propostos pelo programa Goldvard, de acordo com as melhores rodadas de análise dos fatores que favorecem a ocorrência da haplologia, apresentam que o contexto segmental, o tipo de vogal e a estrutura da sílaba ocasionam a manifestação do fenômeno. Estes fatores são de ordem linguística e, contrariamente à conclusão de Mendes (2009),
os fatores extralinguísticos utilizados neste trabalho (gênero, faixa etária e ocupação) não apresentam a mesma relevância que na sua pesquisa, pois os resultados desta ordem apresentaram relevância significativa influenciados por outros fatores mencionados anteriormente (como velocidade de fala).
O termo “Haplologia” foi utilizado, pela primeira vez, pelo linguista dinamarquês
Louis Hjemslev
na obra
“Le Langage”
(A Linguagem,
1963
) que contemplava a análise do fenômeno pelo prisma
diacrônico
das línguas.
Os estudos do dinamarquês se alinham com os do fundador da Sociolinguística, o americano
William Labov
. Suas principais contribuições estão relacionadas à
Sociolinguística Variacionista
, pesquisa que consiste na definição que a língua é
heterogênea
, está em constante processo de mudança e os fatores sociais influenciam na variação da língua.
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