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Vida e obras de José Lins do Rego

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by

icaro Lopes

on 6 March 2014

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Vida e obras de José Lins do Rego
Biografia
José Lins do Rego Cavalcanti nasceu em 1901, no
Estado da Paraíba, e morreu em 1957 na cidade do Rio de Janeiro. Foi jornalista, cronista e romancista.
Entre seus principais romances, destacamos:

-Menino de Engenho, 1932
-Doidinho, 1933
-Banguê, 1934
-O Moleque Ricardo, 1934
-Usina, 1936
-Fogo Morto, 1943
Características de suas obras
São influênciadas pelas principais ocorrências históricas, como:

-A semana de arte moderna de 1922:
Realizada no teatro municipal de São Paulo, possuia como propósito, a construçao de uma arte essencialmente brasileira.

-O Movimento Regionalista:
Procurava inserir os problemas cotidianos, na literatura.
Os ciclos de suas obras
1º Ciclo; Cana de açucar:
Retrata os problemas causados pela decadência da produçao de cana de açucar no Brasil.

2º Ciclo; Cangaço, misticísmo e secas:
Em um contexto sociológico, é retratado pela história do cangaço nordestino, diretamente relacionado com a história do patriarcalismo.

3º Ciclo; Obras independentes:
São suas obras com assuntos diversos e únicos, com lutas proletárias, lirismo erótico e memorialismo.
Obras do primeiro ciclo
Conclusão
Quando José Lins do Rego publicou Fogo Morto, já não se discutia mais a necessidade de renovar a linguagem literária brasileira na ficção. O compromisso regionalista de José Lins do Rego é sobretudo de âmbito popular, e é exatamente a linguagem popular da Paraíba, isolada de influências externas, conservada em sua autenticidade regional, que o escritor utiliza. É a linguagem dos poetas populares, distribuída, agora, com um ritmo narrativo mais tradicional.
Narrado em 1ª pessoa por Carlos Melo (personagem), que aponta suas tensões sociais envolvidas em um ambiente de tristeza e decadência, é o primeiro livro do ciclo da cana-de-açúcar. Publicado em 1932, Menino do Engenho é a estréia em romance de José Lins do Rego e já traz os valores que o consagraram na Literatura Brasileira.

Menino de engenho
Doidinho
Doidinho, romance autobiográfico de José Lins do Rego, foi publicado em 1933, e é o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar".
A técnica de narração usada nesta obra por José Lins para denunciar os problemas sociais da época segue, de certa forma, o caminho inverso de Menino de engenho. Em Doidinho, o próprio narrador encontra-se inserido dentro de um sistema injusto e opressor, sentindo na pele as suas conseqüências.
Bangüê
A obra Bangüê, de José Lins do Rego, apresenta um predomínio do memorialismo sobre a pura ficção. Isso ocorre pela presença do personagem autobiográfico Carlos de Melo, que é o narrador desse relato.
Apesar da maior parte do enredo se passar fora do engenho, o autor sempre o retoma, reafirmando assim as más condições sociais dos pobres que ali habitavam.
O Moleque Ricardo
Romance regionalista, O Moleque Ricardo, é primeiro romance narrado em terceira pessoa de José Lins do Rego e faz parte das chamadas obras independentes do autor, juntamente com Pureza e Riacho Doce, que apresentam ligação com os dois ciclos: o da cana-de-açúcar e o do cangaço. Temos nesta obra um socialismo social que se afasta de certas coordenadas neonaturalistas dos primeiros romances.
Usina
Usina, de José Lins do Rego, possui narrativa descritiva do meio de vida nos engenhos de açúcar e nas plantações de cana do Nordeste. Em 1936, após a publicação dessa obra, José Lins do Rego decretou o fim do "ciclo da cana-de-açúcar".

Fogo morto
Fogo Morto (1943) foi o décimo romance e é a obra-prima de José Lins do Rego. Romance de feição realista, revela o processo de mudanças sociais passados no Nordeste brasileiro, num período desde o Segundo Reinado até as primeiras décadas do século XX.
-1ª obra do Autor.
-Publicado em 1932.
-Ciclo da Cana-de-açúcar.
-Recordações da infância.
-Protagonista: Carlinhos.
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