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Eletricidade ( C'est fini)

Trabalho ETESC - turma 1108, professor Luciano .
by

Matheus Henrique

on 26 March 2013

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Transcript of Eletricidade ( C'est fini)

Eletricidade Estrutura da matéria Tudo que existe no universo, desde estrelas e planetas até a poeira de nossas casas, é constituído de matéria, que pode se apresentar das mais variadas formas.

Por outro lado, a menor partícula de matéria, sem que a mesma perca suas características originais, é denominada molécula.
Se dividirmos a molécula, elas perderão suas características, obtendo-se, nessa divisão, partículas denominadas átomos. Processos de eletrização Como o próprio nome diz, atritando-se, ou melhor, colocando-se dois corpos constituídos de substâncias diferentes e inicialmente neutros em contato muito próximo, um deles cede elétrons, enquanto o outro recebe. Ao final, os dois corpos estarão eletrizados e com cargas elétricas opostas. eletrização por atrito eletrização por contato Dizemos que a eletrização por contato é um processo no qual um corpo eletrizado é colocado em contato com um corpo neutro. De preferência, devem ser usados dois corpos condutores de eletricidade. Eletrização por indução Dois corpos, A e B, sendo A positivamente eletrizado e B um corpo eletricamente neutro, são colocados próximos um do outro sem haver contato.

As cargas positivas de A atraem as cargas negativas de B. Se aterrarmos o corpo B, as cargas elétricas negativas da terra vão se deslocar para o corpo B. Retirando o condutor que aterra o corpo B e só depois afastar o corpo A. Observamos então que o corpo B ficou negativamente eletrizado Os átomos, por sua vez são compostos por partículas muito pequenas denominadas prótons, nêutrons e elétrons.

Os prótons e nêutrons estão localizados no núcleo. Enquanto prótons têm carga elétrica positiva, os nêutrons não têm carga e os elétrons, localizados na eletrosfera, tem carga elétrica negativa.

Através de várias experiências verificou-se que os prótons e os elétrons se atraem, porém os prótons repelem outros prótons, bem como elétrons repelem outros elétrons. A esse fenômeno damos o nome de polaridade. Para diferenciar essas duas polaridades de atração e repulsão, foram adotados os nomes de carga positiva, para os prótons e, carga negativa, para os elétrons. Histórico a eletricidade está presente em nossas vidas durante as 24 horas do dia! A história da eletricidade foi marcada pela evolução técnica e pelo desenvolvimentos científicos, estendendo-se a variados campos da ciência e inúmeras aplicações práticas A palavra eletricidade provém do latim eletricus, que significa literalmente “produzido pelo âmbar por fricção”. O filósofo, astrônomo e matemático grego Tales de Mileto (625 a.C. - 558 a.C.), ao esfregar um pedaço de âmbar numa pele de carneiro, observou que este atraia pedaços de palha, testemunhando uma manifestação da eletricidade estática. O âmbar é uma resina fóssil, oriunda de detritos vegetais enterrados a milhões de anos. Teofrasto de Ereso (séc. 3 a.C), outro filósofo grego, descobre que diversos materiais diferentes dos utilizados por Tales de Mileto, possuíam as mesmas características. No início do primeiro milênio, Sêneca Lucio Anneo (nascido em Cordova, Itália, em 5 a.C, morreu em Roma em 65 d.C), um escritor e filósofo, distingue três tipos de raios: “raios que incendeiam, raios que destroem e raios que não destroem”.

Em 1600, Willian Gilbert dedica-se ao estudo destes fenômenos e verifica que outros corpos possuem a mesma propriedade do âmbar. Lhes deu o nome latin “electrica”. Mais tarde publica a obra que o imortalizou. “De Magnete”.
A partir do século XVII, iniciam os estudos para uma melhor pecepção dos fenômenos elétricos, nomeadamente a eletrificação por atrito demonstrada através de uma máquina inventada por Otto von Guericke em 1672. âmbar Embora o rápido progresso cientifico sobre a eletricidade remonte a séculos anteriores e ao início do século XIX, foi nas décadas vindouras do século XIX que deram-se os maiores progresso na engenharia elétrica. Através dos estudos de Nikola Tesla, Galileo Ferraris, Oliver Heaviside, Thomas Edison, Ottó Bláthy, Ányos Jedlik, Sir Charles Parsons, Joseph Swan, George Westinghouse, Ernst Werner von Siemens, Alexander Graham Bell e Lord Kelvin, a eletricidade transformou-se de uma curiosidade científica a uma ferramenta essencial para a vida moderna, ou seja, transformou-se na força motriz da Segunda Revolução Industrial A eletricidade permaneceria pouco mais do que uma curiosidade intelectual por milênios, pelo menos até 1600, quando o cientista inglês William Gilbert publicou um estudo cuidadoso sobre magnetismo e eletricidade, o "De Magnete", entre outros distinguindo de forma pertinente o efeito da pedra-imã e o da eletricidade estática produzida ao se esfregar o âmbar com outro material [13]. Foi ele quem cunhou a palavra neolatina "electricus" ("de âmbar" ou "como âmbar", de[elektron], a palavra grega para "âmbar") para referir-se à propriedade do âmbar e de outros corpos atraírem pequenos objetos depois de friccionados.[16] Esta associação deu origem às palavras inglesa "electric" e "electricity", que fez sua primeira aparição na imprensa nas páginas de Pseudodoxia Epidemica, obra de Thomas Browne, em 1646.[17]. Também encontram-se ai as raízes das palavras portuguesas elétrico e eletricidade. Outros trabalhos seguiram-se, sendo esses conduzidos por pessoas como Otto von Guericke, Robert Boyle, Stephen Gray e C. F. du Fay. No século XVIII, Benjamin Franklin realizou uma ampla pesquisa sobre a electricidade, inclusive vendendo seus bens para financiar seu trabalho. É a ele atribuído o ato de, em junho de 1752, ter prendido uma chave de metal próximo à barbela de uma pipa e, com a chave atada à linha umedecida, tê-la feito voar em uma tempestade ameaçadora.[18] É incerto se Franklin pessoalmente realizou de fato esse experimento, mas o ato é popularmente atribuído a ele. Uma sucessão de faíscas saltando de uma segunda chave atada à linha para o dorso da sua mão teria então mostrado-lhe de maneira contundente que o raio tem, de fato, uma natureza elétrica.[1 l Na natureza, os elementos buscam o equilíbrio. A maioria dos elementos não está em equilíbrio: ou estão com falta de elétrons ou estão com excesso de elétrons. Os átomos se aproximam para formar moléculas por causa da falta ou do excesso de elétrons que possuem.

Nosso planeta Terra é um enorme depósito de elétrons livres, soltos de átomos, à procura de outros que precisem de elétrons para que possam se equilibrar Devido a essa característica podemos dizer que...

-os elétrons livres sob uma tensão elétrica darão origem à corrente elétrica
-a condutibilidade elétrica da matéria ou substância.
-condutores elétricos. A PRIMEIRA PILHA


A primeira pilha foi criada em 1800 pelo físico italiano Alessandro Volta (1745-1827). É por isso que, em sua homenagem, dizemos que uma pilha tem x volts: termo volt vem do sobrenome “Volta”. Ele descobriu que alguns metais, se combinados a um líquido, produzem eletricidade. Ele colocou um pedaço de papel molhado em água salgada, entre duas lâminas de metal, uma de prata e outra de zinco, como num sanduíche, e juntou os dois metais com um fio. Descobriu, então, que a corrente elétrica passava pelo fio. Percebeu, ainda, que empilhando vários desses “sanduíches” e ligando a placa de baixo com a de cima do monte conseguiria correntes mais fortes. Com essa invenção, foi obtida pela primeira vez uma fonte de corrente elétrica estável.

As pilhas modernas têm o mesmo princípio: revestimento de zinco, cobertas com plástico ou lata para não vazar. No centro da pilha, no lugar de prata ou cobre, há um bastão de carbono. E, em vez de água salgada, seu interior carrega uma pasta química muito tóxica. Os produtos químicos dessa pasta, em contato com o zinco e o carbono, produzem eletricidade e, conforme ela vai sendo utilizada, eles vão se desgastando. Eletricidade e Magnetismo
Antigamente não era reconhecida a ligação entre eletricidade e magnetismo. Somente no século XIX se desenvolveu uma relação entre os estudos desses fenômenos.
O magnetismo na Antiguidade era conhecido através do mineral magnetita. Suas propriedades e seu uso eram envolvidos por muito misticismo. Somente no século XVI o cientista William Gilbert desenvolveu trabalho metódico (De Magnete) sobre as propriedades do magnetismo. Este mesmo trabalho também foi a primeira aplicação do método científico
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