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Associação amor pra down

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by

Walewska Zukoski

on 11 February 2015

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Transcript of Associação amor pra down

Histórico da Associação
“A movimentação para surgir a Amor pra Down começou em 2000, com pais de crianças com síndrome de Down, para repassar os conhecimentos que eles já estavam adquirindo com os filhos para outros pais. (...) Só em 2008 que nós começamos a abrir para atendimentos, onde foram contratados profissionais especializados para cada fase do tratamento e estimulação. Já são 7 anos nessa trajetória. Começamos com poucos profissionais, uma sala que os profissionais dividiam... Agora já temos as equipes completas mínimas do SUS, nos encontramos em duas casas adaptadas, uma em Itajaí e uma em Balneário. A matriz, em Balneário, começou em 2008 e a filial em Itajaí, em setembro de 2013. A motivação era levar conhecimento e atendimento para outras famílias que tinham parentes com Síndrome de Down”.
População Atendida
“Nasceu um bebê a uma semana que já está incluído no nosso público, e o nosso mais velho tem 40 anos. Atendemos 45 pessoas com Síndrome de Down em Balneário e 29 aqui em Itajaí. Atendemos pessoas de Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Itapema, Piçarras, Bombinhas, Navegantes e Ilhota”.
Apoios oferecidos aos associados
Principal serviço é o clinico, a partir de avaliações especificas de cada área.

Serviço de acolhimento nas maternidades, que entram em contato, a psicóloga e cood. técnica vai até o hospital, e faz o primeiro contato de suporte e acolhimento, tirando dúvidas, apresentando o serviço da Amor pra Down, desmistificando erros médicos que insistem em acontecer.
Profissionais da Associação
2 Fonoaudiólogas;
1 Psicóloga;
1 Terapeuta ocupacional;
1 Psicopedagoga;
1 Fisioterapeuta;
1 Assistente social;
1 Coordenadora técnica;
1 Coordenador administrativo;
2 Secretárias
1 Neurologista;
1 Psiquiatra;
2 Profissionais voluntários, sendo um médico pediatra especializado em Síndrome Down e uma dermatologista.
Objetivos da Associação
“De uma forma geral, o desenvolvimento, da qualidade de vida, das pessoas com Síndrome de Down e dos familiares. Todas as nossas ações elas envolvem a família. Desenvolvemos diversas ações que alcancem esses objetivos de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal”.
Associação Amor pra Down
Acadêmicas
Ana Carolina Souza;
Ana Claudia Fabricio;
Elizabeth Joventino;
Mayara Armstrong;
Michele Pereira;
Walewska Zukoski.

Missão
"Promover a assistência, integração e desenvolvimento dentro dos aspectos afetivo, social e cognitivo das pessoas com síndrome de Down e suporte a suas famílias, oferecendo atendimento especializado, criando ações para desenvolvimento da independência, autonomia e inclusão na sociedade, em todas as etapas de suas vidas."
Serviço clinico de estimulação essencial com fisioerapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.

Serviço de acompanhamento da etapa escolar, com o suporte terapêutico de profissionais que trabalham as questões de alfabetização e de prontidão a escrita (fase anterior a alfabetização).

Serviço de orientação nas escolas, com palestras aos professores, palestras de capacitação quando solicitado, atividades de sensibilização para os colegas dos alunos com Síndrome de Down (jogos, teatros, etc), convite aos professores para conhecer os atendimentos, etc.
Grupo de jovens adultos, que é um grupo que visa o desenvolvimento pessoal de cada um que está ali presente e, principalmente, a estimulação de autonomia e independência para uma vida ativa, para uma vida produtiva e para a participação social.

Diversas atividades internas que promovam reflexões e discussões conceituais em torno do tema trabalhado, e muitas atividades externas.
Grupo da família, que é uma reunião com os familiares para discutir temas pertinentes do desenvolvimento da pessoa com Síndrome de Down, um espaço de escuta qualificada, um espaço de acolhimento, um espaço de troca entre os parentes.
Grupos de bebês, porque as vezes acontece de nascer quatro ou cinco bebês no mesmo momento do ano por exemplo, então são promovidos pequenos grupos conduzidos pela equipe, também é um grupo de trocas, de questões emocionais, de acolhimento, criação de vínculos e informações iniciais sobre a Síndrome de Down.

A equipe que sempre participa de algum congresso ou algum curso, sempre tenta estar repassando as informações para os maiores e principais interessados, os familiares e outros membros da associação.
Projetos de envolvimento da familia com a associação
"Podemos olhar por vários ângulos. A maioria dos pais que começaram a associação ainda estão atuando, depois de 15 anos. São sempre os pais que contribuem para acontecer alguns eventos, como por exemplo, macarronadas, pedágios, etc, estão sempre multiplicando."

Existe uma reunião para os pais trocarem experiências, se não houver certa porcentagem de participação dos pais, a família é desligada da associação e vai para a fila de espera.
Como a associação não tem locomoção própria, são, na grande maioria, os pais que trazem os filhos, então a participação para trazer é grande.
Devido ao convenio com o SUS, o máximo que a associação consegue oferecer são atendimentos de 30 minutos, normalmente um, mas as vezes dois por semana que não podem ser seguidos devido a determinação do SUS.

Foi ressaltado que a participação da família na continuidade do processo desenvolvido na instituição é fundamental.
Os pais sempre entram na terapia com os filhos quando solicitado.

"Todas semanas são elaboradas estimulações dirigidas para cada atendimento profissional. "

A estimulação dirigida é uma atividade que a família leva para fazer em casa, onde é descrito o profissional que solicitou, a descrição da atividade, o tempo de atenção da criança durante a atividade, quais as facilidades e dificuldades encontradas, então volta para a equipe as estimulações dirigidas como feedback, que é serve para dar continuação nas atividades dos próximos meses.
Projetos desenvolvidos pela associação e seus resultados
Existem alguns projetos, como por exemplo o de natação, para o desenvolvimento psicomotor e para a auto estima, é um serviço terceirizado onde a associação paga para os associados e onde envolve todo um suporte da psicologia do esporte.

"Também tivemos um projeto intitulado “Caminhos de Inclusão Social para Pessoas com Síndrome de Down”, ano passado fomos beneficiados com o projeto da secretária do fundo cultural (do estado da cultura) onde houveram oficinas de musicalização, teatro, dança e artes, porém o projeto teve que encerrar pois tem um período de início e termino, mas os familiares envolvidos deram continuidade as oficinas por conta própria."
"A cada dois anos fazemos uma jornada de especialização em Síndrome de Down que é aberto ao público e geralmente é gratuito. Os serviços são divididos em três partes, que são os serviços que atingem o usuário (a pessoa com Síndrome de Down) a família e a sociedade (escolas, postos de saúde, faculdades, etc)”.
“São milhares de resultados obtidos. Temos como meta o desenvolvimento com qualidade e de acordo com a faixa etária de cada um deles, então vamos traçando as atividades. Temos objetivos e resultados cognitivos, motores, fonoaudiólogos, é um desenvolvimento biopsicossocial, que reflete em auto estima, em participação social, em auto confiança, em conhecimento pedagógico, em ajustamento social”.
Como a associação divulga seu trabalho
Site e facebook;

"Fazemos um relatório anual que detalha todas nossas atividades, nossas receitas, nossas despesas anuais, que é distribuído para todos os nossos apoiadores e para todas as esferas públicas que temos algum envolvimento, como prefeitos, câmera dos vereadores, secretaria de saúde, de educação, de assistência”.
O papel da psicologia na associação
“A psicóloga atende os usuários em alguns casos, poucos, mas atende todas as famílias. Porque a psicóloga tem a função de captar todas as intervenções, todos os objetivos terapêuticos de todos os profissionais e transmitir isso para a família, ela quem faz essa aliança entre o processo terapêutico e a família, ela quem dá essa continuidade, ela quem transmite as orientações dirigidas, ela quem orienta, quem faz o processo de orientação do desenvolvimento. "
"Ela também participa do acolhimento das famílias, visitas escolares, grupos de jovens e da família. Quando recebemos a visita do CRP, acrescentaram minha função como psicóloga organizacional nas grandes áreas de atuação da associação, agora temos as áreas organizacional, educacional e clínica. O trabalho é interdisciplinar, toda última semana do mês nos reunimos para discutirmos todo o planejamento de todos os associados”.
Correlação da estrutura clássica da educação especial com o observado na associação
"Os serviços são divididos em três partes, que são os serviços que atingem o usuário (a pessoa com Síndrome de Down) a família e a sociedade (escolas, postos de saúde, faculdades, etc)”.
May
Claudia
Claudia
Beth
Michele
Ana
Claudia
Mayara
Walewska
May
Facebook: Associação Amor pra Down
Site: www.amorpradown.org
Referências Bibliograficas
CARDOSO, Mariele da Silva.
Educação Especial: em direção a educação inclusiva,
cap. 2 Aspectos históricos de educação especial: da exclusão à inclusão – uma longa caminhada. Porto Alegre, Edipucrs, 2003, p. 15-26.

GARCEZ, Liliane.
Política Nacional para Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva
. I Encontro Estadual da UNCME. Rio Grande do Sul, Farroupilha, 2010.
Foi no inicío do século XIX começou o processo de instituicionalização especializada para pessoas com deficiência, iniciando ai a Educação Especial.

Na década de 90 é instituida a integração de alunos deficientes e não deficientes nas salas de aulas com direito a uma educação de qualidade de acordo com suas necessidades.
A politica nacional de educação especial preve que seja fornecido atendimento educacional especializado, visando a independencia e construção de autonomia, em contraturno com as aulas regulares. Seja na mesma escola, outra escola do municipio, os em centros especializados que realizem esse serviço, como é o caso da AAPD, devendo estar articulado com as atividades desenvolvidas na escola, a associação atua como instituição de suporte as escolas e sociedade para o acolhimento dessas pessoas.

Na AAPD, apenas pessoas com SD são atendidas, pois são fornecidos atendimentos especializados para esta população, que está devidamente inserida nas escolas também. A AAPD, faz sua parte através de passeios, palestras nas escolas, eventos, entre outras atividades para auxiliar na inclusão dos individuos com SD na sociedade.
Portanto, é visivel que o objetivo não é mais a segregação e nem a simples integração de deficientes e não deficientes, mas sim proporcionar educação de qualidade que gere mais autonomia, participação social e qualidade de vida.

Agora é preciso criar uma cultura de inclusão, onde está ocorra sem preconceitos, dando oportunidades e condições para que deficientes sejam incluidos nas mais diversas atividades.
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