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ARTESANATO, MODA E DESIGN VERNACULAR

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by

claudia marcela sanz ramirez

on 27 November 2013

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Transcript of ARTESANATO, MODA E DESIGN VERNACULAR


REVISÕES CONCEITUAIS E POSSÍVEIS INTERSEÇÕES

Claudia Marcela Sanz
Fabiana Biscaro
Silvia Rocha
Silvia Sasaoka
Marizilda dos Santos Menezes

Entre o deslumbramento incondicional ante as
tecnologias mais avançadas
e o temeroso apego ao
artesanato
que testemunha a sabedoria ancestral, processa-se uma assimilação autêntica de ambas as correntes.
E a
moda
– tanto como busca de inovações em materiais têxteis quanto no tocante ao vestuário – é o ponto privilegiado da síntese criadora”
(VINCENTE-RICARD, 1989)
ARTESANATO, MODA E DESIGN VERNACULAR
ARTESANATO

ARTESANATO

O Brasil protege e valoriza
sua cultura?

Nosso artesanato é
reconhecido?

DESIGN VERNACULAR


O que se entende por design
vernacular?

Como artesanato e design vernacular constroem um único saber?

Quais são as possibilidades dentro de um contexto cultural e acadêmico para esses
saberes?

MODA
O que se entende por moda?

Em quais áreas ela se articula?

Como artesanato, moda e design vernacular podem dialogar?

ARTESANATO

Paleolítico

Idade da Pedra Lascada

Utensílios feitos de lascas de pedra, madeira, osso
Eram usados na caça e para proteção

Tirocínio do artesão
Arte, artifício

Corporações de ofício:
ápice na Idade Média

Corporações de
artesãos
generalizam-se
depois de 1120.
Mais marcantes no Mercantilismo


Lina Bo Bardi

Hilário Franco Jr
(CUNHA,SILVEIRA, 2011)
MODA
ABORDAGENS TEÓRICAS
Autores
Enfoques
Considera moda o meio que engloba tudo o que é colocado sobre o corpo: ornamentos, pinturas corporais, tatuagens, complementos.

Buest (2005)

MODA
mídia primária

mídia secundária

Tem sua mensagem ampliada

Não se limita apenas pela
vestimenta ou pelo estilo
adotado num determinado
espaço de tempo

Setores da indústria
têxtil e vestuário

Acessórios

Cosméticos

Perfumaria

Alimentos

Automobilísticos


Produtos
de limpeza
Telefonia

Tecnologías
diversas

Buest (2005)

Carácter coletivo
Criadora de cultura
Rege as relações pessoais e coletivas.

Coletividade, Fugacidade, Efemeridade, Autodestruição e Reconfiguração.


“A moda é cíclica na medida em que as características que a definiram numa época podem retornar e ser retomadas em décadas posteriores; mas também o é porque passa por etapas que vão desde sua criação, passando pelo lançamento no mercado até sua decadência, ao deixar de ser usada pela maioria” (SANZ, 2012).

Rojas (2005)

1860

Barthes (2005)

Primeiros estudos científicos sobre indumentária

Abrangiam o estudo das  funções básicas e antigas motivações no uso de vestimentas, como
“proteção”
contra as intempéries;
“pudor”,
para ocultar a nudez;
“adorno”
, para se fazer notar.


Borges(2013)
Século XIV


Moda, no sentido estrito, quase não aparece antes da metade do século quando
surge um vestuário novo, moderno e diferenciado segundo o gênero.
A toga longa e flutuante, usada indistintamente por séculos pelos dois sexos, foi trocada por um traje masculino composto de um gibão
Resgate histórico
Século XIX


“Ao final do século XIX, as roupas tornaram-se gradualmente
mais baratas
e, portanto
“mais acessíveis às camadas baixas da população”


 Houve uma democratização da moda pois todas as estratificações sociais adotaram paulatinamente tipos semelhantes de roupas, porém, as variações de hierarquias de classes ainda são visíveis nos usos de vestuário.

Século XX


Estas
diferenças marcantes entre masculino e feminino
permaneceram na evolução das indumentárias.

As
mudanças
deixam de ser fortuitas e tornam-se uma
regra permanente
dos prazeres da alta sociedade.


Borges(2013)
Baudot (2005)
Alta-costura
Produção em série
Anos 50


A moda ascendeu ao estado de
mensagem
, expressão do corpo, passando a ser considerada, também, um
ato de significação,
portanto genuinamente social, embutido na dialética das sociedades


Barthes(2005)
Anos 60


Surge o prêt-à-porter (roupa europeia de qualidade e preço acessível)


Baudot (2005)
Anos 70


Surge a figura do
“criador de moda”
, inaugura-se a era da “marca de criação” ou seja, não se compra mais uma marca mas a criação de um talento.

Baudot (2005)
Hoy

Com o passar dos anos, aos poucos vai se tornando
difícil a distinção das classes pelos sinais exteriores da vestimenta.
A medida que as diferenças exteriores atenuam-se pela generalização da moda, o indivíduo tende a revelar o seu nível não mais pelo luxo do vestir, mas pela educação, jeito de andar, maneiras, etc.

Borges(2013)
DESIGN
VERNACULAR


Invenção anônima e espontânea ( ex. Jirau)
Não produzida por intelectuais ou especialistas
Sistema metodológico próprio de criação
Atende necessidades primordiais de uma comunidade ou indivíduos de um local Bibliografia escassa


DESIGN VERNACULAR


Invenção anônima e espontânea ( ex. Jirau)
Não produzida por intelectuais ou especialistas
Sistema metodológico próprio de criação
Atende necessidades primordiais de uma comunidade ou indivíduos de um local Bibliografia escassa


ARTESANATO

DESIGN
VERNACULAR


MODA
Como definir e delimitar os campos e qual a interseção entre os diferentes saberes?
ADEQUA INTEGRA

VISIBILIDADE
DIVULGAÇÃO

IDEIAS VIRAM PROJETOS
E ESTES PRODUTOS ÚNICOS

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