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Modelo da Intervenção na Crise

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by

Filipa Silvério

on 14 May 2014

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Transcript of Modelo da Intervenção na Crise

Modelo de Intervenção na Crise
O que é?
Características
Papel do AS
- O AS deve de intervir de uma forma o mais rápida possível desde o momento em que a pessoa procura a ajuda;

- Deve fazer uma avaliação da situação e compreendê-la;

- Deve pretender, não só ajudar no presente, na situação atual do indivíduo, mas também ajudá-lo de forma a capacitá-lo para que no futuro consiga ultrapassar as suas dificuldades;

- Ajudar a (re)descrobrir as suas capacidades e desenvolver habilidades;

- Tem que ter uma carácter preventivo, quando existe uma previsão de crise, e um carácter de urgência, para as situações e crise imprevisíveis.






Fase Inicial
Fase Intermédia
- A intervenção deve de avançar com a colaboração do utente, para se sentir capacitado;

- As técnicas que o AS utiliza devem ir de encontro às atividades que, normalmente, as pessoas têm numa situação normal de crise;

- O AS deve fazer com que o utente compreenda a causa dessa situação de stress;

- Utiliza técnicas de componente pedagógica, de forma a realizar uma aprendizagem de novas técnicas sociais e relacionais;

- O utente deve de ter algumas tarefas da sua responsabilidade;

- O AS deve de falar várias vezes do problema, para perceber os progressos feitos e o que mudou desde a última entrevista;

-Todos os recursos que existem na comunidade são importantes.
Fase Final
- Esta fase final tem um papel muito importante neste modelo;

- Pretende-se que, apos esta fase, o utente seja autonomo em resolver os seus futuros problemas;

- Para evitar uma dependência da ajuda do AS, nas últimas entrevistas deve ser feito um balanço do que foi feito e do que falta fazer, fixando tarefas e objetivos;

- Por vezes, os utentes sentem necessidade de regressar aos serviços para pedir uma nova ajuda;

- O facto de se centrar apenas num problema específico, é mais facíl resolvê-lo e aliviar a situação.
Objetivos
O Modelo de Intervenção na Crise é:

- Atendimento de emergência em situações de muito stress e dificuldade;

- Um processo em que o AS ajuda o utente, de modo a tentar minimizar o impacto de acontecimentos stressantes, tentando reorganizar e estabilizar o indivíduo;

- Nem todos vivem uma situação de crise da mesma forma;

- Centra-se muito no presente, e por vezes no futuro, do cliente, não no seu passado. No aqui e agora.

- A teoria da crise foi desenvolvida e aplicada por diversos autores, como Howard Parad, Naomi Golan e Lydia Rapoport.
Esta intervenção deve ser:

- Imediata;

- Rápida;

- Breve;

- Bastante centrada e estruturada,sendo que se deve compreeder bem a situação de crise, o que a causa e como o indivíduo a interpreta;

- Os primeiros encontros devem de ser mais longos, ao contrário dos últimos;

- Ocorre de forma activa e directa na vidas das pessoas;

-Apesar de se centrar fundamentalmente na pessoa, também há a necessidade de ter em conta o seu ambiente.
- Diminuir o stress vivido pela pessoa, de forma rápida;

- Ajudar com que compreenda a sua situação;

- Encorajar a pessoa para atingir os seus objetivos;

- Reestabelecer o seu equilibrio através do empowerment;

- Tentar reativar as suas capacidades e os seus recursos, de modo a adaptarem-se à situação.
- A primeira entrevista é muito importante, pois não existe muito tempo para intervir nestas situações;

- Deve-se realizar um estudo social sobre a situação e um diagnóstico;

- Realiza-se uma avaliação da situação;

- Tentar estabelecer uma relação de ajuda e confiança com o utente, mais concretamente, uma relação empática;

- O utente deve falar sobre a situação, de modo a compreendê-la juntamente com o AS, e definir objetivos;

- Deve de ser feito um contrato entre o AS e o utente, de modo a fixar a duração da intervenção, evitar falsas esperanças e dar um certo sentido de responsabilidade.
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