Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Pirâmide de Maslow

No description
by

diogo desiderati

on 19 September 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Pirâmide de Maslow

Sobre a Pirâmide de Maslow
Essa pirâmide busca ilustrar uma hierarquia que existiria no aspecto motivacional das pessoas.
Maslow a desenvolveu ao estudar macacos em meados do século passado
Quando A. Maslow e P. Drucker entraram em contato, suas teorias puderam caminhar juntas, e a pirâmide das necessidades passou a fazer parte do mundo da publicidade.
Meu objetivo aqui é problematizar essa formulação de Maslow sob o viés (bem rudimentar) da visão psicológica mais contemporânea.
Essa problematização vem de uma inquietação que me ocorreu ao fim do ultimo
ZDay
(29/03/2012) e que, por motivos pessoais, não pude levantar em meio ao grupo naquele momento.
Essa representação gráfica esquematizada por Maslow, ainda que didaticamente impecável, deixa de incluir em seu bojo questões cruciais.
Ainda que sejamos, basicamente primatas e, portanto, regidos por uma série de pressões ambientais (considerando, claro, a própria fisiologia do corpo como um ambiente interno)
De uma certa forma enriquecemos o nosso ambiente, alteramo-lo de forma que as
leis
"naturais" não se aplicam mais em sua integralidade.
À esse ambiente artificalmente criado por nós, pode-se dar o nome de
Cultura.
Falou-se que, buscando atender às necessidades basais da pirâmide de forma independente (digamos, do governo ou de corporações)
Poder-se-ia se iniciar um movimento de quebra (ou obsolescência) do sistema.
OK!
Mas veja esses exemplos
Equação 1
+
=
Pela pirâmide de Maslow, essa situação cotidiana, a do assalto, estaria fadada a desfazer toda a teoria.
Ponto 1:
Porque alguém se sujeitaria à isso
em troca disso?
Resposta pela pirâmide: suas necessidades básicas não foram atendidas, logo se vê o caminho da sobrevivência através do roubo.
Mas, como explicar, por exemplo, o criminosso que rouba por ostentação?
Ou o crime do colarinho branco?
Mais light agora.
E os esportes radicais?
Obesidade?
Alcoolismo?
O meu ponto é que a
Cultura
determina nossos fatores de motivação em aspectos mais impactantes do que a própria fisiologia do corpo.
Ao ponto de deixarmos, por exemplo, de atender necessidade de segurança (quem arrisca a vida em troca da adrenalina ou uns trocados), em troca de satisfação pessoal, auto-realização.
Como criaturas sociais, os humanos, muitas vezes, assumem uma postura de motivação através do alinhamento com os valores daquela sociedade.
No nosso caso, bens de consumo, por exemplo, se tornam meios para atender à demandas internas que beiram a insanidade. Comer, beber, comprar, fumar, até o fim da vida.
Ainda que, um fator gritante a favor da pirâmide de Maslow seja a durabilidade/cocretude da satisfação, da motivação.
E essa é a doença que se espalhou como praga pela nossa sociedade: a invenção de novas necessidades básicas através dos meios de comunicação, valores e formação.
Foi vendida uma idéia de que satisfazendo aos outros níveis, teríamos uma vida plena.
Meu ponto é, então, será que o problema é o não atendimento das necessidades mais basais da condição humana ou a cultura que nos cerca?
Tratar a pirâmide como uma geometria que dá conta das multidimensionalidades da existência se torna impraticável.
A reforma deve ser mais profunda, mais ampla, holística.
Ainda que seja um plano louvável de ação, a implementação do mesmo se tornaria inviabilizada pois os agentes da mudança (todos os seres humanos) simplesmente não operam segundo essa lógica. Não mais. Não como era em meados do século XX.
Não podemos, de forma alguma, nos perder em idealismos, e almaldiçoar os céus por nossos planos não terem dado certo.
O todo é maior do que a soma de suas partes.
Saudações à todos, e que comece a discussão.
- Diogo Desiderati, Estudante de Psicologia
Recém chegado ao movimento
O
Full transcript