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Economia Solidária

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by

Marco Antônio Barbosa

on 16 May 2013

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Transcript of Economia Solidária

Economia Solidária Origem da Economia Solidária Nasceu na Europa após o capitalismo industrial ter sido a resposta à crise gerada pelo novo arranjo produtivo (uso de máquinas na industrialização dos processos e exploração dos trabalhadores, gerando exclusão dos artesãos (SINGER, 2002, p 24)

A partir de 1930, a ES passou por um período de baixa, em função da criação e manutenção de empregos formais e de políticas de garantias de direitos adquiridos pelos trabalhadores. (Welfare State)

Na década de 70 com o retorno do desemprego em massa a ES ressurge marcando claramente seus princípios e valores, democracia, autogestão e repúdio ao assalariamento Economia Solidária é: Uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza centrada na valorização do ser Humano e não no Capital. De base associativista e cooperativista, voltada para a produção, consumo e comercialização de bens e serviços, de modo autogerido, tendo como finalidade a reprodução ampliada da vida.
Multidimensional, envolve a dimensão social, economica, política, ecológica e cultural, por se projetar no espaço público, no qual está inserida, buscando um ambiente socialmente justo e sustentável, pela emancipação dos trabalhadores como sujeitos históricos. Pauta-se pela propriedade coletiva dos meios de produção e dos resultados da produção, pela prática da autogestão, pela apreensão de todo o processo produtivo por todos. Está comprometida com a sustentabilidade social, ecológica, cultural e econômica; a sustentabilidade social refere-se ao caráter distributivo da riqueza produzida, evidenciando e valorizando o ser e não o ter. Caracteriza-se pela valorização do trabalho humano como fonte de fortalecimetno dos vínculos sociais entre os participantes, desenvolvendo o potencial criativo, educacional e cultural de todos. Questiona o trabalho alienado, defende a dimensão socializadora, integradora e emancipadora do trabalho. Repensa a economia com cunho social, reavaliando o impacto da economia na vida das pessoas e fortalecendo as políticas de enfrentamento à pobreza. Alternativa viável para geração de trabalho e renda Tem como premissa a politização de todas as dimensões da vida, compreende a impôrtancia da política para democratização do saber, da propriedade, da tecnologia e da vida. É um vetor do desenvolvimento sob bases sustentáveis, pois possibilita o empoderamento dos sujeitos, da sociedade civil, tem sua gênese no território e nos valores como autonomia, democracia e participação Utiliza a articulação em rede como uma de suas estratégias, que se expressa em vários formatos: rede de colaboradores solidários, rede de trocas, rede de ajuda mútua, rede de redes, rede de agências de fomento, rede de economia solidária. É um movimento que está em conexão com outras formas de luta (reforma agrária, segurança alimentar e nutricional, agroecológia) e com outros movimentos sociais (feministas, ecológicos, negros...) possibilitando a troca de experiências, a busca coletiva de alternativas para i enfrentamento a todas as formas de opressão. Economia Solidária no Brasil No Brasil a ES se intensifica na década de 90 com a expansão do projeto neoliberal e crise no mundo do trabalho.
Tem como principais protagonistas:
Entidades religiosas - com destaque para Cáritas, IMS e RMS;
Organizações não governamentais - com ações de monitoramento de políticas públicas e fundos de miniprojetos com micro crédito para pequenos grupos populares;
Sindicatos - com destaque para CUT com programa integrar e para a Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS);
Movimentos Sociais - MST
Liga de empreendimentos - Associação Nacional de trabalhadores em Empresas Autogestionárias e de Participação Acionária (ANTEAG)
Universidades - Fundação Interuniversitária de Estudos e pesquisas sobre trabalho (Unitrabalho); Incubadoras Tecnológicas de cooperativas populares, projetos de extensão Fórum Social Mundial (2001) marco
na história dos movimentos
sociais, espaço de discussão e explicitação das questões
sociais, resistência ao modelo hegemônico Eleição do Presidente
da República, Luiz Inácio
Lula da Silva, (2002) Criação da Secretaria Nacional
de Economia Solidária (Senaes), no
âmbito do Ministério do Trabalho
e Emprego (MTE) (2003) Fórum Brasileiro de
Economia Solidária
(FBES) e a Rede de
Gestores de Políticas Públicas de Economia
Solidária Desafios Políticas públicas concretas e intersetoriais que tenham em seu cerne elementos fundantes do ideário de uma sociedade mais justa e igualitária que promova, a partir de práticas de autogestão, processos emancipatórios que propicie o desenvolvimento de consciência coletiva crítica, capaz de reconhecer os limites estruturais do capital e os mecanismos de dominação que caracterizam o sistema hegemônico.

Marco Antonio Barbosa
mabarbosa@marista.org.br Algumas Referências
FBES Fórum Brasileiro de Economia Solidária http://www.fbes.org.br
Cirandas a rede social e econômica da economia solidária - http://cirandas.net/
MTE - Secretaria Nacional de Economia Solidária http://portal.mte.gov.br/ecosolidaria/secretaria-nacional-de-economia-solidaria/
IMS - Instituto Marista de Solidariedade http://sites.marista.edu.br/ims/
RMS http://www.solmarista.org.br
A RMS é uma Entidade de Apoio, que atua no assessoramento, no fomento e na articulação de grupos, redes solidárias, cadeias produtivas solidárias, na comercialização de produtos elaborados por grupos/empreendimentos praticantes de economia solidária e na articulação Política junto aos Fóruns e Conselhos de Economia Solidária. Lourença Santiago Ribeiro
lsribeiro@marista.org.br
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