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O quadro político na Idade Moderna I: Mercantilismo, Antigo Regime

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by

Lú Carvalho

on 2 April 2014

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Transcript of O quadro político na Idade Moderna I: Mercantilismo, Antigo Regime

professoralu.historia@gmail.com
O quadro político
na Idade Moderna: Mercantilismo
Mercantilismo
Antigo Regime
Absolutismo
Apesar de serem termos bastante comuns para pensar a sociedade moderna, nenhum deles fazia parte do vocabulário dos homens desse período...
Qual é o seu último sonho de consumo??
....montado na China com microchips fabricados em Taiwan, com tecnologia desenvolvida por sulcoreanos a serviço de uma empresa norte-americana a ser vendido por uma quantia escandalosamente impensável para esta professora aqui no Brasil...
GLOBALIZAÇÃO
Johannes Veermer, O oficial e a moça sorridente (1658)
Mercantilismo
Johannes Veermer, A alegoria da pintura (1666-1667)
Johannes Veermer, O astrônomo (1668)
Johannes Veermer, O geógrafo (1669)
Termo usado no final do século XVIII para criticar a intervenção do Estado na economia durante a transição do feudalismo para o capitalismo comercial.
Johannes Veermer, Mulher segurando a balança (1668)
Por que ela está
sorrindo tanto??
Chapelão de
couro!!!
(de couro de castor... última moda
no século XVII)
O mercantilismo também é chamado
de Capitalismo Comercial
Para enriquecer as monarquias absolutistas
usavam diversos mecanismos...

PROTECIONISMO
Princípio válido ainda hoje e que faz o MacBook (ou Iphone ou qualquer outro importado que você deseja custar tão caro aqui no Brasil...)
BALANÇA DE COMÉRCIO FAVORÁVEL
COLONIALISMO
Novas terras,
novas oportunidades comerciais...
PACTO COLONIAL
COLÔNIA
METRÓPOLE
MANUFATURAS
MATÉRIAS-PRIMAS
MONOPÓLIO
METALISMO
Acumulação de ouro e prata como
meio de assegurar riquezas.
Foi mais comum na França e na Espanha
Na França foi chamado de Colbertismo, por causa de seu "criador" o Barão de Colbert.
Leitura do box p. 200
A revolução dos preços
INDUSTRIALISMO
Aumentar a produção de manufaturados
como forma de gerar lucros.
Antigo Regime
Essa expressão surgiu no final do séc. XVIII para definir a sociedade e os privilégios da época do Absolutismo.
Exportar mais.
Importar menos.
Igreja
Nobreza
Burguesia
Povo

(ENEM 2006) O que chamamos de corte principesca era, essencialmente, o palácio do príncipe. Os músicos eram tão indispensáveis nesses grandes palácios quanto os pasteleiros, os cozinheiros e os criados. Eles eram o que se chamava, um tanto pejorativamente, de criados de libré. A maior parte dos músicos ficava satisfeita quando tinha garantida a subsistência, como acontecia com as outras pessoas de classe média na corte; entre os que não se satisfaziam, estava o pai de Mozart. Mas ele também se curvou às circunstâncias a que não podia escapar.
(Norbert Elias. Mozart: sociologia de um gênio. Ed. Jorge Zahar, 1995, p. 18 (com adaptações)).

Considerando-se que a sociedade do Antigo Regime dividia-se tradicionalmente em estamentos: nobreza, clero e 3.° Estado, é correto afirmar que o autor do texto, ao fazer referência a “classe média”, descreve a sociedade utilizando a noção posterior de classe social a fim de

a) aproximar da nobreza cortesã a condição de classe dos músicos, que pertenciam ao 3.° Estado.
b) destacar a consciência de classe que possuíam os músicos, ao contrário dos demais trabalhadores manuais.
c) indicar que os músicos se encontravam na mesma situação que os demais membros do 3.° Estado.
d) distinguir, dentro do 3.° Estado, as condições em que viviam os “criados de libré” e os camponeses.
e) comprovar a existência, no interior da corte, de uma luta de classes entre os trabalhadores manuais.
(ENEM 2009) O que se entende por Corte do antigo regime é, em primeiro lugar, a casa de habitação dos reis de França, de suas famílias, de todas as pessoas que, de perto ou de longe, dela fazem parte. As despesas da Corte, da imensa casa dos reis, são consignadas no registro das despesas do reino da França sob a rubrica significativa de Casas Reais.
(ELIAS, N. A sociedade de corte. Lisboa: Estampa, 1987)


Algumas casas de habitação dos reis tiveram grande efetividade política e terminaram por se transformar em patrimônio artístico e cultural, cujo exemplo é


a) o palácio de Versalhes.

b) o Museu Britânico.

c) a catedral de Colônia.

d) a Casa Branca.

e) a pirâmide do faraó Quéops.
Leitura do box p.201
A importância da etiqueta

Absolutismo é um termo pejorativo surgido no séc. XIX para enfatizar um poder monárquico que se intrometia muito nas relações sociais, comerciais, religiosas, administrativas e judiciárias.
Apesar do nome, a ideia de que o rei tinha poderes ilimitados é artificial. Seu poder era forte e centralizado, mas limitado pela tradição, pelos costumes e por vezes pela existência de parlamentos e ministros com poder de decisão.
Teóricos do Absolutismo
"Somos o que lembramos" (Jacques Le Goff)
Para dominar, antes foi preciso construir um mesmo passado a todos os súditos... mitos, heróis, grandes batalhas, atos administrativos eram escritos por cronistas reais encarregados da construção de uma memória nacional.
NICOLAU MAQUIAVEL
Diplomata e historiador italiano defendia que o monarca deveria utilizar de qualquer meio – lícito ou não – para manter o controle do seu reino. A frase que resume suas ideias é: “Os fins justificam os meios”. Principal obra:
O Príncipe
JEAN BODIN
Jurista francês, membro do Parlamento e professor de Direito defendia que a soberania é um poder perpétuo e ilimitado. Sendo assim , as únicas limitações do soberano eram a lei divina e a lei natural. Bodin usava de argumento religioso para justificar o poder do rei, da mesma forma que Bossuet. Principal obra:
Seis Livros da República
.
JACQUES BOSSUET
Bispo e teólogo francês que criou o argumento que o governo era divino e os reis recebiam o seu poder de Deus. Assim, desobedecer a autoridade real seria considerado um pecado mortal. Um dos reis que se valeu de suas ideias foi o monarca absolutista Luís XIV. Principal obra:
Política tirada da Sagrada Escritura
THOMAS HOBBES
Matemático e filósofo inglêS discorreu sobre a natureza humana e a necessidade de governos e sociedades. Dizia que o ser humano, no estado natural, é cruel e vingativo, necessitando de um governo forte e centralizado para manter o seu controle. A frase que resume suas ideias é: “O homem é o lobo do homem”. Principal obra:
Leviatã
Na prova do Enem 2010, tente resolver esta questão sobre as ideias de Maquiavel acerca da forma como um príncipe ou rei deveria agir em relação aos súditos de seu reino.
(ENEM 2010) O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente do que outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levem ao assassínio e ao roubo. (MAQUIAVEL, N. O Príncipe, São Paulo: Martin Claret, 2009)

No século XVI, Maquiavel escreveu O Príncipe, reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na

a) inércia do julgamento de crimes polêmicos.

b) bondade em relação ao comportamento dos mercenários.

c) compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.

d) neutralidade diante da condenação dos servos.

e) conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.
“Depois que a Bíblia foi traduzida para o inglês, todo homem, ou melhor, todo rapaz e toda rapariga, capaz de ler o inglês, convenceram-se de que falavam com Deus onipotente e que entendiam o que Ele dizia”. Esse comentário de Thomas Hobbes (1588-1679)

(A) ironiza uma das consequências da Reforma, que levou ao livre exame da Bíblia e à alfabetização dos fiéis.

(B) alude à atitude do papado, o qual, por causa da Reforma, instou os leigos a que não deixassem de ler a Bíblia.

(C) elogia a decisão dos reis Carlos I e Jaime I, ao permitir que seus súditos escolhessem entre as várias igrejas.

(D) ressalta o papel positivo da liberdade religiosa para o fortalecimento do absolutismo monárquico.

(E) critica a diminuição da religiosidade, resultante do incentivo à leitura da Bíblia pelas igrejas protestantes.
(Vunesp) O fim último, causa final e desígnio dos homens (...), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela mísera condição de guerra que é a consequência necessária (...) das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos (...). (Thomas Hobbes. Leviatã, 1651. In: Os pensadores, 1983.)
De acordo com o texto,

(A) os homens são bons por natureza, mas a sociedade instiga a disputa e a competição entre eles.
(B) as sociedades dependem de pactos internos de funcionamento que diferenciem os homens bons dos maus.
(C) os castigos permitem que as pessoas aprendam valores religiosos, necessários
para sua convivência.
(D) as guerras são consequências dos interesses dos Estados, preocupados em
expandir seus domínios territoriais.
(E) os Estados controlam os homens, permitindo sua sobrevivência e o convívio social entre eles.
Mais uma??
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