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Madeiras Naturais e Madeiras Transformadas

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Fabiana Lautert

on 22 September 2013

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Transcript of Madeiras Naturais e Madeiras Transformadas

Aplicação de Madeiras Naturais e Transformadas no Design
CLASSIFICAÇÃO DAS MADEIRAS


Madeiras Naturais: São classificadas por alguns autores como materiais naturais.
Dividem-se em madeiras finas, duras, resinosas e brandas.


Madeiras Transformadas: Apresentam uma tecnologia de alteração da estrutura
fibrosa orientada do material, com a finalidade de corrigir suas características
negativas, possibilitando o aproveitamento do material de qualidade inferior.
Dividem-se em laminadas compensadas, transformadas reconstituídas e transformadas aglomeradas.


http://casa.abril.com.br/materia/chapas-de-madeira-um-raio-x-dos-materiais-mais-usados-na-confeccao-de-moveis

http://www.joinville.udesc.br/sbs/professores/arlindo/materiais/Tipos_de_madeiras.pdf

SILVA, Moema Ribas. Matérias de Construção. São Paulo: Pini, 1985.
Madeira na Arquitetura, Construção e Mobiliário. Associação Brasileira de
Desenhistas de Interiores e Decoradores. São Paulo: Editora Projeto, 1988.
http://www.fazfacil.com.br/Madeira.htm
http://www.remade.com.br

http://www.lentzmoveis.com.br/?idkey=35

http://hehplanejados.blogspot.com/2010/07/diferencas-entre-mdf-e-mdp.html

http://artemarcenaria.blogspot.com/2011/02/ficha-tecnica-imbuia.html

www.conservation.org
www.fundacaoaraucaria.org.br
www.unicamp.br/nipe/rbma/ara01.html

http://www.cnpf.embrapa.br/publica/circtec/edicoes/circ-tec96.pdf

http://www.ipef.br/identificacao/araucaria.angustifolia.asp


http://www.aguademeninos.com.br/Madeireira/Madeiras/peroba.html
MDF (Medium Density Fiberboard)
Surgiu da evolução tecnológica do aglomerado, que é um painel de fibras de madeira, de densidade média e tem como característica ser um produto à base de fibras de madeira de recurso natural renovável, em geral o pinus.

É fabricado através de troncos selecionados que, após descascados, são fragmentados e desfibrados. As fibras são misturadas com resina de uréia-formoldeído, e são levadas por meio pneumático para uma máquina formadora, onde, na seqüência, são prensados. O produto final apresenta peso específico na ordem de 700 a 750 kg/m3, com espessura que varia de 9 a 30 mm.
A homogeneidade proporcionada pela distribuição uniformes das fibras possibilita ao MDF acabamentos do tipo envernizado, pinturas em geral ou revestimentos com papéis decorativos, lâminas de madeira ou PVC.
O MDF é um material versátil, podendo ser utilizado em um grande número de aplicações como mobiliários em geral, tampos, jogos, brinquedos, caixas de televisão e colunas de sistemas de som, embalagens, molduras, rodapés, perfis, portas, janelas, relógios, sinalização, instrumentos musicais, peças torneadas, assentos sanitários, ataúdes, balcões, peças decorativas, assoalhos, corrimãos, maquetes, decorações, divisórias, componentes para veículos, construção naval, peças pré-fabricadas, artigos esportivos, escadas, etc..
O MDF é fácil de ser trabalhado nos processos de usinagem de topo e superfície, tem ótima capacidade para cortes, entalhes, junções exatas e perfeitamente polidas, sem fendas nem lascamentos.
O material não deve ser exposto à ação direta da água ou em ambientes com muita umidade.
"É bastante empregado em peças frontais e fundos de móveis, além de laterais e fundos de gavetas"
(cc) photo by medhead on Flickr
Preço médio: R$ 130 a placa de 2,75 x 1,83 m e 15 mm de espessura, coberta de laminado de baixa pressão, e R$ 95 a mesma chapa com 6 mm de espessura. Sem revestimento, o painel de 15 mm na mesma medida sai por R$ 80, e o de 6 mm, R$ 45.
É um painel estrutural, produzido a partir de partículas (strands) de
madeira, sendo que a camada interna pode estar disposta aleatoriamente ou
perpendicular às camadas externas. A diferenciação em relação aos aglomerados
tradicionais se refere à impossibilidade de utilização de resíduos de serraria na
sua fabricação. Além disso, possuem um baixo custo, e as suas propriedades
mecânicas e físicas se assemelham às da madeira sólida, podendo substituir
plenamente os compensados estruturais
OSB (Oriented Strand Board)

Aparência: as grandes lascas ficam evidentes.
Tipos de revestimento: normalmente, não recebem acabamento. "Por ser rugoso, o OSB aceita somente aplicação de vernizes e tinta. Produtos laminados não aderem bem"

Dimensões: as placas costumam medir 2,20 x 1,10 m e 2,44 x 1,22 m. As espessuras vão de 6 a 30 mm.

Vantagens e desvantagens: "A mais barata das chapas é a mais impermeável". Quanto à força e à capacidade de suportar cargas, tem características semelhantes às dos painéis de MDF e de MDP.
Preço médio: R$ 50 a placa crua de 2,44 x 1,22 m e 15 mm de espessura.
Uso: vistas como tapumes em obras, as chapas também são empregadas em painéis, móveis e projetos alternativos de decoração. Por ser fabricado com cola resistente à umidade, o OSB pode ser ainda opção para móveis de ambientes externos. Vantagens e desvantagens: "A mais barata das chapas é a mais impermeável". Quanto à força e à capacidade de suportar cargas, tem características semelhantes às dos painéis de MDF e de MDP.
Preço médio: R$ 50 a placa crua de 2,44 x 1,22 m e 15 mm de espessura.
MDP (Medium Density Particleboard - painel de partículas de média densidade)
Composição: as placas são feitas de partículas de madeira. As partículas maiores ficam no meio do painel, e as mais finas são colocadas nas superfícies externas, formando três camadas. São aglutinadas e compactadas com resina sintética por meio de pressão e calor. As partículas são menores do que as fibras de madeira que compõem o MDF e as lâminas do compensado.
Aparência: é possível ver as camadas na lateral da chapa. "As partículas finas se acomodam nas faces, e as mais grossas, no miolo", indica Graça.
Tipos de revestimento: aceita pintura simples e laqueada, laminados e impressões.
Dimensões: a medida mais encontrada é 2,75 x 1,84 m. As espessuras vão de 9 a 28 mm.
Preço médio: R$ 100 a placa de 2,75 x 1,84 m e 15 mm de espessura, revestida de laminado de baixa pressão. A chapa crua tem preço médio de R$ 70.
Vantagens e desvantagens: por levar micropartículas na composição, não pode receber usinagens e entalhes profundos. Dentre as vantagens, ressaltam-se a boa fixação das ferragens específicas, pois o MDP possui partículas grossas no miolo que as sustentam; a menor absorção de umidade se comparado ao MDF (sua densidade é superior a 900 kg/m³, contra 730 kg/m³ do MDF); a boa aderência da tinta na hora de pintar; e o preço mais em conta.

Uso: portas, prateleiras, divisórias, tampos retos e laterais de móveis e gavetas.
Chão, lateral gaveta e rodapé MDP 15 mm
- Tampo das gavetas MDP 25 mm
PINHO DO PARANÁ
Uso: construção civil, móveis, etc.
IMBUIA
Cerne muito variável, indo do
pardo-claro-amarelado ao pardo-escuro-avermelhado, normalmente com a presença de veios mais escuros, paralelos ou ondulados;
É dura e pesada, resistente ao ataque de organismos xilófagos, superfície irregularmente
lustrosa e lisa e odor característico e agradável.

A madeira de Imbuia apresenta massa específica e resistência mecânica médias, com retratibilidade volumétrica baixa.

É considerada de boa durabilidade
natural.
A madeira de IMBUIA por ser moderadamente pesada, de cor agradável e propriedades mecânicas médias, pode ser usada para móveis de luxo, folhas faqueadas decorativas, acabamentos internos, tábuas e tacos para assoalhos, marcos de portas venezianas, vigas caibros, ripas, entalhe, coronhas de armas de fogo, esquadrias peças torneadas e instrumentos musicais.
PEROBA ROSA
A maior área de ocorrência da araucária é o Estado do Paraná, sendo considerada a árvore-símbolo daquele Estado, daí a denominação Pinheiro-do-paraná.

Atualmente, encontra-se no status de espécie ameaçada de extinção, haja vista que sua área foi reduzida de 7,5 milhões de hectares
(43% do Estado do Paraná) para cerca
de 150 mil hectares (0,75% do Estado),
devido ao intenso corte de madeira.
Densidade aparente de 0,50 a 0,61g/cm³, a 15% de umidade ; e densidade básica de 0,42 a 0,48g/cm³ (Jankowsky et al., 1990).

A coloração da madeira é branco-amarelada e bastante uniforme. A textura é fina e uniforme e a grã é direita.

A madeira é facilmente atacada por fungos apodrecedores e cupins, porém é altamente permeável aos preservativos, facilitando o tratamento da madeira.

Apresenta tendência à distorção e rachaduras, dificultando a secagem natural, e para se obter madeira de boa qualidade, é necessária a secagem artificial controlada (Jankowsky et al., 1990).

A madeira é de fácil trabalhabilidade, mas deve-se tomar cuidado ao aplainar ou resserrar a madeira de compressão, pois pode ocasionar distorções.
É indicada para caixotaria, movelaria, laminados, tábuas para forro, ripas, caibros, lápis, carpintaria, palitos de fósforos, formas para concreto, marcenaria, compensados, pranchas, postes e mastros de navios(Mainieri, 1989).

Os nós da madeira do pinheiro-do-paraná apresentam, assim como as cascas, alto poder calorífico e, portanto, é um bom combustíve nas caldeiras de locomotivas e de embarcações.

É comercializada por R$160,00 a dúzia de toras e os produtores recebem, em média, R$70,00 por metro cúbico de madeira.
Entre as espécies de Aspidosperma é, sem dúvida, a de maior valor econômico.

Atualmente, toda a madeira de peroba-rosa utilizada no Brasil é importada do Paraguai,
onde ainda é abundante, mas pouco
utilizada.

Pode substituir a madeira da teca
na construção naval, porque depois da teca,
é a que menos oxida os metais com os quais
esteja em contato.

Devido à grã reversa, a madeira de peroba-rosa tende a rachar ao ser pregada. Para
evitar isso, os carpinteiros empregam
artifícios tais como amassar a ponta
do prego antes de pregar; outro artifício
usado pelos carpinteiros é furar no local, com
broca mais fina, até 2/3 da espessura da
peça, e só depois bater o prego.
É moderadamente densa (0,66 a 0,85 g.cm-3), a 15% de umidade.

Apresenta superfície sem lustre e lisa ao tato;
textura fina; grã direita ou reversa. Quando rajada de preto, é bem reversa, sendo conhecida por peroba-mirim. Tem
cheiro imperceptível.

Baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos (não resistentes a fungos e
resistentes a cupins)

O preço varia de R$75 a R$150.
Por ser de resistência mecânica e retratibilidade médias, era muito usada na indústria de móveis e indicada, principalmente,
em construção civil; construção naval e canoas (o tronco todo),
vigamentos, esquadrias, obras externas, construção de
vagões, móveis escolares, carrocerias, cabos de
ferramentas.
É de uso quase irrestrito em carpintaria, na fabricação,
entre outros objetos, de vigas, escadas, tacos e de móveis
pesados.
CURIOSIDADES
REFERÊNCIAS
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