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História 01

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Eunadia Cavalcante

on 27 February 2014

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Transcript of História 01

Jardim “lago ilha” – Nestes jardins aparecia sempre uma grande pedra (que representava a cegonha gigante que transportava os imortais para a ilha) e, ainda, outras pedras menores, que representavam, outros animais.
Jardins naturalistas
Jardins Chineses – tem sua origem numa paisagem de rara beleza e flora riquíssima.


Os parques das casas dos imperadores não eram mais do que uma porção da paisagem cercada, onde a tarefa do jardineiro era ordenar o já existente.
Jardins naturalistas
A plantação dos jardins romanos - seguiu, igualmente os modelos primitivos, neles são encontrados espécies úteis seguidas de plantas de valor puramente ornamental. Singularidades do jardim romano - estátuas, baixos-relevos, pérgulas, fontes.
O jardim romano
Em Pompéia, para prolongar a sensação do espaço de jardim, pintavam em perspectiva o muro interno do fundo, com árvores, fontes e outros elementos.
O jardim romano
Jardim da residência dos Vetti em Pompéia
Inicialmente os jardins eram plantados em ambientes confinados – “Hortus”- onde eram cultivados legumes, ervas, frutas e algumas flores.

O jardim recreativo só apareceu no final do séc. II a.C. por influência dos gregos.
O jardim romano
O jardim na Grécia, segundo Homero e outros autores gregos, desenvolvia-se em recinto fechado. Nele, como nos jardins egípcios, cultivavam-se também plantas de utilidade, as quais eram dispostas regular ou irregularmente, de acordo com o gosto do proprietário do jardim. Cabe dizer também que a horta e o pomar constituíam em conjunto, o jardim grego.
O jardim grego
Criados para exaltar sua religiosidade, ornamentando os templos, os jardins indianos representam a crença de um povo, onde tudo da natureza á sagrado.
Jardim Indiano
A plantação de árvores jovens e sua constante renovação era também uma característica dos jardins persas. No perímetro destes jardins, geralmente havia um canal cujo nível, mais ou menos acentuado no terreno, permitia a circulação da água sob baixa pressão.
Espécimes vegetais típicos - os ciprestes e as roseiras
Elementos - pavilhões, placas de cerâmica
Jardins Persas
Gravura do artista holandês do século XVI Maarten van Heemskerck
Na realidade, os jardins não eram suspensos, mas simplesmente ocupavam
os terraços e a sotéia do palácio real.
Jardins suspensos da Babilônia
Os mais famosos deste estilo foram os jardins suspensos da Babilônia.
Um dos monumentos que para os gregos, eram as maiores realizações materiais da Antigüidade, as sete maravilhas do mundo: as Pirâmides do Egito, o Farol de Alexandria, o Templo de Ártemis, a Estátua de Zeus, o Mausoléu de Halicarnasso e o Colosso de Rodes.
Jardins Persas
Em regra, os jardins persas se compunham de "quadros" formados com plantas floríferas, e simetricamente ordenados. Os eixos, nestas composições, eram retilíneos e ortogonais. As alamedas axiais eram, na maioria das vezes seguidas lateralmente de canais e guarnecidos
Jardins Persas
Estimando os jardins persas sobre o ângulo da inovação que introduziram, força reconhecer a superioridade deles em relação aos de egípcios e gregos.
Foram os persas os iniciadores da jardinagem na sua feição moderna.
Tapetes antigos permitem apreciar o que eram esses jardins lendários.
Jardins Persas
Demais elementos - tanques, vias de acesso, etc., seguiam o mesmo critério geométrico, tanto na forma como na disposição. Esse aspecto curioso e único do estilo egípcio deve-se às influências religiosas. A classe sacerdotal, difundia por esse processo, entre a massa inculta, noções de Astrologia, certamente julgadas necessárias.
Jardins egípcios
Os jardins, na sua maioria, desenvolvem-se à volta de um lago central, com peixes, circundado por árvores, na maioria frutíferas, palmeiras e arbustos.
Jardins egípcios
Jardins Egípcios – Os diferentes períodos da arte egípcia se caracterizam por manifestações diversas. Os jardins somente apareceram quando as condições de prosperidade no Antigo Império permitiam às Artes, notadamente a Arquitetura e Escultura, um notável desenvolvimento.
Jardins regulares
A Ação do tempo
A jardinagem evoluiu como expressão artística, dando origem à criação de formas consagradas pelo uso e desenvolvidas e aperfeiçoadas pela prática. Essas formas, em geral, refletem as tendências e o padrão de cultura do grupo social que lhes possibilitou o aparecimento e a fixação. Uma vez constituídas em definitivo, isto é, quando aceitas pela maioria, elas passam a caracterizar o grupo e por vezes, a época com a denominação generalizada de estilo.
Expressão artística
Há milhares de anos, o homem plantou suas ervas e plantas comestíveis de uma forma harmônica. Assim, nasceram as primeiras composições jardinísticas.
Mais por necessidade do que por qualquer outro motivo, foram plantando árvores frutíferas e plantas comestíveis junto a suas habitações.
História dos Jardins
Santuário Heian - Kioto
Jardins naturalistas
Os sons das águas e dos ventos criavam mistérios auditivos.

Os perfumes compunham o clima exótico, estimulando o olfato.
Jardim japonês
A finalidade maior era a meditação.

Os jardins do tipo “lago ilha” foram enriquecidos, acrescentando estímulos para os sentidos:
Matizes sutis de cores formas perfeitas, para estimular o sentido da visão.
Jardim japonês
Jardins naturalistas
Jardim em estilo romano - Ponte de Lima Portugal
O jardim romano
Vale ressaltar as características dos jardins romanos: a grandiosidade e magnificência da composição, as perspectivas vastas, que empregaram com prioridade a decoração pomposa e, sobretudo, a valorização arquitetônica da paisagem. Conquistada a Grécia, saquearam-na e como não sabendo exatamente o que fazer com a quantidade enorme de estátuas que carregaram, distribuíram-nas pelos seus jardins.
O jardim romano
Na fusão das culturas romana e grega, com o intercâmbio de seus artistas e pensadores, nota-se o aparecimento de sensíveis mudanças na Arquitetura do Império e os jardins.
Complemento natural da obra arquitetônica, sentiram igualmente essas mudanças, de vez que se inspiraram em modelos gregos. Na casa romana, os jardins foram objeto de especial carinho e cuidadosa atenção, montados em pátios internos de maneira a preservar sua intimidade.
O jardim romano
A partir do séc. V a.C., os gregos começaram a ter jardins semelhantes aos persas. Já nessa época havia um mercado de flores em Atenas. Com o louro, as rosas e as violetas faziam-se coroas para os heróis dos jogos olímpicos. As vilas e jardins construídos durante o período mais florescente do império romano são considerados os mais cuidados.
O jardim grego
Os jardins da Grécia, concebidos com certa despreocupação, teriam necessariamente que apresentar em sua estrutura maiores contatos com as formas naturais. Fuga da simetria e da regularidade matemática tão comuns aos jardins construídos no Egito primitivo.
O jardim grego
O Taj-Mahal (séc. XVII), é um mausoléu que o imperador Shah Giahar mandou construir para sua mulher Muntaz Mahal.
Jardim Indiano
Sistema de rega
Jardins Persas
Calcula-se que estivessem apoiados em colunas cuja altura variava de 25 a 100 metros. Para se chegar aos terraços, subia-se por uma escada de mármore; entre as folhagens havia mesas e fontes. Os jardins ficavam próximos ao palácio do rei Nabucodonosor II, que os teria mandado construir em homenagem à mulher.
Jardins suspensos da Babilônia
Nos jardins, para delícia de seus olfatos apuradíssimos, eles introduziram árvores e arbustos de flores perfumadas. Essa introdução de espécies floríferas no jardim criou um conceito novo na arte de construí-los, passando a vegetação a ser estimada mais pelo valor decorativo de soberbas e policromias perfumadas, do que pelo aspecto de utilidade que possuíssem.
Jardins Persas
Complexo do Templo de Tebas

Construído por Amenhotep III, no século XIV a. C., este jardim interno leva à câmara mortuária dos fundos do complexo do templo de Tebas, onde os sacerdotes uniam misteriosamente o rei com sua essência divina. Transformado, o deus-homem reaparecia então para ser homenageado por uma multidão extasiada
Jardins egípcios

Pintura do jardim do Egito antigo Karen P. Foster (1999).
Extraído de Scientific American, 48-55.
Jardins egípcios
Os jardins ficavam nas margens do rio Nilo, com grandes planos horizontais, livres de acidentes naturais ou artificialmente produzidos, orientados pelos pontos cardeais – influenciados pela astrologia.

A estilização geométrica e a rigidez retilínea, tão característica dos monumentos egípcios, teve sua correspondente nos jardins.
Jardins egípcios
O Jardim do Éden - Erastus Salisbury Field, 1865
"O estilo é o conjunto das qualidades próprias às produções do espírito, inspiradas por um pensamento geral comum, por uma espécie de obsessão poderosa que domina a falange dos artistas de uma época, cujas obras assim irmanadas, guardam perenemente a marca do pensamento que as criou."
Maurício Joppert da Silva.
Estilo
A mais antiga menção de ajardinamento, vem da China, onde o homem agrupou plantas tentando imitar a natureza – estilo naturalista (Montenegro, 1983)

Pouco depois, surgiu na Pérsia e Egito outra tendência de jardim – o geométrico ou regulares
História dos Jardins
Profª Eunádia Cavalcante
História dos Jardins
ANTIGUIDADE
Jardín del castillo Nijo- Kioto
Jardins naturalistas
Considerado como a terceira maravilha, os jardins foram construídos por volta de 800 a.C., às margens do rio Eufrates, na Mesopotâmia, atual sul do Iraque. Os jardins, na verdade, eram seis montanhas artificiais feitas de tijolos de adobe, com terraços superpostos
onde foram plantadas
árvores e flores.
Jardins suspensos da Babilônia
Jardins Persas – Na Pérsia e na Índia, os jardins cobriam consideráveis extensões de terra, adquirindo assim o aspecto de parques.
Quando situados junto à casa, eram cercados de muros. Em geral, as mulheres que não podiam aparecer em público, e as crianças passavam ali muitas horas do dia.
Para amenizar o calor, esses lugares tinham água corrente e árvores frondosas. Havia muitas flores, de colorido brilhante e delicada fragrância.
Jardins regulares
As palmeiras, as figueiras e as parreiras constituíam em conjunto, os ornamentos florísticos empregados na composição dos jardins egípcios. A água para regar era, nesses jardins, mantida em tanques construídos em níveis mais baixos do que o do terreno.
Jardins egípcios
                             
                                  
Jardins naturalistas
No século V os árabes invadiram a Pérsia, onde tentaram implantar o islamismo. No século VI, na Espanha, os árabes criaram os chamados "jardins da sensibilidade" que se caracterizavam pela água, cor e perfume, com os objetivos de sedução e encantamento. O emprego de canais, fontes e pequenos regatos formavam um aspecto hidráulico para a irrigação e para amenizar o calor, além do aspecto de ornamentação destes jardins.
Mouriscos
Jardim gótico
Os jardins dos mosteiros, principal repositório dos conhecimentos de jardinagem, eram constituídos de um pátio murado, construído em volta de um poço de água, com cores fornecidas apenas por flores, em um design rígido e tido como lugar para contemplação.
O forte era a utilidade: frutas para alimentação e ervas como remédios.
Idade Média
Representava uma reação ao luxo da tradição romana. Era dividido em 4 partes: o pomar, a horta, o jardim de plantas medicinais e o jardim de flores.
Existiam áreas gramadas cercadas e arbustos, viveiros de peixes e pássaros, além de local para banho.
Monacais
A interseção ortogonal das alamedas e caminhos, nos jardins construídos nos pátios internos das grandes construções medievais, lembravam a cada momento o símbolo da religião dominante. O estilo gótico retratava bem os jardins medievais. Os dois estilos básicos de jardim foram os monacais e mouriscos.
Idade Média
O jardim medieval
Idade Média
As igrejas e mosteiros constituíram centros de toda atividade social. As artes e as ciências, embora com menor intensidade, continuaram a ser cultivadas nos recintos sossegados dos claustros. O auto-abastecimento, obrigava a cultura de plantas diversas, levadas igualmente para o interior dos mosteiros, igrejas e castelos fortificados e os conhecimentos relativos à Arte dos jardins.
Idade Média
Com a queda do império ocidental (476DC) e a superposição de populações bárbaras, vindas do Norte, todo o patrimônio intelectual da Antigüidade correu o perigo de subverter-se irreparavelmente, juntamente à civilização de que era expressão. Mas onde a Arte ou a Ciência não tiveram a força de impor-se aos rudes vencedores, a simples palavra do evangelho conseguiu despertar-lhes os ânimos para novos sentimentos e criar, através da fé, um vínculo comum a vencedores e vencidos.
Idade Média
A cerâmica e o azulejo eram bastante utilizados. As espécies vegetais mais cultivadas foram os jasmins, os cravos, os jacintos, as alfazemas, as rosas, as primaveras e as anêmonas. Os jardins espanhóis representam bem a influência árabe. As principais características destes jardins: eram de pequenas dimensões, sem ostentação e com destino à vida familiar.
Mouriscos
O jardim medieval
Le Musée National Du Moyen Âge
O jardim medieval
Nos jardins eram cultivados vegetais que atendessem: primeiro às necessidades elementares do sustento diário da comunidade, a seguir, as flores destinadas à ornamentação dos altares, nos templos.
O estilo de jardim desenvolvido nesta época constitui da mistura desordenada e fragmentária dos estilos anteriores. O que era bem característico era a estrutura crucial da composição.
Idade Média
Não houve muito espaço para jardins na Idade Média, pois a Europa resistia aos mouros com castelos e cidades fortificadas, cuja finalidade era a de abrigar as pessoas.
Em alguns castelos a prioridade era dada as hortas e ervas medicinais, embora existissem canteiros de flores e fontes.
Idade Média
Profª Eunádia Cavalcante
História dos Jardins
IDADE MÉDIA
Em jardinagem, a formação do primeiro estilo deve ter começado com o primeiro jardim e, segundo a lenda hebraica, Deus foi o primeiro Jardinista.
A jardinagem é uma arte onde os monumentos raramente subsistem à ação do tempo. A ausência de jardins ou desfiguração por eles sofrida com o passar das épocas impossibilita muitas vezes o seu estudo.
Elementos dos jardins
Pode-se entender como jardim uma extensão de terra plantada com espécies apreciáveis pela floração, colorido ou perfume que normalmente exalam das plantas.
Pode-se associar à vegetação, elementos construídos, como lagos, fontes, estátuas, pérgulas, escadas, grutas, estufas, vasos, pavilhões, pavimentos, balaustradas, etc.
Significados dos jardins
Apesar de existir certa relação entre os significados de jardim, horta e pomar, existe a diferença na finalidade de cada um deles.
Jardim
- tem por objetivo o aspecto estético e o deleite ou descanso dos homens. Os jardins se destinam ao cultivo de flores e plantas ornamentais, árvores ou arbustos.

Horta e o pomar
- atendem, em primeiro plano, a razões de ordem prática, ligadas à satisfação de necessidades alimentares, sem no entanto deixar de ter um aspecto estético considerável.

As
hortas
atendem ao cultivo de hortaliças
O
pomar
atende às plantações de árvores frutíferas.
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