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Fisiologia do Envelhecimento

Tópicos teciduais e celulares do envelhecimento natural
by

Livia Luz

on 22 July 2013

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Transcript of Fisiologia do Envelhecimento

Fisiologia do
Envelhecimento

Jomar Júnior, Livia Luz, Lucas Gushiken, Luma Georgina, Mara Ribeiro, Marcos Caetano e Mariana Brandão
- É um processo lento, contínuo, progressivo e inevitável, caracterizado pela diminuição da atividade fisiológica e de adaptação ao meio externo.

- Depende do fator tempo

- Difere de pessoa para pessoa, assim como de um aparelho ou sistema para outro.
O que é?
O que é?
Sistema
Respiratório

Envelhecimento Pulmonar
Fatores:
Diminuição na expansibilidade da caixa torácica
Diminuição de 25% da força o diafragma
Diminuição da força dos músculos intercostais
Redução da elasticidade pulmonar
Outros fatores:

Diminuição do controle da respiração
Redução do transporte do sistema mucociliar
Redução reflexo da tosse
Diminuição da eficiência da mecânica respiratória
Diminuição das responsividades dos quimiorreceptores centrais (pCO2) e periféricos (pO2 e pH).
Diminuição da estimulação neural dos músculos respiratórios e da parede torácica.
Sistema
Endócrino

Sistema
Digestório

Boca e Estômago
Sistema
Cardiovascular

Sistema
Urinário

Sistema
Nervoso

Pele
Teorias


Teoria Neuroendócrina
Envelhecimento x doença
Agente etiológico
Desencadeante
temporal
Teorias de caráter médico e biológico
Encurtamento
dos telômeros
Radicais livres
Principais problemas de saúde causados pelo envelhecimento
“Postula-se que o envelhecimento seria a expressão biológica de um pagamento que o organismo faz por dívidas contraídas pela necessária e constante adaptação neuro-endócrino-metabólica durante toda a vida.”
Fatores que influenciam o envelhecimento
tempo,
hereditariedade,
meio ambiente,
dieta,
estilo de vida
nível de atividade física.
Fatores que aceleram o envelhecimento
• Situações de estresse repetidos e intensos
• Exposição repetida ao frio
• Os efeitos das radiações
• A luminosidade exagerada
• Dieta inadequada
• Tabagismo
• Sedentarismo
Hipófise
Diminuição da secreção de hormônio do crescimento
Consequências
Diminuição da síntese proteica

Diminuição da deposição de proteína nos tecidos

Aumento da deposição de gordura

Diminuição da massa muscular

Pele seca e enrugada
Pâncreas
Secreção normal de insulina
Ocorre a resistência insulínica
Porém...
Consequências
diminuição do armazenamento e utilização de carboidratos



aumento da glicemia



aumento da secreção de insulina
Possível causa
Diminuição de receptores de glicose nos músculos (GLUT-4)








Próprio processo de degeneração celular
Pineal
Diminuição da secreção de melatonina
Consequências
Sono noturno de má qualidade






Maior quantidade de radicais livres agindo nos neurônios
Envelhecimento Cardiovascular
Achatamento das papilas dérmicas
Redução da camada de queratinócitos
- Redução da secreção salivar

- Perda dos dentes

- Diminuição da produção de HCl

- Alteração do muco estomacal -> comprometimento da mucosa
Redução da Derme
Intestino Delgado
- Redução das vilosidades e microvilosidades intestinais

- Diminuição da motilidade intestinal

- Alteração a absorção de nutrientes (influenciado por bactérias)

- Redução da motilidade
Intestino Grosso
- Perda de tônus (redução do peristaltismo)

- Maior probabilidade de divertículo (enfraquecimento da parede)

- Aumento da frequência de constipação (redução dos neurônios do plexo mioentérico, menor ingestão de fibras, sedentarismo)
Climatério feminino
Maior secreção de FSH e LH
Poucos folículos primordiais

Queda na produção de estrógeno
Consequências
Insulinorresistência

Lipogenese (obesidade)

Aumento de triglicerídeos circulantes - risco cardiovascular

Disfunção no centro termorrgulador - hipotálamo

Osteoporose
Climatério masculino
Diminuição do volume testicular

Menos células de Leydig

Menor eficácia na transformação de colesterol em testosterona
Níveis de testosterona
Consequências
Menor produção de espermatozóides

Desinteresse sexual

Dificuldade de ereção
Envelhecimento do
Sistema Urinário
Rins:
Diminuição do peso e do tamanho
Diminuição no número de néfrons
Estruturas medulares continuam preservadas
vasos
glomérulos
túbulos
interstício
Atrofia, esclerose e hiperplasia
esclerose progressiva
diminuição da luz
modificação do fluxo laminar sanguíneo
maior depósito de colágeno nas paredes
diminuição da elasticidade
redução do número a partir de 40 anos
redução do volume
expansão de células mesangiais
espessamento e alterações bioquímicas da membrana basal
diminuição da área de filtração e da permeabilidade
diminuição do ritmo de filtração
diminuição do volume
substituição por tecido conectivo
redução da elasticidade
menor flexibilidade do túbulo para reabsorver ou secretar carga de eletrólitos
menor capacidade de acidificação renal
menor depuração de drogas
menor capacidade de concentração e diluição
interstício cortical sofre menor aumento de tecido conectivo que o medular
no interstício medular há deposição de gordura
uretra sofre atrofia e perde elasticidade

enfraquecimento da musculatura pélvica

denervação da bexiga e diminuição na sua capacidade de armazenar urina
Incontinência Urinária
mais comum em mulheres

não é uma doença e sim um sintoma

o problema aumenta com a idade, mas o envelhecimento não é a sua causa

perda de urina quando a pressão vesical excede a pressão uretral, na ausência de atividade do detrusor.
Alterações macroscópicas
Tamanho e peso menores

Giros mais finos separados por sulcos mais abertos e profundos

Regiões corticais menores

Diminuição do volume
Alterações macroscópicas
Mudanças anatômicas em diversas estruturas do sistema nervoso
Alterações microscópicas
Alterações microscópicas
Perda progressiva das células nervosas e/ou uma retração neuronal
Alterações microscópicas

Alteração das conexões entre os neurônios
Consequência
velocidade de condução nervosa é reduzida
Diminuição progressiva da árvore dendrítica
Diminuição das Sinapses
Atrofia cerebral
Alterações microscópicas
Degeneração dos axônios mielínicos
redução na conectividade cortical
déficits cognitivos
Alterações microscópicas
Propriedades cerebrais tentam diminuir o grau destas mudanças adversas relacionadas ao avanço da idade:

Redundância,

Plasticidade neural.
Alterações microscópicas
Aumento no número das
células da neuroglia
Alterações microscópicas
Alterações bioquímicas, histológicas e fisiológicas.
Resultantes da degeneração neuronal ou de alterações químicas no cérebro.
Aumento da síntese e acumulação de substâncias anômalas
Dificuldade crescente de sintetizar substâncias essenciais ao funcionamento e função cerebrais
Cérebro tende a envelhecer
Alterações microscópicas
Presença do pigmento lipofucsina
Degeneração grânulo-vacuolar
Declínio significativo dos neurotransmissores
Consequências
alterações nas capacidades sensitivas
Alteração na acuidade visual, perda do reflexo fotomotor e da acomodação
Diminuição do olfato
Diminuição da audição
Consequências
Alterações sensoriais
diminuição da sensibilidade
Alteraçãoes cognitivas
alteração da memória e da
performance do discurso.
Consequências
Alterações locomotoras
Alterações emocionais
Perda da coordenação
Formação dos emaranhados neurofibrilares
Formação de placas senis
- Aumento na pressão sanguínea sistólica e, consequentemente,
na pressão de pulso;
- Aumento da massa ventricular esquerda;
- Redução da frequência e do débito cardíacos máximos;
- Redução da ejeção induzida pelo exercício;
- Menor vasodilatação em resposta a estímulos beta-adrenérgicos ou
vasodilatadores mediados pelo endotélio;
- Maior incidência de doença arterial coronariana e fibrilação atrial...
ENVELHECIMENTO CARDIOVASCULAR FISIOLÓGICO
NÃO APRESENTA ↓ REDUÇÃO NO DC, MAS EM OUTRAS SITUAÇÕES, OS MECANISMOS COMPENSATÓRIOS PODEM FALHAR, RESULTANDO EM ALTERAÇÕES FUNCIONAIS CLINICAMENTE MAIS IMPORTANTES E EM EVENTOS ISQUÊMICOS
EM REPOUSO:
CALCIFICAÇÃO
REDUÇÃO GLOBAL DA CAPACIDADE FUNCIONAL E TOLERABILIDADE AO ESFORÇO
RIGIDEZ PERICÁRDICA, VALVULAR, MIOCÁRDICA E VASCULAR
COLÁGENO DO CORAÇÃO E VASOS
ALTERAÇÕES NA MEC
Fotoenvelhecimento
Não é intensificação do envelhecimento cronológico
- Rugas
- Engrossamento
- Manchas
- Câncer de pele
Envelhecimento cronológico
A textura da pele é lisa, homogênea e suave, com atrofia da epiderme e derme, menor número de manchas e discreta formação de rugas
Oxidação
Hormônios
Imunologia
Ressecamento!
Hábitos que influenciam..
- Fumo
- Abuso do álcool
- Atividade física
- Alimentação
Estrógeno
- Diminuição da capacidade mitótica -> regeneração da pele
- Diminuição da síntese de colágeno -> flacidez e rugas
Progesterona
Aumento da ação de andrógenos -> Queda e oleosidade capilar
- HIPERTENSÃO ARTERIAL

- INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

- ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL
- PATOLOGIAS CORONARIANAS
ALGUNS ESTUDOS APONTAM A IDADE COMO UM DOS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR GLOBAL, POIS:
SEDENTARISMO
DIABETES MELLITUS
METABOLISMO LIPÍDICO
ALTERAÇÕES GENÔMICAS
DCV mais prevalentes:
Teorias de caráter médico e biológico
Teoria do erro catastrófico

Teoria imunológica
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