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Política Nacional do Meio Ambiente: Crédito Carbono

o mercado de carbono e o Protocolo de Kyoto; A União Européia; mercados voluntários; Gases do Efeito Estufa e o crédito carbono
by

erilio santos

on 25 March 2015

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Transcript of Política Nacional do Meio Ambiente: Crédito Carbono

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE
CRÉDITO DE CARBONO
MERCADO DE CARBONO E O PROTOCOLO DE KYOTO
Crédito de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa (GEE).
Do que trata o PROTOCOLO DE KYOTO
A partir de 1997, começa a existir um novo e dinâmico mercado de créditos de carbono.
O Reino Unido em 2002 e a União Européia em 2005 estabeleceram sistemas de comercialização do dioxido de carbono. Novas bolsas estão surgindo, como a da Austria para energia e as já existentes, como a de Amsterdã e de Paris estão se consolidando
Os volumes transacionados sobem a mais de 2.2milhões de toneladas por dia. A redução certificada de emissões está sendo negociada por 8 a 10 dólares por tonelada de dióxido de carbono e os créditos europeus, por cerca de 35 dolares. Em 2003, foram negociados US$330 milhões em todo o mundo.
O mercado de carbono voluntário abrange todas as negociações de créditos de carbono e neutralizações de emissões de gases do efeito estufa (GEEs) que são realizadas por empresas que não possuem metas sob o Protocolo de Quioto e, por isso, são consideradas ações voluntárias.

A Lei N.º 6.938, com base nos incisos VI e VII do Art. 23 e no Art. 235 da Constituição, estabelece a Política Nacional de Meio ambiente com o objetivo de preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental do país através do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente).
PROTOCOLO DE KYOTO
Em kyoto Japão e assinado o Protocolo de Kyoto,
um novo componente da Convenção, que contem, pela primeira vez, um acordo vinculante que compromete os países do Norte a reduzir sias emissões
A UE tem assumido um papel de liderança no processo das negociações internacionais sobre as ações pós-2012 para combater a mudança do clima.
No seu conjunto de propostas, a UE ainda propõe que os PDs reduzam suas emissões de gases de efeito estufa em aproximadamente 30% até 2020 (relativo a 1990) e que isto seja acordado com base em um novo compromisso global.
OS MERCADOS VOLUNTARIOS
O protocolo deveria entrar em vigor assim que fosse ratificado por pelo menos 55 países, que juntos eram responsáveis por mais de 55% da emissão de CO2 em 1990
UNIÃO EUROPEIA
Cada país da União Europeia precisa desenvolver um Plano Nacional de Alocação (NAP) que descreva o número total de permissões de emissões (EUAs) destinadas, gratuitamente, às instalações individuais cobertas pelo esquema. De acordo com a Comissão Europeia, as permissões devem estar alinhadas aos compromissos dos estados membros do Protocolo de Quioto.
Mercados voluntários de carbono não são novidade; de fato, são anteriores a todos os mercados de
carbono regulados. O primeiro negócio com créditos de carbono foi intermediado em 1989 (muito antes
da assinatura do Protocolo de Kyoto, ou da sua ratificação), quando a AES Corp., uma empresa norte-
americana de energia elétrica investiu num projeto agroflorestal na Guatemala (Hawn, 2005).
É super natural, e vem se repetindo no Planeta desde seu surgimento no Universo. Sendo assim, pode-se afirmar que ele é essencial para a preservação da existência na Terra. Sem sua atuação, o frio seria tão insuportável – 33°C a menos -, que nenhuma criatura conhecida resistiria. O problema é que os gases do efeito estufa têm se proliferado com grande velocidade, provocando um excesso de temperatura configurado como mudança climática.
Houve uma progressão do índice de incidência destes gases, especialmente do Dióxido de Carbono (49%), Metano (18%), Clorofluorcarbonetos - CFC (14%), Óxido Nitroso (6%), e outros Gases, calculados em 13%. Dentre eles, pode-se dizer que o metano é 20 vezes mais nocivo que o dióxido de carbono
Este fenômeno não está acontecendo naturalmente, mas sim por efeito da atuação do Homem, responsável pela irradiação destes elementos, principalmente nas atividades industriais
Bibliografia
http://jairo-educamais.blogspot.com.br/2009/12/eu-ets.html
http://www.infoescola.com/geografia/gases-do-efeito-estufa/
http://www.institutocarbonobrasil.org.br/trabalhos_academicos/noticia=727150
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/gestao/artigos/brasil_e_o_protocolo_de_kyoto.html
http://jairo-educamais.blogspot.com.br/2009/12/eu-ets.html
Conclusão
Prof. Me. Roberto Covolo Bortoli
Diciplina: AMMA
1- Em que ano e país foi assinado o protocolo de Kyoto?
a) 1997 China
b) 1998 Grécia
c) 1997 Japão
d) 1990 Australia
e) 1997 Coréia
b) 1997 Japão
2- Quais países não assinaram o Protocolo de Kyoto?
a) Argentina e Chile
b) Paraguai e Iraque
c) India e Espanha
d) Estados Unidos e Australia
e) México e Inglaterra
d) Estados Unidos e Australia
3- Qual o significado da sigla MDL?
a) Mecanismo de Desenvolvimento Limpo
b) Método de Desenvolvimento Livre
c) Mercado de Desenvolvimento Limpo
d) Meio de Desenvolvimento Longo
e) N D A
a) Mecanismo de Desenvolvimento Limpo
4- Quanto custa um credito de carbono no Brasil?
a) U$ 7
b) € 12
c) 50 cent
d) € 67
e) U$ 8
b) € 12
5- Qual desses gases contribui para o efeito estufa?
a) Dióxido de Carbono
b) Metano
c) Clorofluorcarboneto
d) Oxido Nitroso
e) Todas as alternativas
e) Todas as alternativas
O trabalho apresentado nos proporcionou entender com mais clareza os problemas relacionados a atividades humanas que vêm prejudicando nosso planeta e afetando o clima e a Terra. Através de nossas pesquisas vimos que os países desenvolvidos (com algumas exceções) estão unidos em beneficio de uma melhora global para todos, que as políticas de melhoria do meio ambiente e de preservação e regulação do clima de modo geral, são constantes e cada vez mais eficientes, o trabalho aqui apresentado nos mostrou que e possível, aproveita tudo o que o nosso planeta nos oferece, desde de que saibamos e que tenhamos a devida consciência de que temos o dever de respeita e preservar nosso lar o planeta Terra.
Welton
Erilio
Ronaldo
Vinicius
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