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Psicologia Educacional

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by

Luciana Maria

on 14 April 2014

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Transcript of Psicologia Educacional

Psicologia Escolar
Thorndike
Jean Piaget
Edward Lee Thorndike
Jean Piaget
Psicologia Educacional, o que é?
O Psicólogo Escolar Clínico
Está implícita nessa visão de Psicologia Escolar uma vinculação com a área de saúde mental, onde os problemas são equacionados em termos de saúde x doença, o que na escola se retraduz como problemas de ajustamento e adaptação.
Esta é, portanto, uma visão conservadora e adaptativa, uma vez que os problemas surgidos ficam centrados no aluno, isto é, a responsabilidade dos insucessos e dos fracassos recai sempre sobre o educando. O papel do psicólogo escolar seria então o daquele profissional que tem por função tratar estes alunos-problema e devolvê-los à sala de aula "bem ajustados".
É frequente, no trabalho clínico dentro da escola, o uso de testes variados, desde as tradicionais medidas de QI até provas de personalidade, com elaboração de diagnósticos e orientação bastante minuciosas e aprofundadas. Ocorre, entretanto, que este trabalho todo se torna infrutífero e sem sentido, pois é comum as famílias se recusarem a aceitar a orientação, preferindo atribuir as causas do insucesso escolar à própria instituição, que é então acusada de ineficiente.
O Psicólogo Escolar Agente de Mudanças
Funciona como um elemento catalizador de reflexões, um conscientizador dos papéis representados pelos vários grupos que compõem a instituição.
Nessa perspectiva precisa-se, de um profissional experimentado, com preparo amplo e diversificado, uma vez que a Psicologia escolar é então encarada como uma área de intersecção entre a Psicologia clínica e a Psicologia organizacional, por trabalhar e lidar com uma instituição social complexa, hierarquizada, resistende à mudança e que reflete a organização social como um todo. Nessa perspectiva é importante considerar o indivíduo sem perder de vista, entretanto, sua inserção no contexto mais amplo da organização.
Um trabalho eficiente nessa linha teria que partir de uma análise da instituição, levando em conta o meio social no qual se encontra e o tipo de clientela que atende, bem como os vários grupos que a compõem, sua hierarquização, suas relações de poder, passando pela análise da filosofia específica que a norteia, e chegando até a política educacional mais ampla.

O Papel do Psicólogo escolar
1. Desempenhar um papel importante no processo educativo através de sua atuação profissional, fundamentalmente preventiva;
2. Ter uma formação de alto nível teórico, uma vez que deverá estar devidamente capacitado e qualificado para enfrentar diversas situações, problemas e dificuldades de adaptação e aprendizagem escolar;
3. Programar sistematicamente estágios supervisionados, pois o psicólogo escolar deve não somente dominar as técnicas de observação e de avaliação psicológica, como ter tido experiências relacionadas à dinâmica das estruturas escolares, a ênfase deve ser dada aos estudos práticos da psicologia evolutiva, diferencial, social, da aprendizagem e à revisão contínua das técnicas de pesquisa e de avaliação psicológica;
4. Ser criteriosamente selecionado, pois necessita ter significativo interesse por problemas da educação e particular motivação pelo estudo e soluções dos problemas de desenvolvimento, ajustamento e aprendizagem escolar;
5. Colaborar na elaboração do programa de testes adotados na escola, pois a atuação do psicólogo escolar num serviço de psicologia escolar atingirá alunos, professores e pais, cabendo a ele a tarefa da avaliação, diagnóstico e orientação psicológica;
6. Utilizar o processo do exame psicológico analítico, pois oferece maiores recursos para um diagnóstico e prognóstico escolar válido;
7. Desenvolver pesquisas no campo da educação, bem como a elaboração de testes específicos que tragam contribuição real para o campo da psicologia escolar.
Teoria do Desenvolvimento
A tendência geral da escola é centrar as causas de tais dificuldades nos alunos. As medidas que vêm sendo utilizadas para tentar resolvê-las ou contorná-las resumem-se basicamente em:

1. Encaminhar os "casos-problema" ao Serviço de Orientação Educacional ou ao Serviço de Psicologia, como se os profissionais destas áreas tivessem soluções mágicas e prontas para tais casos;

2. Criar mecanismos de controle cada vez mais rígidos e repressivos sobre o comportamento dos educandos através de inspetores de aluno, comunicações aos pais, reduções nas notas, multiplicação das avaliações etc.

Com relação aos Serviços de Orientação Educacional, com exceções evidentemente, temos observado alguns aspectos:

a. não conseguem dar vazão ao crescente número de casos difíceis encaminhados;

b. buscam contatos com os pais, numa tentativa, na maioria das vezes infrutífera, de transferir a resolução dos problemas para o âmbito familiar;

c. desenvolvem trabalhos junto ao corpo discente através de aulas tradicionais onde são desenvolvidos temas, com uma conotação quase sempre de caráter moral, discorrendo sobre a necessidade de "comportar-se bem, ser bom aluno, bom filho" etc., numa tentativa de fazer com que os educandos venham a preencher as expectativas que a instituição, especialmente os professores, têm deles.
Edward Lee Thorndike foi dos primeiros psicólogos Norte-Americanos a receber a sua inteira formação nos Estados Unidos. Foi em Nova Iorque que Thorndike prosseguiu nas pesquisas com animais na Columbia, trabalhando com gatos, usando caixas-problema que ele mesmo havia projetado. 
A Lei do Exercício e da Prontidão como implicação para o ensino-aprendizagem colocam que:
é preciso praticar (lei do uso) para que haja o fortalecimento das conexões; e o enfraquecimento ou esquecimento ocorre quando a prática sofre interrupção (lei do desuso). Cabe ao professor, portanto, propor aos alunos a prática das respostas desejadas através de muitos exercícios que fortalecem as conexões a serem aprendidas e, ao mesmo tempo, descontinuar a prática de conexões indesejáveis. É preciso praticar para melhorar o desempenho;
é preciso que haja prontidão (ajustamentos preparatórios, "sets", atitudes) para que a concretização de uma ação seja satisfatória. Assim, se o professor demonstrar ao aluno que sua resposta é culturalmente aceita (se for o caso) mais predisposto ele estará para responder de uma certa maneira

Este autor divide os períodos do desenvolvimento de acordo com o aparecimento de novas qualidades do pensamento. Neste período, o que de mais importante acontece é o aparecimento da linguagem. Como decorrência do aparecimento da linguagem, o desenvolvimento do pensamento se acelera. A interação e a comunicação entre os indivíduos são as consequências mais evidentes da linguagem. Um dos mais relevantes é o respeito que a criança nutre pelos indivíduos que julga superiores a ela. Neste período, a maturação neurofisiológica completa-se, permitindo o desenvolvimento de novas habilidades, como a coordenação motora fina – pegar pequenos objetos com as pontas dos dedos, segurar o lápis corretamente e conseguir fazer os delicados movimentos exigidos pela escrita.

Psicologia da Educação é uma nomenclatura mais generalista para o estudo teórico da psicologia em relação ao processo de ensino-aprendizagem e aos processos que podem dificultar essa aprendizagem.
Nessa área educacional são amplamente utilizadas as teorias do desenvolvimento a fim de compreender as diferentes fases da vida dos indivíduos, desde crianças até o aprendizado de pessoas na fase adulta ou na velhice.
A História
Em termos históricos, as diferentes interpretações balizaram a evolução da psicologia da educação ao longo do século XX e contribuíram para a sua definição atual.
A Psicologia Educacional aborda questões que já têm vindo a ser debatidas desde a filosofia praticada na antiga Grécia até à atualidade. O impulso para o nascimento da Psicologia da Educação como área científica autónoma surge com o estabelecimento da Psicologia enquanto disciplina científica, um processo que se prolonga desde o renascimento até à criação do primeiro laboratório de psicologia experimental em Leipzig, em 1879. 
Posteriormente, contam-se as influências de outros autores que através das suas propostas teóricas e trabalho desenvolvido contribuíram decisivamente para a cientificidade desta disciplina, tais como Galton (1822-1911), Hall (1844-1924), W. James (1842-1910), Cattell (1860-1944), Binet (1857-1911), entre outros. 
Adicionalmente, e com particular incidência para a Psicologia da Educação, são de destacar as influências de Judd (1833-1946), Thorndike (1874-1949) (considerado o primeiro psicólogo da educação), bem como da escola da Gestalt, introduzidas, em particular, pelo livro de Ogden (1926) que apresenta uma visão integradora da conduta humana.
Também Piaget (1896-1980), pelos contributos para o conhecimento acerca do desenvolvimento humano, nomeadamente no que respeita aos processos cognitivos.

.

Esta área de conhecimento da psicologia estuda o desenvolvimento do ser humano em todos os seus aspectos: físico-motor, intelectual, afetivo-emocional e social – desde o nascimento até a idade adulta.
Esse estudo é compreender a importância do estudo do desenvolvimento humano. Estudar o desenvolvimento humano significa conhecer as características comuns de uma faixa etária. Planejar o que e como ensinar implica saber quem é o educando. Existem formas de perceber, compreender e se comportar diante do mundo, próprias de cada faixa etária.

Beatriz Barros, Caroline Lara, Juliana Reis, Jully Stephany, Maria Xavier, Mariana Regina e Marlane Santos

Psicologia Escolar no Brasil
ABRAPEE

A Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que tem por finalidade incentivar o crescimento da ciência e da profissão de psicólogo escolar e educacional, como um meio de promover o bem-estar e o desenvolvimento humano, enfocando para isto o processo educacional no seu sentido mais amplo.
Objetivos Abrapee
a) Incentivar a melhoria da qualificação e serviços dos psicólogos escolares e educacionais, assegurando padrões éticos e profissionais;
b) Estimular a realização de estudos científicos nas áreas da psicologia escolar e educacional;
c) Promover condições para o reconhecimento legal da necessidade do psicólogo nas instituições ligadas ao ensino;
d) Divulgar atividades práticas e de pesquisa dos psicólogos escolares e educacionais;
e) Congregar psicólogos e entidades afins nas áreas da psicologia escolar e educacional promovendo encontros, congressos estaduais, nacionais e internacionais e outros similares;
f) Incentivar o intercâmbio entre psicólogos escolares e educacionais;
g) Atualizar os psicólogos escolares e educacionais promovendo seminários, encontros, conferências e palestras;
h) Fomentar a criação de um banco de dados sobre estudos referentes às áreas de atuação do psicólogo escolar;
i) Organizar um registro nacional sobre os psicólogos escolares e educacionais brasileiros;
j) Publicar informativos, revistas e/ou periódicos sobre tópicos de interesse dos psicólogos escolares e educacionais;
k) Estimular e apoiar a criação de grupos de estudo sempre que houver psicólogos escolares que possam se agrupar com este fim;
l) Recuperar e preservar a história da psicologia escolar e educacional no país;
m) Colaborar com outros grupos e entidades que tenham objetivos afins com os da ABRAPEE;
n) Divulgar e cooperar com as ações da Associação Internacional de Psicologia Escolar – ISPA.
Referências Bibliográficas
http://abrapee.wordpress.com/
PATTO, H. S. - Introdução à Psicologia escolar. São Paulo. Queiroz Ed. 1981.
NOVAES, M. H. - Psicologia escolar. Petrópolis. Vozes Ed. 1980.
http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1023
http://www.brasilescola.com/psicologia/psicologia-do-desenvolvimento.htm
Teoria do Desenvolvimento, Piaget
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