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Educação no Brasil

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by

Alysson Souza

on 2 May 2014

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Transcript of Educação no Brasil

Primeira medida a ser tomada por D. João VI quando chegou ao Brasil em 1808, foram as escolas de nível superior para atender as necessidades do momento, ou seja, formar, oficais do Exército e da marinha (para a defesa da colônia), engenheiros militares, médicos e abertura de cursos especiais de caráter pragmático.
ACADEMIA REAL DA MARINHA, ACADEMIA REAL MILITAR E ESCOLA POLITÉCNICA (1874): ESTUDOS DE ENGENHARIA PARA A CARREIRA MILITAR.

CURSOS MÉDICOS-CIRÚRGICOS: FORMAÇÃO DE MÉDICOS PARA A MARINHA E O EXÉRCITO.

Primeiras Medidas na Educação por D. João VI
PERÍODO JOANINO
TRANSFORMAÇÕES CULTURAIS
Educação no Império:
O Ensino Elementar
EM 1823, DURANTE A ASSEMBLÉIA NACIONAL CONSTITUINTE OS DEPUTADOS APROVARAM UMA LEI QUE NUNCA FOI CUMPRIDA.

PRINCÍPIO DE LIBERDADE DE ENSINO SEM RESTRIÇÕES E A INTENÇÃO DE “INSTRUÇÃO PRIMÁRIA GRATUITA A TODOS OS CIDADÃOS”.

Período Cronológico
de Colônia a Império
A Educação no Brasil
CRIAÇÃO DA IMPRENSA RÉGIA (1808): ATÉ ENTÃO AS PUBLICAÇÕES ERAM PROIBIDAS.

BIBLIOTECA (1810), FUTURA BIBLIOTECA NACIONAL. COMPOSTA POR 60 MIL VOLUMES TRAZIDOS POR D. JOÃO VI; EM 1814 FOI FRANQUEADA AO PÚBLICO

JARDIM BOTÂNICO DO RIO (1810): INCENTIVOU OS ESTUDOS DE BOTÂNICA E ZOOLOGIA

MUSEU REAL (1818), DEPOIS MUSEU NACIONAL; MATERIAL FORNECIDO PELO REI, DEPOIS RECEBEU COLEÇÃO MINEROLÓGICA DOADAS POR JOSÉ BONIFÁCIO.

MISSÃO CULTURAL FRANCESA (1816) COM A CRIAÇÃO DA ESCOLA DE BELAS ARTES

Ensino Elementar
Em 1827 foi instituída a lei que determinava a criação de Escolas de Primeiras letras em todas a cidades, vilas e lugarejos (art 1º) e no art. XI, escolas de meninas em vilas e cidades mais populosas. Mas os resultados fracassaram por vários motivos econômicos. E QUELE IDEAL DE ENSINO logo foi considerável irrealizável, inexequível.

O Império reservou para a educação algo menos ambicioso.
Os debates de urgência levaram a associar diretamente ao caráter do regime político nacional e liberal: Educar homens livres capazes de sustentar o novo sistema representativo.
Esse projeto apresentado pela Comissão de instrução logo foi engavetado e esquecido antes mesmo de ser aprovado.
ENSINO ELEMENTAR
REFORMA DE 1854, O ENSINO ELEMENTAR, SECUNDÁRIO E O DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES, FORAM DESCENTRALIZADOS. PASSANDO A RESPONSABILIDADE DAS PROVÍNCIAS. SOMENTE O CURSO SUPERIOR FICARIA AO ENCARGO DO PODER CENTRAL.
SEGUNDO FERNANDO DE AZEVEDO: “A EDUCAÇÃO ARRASTOU-SE, POR TODO O SÉCULO XIX, INORGANIZADA, ANÁRQUICA, INCESSANTEMENTE DESAGREGADA”.

1808 - Vinda da família real para o Brasil
1817 - Insurreição Pernanbucana
1822 - Independência do Brasil
1822 - 1831 - Primeiro reinado (Dom Pedro I)
1831 - 1840 - Período regencial
1840 - 1889 - Segundo reinado (Dom Pedro II)
1864 - 1870 - Guerra do Paraguai
1888 - Lei Áurea (abolição da escravatura)
1889 - Proclamação da República
Ensino Secundário
EMBORA HOUVESSE REFERÊNCIA A UM “SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO” NA CONSTITUIÇÃO DE 1824 ESSE PROJETO NUNCA FOI CONTEMPLADO.

SEM A EXIGÊNCIA DE CONCLUSÃO DO CURSO PRIMÁRIO PARA O ACESSO A OUTROS NÍVEIS, A ELITE EDUCAVA SEUS FILHOS EM CASA, COM PRECEPTORES.

AS VEZES, OS PAIS SE REUNIAM PARA CONTRATAR PROFESSORES QUE DESSEM AULAS EM CONJUNTO SEM VÍNCULO COM O ESTADO.

Uma outra experiência realizada foi a implantação do método de ensino mútuo ou monitorial, copiado do pedagogo inglês Lancaster, que tinha o objetivo de instruir o menor número de alunos, com o menor gasto possível.
O FRACASSO DESSA EXPERIÊNCIA SE DEU POR VÁRIAS CAUSAS: FALTAS DE SALAS AMPLAS PARA ABRIGAR O MAIOR NÚMERO DE ALUNOS, BANCOS, QUADROS, FICHAS, CINETAS, COMPÊNDIOS E ETC.
ERAM ESCOLAS NORMAIS, OS PROFESSORES ERAM MAL REMUNERADOS E DESPREPARADOS.
Enquanto outros países caminhavam em direção oposta, promovendo uma educação nacional, o nosso ensino perdia ainda mais a unidade de ação.
APÓS A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, COMEÇARAM A SER CONSTRUÍDOS GRUPOS ESCOLARES, INTENSIFICANDO O DISCURSOS PEDAGÓGICOS.
A TAXA DE ANALFABETISMO NO BRASIL ATINGIA EM 1890 CERCA DE 67,2%. HERANÇA DO PERÍODO IMPERIAL QUE A REPÚBLICA NÃO CONSEGUIRIA REDUZIR SENÃO A 60,1% ATÉ 1920.
Sistema precários de tributos

Maximizando a falta de recursos em um crônico empecilho para qualquer realização: escolas adequadas, mestres preparados e remuneração decente.

Problemas
PARA DESCONTRAIR !
A qualidade do ensino não era boa;

Os professores eram improvisados, incopetentes, e devido aos baixos salários, obrigados a se dedicar a outras atividades ao mesmo tempo.
Não havia vinculação dos curriculos nos diversos níveis, as escolhas aleatórias das disciplinas não eram exigidas para completar um curso e iniciar outro.
Pelo contrário...
Eram os parâmetros do Ensino Superior que determinava a escolha das disciplinas do Ensino Secundário, obrigando-o a se tornar propedêutico* na preparação dos jovens para os cursos superiores.
* Ano preliminar de estudos que se fazia entre o último ano escolar e a universidade.

www.priberam.com.br


Golpe de misericórdia que prejudicou a Educação brasileira, veio a partir de uma emenda na Constituição, 1834. A reforma descentralizou o ensino, dando autonomia à Coroa para promover e regulamentar o Ensino Superior.
Desse modo, a educação da elite ficou a cargo do poder central e a do povo, confiada às províncias.
Em 1837, foi fundado o Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro, ficando sob a jurisdicação da Coroa.
Destinado a educar a elite intelectual e servir de padrão de ensino aos demais liceus do país.
Grande influência no Seminário de Olinda fundada por em 1798, possuía ideias iluministas e literárias no Brasil.

Foi o germe da verdadeira Escola Secundária (Valnir Chagas).
INFLUÊNCIAS NO ENSINO SECUNDÁRIO
Fundou o primeiro Colégio para meninas de casa-grande e sobrado, para filhas de senhores de engenho e as da elite urbana.
INFLUÊNCIAS NO ENSINO SECUNDÁRIO
Inovador de Ensino mais audacioso e radical do período do Império.
Estabeleceu normas para o Ensino Primário, , Secundário e Superior na reforma de 1879.
Defendia, na lei, a liberdade de ensino (sem a fiscalisação do Governo).
Os não-católicos era desobrigados de assistirem as aulas de religião.
Criação de escolas normais, e o fim da proibição de matrículas de escravos.
Teve a iniciativa de sugerir a adoção do método intuitivo ou lições de coisas, sem muita efetivação em algumas dessas propostas.
Suas reformas tiveram vigor por pouco tempo.
Azeredo Coutino
Leôncio de Carvalho
Com o predomínio religioso no séc XIX, com iniciativa particular criou-se colégios jesuítas, que retornaram 80 anos após sua expulsão.
Os protestantes também trouxeram inovações da educação americana para o Colégio Mackenzie, SP (1870).
Destaque também na iniciativas leigas; como no caso Sociedade de Culto a Ciência, de Campinas, SP. Fundada por maçons.
Outras escolas leigas, criadas por iniciativas de médicos, procuravam pela criação de uma escola de valor.
Essas escolas leigas, era a inovação progressista da época.
Grande parte da elite se dirigia às Escolas particulares.
Os poucos Liceus que restavam, da iniciativa pública enfrentavam dificuldades e sofriam com a falta de organização.
Corpo docente mal habilitado; número insuficiente de alunos, levando a fecharem as portas.
ENSINO SUPERIOR
NUM PRIMEIRO MOMENTO OS JOVENS SAIAM DO BRASIL PARA FAZER O CURSO SUPERIOR NA EUROPA; PARA COIMBRA E EVÓRA, EM PORTUGAL.
APÓS A CHEGADA DE DOM JOÃO VI OS CURSOS ESTAVAM VOLTADOS PARA A FORMAÇÃO DA ELITE MILITAR E OS CURSOS QUE NÃO ERAM PARA MILITARES VISAVAM A FORMAÇÃO DE PADRES.

VIMOS QUE, OS CURSOS SUPERIORES ERAM CRIADOS PARA ATENDER AS DEFESAS MILITARES DA COLÔNIA.
DEPOIS DA INDEPENDÊNCIA, É QUE FORAM CRIADOS DOIS CURSOS JURÍDICOS, UM EM SÃO PAULO E OUTRO EM RECIFE. FUNDADOS EM 1827, TORNANDO-SE FACULDADE EM 1854.
OS CURSOS SUPERIORES PERMANECIAM COMO INSTITUTOS ISOLADOS, SEM INTERESSE DE FORMAÇÃO DE UNIVERSIDADES, PASSANDO A SURGIR SOMENTE NO SÉC. XX.
A ATENÇÃO ESPECIAL DO IMPÉRIO DADA AO ENSINO SUPERIOR REFORÇAVA O CARÁTER ELITISTA E ARISTOCRÁTICO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA, QUE PRIVILEGIAVA O ACESSO AOS NOBRES, AOS PROPRIETÁRIOS DE TERRAS E A UMA CAMADA INTERMEDIÁRIA SURGIDA DA AMPLIAÇÃO DOS QUADROS ADMINISTRATIVOS E BUROCRÁTICOS

Os cursos jurídicos eram os mais procurados, principalmente pela classe intermediária. Além disso, o diploma exercia uma função de "enobrecimento".
Além de procurar cursos jurídicos, procuravam funções nas áreas administrativas, políticas e jornalismo.
Nota
BOM FIM
DE SEMANA!
OBRIGADA!!!!
Referências
Aranha, Maria Lúcia de Arruda.
História da Educação e da Pedagoria: geral e Brasil
/ Maria Lúcia de Arruda Aranha - 3. ed. - rev e ampl. - São Paulo: Ed. Moderna. 2006.
www. priberam.com.br
acesso em 01/05/2014 23:40h
Adria Souza
Caroline Souza
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABqrgAK/hq-independencia-brasil-turma-monica

- ESCOLA DE NITERÓI – RJ (1835):
. Somente um professor e poucos alunos
. Fechou em 1849

- SUGEM OUTRAS
. MG: 1836 – 1840
. BH: 1836 – 1841
. SP: 1846

- DECADA DE 1860 70 E 80
. Outras Escolas Normais surgem.
. As Escolas eram semelhantes a planta exótica.

- CAUSAS
. Despreparo de professores;
. Tradição pragmática;
. Necessidade de criar a Escola de Niterói (Método Lancasteriano);
. Descaso do governo com:
- a profissão do docente
- pagava mal
- falava de melhoria, mas não exercia
- falta de material didático
- em exames e concurso o professor não podia ter formação.

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
- SELEÇÃO PARA ENTRAR NA ESCOLA NORMAL
. 2 ou 3 anos de curso de nível inferior ao secundário.
. Saber ler e escrever, 18 anos, brasileiro.

- AVANÇO DA FORMAÇÃO
. Década de 1860 em diante:
- Interesse pela educação;
- Melhoria na formação de professores;
. Segundo Tanuri das escolas criadas em nas décadas de 1830 e 1840, havia restado apenas 04 em 1867.
. Em 1883 encontrava-se 22 escolas funcionando em todo Brasil.

- REATIVAÇÃO DA ESCOLA NORMAL DE NITERIO
. 1868 a 1876 – dirigida pelo Alambary Luz
. Escola Modelo
. Novo currículo
. Nova método de aprendizagem


-
FORMAÇÃO TÉCNICA

.
Descaso do Governo
. A historiografia não era seguimento da educação popular.

- FAMÍLIA REAL NO BRASIL

. Expulsão dos Jesuítas
. Primeiras medidas de D. João VI:
- 1808 – criação do Colégio das Fabricas;
- Entre 1840 – 1856 – criação das Casas de Educandos dos Artífices em 10 Províncias;
- 1875 – Asilo dos Meninos Desvalidos (6 a 12 anos);
- Segunda metade do século XIX criação de sociedades civis para amparo de crianças órfãs e abandonadas para estimulo de aprendizagem de Ofícios.
- Liceu de Ates e Oficio: RJ (1858) / BA (1872) / SP (1882)

A EDUCAÇÃO DA MULHER

- VIVIAM EM SITUAÇÃO DEPENDENTE E INFERIORIDADE
-SEMINÁRIO DE EDUCANDAS SP

. Autorizado em 1825, D. Pedro I
. Abrigava filha de militares mortos pela luta da Independência;
. Abrigavam meninas afastadas temporariamente das famílias;
. Ensino: ler, escrever, contar, bordar e cozinhar;
. Lei de 1827: aulas regulares para as meninas;
. As senhoras prudentes deveriam saber as “Artes da Agulha”;



-
DADOS DE 1832
. Falta de Professores idôneos;
. As escolas não chegavam a 20;
. 1875 – Formação na carreira do Magistério para a sessão feminina na Escola Normal da Província SP.
. Uma hora abriam, outra hora fechavam.
- ENSINO SUPERIOR PARA MULHERES

. Não bastava estudar em escolas particulares ou com preceptores.
. Fazer Exames preparatório no Colégio D. Pedro II.
. Dona Ambrozina de Magalhães.
. Fase Pré-republicana: coeducação para mulheres
. Controversas / apoios.
. Tobias Barreto e Tito de Castro


- ESCOLAS VOLTADAS PARA EDUCAÇÃO DA MULHER


. Em 1832: 20 escolas – Em 1873: 174 escolas.
- PEDAGOGIA:
REFLEXÕES PEDAGOGIAS NO FINAL DO IMPÉRIO.
.Ainda não há propriamente o que poderia ser chamada de uma pedagogia brasileira.
.É uma atuação irregular, fragmentária e quase nunca com resultados satisfatórios.
. A orientação positivista, no campo educacional, intensificava a luta pela escola publica para o ensino das ciências.
. Couto Ferraz em 1954 visava regulamentar a instituição primária e secundaria do Município da Corte.
. É instituído a Conferencia Pedagógica no final das décadas do sec. XIX. – realizada apenas a partir de 1873;
. Maria Helena Camara Basto chama as conferencias pedagógicas de “A educação como espetáculo”:
.Surgem outros debates com relação a pedagogias em 1883.
. Em 1882 a comissão de Rui Barbosa é nomeada.

MÉTODO INTUITIVO

. Fracasso do Método Lancasteriano;

. Nasce o Método intuitivo e lições de coisas;

. Buisson reconhece em Marie Pape-Carpentier a caixa de lições de coisas;

. Rui Barbosa nomeia o método de Marie pra Primeira Lições de Coisas;

. Maria Helena Camara Basto diz que através das grandes conferencias pedagógicas foi possível presenciar as fases da educação a caminho de uma manutenção favorável.
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