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Dermatose ocupacional 2

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by

Warlley Müller

on 14 March 2015

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Transcript of Dermatose ocupacional 2

O RUV PENETRA ATÉ 60 cm NA AGUA ÁRVORES COM COPAS DENSAS E MUITAS FOLHAGEM TEM ALTA PROTEÇÃO INCLUSIVE PARA UVA.

Dermatose ocupacional

RUV ABSORVIDA NA PELE :

PRODUÇÃO DE RADICAIS LIVRES, REATIVOS E TÓXICOS DE OXIGÊNIO, DANOS AO DNA, MUTAÇÕES E CÂNCER.

1 EM CADA 5 PESSOAS DESENVOLVERÁ CÂNCER DE PELE AO LONGO DA VIDA.
ANUALMENTE – 1 MILHÃO DE CÂNCER DE PELE
O MELANOMA É O CÂNCER QUE MAIS CRESCE EM INCIDÊNCIA.
CÂNCER CUTÂNEO OCUPACIONAL

A) GENÉTICOS

B) IMUNOLÓGICOS

C) AMBIENTAIS

ORF

PARAPOXVIRUS
ENDÊMICA EM CARNEIROS ( NARIZ E BOCA)
1 A 2 LESÕES
FEBRE BAIXA
LINFADENOPATIA
CURA ESPONTÂNEA.

PICADA DE INSETOS

ESPOROTRICOSE

DERMATOFITOSE

ONICOMICOSE- PSEUDOMONAS

ANAMNESES
EXAME FÍSICO DETALHADO DE TODA PELE
AMBIENTE DO TRABALHO OU FORA DO TRABALHO ( OU AMBOS )
TESTES DE CONTATO (patch-test)
BIÓPSIA DE PELE
CULTURAS PARA FUNGOS E BACTÉRIAS
RELATÓRIOS DO AMBIENTE DO TRABALHO

DIAGNÓSTICO

POIQUILODERMIA DE CIVATTE

1 GRAU – VASODILATAÇÃO , ERITEMA E DOR , SEM CICATRIZ
2 GRAU SUPERFICIAL SAIDA DE PLASMA BOLHA SUPERFICIAL SEM CICATRIZ
2 GRAU PROFUNDA ATINGE A DERME BOLHA RÔTA DEIXA CICATRIZ
3 GRAU DESTRUIÇÃO DO TECIDO ATE A HIPODERME E NERVOS - ESCARAS, CICATRIZ RETRÁTIL , QUELÓIDES E ALOPÉCIA
4 GRAU DESTRUIÇÃO ÓSSEA, TENDINOSA E MUSCULAR, SECUNDARIO A CARBONIZAÇÃO.

QUEIMADURAS

Ser confeccionado com tecido sintético
Tratar o tecido com absorvedores de UVR
Trama justa o suficiente para permitir a saída e evaporação do suor
Não reter umidade
Cor escura
Folgadas se tiver elastano
Desenho apropriado para maior cobertura
Confortável, moderna, com estilo (maior adesão a utilização)

ROUPAS FOTOPROTETORAS

Algodão retém suor - tecido molhado UPF conforto tornam-se mais pesados temperatura corporal
Poliamida – maior capacidade de fotoproteção  tecido seco com evaporação do suor. Não há elevação da temperatura corporal (prática esportiva)
CAPACIDADE DE PROTEÇÃO

QUANTO MAIS FECHADA MENOR ESPAÇO ENTRE AS FIBRAS – MAIOR UFP
TECIDOS MAIS PESADOS – VESTIÁRIO DE TRABALHADORES EXTERNOS.
CADA TECIDO TEM SUA CAPACIDADE DE ABSORÇÃO DE UVR, MAIS DEPENDENTE DA NATUREZA DA TRAMA DO QUE DO TIPO TEXTIL.


CAPACIDADE DE PROTEÇÃO

Corantes que absorvem UVR
Cores escuras – preto, azul escuro, vermelho escuro com mesma trama e peso absorvem mais UVR que tons pastéis
Cores claras – refletem a UVR (tb. em direção a face)

Comparação
Tecido de poliéster: branco – UPF 16
vermelho escuro – UPF 29
preto – UPF 34
ROUPAS FOTOPROTETORAS

Dermatose ocupacional

Roupas de proteção UV
Austrália, 1996
Regulamentação – teste AS/NZS4399:1996
Agência Australiana de Proteção á Radiação e Segurança Nuclear (ARPANSA)
UPF – FPU – max. 50 + indica quanto de UVR é absorvido pelo tecido
Categorias de proteção: 15, 20, 25, 30…50

Proteção solar têxtil

PROTETORES SOLARES DE AMPLO ESPECTRO ( UVA E UVB ) E COM FPS ELEVADOS.
APLICAR 15 A 30 MINUTOS ANTES DA EXPOSIÇÃO SOLAR
REAPLICAR A CADA 90 MIN. OU APÓS IMERSÃO EM AGUA
QUANTIDADE 2 mg /cm2 INICIAR A FOTOPROTEÇÃO COM 6 MESES

RECOMENDAÇÕES DO USO DE FILTROS SOLARES

Epiteliomas (baso e espino celulares)
Melanomas
Radiações Solares
REFLEXÃO DA LUZ
ULTRAVIOLETA

A UTILIZAÇÃO DE RADIAÇÕES ULTRAVIOLETA PARA FINS ESTÉTICOS É DEFINITIVAMENTE PROIBIDA EM TODO BRASIL.

ANVISA / SBD / OMS

CARCINOGÊNICO GRAU l , FOTOENVELHECIMENTO, FOTODERMATOSES, REAÇÕES ALÉRGICAS E PIORA DE ALGUMAS DERMATOSES.

CÂMARAS DE BRONZEAMENTO

RADIAÇÕES UV SÃO PARCIALMENTE ABSORVIDAS PELA CAMADA DE OZÒNIO E PELA ATMOSFERA

CAUSAM ALTERAÇÕES AGUDAS E CRÔNICAS - EXPOSIÇÃO

RADIAÇÕES U V

AGENTES CANCERÍGENOS
LUZ ULTRAVIOLETA
RADIAÇÕES IONIZANTES (RAIO X , GAMA, BETA)
TRAUMATISMO

HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS

ERISIPELÓIDE

ERYSIPELATHRIX RHUSIOPATHIAE
ACOUGUEIROS E PEIXEIROS
FERIDA PENETRANTE NA MÃO.
PÁPULAS OU PLACAS ELEVADAS ERITEMATO PURPÚRICCAS, PRURIDO.
LINFADENOPATIA NÃO OCORRE.
DURA 3 A 4 SEMANAS.
PENECILINA OU ERITROMICINA.

ERISIPELÓIDE

PÁPULAS VERMELHO ESCURO
VESÍCULAS, NODULOS E CROSTAS
VEGETAÇÃO CUPULIFORME
ÚNICA OU VÁRIAS
DESAPARECE EM 6 SEMANAS
VÍRUS PARAVACCÍNIA
TETAS DAS VACAS
IMUNIDADE PERMANENTE.


NÓDULOS DOS ORDENHADORES

ECTIMA CONTAGIOSO
DERMATOSE PUSTULAR CONTAGIOSA
ERUPÇÃO DAS OVELHAS

LESÃO ÚNICA
MACROPAPULA – VESÍCULA- CROSTA
ADENOPATIA
4 A 6 SEMANAS

ORF

PICADA DE INSETOS

TUNGÍASE

TUNGÍASE

TINEA PEDIS

FUNGOS – BACTÉRIAS -VÍRUS– INSETOS

MONILÍASE
DERMATOFITOSES
ESPOROTRICOSE
TUNGÍASE

ERISIPELÓIDE
ORF
NÓDULOS DOS ORDENHADORES

PICADA DE INSETOS
DP – CAUSA BIOLÓGICA

DETERMINAR O TIPO E A LOCALIZAÇÃO DA DERMATOSE

POSSIBILIDADE DO TRABALHO ESTAR AGRAVANDO OU SE É DE ORIGEM NÃO OCUPACIONAL

ESTABELECER RELAÇÃO DEFINTIVA ENTRE CONDIÇÃO E OCUPAÇÃO

ENCONTRAR AGENTES ETIOLÓGICOS, ATRAVÉS DE TESTES DE CONTATO.

DIAGNÓSTICO

AVALIAR QUALQUER FATOR DE PREDISPOSIÇÃO E / OU CONTRIBUIÇÃO

DELIMITAR UM PROGRAMA DE TRATAMENTO, UMA REFERÊNCIA PARA REABILITAÇÃO, E ACONSELHAMENTO EM RELAÇÃO A PROTEÇÃO OU ELIMINAÇÃO DA(S) SUBSTÂNCIA(S) DE RISCO NO AMBIENTE DE TRABALHO

DIAGNÓSTICO

CONTROLE DA DOR COM ANALGÉSICOS E SEDANTES

ELIMINAÇÃO DOS OBJETOS QUE COMPRIMAM ( SAPATOS, CORREAS, RELÓGIOS )

QUEIMADURAS


100% SEMPRE SÃO MORTAIS
75 % MUITO GRAVE
50 A 75 % MÉDIA GRAVIDADE
MENOS DE 50 % NÃO SE CONSIDERA GRAVE


QUEIMADURAS

Dr.Leonardo Barros.
DERMATOSES
PROFISSIONAIS

Efeito da radiação solar.
Dermatose ocupacional.
Condições Reais X Laboratorias
Proteção UVB
ANTI UV B
CLASSIFICAÇÃO
AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA FOTOPROTETORA UVA
NÃO EXISTE UM PARÂMETRO RÁPIDO E QUE TENHA CORRELAÇÃO COM OS EVENTOS A LONGO PRAZO


IPD: IMEDIATE PIGMENTARY DARKENING – 15 MIN.
ESCURECIMENTO PIGMENTAR IMEDIATO

PPD: PERSISTENT PIGMENTARY DARKENING – 2 HORAS. ESCURECIMENTO PIGMENTAR PERSISTENTE

Radiação Infravermelho: 1.000 nm – 760 nm
Luz Visível: 760 nm – 400 nm
Radiação Ultravioleta : 400 nm – 200 nm

RADIAÇÃO SOLAR
Evitar exposição nos horários de maior incidência de UV
Escolher áreas de sombra onde não se enxergue o céu aberto
Utilização de filtro solar
Uso de chapéus, óculos, roupas
Uso de filtros em janelas, lâmpadas
Atenção a lâmpadas, tela de computador e TV

Foto Proteção
AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA FOTOPROTETORA UVB
CLASSIFICAÇÃO
QUÍMICOS
GÉIS
FLUIDO
GEL-CREME

CREMES

LOÇÕES

PROTETORES SOLARES
PROFUNDIDADES E EXTENSÃO DAS LESÕES
MAIOR VALOR NO PROGNÓSTICO
TRATAMENTO
FATORES
Dermatose ocupacional
EUA - CÂNCER DE PELE
EFEITO IMUNOSUPRESSOR, FOTODERMATOSES, FOTOENVELHECIMENTO.
CREMOSA
OIL-FREE
REFLEXÃO
DIFRAÇÃO
FÍSICOS
ABSORÇÃO
(ORGÂNICOS – CROMÓFORO)
(INORGÂNICOS)
ANTI UV A
FATOR DE PROTEÇÃO SOLAR – FPS
UVB – Avaliação para Eritema
METODOLOGIA
Simples
Universalizado
Fácil Compreensão
Envelhecimento natural
Efeitos maléficos a longo prazo
Foto envelhecimento
flacidez, rugas
Flacidez, rugas mais intensas, pelo amarelo grisácea, lentigos, leucordermia puntata, ceratoses actínicas, seborréicas, queilite actínica, leucoplasia
Câncer de pele
Cor do tecido:
DENSIDADE DA TRAMA
Conteúdo de umidade:
mangas longas, gola, soltas, boné, chapéu de abas largas
Desenho do vestuário–maior proteção
Características ideais:
Condições
Laboratório
Reais
Quantidade aplicada
Intervalo para exposição
Contato com roupas, areia, vento, toalhas
2mg/cm²
Corpo inteiro = 30 a
40g por aplicação
15 min
NÃO
0,5 a 1,3 mg/cm²
Corpo inteiro = 7,5 a
12g por aplicação
Variável
SIM
2
ORF

ORF
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