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Estimulação cognitiva em idosos: o papel dos cuidadores informais

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LÍgia Antunes

on 4 July 2013

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Transcript of Estimulação cognitiva em idosos: o papel dos cuidadores informais

ESTIMULAÇÃO COGNITIVA EM IDOSOS:
O papel dos cuidadores informais Lígia Antunes ESTIMULAÇÃO COGNITIVA EM IDOSOS: O papel dos cuidadores informais Planeamento do Programa Critérios de Inclusão A investigação centra-se quase exclusivamente no Cuidador Principal VANTAGENS EXERCITAR PARA NÃO ESQUECER Em Portugal cerca de 80% dos cuidados prestados às pessoas idosas são de carácter informal A tarefa de cuidar é frequentemente uma actividade partilhada 75% de idosos dependentes recebe assistência por parte de cuidadores secundários ESTIMULAÇÃO COGNITIVA EM IDOSOS: O papel dos cuidadores informais ESTIMULAÇÃO COGNITIVA EM IDOSOS: O papel dos cuidadores informais (Dupuis, Epp e Smale, 2004, Kane e Penrod, 1995; Tennstedt, McKinlay e Sullivan, 1989) (Ribeiro et al., 1995; Anderson, citado por Rebelo, 1996; Rebelo 1996; Dobrot, 1997) McKinlay e Sullivan, 1989) Cuidar de um idoso com demência está associado a níveis elevados de depressão, ansiedade e irritação, fraca saúde percebida e uso elevado de drogas psicotrópicas. A literatura tem sido dominada pela perspectiva da sobrecarga

Cuidadores informais são apelidados de “pacientes ocultos” (“hidden patients”) Capacitar os cuidadores a encontrar as suas soluções numa dinâmica de empowerment:
valorizando as práticas
potenciando o bem-estar
promovendo a auto-estima Alguns serviços e programas têm sido desenvolvidos em contexto comunitário Programa de estimulação cognitiva para idosos com demência, realizado pelos cuidadores informais Não para dar respostas aos problemas Cuidador Informal Principal
Cuidador Informal Secundário Coabitação Critérios de exclusão
Cuidadores com 12 anos ou menos
Cuidadores em esquema rotativo Frequência das sessões semanal ou quinzenal Constituição dos grupos
Máximo de 20 participantes Duração das sessões
90 minutos Estratégias
Sessões dialogadas;
Dinâmicas de grupo;
Filmes;
Folhetos informativos;
... Sala e Materiais
Sala e Cadeiras
Quadro e marcadores
Máquina filmar
Computador Equipamentos e Materiais
Sala e Cadeiras
Quadro e marcadores
Máquina filmar
Computador
Video projector Informar sobre processo demencial:
(tipos de demência, principais manifestações clínicas, estadios da doença, ...)

Dotar os cuidadores informais de conhecimento sobre perturbações:
(alterações comportamentais, alteração de sentimentos, alteração do sono, agitação e agressividade, alteração brusca do humor, comportamento sexual inapropriado…)

Valorizar o benefício da estimulação cognitiva no idoso, em contexto familiar I. Disponibilizar informação, promover formação e facilitar apoio aos cuidadores informais para o desenvolvimento de competências pessoais. Informar os cuidadores informais sobre as alterações do processo demencial; Orientar os cuidadores informais sobre os cuidados diários no domicílio; Apresentar medidas e recursos para uma estimulação cognitiva do idoso no próprio ambiente familiar. Objetivos Operacionalização das sessões Monitorizar o envolvimento de cada cuidador em todas as sessões:
adaptar e planear as sessões seguintes Recomendações Instrumentos avaliação II - Orientar os cuidadores informais sobre os cuidados diários, face aos desafios do processo demencial IV. Possibilitar a aquisição/ desenvolvimento de competências não técnicas e consciencializar para a importância do cuidar de si:
comunicação
relacionamento interpessoal
empatia
assertividade
trabalho em equipa
gestão de conflitos reminiscências (álbum fotografias)
atividades básicas e instrumentais de vida diária
técnicas de orientação para a realidade (calendário, relógio, datas comemorativas)
jogos, lengalengas, provérbios
relatos escritos (histórias, tradições, eventos,...)
leitura e comentários de artigos, em revistas e jornais
atividades de socialização (aniversários, passeios, festas….)
visualização de filmes
jardinagem
... V. Apresentar medidas/recursos possíveis para que haja uma estimulação cognitiva do idoso no próprio ambiente familiar Estimular os cuidadores a realizarem um plano de atividades semanais Mediar o processo de luto a oportunidade do cuidador ser, temporariamente, “libertado” da situação de cuidados

a hipótese de fortalecer/enriquecer a sua rede social

a interiorização do “cuidar de si” sem a culpa associada, como factor promotor de bem-estar pessoal e familiar

a possibilidade de aprender com a experiência dos outros

a oportunidade de quebrar um ciclo de solidão e isolamento marcado pela presença da demência + apoio Melhorar a qualidade de apoio
Manter a reserva de habilidades do idoso
Retardar a progressão da demência
Adiar a institucionalização - sobrecarga
- depressão
+ bem-estar psicológico
+ auto eficácia Informação/Formação Cuidador Secundário Cuidador Principal Pessoa idosa OBRIGADA!
lantunes.r@gmail.com Questionário de avaliação conhecimentos
Escalas de avaliação da sobrecarga do cuidador informal
Escala de avalição da satisfação com a vida
... Fornecer orientações àcerca do cuidado ao idoso, no domicílio:
ambiente
vestuário
banho/higiene
alimentação
... III. Orientar para a promoção da independência/auto-estima da pessoa idosa Zé, não aguento mais! E tu nem te preocupas com a mãe e nem me ajudas...
Ah...um dia tu vais ver!... Desta forma, não vai conseguir ajuda. Zé, podes ficar com a mãe na quinta-feira para eu poder sair?
Sinto-me tão cansada... Está bem! Aí estarei às 9 horas. Ai!...
Que bom!... Assim, consegue ajuda. (Dura, Kiecolt-Glaser Baumgarten et al., 1994; Schulz et al. 1995; Aneshensel et al., 1995; Cohen & Eisdorfer, 2001) (Sousa e Figueiredo, 2007) Promover a saúde do cuidador e do idoso com demência face às necessidades dos cuidados diários; CONCLUSÃO reabilitar para as atividades de vida diária;
recuperar e valorizar as reminiscências e a identidade pessoal;
estimular as capacidades cognitivas e as habilidades sensoriomotoras Responsáveis pela aplicação do programa

técnicos com formação na área
capacidade de liderança e gestão de conflitos. Valorizar o papel de cuidador
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