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Estratégias de ensino e uso das novas tecnologias

Estratégias de ensino e uso das novas tecnologias
by

etutoria UnB

on 26 June 2013

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Transcript of Estratégias de ensino e uso das novas tecnologias

De que ri a Monalisa?
Representação (Jamil Cury):
O elemento próprio é o duplo sentido. Mas, não constitui uma qualidade das coisas e da realidade:
é a projeção; na consciência do sujeito, de determinadas condições históricas petrificadas.

ENSINAR, APRENDER, PESQUISAR E AVALIAR COM MAPAS CONCEITUAIS
Referências
PARA UMA ANÁLISE DAS
REPRESENTAÇÕES
SOBRE AS TÉCNICAS DE
ENSINO
José Carlos Souza Araújo

Aula virtual
e presencial:
são rivais?

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Técnicas de ensino: por que não? 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 1993
NA PERSPECTIVA HISTÓRICA-CRÍTICA DA EDUCAÇÃO
VIRTUALIDADE
Tecnicismo Pedagógico significa sobrelevar as técnicas, os processos, os recursos materiais ligados à dinâmica concreta do ensinar e do aprender.
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UNB
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

DISCIPLINA METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR

Todo esse movimento de supervalorização da técnica não é específico do campo educacional, mas é parte constitutiva do processo de modernização.
"Todo ponto de vista é a vista de um ponto" Leonardo Boff
Tecnicista : Valorização de forma excessiva dos recursos tecnológicos ou da atuação dos técnicos.

Para o tecnicismo é desnecessário questionamentos, debates, opiniões.

Ele oferece muita ênfase à formação de competências e habilidades, mas nenhuma ênfase às atitudes do ser humano.

O professor passa a ser um mero especialista, sendo,apenas, um elo de ligação entre a verdade científica e o aluno.

Métodos e Técnicas
Se com sensata aplicação dos critérios, alcanço ver que dada situação é positiva, exerce-se a criticidade para elogiar.
Da mesma maneira, se um pronunciamento ou um texto apresenta-se inconsistente, impróprio ou inaceitável, devo exercer minha criticidade no sentido de apontar as razões das percepções que me levaram a ver tais negatividades.
Doutrinação de má fé
Seus métodos são programados por passos seqüenciados, empregada na instrução programada, nas técnicas de micro ensino, multimeios e módulos inclusive a programação de livros didáticos.

A técnica no processo pedagógico
A humildade do exercício crítico
O exercício crítico na sala de aula – a salde aula não é pode ser vista como uma realidade estanque. Aquilo que é feito na sala de aula não deve ser feito para a sala de aula e sim para a vida. A passividade discente será sempre desastrosa. A participação tem de ser o lema da relação ensino-aprendizagem.
O que criticar no espaço de ensino-aprendizagem?
Concluindo – estamos todos convidados a participar do nosso tempo e do nosso contexto. Participar é fazer parte de algo e, no caso humano, não como um traste mudo, mas pronunciando nossa fala na prosa do mundo. Conscientes de que o espaço humano é o da conversação e vivendo as bênçãos de uma autocrítica que nos leva à humildade, estaremos prontos para participar da graça da criticidade, tanto quanto prontos para eximir-nos do ingênuo furor crítico.
O processo da criatividade

Quais os fatores envolvidos no processo de criatividade que poderiam ser objeto de atenção por parte do professor?
Guilford
buscava critérios mensuráveis que engendram forças criadoras no ser humano (os componentes do pensamento divergente) na atividade científica

Lowenfeld
tinha o mesmo objetivo, porém com a atividade artística.
Skinner (1960) - Defende: para aprender qualquer procedimento, é preciso dominar, primeiramente, componentes menos complexos. (metodologia advém da instrução programada).

Carrol (1963) - Defende: Num processo de ensino, o domínio d aprendizagem é reultante de uma função que faz interseção entre o tempo necessários e o tempo gasto para essa aprendizagem.

Bloom e colaboradores (1971) - Elaboraram taxonomias de objetivos, hierarquizando-os quanto aos níveis de dificuldades e complexidades.





O trabalho do professor
Urge pensar uma nova forma de ensinar e aprender, que inclua a ousadia de inovar as práticas de sala de aula, de trilhar caminhos inseguros, expondo-se, correndo riscos, não se apegando ao poder docente, com medo de dividi-lo com os alunos e também de desvencilhar-se da racionalidade única e pôr em ação outras habilidades que não são as cognitivas apenas.
A aula é entendida como espaço para a dúvida, leitura e interpretação de textos, trabalhos em grupo, poesia, músicas, observações, vídeos...
Mecanismos de inovação na Educação Básica:
ter o aluno como referencia,
valorizar o cotidiano,
preocupar-se com a linguagem,
privilegiar análise sobre a síntese,
ver a aprendizagem como ação,
selecionar conteúdos,
valorizar outros materiais de ensino,
etc...

Trabalhar na perspectiva da produção do conhecimento nos parece ser uma forma de mobilizar os elementos da criatividade, caminhando na direção de uma educação e de uma sociedade diferentes dessas que aí estão.
Técnica de Ensino (Preocupações)

1) caráter instrumental: intermediar as relações professor - alunos...

2) Instrumento de emancipação e de diálogo
As técnicas não são objetos em si mesma ou de si mesma.

Dessa perspectiva os mapas conceituais precisam ser concebidos no âmbito de um determinado ideal educativo voltado para a emancipação (pode, ser compreendido como uma via de mão dupla: em que o ensino, a aprendizagem, a pesquisa e a avaliação são realizados em comum e de forma coletiva e diagnóstica)


Mapas conceituais: O processo didático e suas dimensões:
TIPOLOGIA DOS MAPAS CONCEITUAIS
A fase interdisciplinar é movida pela força holística que tende a reunir em conjuntos cada vez mais abrangentes o que foi dissociado pela mente humana, criando interdisciplinas.
Duas acepções de interdisciplinaridade:

1. Interação entre duas ou mais disciplinas que se caracteriza pelas trocas entre os especialistas e pelo grau de integração real das disciplinas.
2. Entende a interdisciplinaridade como uma colaboração ou troca entre disciplinas, que manteriam uma relação de reciprocidade, ou mutualidade, ou melhor, um regime de co-propriedade que iria possibilitar o diálogo entre os interessados.
A sala de aula é uma realidade multifacetada e olhá-la apenas disciplinarmente empobreceria e fragilizaria a evolução da ciência escolar atual.


a. Promover um maior diálogo entre professores, alunos, pesquisadores, etc. de diferentes áreas do conhecimento;
b. Propiciar um melhor preparo profissional e uma formação mais integrada do cidadão;
c. Poder contribuir para uma ciência amais responsável: ética;
d. Poder promover uma visão holística da realidade;
e. Poder promover a fecundação mútua de áreas até então mantidas estanques.
Argumentos para uma atitude interdisciplinar:
A didática só faz sentido em uma visão interdisciplinar.
Profª Dra. Cleide Maria Quevedo Quixadá Viana
Discente Welinton Baxto da Silva

Há aula quando o professor e os alunos não estão simultaneamente no mesmo lugar – na sala de aula?
As aulas convencionais/presenciais estão ultrapassadas?
O ensino funciona à distância ou a sala de aula é a instância do ensino?
A falta de contato físico/presencial prejudica o aprendizado?
O professor tem medo do virtual? Como conduzir a aula virtual?
Analisa as possibilidades de incorporação das tecnologias digitais e suas chances de concretização de experiências de aprendizagem não-presencial – aula virtual, bem como analisa as possibilidades, obstáculos e desafios na condução de uma aula virtual.
Aula presencial e virtual: são excludentes?
Conceito de aula
Dussel e Caruso (2003) – aula é construção histórica, produto de um desenvolvimento que inclui outras alternativas e possibilidades.

Houaiss (2001) – aula é uma unidade de tempo, espaço e forma de trabalho.

Masetto (2001) – aula como espaço e ambiente de se planejar em conjunto, discutir interesses, ponto de encontro, de debate, de exposições; tempo para identificação das necessidades, expectativas, interesses.

Villas Boas (2001) – apresenta possibilidades de a aula acontecer em diferentes espaços, sendo que o trabalho pedagógico resulta da interação entre professores e alunos.
A aula virtual e as abordagens pedagógicas: conservadora e emergente

Baseia-se em concepções instrucionistas e métodos conservadores, tradicionais de ensino. A finalidade é levar o aluno a assimilar conteúdos por meio da memorização. Na aula virtual, o livro é substituído pela máquina. O alunos aprende utilizando recursos mediadores de Um-PARA-MUITOS (TV, rádio, material impresso)
Abordagem conservadora/instrucionista
Abordagem emergente/construtivista
mais do que reproduzir textos, a interação e o diálogo de MUITOS-COM-MUITOS constituem a essência do processo educativo. O conhecimento é fruto de pesquisa e da elaboração pessoal na rede de pessoas. O professor deixa de ser o centro da atenções. O sujeito aprendiz já não está reduzido a olhar, ouvir e copiar, memorizar e comprovar, ele cria, modifica, constrói, resolve problemas, aprende fazendo e é incentivado a pesquisar.
A mediação pedagógica na aula virtual
Não há receita para preparar e conduzir a aula nem no ensino presencial e nem no virtual.
Mediação tecnológica
As tecnologias digitais não precisam ser recusadas e sim compreendidas para serem integradas à educação.

O professor virtual utiliza linguagem dialógica, interativa, para despertar o sentimento de pertencimento e para representar o pensamento, comunicar algo e dialogar.
Linguagem: uma conversação didática
Conteúdos: rompimento das fronteiras disciplinares tradicionais
Alternativas didáticas interativas em ambientes virtuais de aprendizagem
Orientação e acompanhamento contínuo e sistemático
Constituição de uma rede colaborativa de aprendizagem e trabalho
Mediação didático-pedagógica
Mediação humana
A relação professor-aluno é a que mais sofre com a migração da aula para o virtual.
Algumas lições da virtualização da prática pedagógica: obstáculos e desafios

• Reprodução do presencial no virtual
• Dedicação de mais tempo para preparar e conduzir a aula virtual
• O ambiente virtual potencializa a complexidade do processo avaliativo
Uma página em construção: possibilidades e expectativas

• A mudança na abordagem pedagógica como fio condutor da superação do modo conservador de conduzir a aula virtual
• O docente e o receio do virtual, do novo, das avançadas tecnologias, da mudança.
• O aprendizado virtual e a formação de uma nova competência: a fluência tecnológica
• A tendência do ensino híbrido
• Condições de concretização da aula no ambiente virtual de aprendizagem
“Em síntese, o virtual não é rival do presencial!”
Obrigado!
FREIRE, Anésio Fernandes. Ensino superior com tecnologia da informação. Disponível em:<http://www.google.com.br/#q=%22novas+tecnologias+no+ensino+superior%22&hl=pt-BR&prmd=ivns&ei=2UGFTY75AomGtwe-tvDDBw&start=20&sa=N&fp=d1bb864cbd601cbe>.

MASETTO, Marcos. O professor na hora da verdade: a prática docente no ensino superior. São Paulo: Avercamp, 2010. Cap. 8.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Técnicas de ensino: por que não? 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 1993.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas, SP: Papirus, 2006.

Freire: Ensino Superior com Tecnologia da Informação


Estratégias de ensino
e uso das novas tecnologias

PARA UMA ANÁLISE DAS REPRESENTAÇÕES SOBRE AS TÉCNICAS DE ENSINO
José Carlos Souza Araújo

ENSINAR, APRENDER, PESQUISAR E AVALIAR COM MAPAS CONCEITUAIS
Ilma Passos Alencastro Veiga

O MÓDULO DIDÁTICO: UMA TECNOLOGIA PARA A EAD
Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben

Capítulo 8 – Aula com apoio de tecnologia de informação e comunicação para as atividades presenciais, 139-155
FREIRE, Anésio Fernandes. Ensino superior com tecnologia da informação.

E
Reflexões
esta se constitui associada ao desenvolvimento, e este à modernização
Alguns deles lembram Capitalismo
e este em nosso horizonte se agiganta como antônimo de progressista
Em tudo isso, há uma preocupação com a sociedade e com o homem que nela vive.
Tais conceitos têm uma significação concreta: a modermização, o desenvolvimento, a tecnologia...
técnica de ensino sugere tecnicismo, e este tecnologia
Não podem ser destacados do para quê e a quem servem.
Em um nível especificamente pedagógico (é preciso lidar c/ dimensão técnica):
técnica, método, metodologia, processo, procedimento, estratégia, tática, recurso, instrumento, atividades
A pretenção de Araújo é discutir o lugar que as técnicas de ensino devem ocupar como elemento componente do processo pedagógico escolar.
O tecnicismo tornou-se pedagógico, como se tornará também um tecnicismo político, econômico, burocrático-administrativo, bancários, agricola, etc
Henri Fayol
Frederick W. Taylor
teorizaram inicialmente o tecnicismo, posteriormente Norbert Wiener, Von Bertalanffy, Boulding, Gagne, james D. finn, Skinner.
No campo educacional apenas compartilhou dos desdobramentos de uma visão tecnocrática que lançara suas garras nos mais variados setores da sociedade.
A crítica ao tecnicismo pedagógico
O interesse é produzir indivíduos “competentes” para o mercado de trabalho, onde é valorizado. nesta perspectiva, não o professor, mas sim a tecnologia.

As técnicas têm um caráter instrumental, pode-se afirmar que elas encontram sua razão de ser no serviço que prestam. No entanto, conhecê-las teoricamente não garantem os seus sucessos;
Toda técnica encarna: os princípios pedagógicos, instrucionais, educacionais e políticos que as sustentam;
Isso possibilita torná-la concreto, não metafísico.
O MÓDULO DIDÁTICO: UMA TECNOLOGIA PARA A EAD
Ângela Imaculada Loureiro de Freitas Dalben

Origem e princípios fundamentais dos Módulos Didáticos
Confrontos e contradições
O que é Módulo Didático
Etapas essenciais para a elaboração de um módulo Didático


A organização do ensino por módulo surge com base na ideia "aprendizagem para o domínio" (Henry C. Morrison, 1926).
Princípios:
a) objetivos educacionais abrangendo as áreas cognitiva, afetiva e psicomotora;

b) O material deve estar organizado em função desses objetivos;

c) estudantes devem demonstrar que adquiriram conhecimento em cada unidade antes de darem continuidade às atividades;

d) testes diagnósticos de rendimento aplicados ao término de cada unidade: informar suficiência alcançada no conteúdo; e) uso do ensino complementar, caso o aluno não tenha apresentado domínio;

f) Consideração da variável tempo como fator de atendimento individual e apoio à aprendizagem.
Etapa essesnciais para elaboração de um Módulo Didático
Produção
Avaliação
O que e um Módulo Didático
Na área educacional

Constituem base para a organização curricular de programas de ensino e de propostas de formação inicial e continuada, [...] possibilita ao estudante autonomia no processo de aquisição e produção de conehcimento e autononia e autocontrole no percurso de aprendizagem.
Diferentes formatos e denominações para os Módulos
Módulos de Aprendizagem
Módulos de Instruções
Módulos de Ensino
Módulos Didáticos
Planejamento

a) Processo didático: ensinar, aprender, pesquisar e avaliar
b) Dimensões: ensino como prática social; interação e pesquisa
LINEARES, HIERÁRQUICO E RETICULARES


Masetto: Aula com apoio de Tecnologia de Informação e Comunicação para as Atvididades Presenciais
Ferramentas de interações e usos pedagógicos

O modelo wiki é uma rede de páginas web contendo as mais diversas informações, que podem ser modificadas e ampliadas por qualquer pessoa através de navegadores comuns, tais como o Internet Explorer, Google Chrome, Mozilla Firefox, Netscape, Opera, Safari, ou outro qualquer programa capaz de ler páginas em HTML e imagens. Este é o fator que distingue a Wikipédia de todas as outras enciclopédias: qualquer pessoa com o acesso à Internet pode modificar qualquer artigo, e cada leitor é potencial colaborador do projeto.

WIKIPÉDIA

Para que serve o Twitter?

Para ler as notícias, em especial do Twitter da BBCBrasil
Para manter-se informado sobre tudo o que seus amigos estão lendo
Saber o que os seus amigos estão fazendo
Mandar micro-scraps

TWITTER

Principais características:
Recurso para conversa com vídeo;
Recurso para conversa com áudio;
Recurso para desenho com mensagens;
Winks animados e emoticons de opiniões;
Chame a atenção de seus contatos;
Troca de arquivos e fotos.

MSN

O Flickr é uma maneira de levar suas fotos e vídeos às pessoas que importam para você.
Upload: Faça o upload a partir da sua área de trabalho, envie por e-mail ou use seu telefone com câmera.
Editar: Livre-se dos olhos vermelhos, corte uma foto ou use a criatividade com fontes e efeitos!
Organizar: Use coleções, álbuns e tags para organizar suas fotos e vídeos.
Compartilhar: Use grupos e controles de privacidade para compartilhar suas fotos e vídeos.

FLICK

Blogs: fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. Um blog típico combina texto, imagens e links para outros blogs, páginas da web e mídias relacionadas a seu tema. A capacidade de leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores é uma parte importante de muitos blogs.


Alguns sistemas de criação e edição de blogs são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, disponibilizando ferramentas próprias que dispensam o conhecimento de HTML. A maioria dos blogs são primariamente textuais, embora uma parte seja focada em temas exclusivos como arte, fotografia, vídeos, música ou áudio, formando uma ampla rede de mídias sociais. Outro formato é o microblogging, que consiste em blogs com textos curtos.

BLOG

YouTube é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital.

YOUTUBE

O WikiSpaces é um site para hospedagem gratuita de wikis. Os usuários podem criar suas próprias wikis facilmente. Os wikis gratuitos são suportados através de discretos anúncios em texto.
Recursos
Modo de edição WYSIWYG ou modo Wikitexto puro
Número de espaços, membros e páginas ilimitados
Suporte a upload de qualquer tipo de arquivo (Com scan em software anti-vírus)
Suporte a integração com seu blog
Aba de discussão em todas páginas, como na Wikipédia
RSS/ATOM feeds para espaços, páginas e discussões
Gera um arquivo zip ou tgz com o backup do seu espaço

WIKISPACE

O Webquest é uma ferramenta que permite adquirir informação a partir da Internet com fins educativos, envolvendo o professor e o aluno numa interação entre a informação filtrada pelo webquest e a utilização da mesma em contexto de sala de aula.

WEBQUEST

Alguns recursos do SlideShare
Slideshows Share público ou privado.
Sincronia de áudio para seus slides.
Mercado de eventos em seu próprio slideshare.
Participar de grupos para conectar-se com membros SlideShare.
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Chamadas em conferência
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Dailymotion é um site criado em 2005 na França e que disponibiliza vídeos dos mais variados conteúdos aos seus usuários. É um dos mais acessados do mundo.
O sistema de busca de vídeos do Dailymotion é considerado por algumas pessoas como mais eficiente que o do YouTube devido à possibilidade de busca por marcadores (tags).

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