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Freud e a Psicanálise

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Fernando Miranda

on 6 March 2013

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Transcript of Freud e a Psicanálise

"A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo da responsabilidade." "A civilização começa com a repressão"

Sigmund Freud Freud destacou os seguintes pontos iniciais nos estudos sistemáticos sobre a mente humana:

*Existe uma relação entre o trauma (fato desencadeante) e os sintomas, embora o paciente na maioria das vezes não se lembre desses traumas.

*O fator desencadeante teria sido reprimido pela pessoa e afastado da consciência, devido à natureza insuportável do trauma.

*A vida sexual geralmente está presente em tais traumas, devido a impossibilidade de se descarregar idéias de conteúdo sexual pelo diálogo constante, uma vez que há uma repressão social muito grande a respeito de certos assuntos. - TEORIA DA SEDUÇÃO (Abandonada posteriormente)

*O ego expulsa alguns assuntos insuportáveis para fora da consciência, a fim de proteger o aparelho psíquico de perturbações perigosas à integridade. INSTÂNCIAS DA MENTE BIOGRAFIA:
O criador da psicanálise nasceu na região da Morávia, que então fazia parte do Império Austro-Húngaro, hoje na República Checa. Sua mãe, Amália, era a terceira esposa de Jacob, um modesto comerciante. A família mudou-se para Viena em 1860.

Em 1877, ele abreviou o seu nome de Sigismund Schlomo Freud para Sigmund Freud. Desde 1873, era um aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Viena, onde gostava de pesquisar no laboratório de Neurofisiologia.

Estudou em Paris com o famoso Neurologista Jean-Martin Charcot. Em parceria com o médico Joseph Breuer, seu principal colaborador, publicou em 1895 o "Estudos sobre a Histeria".

O livro descreve a teoria de que as emoções reprimidas levam aos sintomas da histeria, que poderiam desaparecer se o paciente conseguisse se expressar. Em 1899, publicou "A interpretação dos sonhos", em que afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo íntimo que se oculta no interior de cada indivíduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convicções conscientes. Insatisfeito com a hipnose, Freud desenvolveu o que é uma das bases da técnica psicanalítica: a livre associação.

Em 1899, publicou "A interpretação dos sonhos", em que afirma que os sonhos são "a estrada mestra para o inconsciente", a camada mais profunda da mente humana, um mundo íntimo que se oculta no interior de cada indivíduo, comandando seu comportamento, a despeito de suas convicções conscientes.

Em 1936, disse considerar um avanço seus livros terem sido queimados pelos nazistas. Afinal, no passado, eram os autores que iam à fogueira. Mas a subida de Hitler ao poder ditatorial não demorou e a perseguição aos judeus se intensificou. Em 1938, já velho e com câncer, fugiu para a Inglaterra, onde morreu no ano seguinte. Atualmente, Freud continua tão polêmico quanto na época em que esteve vivo. ESTRUTURAS DINÂMICAS DA PERSONALIDADE

“A grande virada na Teoria Freudiana”: Os conceitos de consciente e inconsciente cedem lugar aos construtos dinâmicos da estrutura da personalidade: Id, Ego e Superego.

- O Id: O reservatório de energia do indivíduo, um conjunto de impulsos instintivos inatos. O Id não incorpora apenas a definição de inconsciente, mas sim de fonte de energia psíquica.

- O Ego: Funciona pelo processo secundário, dando juízo de realidade. É o intermediário entre os processos internos (Id – Superego).

- O Superego: É o responsável pela estruturação interna dos valores morais. Ele é dividido em Ego Ideal e Consciência Moral. Ao superego cabe imobilizar ou neurotizar o indivíduo. Características:
1.Juízo de realidade;
2.Intermediário entre os processos internos;
3.Setor mais organizado e atual da personalidade;
4.Capacidade de síntese;
5.Motilidade;
6.Simbolização;
7.Sede da angústia; Ao superego cabe imobilizar ou neurotizar o indivíduo. Características:

1.Responsável pelo processo primário;
2.Funciona pelo princípio do prazer, a busca da satisfação imediata das necessidades;
3.Ausência/inexistência do princípio da não-contradição;
4.É atemporal;
5.Não é verbal, mas visual;
6.Os processos básicos do inconsciente que o guiam são a condensação e o deslocamento. Sigmund Freud
MECANISMOS DE DEFESA
Os diversos tipos de processos psíquicos do mecanismo de defesa são funções do Ego e, por definição, inconscientes.

Principais mecanismos de defesa:
1. Repressão: É o principal e do qual todos os demais derivam;
2. Cisão: Um mecanismo normal das primeiras etapas da vida, cuja manutenção é patológica;
3. Negação: “Tem pai que é cego”;
4. Projeção: Paranóia;
5. Racionalização: Neurose obsessiva; 6. Formação reativa: Hábito psicológico com sentido oposto ao desejo recalcado;
7. Identificação: Internalizar características de alguém valorizado, passando a sentir-se o próprio;
8. Regressão: Voltar a níveis anteriores de desenvolvimento diante de uma frustração evolutiva;
9. Isolamento: Isolamento de um pensamento, atitude, comportamento que teria com o resto da elaboração mental;
10. Desclocamento: Todos os sintomas psiconeuróticos acabam tendo a participação do deslocamento;
11. Sublimação: O mecanismo de defesa mais evoluído, característica do indivíduo normal. Onde os desejos afetivos canalizados pelo Ego passam a ser satisfeitos em atividades simbolicamente similares às desejadas, mas socialmente produtivas;
SEXUALIDADE E LIBIDO

Instinto e pulsão. Cada nova organização da libido, apoiada por uma zona erógena corporal, caracterizará uma fase de desenvolvimento.

A libido se caracteriza como uma energia voltada para a obtenção do prazer, que é quando podemos defini-la como uma energia sexual, num amplo sentido.

A libido se caracteriza por três fases de desenvolvimento infantil:

•A fase oral;

•A fase anal;

•A fase fálica; O Ego é obrigado a mobilizar fortes mecanismos de defesa para enfrentar o desenvolvimento das fases. A angústia só surge se, ao tentarmos nos ligar a um objeto, houver relações de temor ou destruição.

Fases de desenvolvimento:

1. Fase Oral
1.1. A modalidade incorporativa;
1.2. As etapas orais;
2. Fase Anal
2.1. O valor simbólico dos produtos anais;
2.2. As etapas anais;
3. Fase Fálica
4. Período de Latência
5. Fase Genital A FORMAÇÃO DE SINTOMAS

O inconsciente passa a propor fórmulas alternativas para expressar uma mensagem, que conscientemente não pode ser percebida.

Esse processo ocorre em alguns níveis:

1. Os atos falhos;

2. Os sonhos e o simbolismo;

3. Neurose; REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO:

KUPFER, M.C. Freud e a Educação: o mestre do impossível. 3ª edição. São Paulo, Editora Scipione, 1997. Em http://www.webartigos.com/artigos/contribuicao-da-psicanalise-freudiana-na-educacao/20341/

RAPPAPORT, C.R. et al. Psicologia do Desenvolvimento. Teorias do Desenvolvimento - Conceitos fundamentais. V. 01. Ed. EPU

SITES:

eLivros-Grátis: http://www.elivros-gratis.net/elivros-gratis-psicologia-psicanalise.asp

Neurociências em Benefício da Educação: http://neuropsicopedagogianasaladeaula.blogspot.com.br/

Blog Ebooks Grátis: http://ebooksgratis.com.br/tag/sigmund-freud/ "O homem é dono do que cala e escravo do que fala."

"Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo."

(Freud, 1925). CONSIDERAÇÕES FINAIS:

"O encontro da Psicanálise com a Educação é um desafio. A realidade do inconsciente nos ensina que não temos controle total sobre o que dizemos e muito menos sobre os efeitos de nossas palavras sobre nosso ouvinte.
Por isso não se pode aplicar a Psicanálise. Por acreditar que o inconsciente introduz, em qualquer atividade humana, o imponderável, o imprevisto, não há como criar uma metodologia pedagógico-psicanalítica, pois, aí implicaria ordem, estabilidade e previsibilidade.
O professor aprende que pode organizar seu saber, mas não tem controle sobre os efeitos que produz sobre seus alunos. Deverá renunciar ao controle, e assim, estará desocupando o lugar de poder que o aluno o coloca no início de uma relação pedagógica.
A Psicanálise pode transmitir ao educador uma ética, um modo de ver e de entender a prática educativa, nada mais."

(Maria Cristina Kupfer: FREUD E A EDUCAÇÃO) Por hoje acabou!!! O EGO é o setor mais organizado e atual da personalidade. O ID, como matriz instintiva, é uma estrutura arcaica, filogenética. O SUPEREGO também contém proibições oriundas da evolução da espécie, por exemplo, os tabus contra o incesto, o parricídio, o matricídio, o filicídio. Os valores morais a serem internalizados são do grupo ao qual o indivíduo pertence, portanto, anteriores a ele. Cabe ao EGO organizar uma síntese atual, tornando o indivíduo único e original e permitindo-lhe uma adaptação ativa ao mundo presente em que vive.
FIORI (1981) "A crença em Deus subsiste devido ao
desejo de um pai protetor e imortalidade,
ou como um ópio contra a miséria e sofrimento da existência humana."

Sigmund Freud MODELO TOPOGRÁFICO Consciente e Incosciente Com sua obra "Conferência Introdutória à Psicanálise", de 1916, Freud mostra que a humanidade sofreu três grandes golpes em seu narcisismo:
Por Copérnico, ao tirar a Terra do centro do universo;
Por Darwin, com sua obra "A Origem das Espécies";
Pela psicanálise, com a descoberta do inconsciente e a retirada ao homem o domínio sobre sua própria vontade. Resistência e Repressão Os processos pscicológicos parecem ocorrer sempre paralelamente aos processos fisiológicos/biológicos básicos. Resistência (suportadas)



Repressão (autoproteção) A repressão é a consequência lógica da resistência. O MODELO PSICANALÍTICO E A TEORIA DA SEXUALIDADE DE FREUD O que é Psicanálise ? Psicanálise é o nome:
De um procedimento para a investigação de processos mentais que, de outra forma, são praticamente, inacessíveis;
De um método baseado nessa investigação para o tratamento de distúrbios neuróticos;
De uma série de concepções psicológicas adquiridas por esse meio e que se somam umas às outras, para formarem, progressivamente, uma nova disciplina científica.
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