Loading presentation...
Prezi is an interactive zooming presentation

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial

Apresentação Bel e Márcia
by

Maria Isabel Dias Baptista

on 4 March 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial

O homem é o trabalhardor produtivo.
Notação do tempo muda radicalmente
Séc. XVIII - Séc. XIX
Disputa sobre o tempo

UMA OBSERVAÇÃO

Um par de guardas do trem.
Um par de coveiros.
No frigir dos ovos, um deles dava as ordens.
O outro fazia o que lhe mandavam.
A pergunta é: e quando o outro é muito mais do que um?
(ZUSACK, 2007)
Inglaterra Nascimento =/- 1343
† 25/10/1400
Lenine:
"Mais um quilo de farinha do mesmo saco"
Inquirido sobre sua raça, respondeu:
- A minha raça sou eu, João Passarinheiro.
Convidado a explicar-se, acrescentou:
- Minha raça sou eu mesmo.
A pessoa é uma humanidade individual.
Cada homem é uma raça, senhor polícia.
(Extracto das declarações do vendedor de pássaros)
(COUTO, 1990)
Acontece que o mundo é sempre grávido de imenso.
E os homens, moradores de infinitos,
não têm olhos a medir.
Seus sonhos vão à frente de seus passos.
Os homens nasceram para desobedecer aos mapas
e desinventar bússolas.
Sua vocação é a de desordenar paisagens.
(COUTO, 1991)
Crescente influência do relógio nas relações sociais e de trabalho
"Pequeno instrumento que regulava os novos ritmos da vida
industrial: nova e urgente necessidade do capitalismo industrial;
impulsionar o seu avanço"
(Thompson; pg. 279)
"Monotonia, alienação do prazer em trabalhar e o antagonismo de interesses – associados ao sistema de fábricas" (pg. 273)
Escolas são fábricas do saber?
Locais de Dominação dos corpos?
Séc. XIV em diante - relógios de igrejas e espaços públicos; nas praças das cidades-mercados;
Uso do pêndulo no relógio: após 1658 - adquire maior precisão;
1660: são acrescidos aos relógios os ponteiros dos minutos;
1674: introdução de mola helicoidal ("cabelo") maior precisão ao relógio portátil;
Havia outra instituição não industrial que podia ser usada para inculcar
o "uso-não-econômico-do-tempo": a escola.
(...)
Em 1772, Powell também via a educação como um treinamento para adquirir o "hábito do trabalho": quando a criança atingia os seis ou sete anos, devia estar "habituada, para não dizer familiarizada com o trabalho e a fadiga". (THOMPSON; pg. 292)
BRECHAS...?
Relógio = mercadoria/status industrialização/pontualidade
"Estamos preocupados simultaneamente com a percepção do tempo em seu condicionamento tecnológico e com a medição do tempo como meio de exploração da mão-de-obra"
(Thompson; pg. 289)
Pessoas das classes inferiores eram consideradas degeneradas pelas classes superiores
(Josiah Tucker):
"nosso povo se embebedou com a taça da liberdade"
Doutrina mercantilista...
Segunda metade do séc. XVIII - eliminar ritmos irregulares de trabalho com salários baixos; Necessário prevenir o ócio
(Thompson; pg.290)
Por esse pão pra comer
Por esse chão pra dormir
A certidão pra nascer
A concessão pra sorrir
Por me deixar respirar
Por me deixar existir
Deus lhe pague!

"Norma 103, Instrução 8, Instrução 31, Norma 40, Law book"... (pg.....)
Seu França não presta pra nada - Só pra tocar violão.
De beber água no chapéu as formigas já sabem quem ele é.
Não presta pra nada. Mesmo que dizer:
- Povo que gosta de resto é mosca.
Disse que precisa de não ser ninguém toda vida.
De ser o nada desenvolvido.
E disse que o artista tem origem nesse ato suicida.

(BARROS, 1998)
1969
Que tempo vivem nossas escolas, hoje?
Que tempo vive a criança hoje? É criança, adulto? É produtiva, consumidora?
Quais são suas possíveis fugas?
Charles Chaplin:
gênio da crítica aos valores da modernidade
- Olha a hora! Já é tarde!
Lewis Carroll
(1936)
(2011)
(1971)
desenhos de John Tenniel
2012
Propaganda de rua - escola de Campinas / 2012
Full transcript