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Voluntariado e as novas dinâmicas da sociedade civil

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by

Viviana Marques

on 4 June 2014

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Transcript of Voluntariado e as novas dinâmicas da sociedade civil

"Faça parte. Faça a sua parte."
História do Voluntariado
O voluntariado é um processo que regista as primeiras ocorrências em tempos muito remotos.
Atualmente, todas as sociedades têm implantada nas suas culturas a ideia de que aqueles que praticam o voluntariado são sujeitos morais. Mas
porquê
?
Conclusão
Introdução
A filosofia tem como objeto de estudo o homem e tudo o que o rodeia, sendo que dele faz parte a dimensão ética.

A ética reflete sobre a conduta do ser humano, pelo que estudar o conceito de voluntariado e tudo o que o envolve é dar um contributo a esta área.



Direitos do Voluntário
Ter acesso a programas de formação;
Ter ambiente de trabalho favorável;
Ser reconhecido pelo trabalho que realiza;
Receber apoio no desempenho do seu trabalho;
(...)
Deveres do Voluntário
O voluntário tem
deveres
perante:

os destinatários do seu trabalho;
a organização promotora;
os profissionais;
os outros voluntários;
a própria sociedade.
Código do Voluntariado
Em que medida a sociedade beneficia e protege os voluntários?

"É o conjunto de
ações de interesse social e comunitário
, realizadas de forma dessinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de serviço aos indivíduos, das famílias e das comunidades, desenvolvidas
sem fins lucrativos
por entidades públicas ou privadas."
De que forma é que o voluntariado moldou as sociedades?
De acordo com a Constituição Portuguesa, voluntariado é:
3000 a.C
Séc. I
Séc. XVI
Séc.XX
Civilização Egípcia
Século I - Cristianismo
Século XVI - Expansão Marítima
Durante a colonização portuguesa, organizações ligadas à religião introduziram o trabalho voluntário em instituições ligadas à saúde, as
"Santas Casas"
.
Século XX - década de 80
São muitas as passagens da Bíblia que apelam ao sentido de solidariedade do indivíduo, e entre os quais se destaca a
parábola do Bom Samaritano
.
Este período foi marcado por profundas desigualdades sociais. Portadores de SIDA, homossexuais, negros, ciganos, etc., necessitavam de bens básicos e até uma palavra amiga, que apenas os voluntários lhes podiam providenciar.
Uma das primeiras civilizações do mundo dava uma grande importância à boa vontade numa ação, visto que existiam leis promotoras de atos corretos.
Trabalho exclusivamente feminino;
Critérios morais rigorosos.
Expansão do voluntariado à
escala global.
Será que devemos considerar o voluntariado um dever? Ou é uma ferramenta fundamental (mas não obrigatória) para a construção do indivíduo?
Estudo dos seus
direitos e deveres.
Mas de que forma o voluntariado moldou as sociedades ?

Voluntários enquanto sujeitos morais
Ética utilitarista de Stuart Mill
O filósofo americano John Stuart Mill criou uma teoria que responde à questão "O que fundamenta a moral?"
Ética deontológia de Kant
O filósofo alemão Immanuel Kant opõe-se à teoria de Stuart Mill, sendo que a sua ética se caracteriza por ser:
No mundo contemporâneo, o conceito de voluntariado já faz parte de nós, pelo que faz todo o sentido abordá-lo numa pespetiva filosófica.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”
Chico Xavier
Com este trabalho pudémos verificar que o voluntariado tornou-se numa imporante ferramenta de evolução do ser humano.

O voluntariado consiste em maximizar a felicidade sem exageros, ao contrário do que sugere Mill.





Contudo, as nossas intenções ao realizar este tipo de ações também são importantes, ou seja, não é só o ato em si mesmo que nos torna sujeitos morais.

O propósito com que agimos também determina quem nós realmente somos.
Ética deontológica
Ética autónoma
Para Kant, a ação só é moral se o homem ceder à sua inclinação para a humanidade, que é onde se localiza a
razão.

Uma razão pura, desprovida dos dados dos sentidos, que só existe se o individuo tiver em si uma
vontade boa
de agir.
Ética do dever
Kant considera que existem 3 tipos de ações:
Ética formal
Kant apresenta o imperativo categórico como orientador da acção correta.
Ética universal
A sua ética caracteriza-se por se poder aplicar a qualquer indivíduo, em qualquer sociedade, em qualquer época histórica.
A ética kantiana é deontológica pois avalia a moralidade da ação segundo a intenção do sujeito.
Contra o dever- ilegais e imorais;
Conformes ao dever- legais mas imorais;
Por dever
- legais e morais.
São as verdadeiras ações morais.
De facto, o voluntariado teve um grande impacte não só nas sociedades atuais, como nas que as antecederam.
Voluntariado e as Novas Dinâmicas da Sociedade Civil
Daniela Dias nº6, Quélia Marques nº17, Viviana Fiúsa nº27
Filosofia - 10º ano
Professora Margarida Quartau
Ética teleológica
Ética utilitarista
Stuart Mill considera que a ação só é correta se esta for
útil
para um maior número de pessoas.
Ética hedonista
A felicidade identifica-se com a obtenção de
prazer.
Os prazeres não devem ser apenas avaliados quando à
quantidade
, mas também quanto à
qualidade
.
Ética materialista
Para Stuart Mill, agir bem ou mal depende do conteúdo ou do bem exterior da ação.
A ética de Stuart Mill é teleológica (
thelos
=fim) porque avalia as consequências da ação.
O fim último da ação consiste na obtenção da
felicidade.
Apresentação do
imperativo hipótetico
como móbil da ação moral.
O voluntariado visto pelos voluntários
Voluntariado: O que é?
O voluntariado oficializou o sentido de solidariedade das pessoas e apelou a que estas pensassem no bem dos outros como o seu próprio.
Voluntariado na sociedade atual
O ser humano enquanto sujeito moral
Quase todos os indivíduos procuram fazer o bem, isto é, agir conforme o que eles consideram correto.

É desta forma que a moral influencia as ações do homem, ela tem uma tendência natural para o bem e para um certo altruísmo.
Razão de existência do voluntariado.
É nesta perspetiva que o voluntariado é importante pois ele fundamenta a nossa preocupação com os outros.
Ao mesmo tempo, não nos deixa esquecer de nós próprios, visto que se trata de um benefício.
Centro de Estudos de Fátima 2013/2014
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