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História do Fotojornalismo

Linha do tempo dos mais importantes fatos da história da fotografia mundial.
by

Eduardo Seidl

on 18 May 2014

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Transcript of História do Fotojornalismo

Câmara Escura
As primeiras observações sobre
a câmara escura são do séc. 5 a.c..
Aristóteles no séc. 4 a.c. entre outras
no decorrer dos séculos.
O inglês Roger Bacon e o árabe
Alhazem observam um eclipse com
o auxílio do equipamento no séc. XIII.
Em 1521, Cesare Cesariano, colega de
Leonardo da Vinci, faz anotações e
desenhos sobre a Câmara Escura.
Desenhando na
Câmara escura.
No século XIV já se aconselhava
o uso da câmara escura como
auxílio ao desenho e à pintura.
Leonardo da Vinci (1452-1519)
fez uma descrição da câmara
escura em seu livro de notas
sobre os espelhos, mas não foi
publicado até 1797.
Os primeiros a utilizarem lentes nas câmaras foram os italianos Giovani Battista Della Porta, Daniel Barbaro e Gerolomo Cardano. O problema da inversão da imagem foi resolvido aplicando espelhos.
Ótica
ou reconhecida como tal, é uma imagem feita por uma janela da casa do francês Joseph Nicéphore Niépce em 1826, na comuna de Le Grass.

Utilizando uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível chamado Betume da Judeia, foram necessárias oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de "heliografia", gravura com a luz do Sol.

Simultaneamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado "Diorama". Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.
A primeira fotografia
que já efetuava pesquisas com papéis fotossensíveis, ao tomar conhecimento dos avanços de Daguerre, em 1839, decidiu apressar a apresentação de seus trabalhos à Royal Institution e à Royal Society, procurando garantir os direitos sobre suas invenções.

Talbot desenvolveu um processo denominado Calotipo: folhas de papel cobertas com cloreto de prata, posteriormente colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva.

Este processo é muito parecido com o processo fotográfico em uso hoje, um negativo que produz várias imagens positivas.
À época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de fotografia. Porém, por demorar a anunciá-lo, não pôde mais ser reconhecido como seu inventor.
francês radicado em Campinas, conseguiu resultados superiores aos de Daguerre trabalhando com negativos em vidro.
Suas primeiras experiências com a câmera obscura datam de janeiro de 1833 e encontram-se registradas no manuscrito "Livre d'Annotations et de Premier Matériaux".

Mais de 150 anos depois, o exame detalhado desse manuscrito por Boris Kossoy levou-o a comprovar o emprego pioneiro da palavra "photographie", cinco anos antes que o vocábulo fosse utilizado pela primeira vez na Europa.

Hércules morreu sem ser reconhecido. Sua vida e obra só foram devidamente resgatadas em 1976 por Kossoy.
O britânico William Fox Talbot,
No Brasil, Hércules Florence,
1888
George Eastman cria a Eastman Kodak
Company e lança a primeira câmera
portátil de uso prático para amadores. Vendida com um rolo de papel com capacidade para 100 fotografias. Um ano depois o papel foi subtituído pelo plástico transparente.
Terminado o filme, a máquina era entregue à empresa, em Rochester-NY, que revelava as fotos, recarregava a câmera e a devolvia ao cliente. Deste processo se originou o slogan:
Aperte o botão, nos fazemos o resto!
Em 1920 a Kodak se instala no Rio de Janeiro com uma fábrica de papéis fotográficos. Em 1965 lança a primeira câmera brasileira, a Kodak Rio-400, em homenagem ao centenário da cidade do Rio de Janeiro.
A invenção da Leica remete à Alemanha de 1849, ano da fundação do Instituto Ótico, idealizado pelo mecânico Carl Kellner, fabricante de peças de microscópio. Em 1865 Ernest Leitz junta-se ao Instituto, que passa a se chamar Ernest Leitz Wetzlar, chegando a fabricação de dez mil microscópios por ano no final da década de oitenta do séc. XIX. Na década seguinte, Oskar Barnack começa o projeto de uma câmera cinematográfica que ficou pronta em 1912.
A I Guerra Mundial atrasou o possível lançamento da novidade. O projeto de produção em série foi retomado em 1920. Neste ano Ernest Leitz falece e assume a empresa seu filho Ernest Leitz II.
No início dos 20' o projetista ótico da empresa, Max Berek, desenha uma lente 50mm com diafragma f/3.5. Em 1924, Leitz II arrisca a produção em série de 30 protótipos da Leica 0 para teste de mercado. Em seguida, 1928, sai a Leica 1 em uma série de 500 câmeras. O nome da marca é a fusão das palavras LEItz e CÂmera.
Leica I, 1928
Henri Cartier-Bresson (1908-2004)
Fotojornalismo
1819 – John Herschel, astrônomo, indica a ação do hipossulfito de sódio como fixador.
Sistema Reflex







Em 1929 surge o sistema de visualização reflex. Similar ao utilizado nos equipamentos profissionais até hoje.
O primeiro tablóide fotográfico agrega à imagem valor de conteúdo tão importante quanto o texto.
The Daily Mirror, 1904.
Estas mudanças importantes influenciaram a competição entre os jornais. Atraindo um público curioso, aumentando tiragem, da publicidade, lucro. A competição no fotojornalismo foi a rapidez, o que originou a cobertura de uma única foto, exclusiva e em primeira mão - a doutrina do Scoop.
Estas mudanças nas convenções do fotojornalismo acabaram incentivando a pesquisa e evolução técnica da fotografia.
A evolução da técnica transformou o fotojornalismo. As práticas câmeras Leica proporcionaram aos fotógrafos mais sutilieza, rapidez no ato fotográfico. O valor noticioso, o inusitado, a espontaniedade, o instantâneo tornara-se fundamentais na fotografia. Não só qualidades como nitidez, significação para a notícia, aproveitamento do quadro, como critérios de qualidade.
Exige-se do fotógrafo domínio de determinado contexto histórico-cultural, de dissernir o que é revelante socialmente, o quê é notícia, ou fotonotícia.
O primeiro jornal a apoiar o movimento "The Suffragettes", publicando uma foto de um linchamento público legendada com a frase:
"Mesmo concordando ou discordando com seus métodos de militância, é impossível justificar a atitude brutal por parte da multidão enfurecida", declarou.
Fim da I Guerra Mundial, terça-feira, 12 de novembro de 1918.
Roger Fenton e a fotografia da Guerra da Criméia, 1855.
Mattew Brady, Guerra da Secessão, 1864.
Traduz-se ao Francês, 1868.
Foto de Bayerische Staatsgemaldesammlungen.
Foto de Giorgio Sommer.
Erupção do Monte Eta, sul da Grécia,1872.
Fotojornalismo
Fotojornalismo moderno
Podemos situar na Alemanha o nacimento do fotojornalismo moderno. Após a Primeira Guerra, brotaram as artes, as letras e as ciências. Este ambiente repercutiu na imprensa. Entre os anos 20' e 30' a Alemanha acumulou o maior número de revistas ilustradas, algumas com tiragens de mais de cinco milhões de exemplares para uma audiência estimada em 20 milhões de leitores.
Influenciadas pela linha gráfica e editorial destas revistas alemãs, espalharam-se pela Europa revistas ilustradas.
Revista francesa VU, 1930, Foto de Man Ray.
1933
Foto da capa de David Seymour-CHIM
Páginas com fotos de CHIM e Robert Capa. 1938.
Inglaterra, 12 de novembro de1938.
Inglaterra, 22 de outubro de 1938.
Inglaterra, 23 de maio de 1942.
Inglaterra, 23 de maio de 1942.
14 de agosto de 1944.
14 de julho de 1947
1947
Chico Buarque visitava Lisboa em 1967. Foi recebido pela banda da Carris e disse ao repórter que tinha sido a mais bonita prova de simpatia que tinha recebido na vida. A canção que a banda tocava, adivinharão qual era....Eduardo Gageiro esteve lá e fotografou este Chico Buarque tão novo e feliz. Século Ilustrado, nº 1530.
Candid photography e a
fotografia do instante
A fotografia ganhando força e ultrapassando o caráter meramente ilustrativo e decorativo, o fotojornalismo de autor criou seu espaço. Pela primeira vez se privilegiou a imagem em detrimento do texto, que complementava, as vezes reduzido a uma legenda. A fotografia precisava "falar por si", ou buscava aprimorar o "fotojornalismo do instante", a noção que mais tarde, Bresson melhor explicou como "momento decisivo".
Enquanto na Europa as revistas ilustradas eram o principal destino do material produzido pelos repórteres fotográficos, nos Estados Unidos foi nos jornais diários onde aconteceram mudanças importantes para o futuro da atividade. Fotojornalistas que buscavam produzir abordagens do cotidiano, como Weegee, pseudônimo de Arthur Fellig. Weegee fotografou Nova Iorque nas décadas de 30' e 40'. Registrou muito do cotidiano da grande metrópole, mas tinha um gosto peculiar pelas tragédias e locais de crimes.
Farm
Secutity
Administration
Em abril de 1935, o presidente norte-americano Franklin Roosevelt criou a "Resettlement Administration" para encontrar soluções aos problemas que afetavam a população do setor rural após a Grande Depressão motivada pela quebra de Wall Street de 1929.
Em 1937, a "Resettlement Administration" converteu-se em "Farm Security Administration" (FSA). Para documentar os trabalhos que tinham que ser empreendidos, Rexford Tugwell, diretor de planejamento do governo Roosevelt, decidiu recorrer à fotografia, contando com a colaboração do economista e fotógrafo Roy Emerson Stryker.
FSA
Dorothea Lange, 1936
Jack Delano, 1941.
Russell Lee, 1941.
Bem Shahn
Russel Lee, 1938
John F. Vachon
As consequências deste período foram a atração e popularidade da fotografia no jornalismo, apoiadas pela cultura visual que se desenvolvia com o cinema. Fotógrafos com compromisso social que provavam que o documentarismo tinha força e que a fotografia podia ser usada com fins sociais através da imprensa. Entendimento de legitimidade e acessibilidade à informação por parte do público. Fotografia com fortes traços autorais. Influência no design dos jornais. Objetividade e credibilidade ao jornalismo, em uma época em que os fatos relatados pela imprensa começavam ser merecedores de desconfiança.
A Primeira Revolução
No fotojornalismo, o período pós-guerra foi muito fecundo, principalmente ao que se refere ao surgimento das agências. Se por um lado a fotografia encontrou novas e mais profundas formas de expressão, por outro lado a rotinização e a convencionalização do trabalho fotojornalístico nos jornais originou uma certa banalização dos resultados. Pela produção em série das fotos de fait-divers, variedades.
As agências de notícias já incorporaram aos seus serviços a fotografia, como a Reuters e a Associated Press.

Neste ambiente de inconformidade da grande maioria dos fotógrafos que preservam a idéia de fotógrafos-autores, com compromisso social e com crenças em princípios humanísticos é que nascem agências independêntes como a Magnum.
W. Eugene Smith, 1948
A televisão roubou boa parte das cotas de publicidade das revistas ilustradas e jornais impressos. Alguns fecharam, outros resistiram mesmo em meio à dificuldade financeira.
A Segunda Revolução
Nos anos sessenta, a concorrência aumentou na comunicação social, acentuando os aspectos negativos da concepção de jornalismo sensacionalista. Isto foi provocando o abandono da função sócio-integradora que os comunicadores historicamente possuíram, privilegiando a espetacularização e a dramatização da informação.

No fotojornalismo esta mudança influenciou mais no privilégio dado à captura do acontecimento sensacional e na industrialização da atividade do que nas reflexões sobre os temas, as novas tecnologias ou sobre as pessoas.
Eddie Adams
Os traços mais importantes desta segunda revolução são o fechamento de algumas revistas ilustradas como a Life e a Look, pelos altos custos. Fortalecimento das agências de notícia e redução do número de fotógrafos contratados por publicações. Aparecem com mais regularidade fotografias coloridas. Empresas começam publicar relatórios anuais e ou de prestação de contas ilustrados.
A Terceira Revolução
A digitalização e a fotografia digital levantam problemas nunca antes suspeitos, quanto à relação com o real. A eterna necessidade de atualização de equipamentos e ferramentas. A transmissão por satélite, telefone ou internet aumentam a pressão sobre o tempo de envio da foto pelo profissional, tornando o ato fotográfico menos planejável, mais produzido.
?
Após a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos. O processo foi denominado daguerreotipia. Daguerre descreveu seu processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois requereu a patente do seu invento na Inglaterra.

A popularização dos daguerreótipos, deu origem às especulações sobre o "fim da pintura", inspirando o Impressionismo.
Conhecendo as dificuldades do manuseio das pesadas câmeras, tripés, chapas de vidro, seu objetivo era desenvolver uma câmera portátil e de qualidade para o trabalho profissional.

Nesta mesma época constrói uma pequena caixa de metal, acopla uma lente de microscópio, um obturador de velocidade fixa 1/40, projetado para a película de cinema com o tamanho duplicado e horizontal. Nasce o protótipo das câmeras Leica. A Ur-Leica demonstrou resultado satisfatórios já em 1914.
Este último reuniu uma coleção fotográfica que se tornou um dos mais significativos arquivos fotográficos da História.
Arthur Rothstein, Walker Evans, Carl Mydans, Bem Shahn, Dorothea Lange, Russel Lee, Jack Delano, Marion Post Wolcott e John Vachon foram alguns dos fotógrafos que colaboraram neste trabalho.
A influência dos fotógrafos da FSA foi considerável, mas mereceu mais relevo durante os anos 70, momento em que foram publicadas muitas obras sobre esta história.
Uma terceira linha surge, a da foto-ilustração, também dita como fotoglamour, a foto-beautifulpeople e a foto institucional, principalmente das décadas de 80' e 90', época do triunfo do design.

Vivenciando uma ruptura de fronteiras temáticas, percebe-se uma evolução estética dos fotógrafos, que chegam a confundir seu trabalho com a arte e a expressão. Aqui já está disseminado o uso de equipamentos reflex.
A Magnum nasceu das experiências vividas na guerra, do antifacismo francês e dos movimentos comunistas e socialistas pelos direitos trabalhistas. Por iniciativa direta de Robert Capa, Henri Cartier-Bresson e David Seymor.
Na contra corrente desta massificação é que é criada em 1947 a Agência Magnum, por uma geração de fotógrafos que seguiam os passos do pioneiro fotojornalismo alemão. Alicerçada sobre a idéia que os fotógrafos deveriam perseguir seus próprios objetivos, como historiadores, antropólogos de causas próprias, além de jornalistas, tendo o valoroso suporte de uma agência cooperativada. O fotógrafo, um ser consciênte do seu trabalho.
As revistas de celebridades e de escândalos fazem surgir a figura do paparazzi, fotógrafos especializados em caça às estrelas. Todo este ambiente é motivo para se incentivar outras características do fotojornalismo como a disseminação da foto ilustração, foto 500, foto institucional. O uso de teleobjetivas, distanciando o fotógrafo da sua pauta e o uso de técnicas de publicidade no fotojornalismo.
Outros pontos interessantes do período no que diz respeito à expansão do fotojornalismo. O crescimento da imprensa de celebridades, das revistas eróticas de qualidade, da imprensa de escândalos e das revistas ilustradas especializadas em moda, decoração, entre outros segmentos.
Na Guerra fria, os news media, como são identificados os veículos de comunicação diária, de massa, foram palco de lutas políticas e ideológicas. Partidos, forças políticas, empresários, representações sociais e empresas de comunicação alinham-se segundo seus interesses, percebendo o poder que já se exercia sobre a opinião pública e sobre as decisões governamentais. Muitas vezes tomando atitudes de interesses dúbios, pouco cinseros ou mesmo anti-éticos.
Tanto na Guerra da Coréia nos anos 50', como na Guerra do Vietnam nos anos 60', o fotojornalismo vai ter um papel oposto ao que teve nos conflitos anteriores. Com menos censura e mais interesse pelo sensacional, as fotografias publicadas no ocidente, em conjunto com o TV, serviram para chocar ao ponto de criarem correntes de opinião contrárias à guerra. Neste caso o fotojornalismo tendeu a explorar os caminhos da sensibilidade, da emoção e eventualmente a foto choque. É durante a Guerra do Vietnam que ocorre a Segunda Revolução do fotojornalismo.
A fotografia entra com força nos museus, coleções privadas, no mercado de arte e no ensino superior. Aumenta o interesse pela formação e pelo estudo teórico da fotografia. Antes função restrita aos laboratoristas ou funcionários de setores de fotografia.

O uso de câmeras fotográficas está totalmente popularizado. Levantam-se questões sobre o direito à privacidade e o direito de uso da imagem na fotografia.
O efeito do livre acesso à Guerra do Vietnam fez com que militares começassem a controlar o acesso de fotógrafos às áreas de conflito. Esta preocupação se estendeu para outras áreas como a política. Criação de momentos para a fotografia em eventos políticos, exigência de credenciamento e locais específicos para repórteres de imagem.
Uma forte reação contra o padrão estadunidense de fotojornalismo. Surgem mais agências européias como a francesa Sygma, dedicando-se às revistas, fotoreportagens, deixando para as grandes agências o fornecimento para jornais.
Exige-se do jornalista contratado a flexibilidade e polivalência de expressão nos diferentes meios, retirando atenção e especificidade do fotojornalismo. As novas tecnologias permitem produzir imagens em movimento nos mesmos equipamentos de fotografia, exigindo do profissional ambas formas, novamente tirando especificidade do fotojornalismo.
A televisão constantemente bate o fotojornalismo na busca pelo factual, mas as pessoas seguem buscando o jornal no dia seguinte para ver as imagens, menos do que para reler as informações textuais. Assim como foi em 12 de setembro de 2001.

A foto choque, ou a foto contestação, continua perdendo espaço para foto glamour, foto celebridade.
Aumenta a necessidade de rapidez na produção de conteúdo centrado no imediato e não na reflexão e no aprofundamento dos assuntos. Mesmo que os portais abram espaço para mais que uma fotografia em cada matéria.
Os atos governamentais e institucionais são pensados para a imagem. Abrindo portas, mas geralmente criando obstáculos para o acesso a algumas informações e situações.
Rolleiflex Original with Carl Zeiss Jena Tessar f/3.8
Na década de 40 surgem no Brasil os 'FotoClubes', movimento que reuniu fotógrafos profissionais e amadores.

- Thomas Farkas
- José Oiticica Filho
- Eduardo Salvatore
- Chico Albuquerque
- Hermínia de Mello Nogueira Borges
- Geraldo de Barros
- Gaspar Gasparian
Na década de 50 a revista O Cruzeiro, 1928 a 1975, foi a publicação que valorizou a fotografia como conteúdo principal. Pierre Verger.
16 de março de 1957
"Prisão de Jagunços pela cavallaria". Canudos, Bahia, 1897. Foto Augusto Flavio de Barros.
Antonio Conselheiro morto. Canudos, Bahia.
6 de outubro de 1897.
Caravana de Imigrantes. São Sebastião do Caí-RS. 1893. Foto Giovanni Battista Serafini - Arq. Municipal João Spadari Adami.
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