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Surdos: Esse "outro" de que fala a mídia

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Airton Eduardo da Silva

on 7 January 2014

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Surdos: Esse "outro" de que fala a mídia
O texto traz as representações e imaginários constituídos sobre os surdos e a surdez a partir da mídia.


Sabemos que as representações (ou imagens) se constroem, a partir das práticas sociais, nessas representações as crenças os costumes e os valores legitimados pela ordem social e nos leva a crer o fato de que as diferenças entre os indivíduos é natural e necessário para o funcionamento coletivo e isso soa como um dispositivo que quando nos damos, por conta já estamos pensando e agindo de acordo, com que a mídia nos empoem.

Mas a mídia é surda aos surdos por acreditarem na naturalização de categorias comuns aos surdos, como sendo improdutivos e os vendo com limites e possibilidades.

A constituição do imaginário social sobre o surdo tem grande influência da mídia mas também as religiões, os mitos e a ideologia cumprem com essa mesma premissa, a de constituir esse imaginário de uma sociedade em uma determinada época.
Constituições essas que circulam no âmbito social, embora que com opiniões divergentes mas não deixamos de lado a fala de que o surdo continuará sendo visto como "incapaz", "improdutivo" ou como um "peso social" causando danos psíquicos e sociais na vida dos surdos.
Pensar a educação do surdo a partir dos imaginários e das representações construídas sobre a surdez apareceu como uma forma de intender o tratamento social e educacional que lhes é dado e seu sucesso ou fracasso escolar se relaciona diretamente com as imagens e representações que dão ao surdo, mas o que não se reconhece é a dificuldade e o manejo que nós ouvintes temos de trabalhar com eles as formas como os surdos são representados na mídia ocorre de forma como um processo descontínuo. 
Com idas e vendas avanços e retrocessos fazendo com que a opinião publica ora se sensibilize pelo limites encontrados pelos surdos no mercado, ora superestime considerando-o capaz de realizar todo o tipo de atividade tentam incluir excluindo o surdo não levando em consideração sua subjetividade humana, e que ele não é uma patologia e sim um ser humano carregado de emoções, pensamento e possibilidades.
E hoje a partir de um novo paradigma, denominado ciência pós-moderna sabemos que não há mais como negar a existência das várias faces que constituem o sujeito como um sujeito de direitos e deveres iguais do ouvinte. Devemos construir esforços por uma sociedade mais autônoma justa e igualitária.
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