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Dietoterapia no Câncer

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by

Joana Amaral

on 13 October 2015

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Transcript of Dietoterapia no Câncer

Dietoterapia no Câncer
CAQUEXIA DO CÂNCER
EFEITOS DO TRATAMENTO


A palavra câncer vem do grego karkínos, que quer dizer caranguejo e foi utilizada pela primeira vez por Hipócrates, o pai da medicina, que viveu entre 460 e 377 a.C.

O câncer não é uma doença nova. O fato de ter sido detectado em múmias egípcias comprova que ele já comprometia o homem há mais de 3 mil anos antes de Cristo.

Atualmente, câncer é o nome geral dado a um conjunto de mais de 100 doenças, que têm em comum o crescimento desordenado de células que tendem a invadir tecidos e órgãos vizinhos.
Conceitos
INCA, 2012
Amplitude do problema
Evidências prováveis e possíveis
Paciente cirúrgico
Paciente em quimio e/ou radioterapia
Paciente transplantado
Paciente em cuidados paliativos
Tratamento
Prevenção/Redução do risco
Nutrição no câncer
Prevenção e redução do risco
Caquexia cancerosa é uma síndrome complexa e multifatorial caracterizada por um intenso consumo generalizado dos tecidos corporais, muscular e adiposo, com uma perda progressiva e involuntária de peso, anemia, astenia, balanço nitrogenado negativo, disfunção imune e alterações metabólicas, geralmente associadas à anorexia.
Caquexia do Câncer
Aumento da secreção de catecolaminas, cortisol e glucagon
Secreção de LMF e PMF pelo tumor
Aumento de citocinas inflamatórias: IL-1, IL-6 e TNF a
Caquexia do Câncer
QUIMIOTERAPIA
Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem do tipo de droga utilizada, da dose e se concomitante ou não à radioterapia.

Alquilantes: interage com o DNA promovendo a quebra na sua sequência

Análogos da platina (carboplatina e oxaliplatina): liga-se ao DNA interferindo na replicação

Agentes que atuam na topoisomerase (irinotecam, toponecam, etoposide e dexorrubicina) : inibem a DNA topoisomerase que modificam a estrutura topológica do DNA

Quimioterápicos que agem nos microtúbulos (vincristina, vimblastina, vindesina e vinorelbine): microtúbulos agem no fuso mitótico, transporte celular, ancoragem de receptores e transmissão de sinal de receptores
Efeitos do tratamento no câncer
RADIOTERAPIA

As seqüelas nutricionais causadas pela radioterapia estão relacionadas com a região anatômica irradiada, número de aplicações e se concomitante ou não à quimioterapia
Efeitos do tratamento no câncer
Cirurgia - tratamento a tumor localizado
Nível de estresse e hipermetabolismo
Íleo paralítico
Atonia gástrico
Fístulas
Má-absorção


Transplante de medula - doenças hematológicas e tumores sólidos
Náuseas e vômitos
Anorexia
Mucosite
Estomatite e esofagite
Alterações salivares e do paladar
Diarréia, má absorção (decorrentes de lesão intestinal)
Efeitos do tratamento no câncer
CONSIDERAR EFEITOS DO TRATAMENTO CLÍNICO

Inapetência
Anorexia
Náuseas
Vômitos
Alterações gustativas
Mucosite
Estomatite
Queilose
Glossite
Esofagite
Diarréia e má absorção intestinal
Dietoterapia no câncer
CONSIDERAR EFEITOS LOCAIS DO TUMOR

Disfagia ou odinofagia por obstrução mecânica total ou parcial da luz do tubo digestivo, ulcerações em cavidade oral, plenitude gástrica, vômitos, menor capacidade de armazenamento, dificuldade de esvaziamento gástrico, obstrução parcial do TGI interferindo negativamente na absorção de nutrientes, deficiências enzimáticas e síndrome de má absorção
Dietoterapia no câncer
CONSIDERAR ASPECTOS PSICOLÓGICOS E SOCIO-ECONÔMICOS

Diagnóstico
Mutilações
Limitações impostas pela doença e pelo tratamento
Dependência
Suporte nutricional
Dietoterapia no câncer
OBJETIVOS

Minimizar os efeitos do jejum, garantir o fornecimento de energia e prevenir as deficiências específicas de nutrientes;

Recuperar ou estabilizar o estado nutricional;

Aumentar o potencial de resposta orgânica favorável à terapia antineoplásica;

Acelerar a recuperação dos efeitos colaterais da terapia antineoplásica: cirurgia, rádio e quimioterapia;

Melhorar a qualidade de vida com a manutenção das atividades diárias.
Dietoterapia no câncer
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

Objetiva:
•Perda ponderal recente
•Antropometria, PCT, CMB, Bioimpedância
•Parâmetros bioquímicos (índice creatinina/altura e proteínas plasmáticas, como albumina, pré-albumina, transferrina e proteína ligada ao retinol)
•Parâmetros imunológicos (número total de linfócitos)

Subjetiva (ASG-PPP/ASG):
•Mudanças recentes nos hábitos dietéticos
•Perda de peso e sua relação no tempo
•Ingestão atual de alimentos
•Problemas relacionados com alimentação

Exame físico:
•Edema
•Perda de massa muscular
•Perda de gordura subcutânea
Dietoterapia no câncer
ENERGIA

Equação de Harris Benedict
(FI para câncer – 1,1 a 1,6, dependendo das condições clínicas e nutricionais; outros fatores podem ser considerados de acordo com o estado clínico do paciente, ex: sintomatologia, cirurgia, transplante).


OU:


Verificar o estado nutricional

Manutenção: 25 – 30kcal/kg/dia
Recuperação: 30 – 35kcal/kg/dia
Hipermetabólicos: > 35kcal/kg/dia
Dietoterapia no câncer
MACRONUTRIENTES

•Carboidratos - 50 a 60% (Alimentos doces – melhor tolerância ao paladar)

•NPT: 100 a 250g de glicose (cuidado na sobrecarga)

•Lipídios - 25 a 30% - Má absorção de gorduras: 50% TCM e 50% TCL
Dietoterapia no câncer
MACRONUTRIENTES

•Proteínas - 0,8-1,0g/kg/dia para o paciente eutrófico e 1,2-2,0g/kg/dia para pacientes desnutridos.
• Aminoácidos essenciais
• Aminoácidos de Cadeia Ramificada (AACR)
• Relação Kcal não protéica: g de nitrogênio - em torno de 150:1, sendo que em pacientes estressados pode-se necessitar 100:1.

OU

Verificar o estado nutricional

Manutenção: 0,8 – 1,0g/kg/dia
Recuperação: 1,0 – 1,2g/kg/dia
Hipermetabólicos: 1,5 – 2,5g/kg/dia
Dietoterapia no câncer
VITAMINAS E MINERAIS

De acordo com IDR – ênfase aos nutrientes com função antioxidante
Dano oxidativo ao DNA – causa importante de mutações (fatores dietéticos)
Anti-oxidantes ou co-fatores das enzimas anti-oxidantes (selênio e cobre), flavonóides, polifenóis, selênio, vitamina A, vitamina C, vitamina E.
Dietoterapia no câncer
IMUNOMODULADORES
Dietoterapia no câncer
IMUNOMODULADORES
Dietoterapia no câncer
ANTIOXIDANTES
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ORIENTAÇÕES PARA SINAIS E SINTOMAS
Dietoterapia no câncer
ALVES, CC; WAITZBERG,DL; SALA, PC; RODRIGUES, LSR. Terapia Nutricional no Câncer. In: WAITZBERG, D. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 4ª Ed., 2009. Ed. Atheneu. p. 1805-1834.

Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). ABC do câncer : abordagens básicas para o controle do câncer. Org. Luiz Claudio Santos Thuler. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro : Inca, 2012. 129 p.

Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Consenso nacional de nutrição oncológica. Rio de Janeiro: INCA, 2009. 126 p.

SILVA, MPN. Síndrome da anorexia-caquexia em portadores de câncer. Revista Brasileira de Cancerologia 2006; 52(1): 59-77.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Dietoterapia no câncer
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