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Palestinos x Israelenses

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Natalia Marchioni

on 23 October 2013

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Palestinos x Israelenses
3 - O que é um Estado Laico?
O Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente o Estado Laico, favorece através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa. Desta forma, no Estado Laico, a princípio, todas as crenças são respeitadas.
O Brasil é oficialmente um Estado Laico, pois a Constituição Brasileira e outras legislações prevêem a liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito ás manifestações religiosas.
1- O que é um Estado Nação? Sempre existiram? Quais são suas principais características? Quando começaram a ser importantes na história da Europa e da América?
Chama-se estado nação um território delimitado, composto por um governo e uma população quase homogênia, sendo esse governo produto da mesma composição. Isto ocorre quando as delimitações étinicas e políticas coincidem. Neste caso, normalmente, há pouca emigração e imigração, poucos membros de minorias étinicas e poucos membros da etnia dominante a viver além das fronteiras.
Portugal é um exemplo de Estado Nação, o mais antigo da Europa por sinal. Apesar de ser rodeada por outras terras e povos, a nação portuguesa ocupa o mesmo território há quase 900 anos e todos os vários povos que ali estavam, formaram um só. Desde a sua fundação, em 1143, Portugal se manteve com o mesmo povo, vivendo na mesma terra.
No século XIX, o conceito de Estado Nação ganharia os povos da Europa e da América do Norte, ameaçando ruir os antigos impérios dinásticos da Europa.
2 - Por que é importante definir territórios? E estabelecer identidades nacionais? E governo próprio?
A concepção mais comum de territória é a de uma divisão administrativa. Através de relações de poder são criadas fronteiras entre países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo áreas de influência de um determinado grupo. O território representa uma parte do espaço terrestre identificada pela posse, sendo uma área de domínio de uma comunidade ou Estado.

Nesse sentido, o conceito de território abrange mais que o Estado Nação. Qualquer espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder se caracteriza como território. O território não se restringe somente ás fronteiras entre diferentes países, corresponde ao espaço geográfico socializado, apropriado para os seus habitantes, independentemente da extensão territorial.

Identidade nacional é o conceito que sintetiza um conjunto de sentimentos, os quais fazem um indivíduo sentir-se parte integrante de uma sociedade ou nação. Esse conceito começa a ser definido somente a partir do século XVIII. Ela é construída por meio de uma autodescrição da cultura patrimonial de uma sociedade. A síntese da cultura consiste na definição de fatores de integração nacional, baseados na língua, monumentos históricos, folclore, modelos de virtudes nacionais, hino e bandeira. A identidade nacional deve ser fortalecida para que haja a consolidação do Estado.

A nação pode escolher o governo que quer, ou o que mais a convém. O povo não precisa mais se submeter a um governo diferente. Podemos citar o caso dos judeus: antes de terem um Estado próprio, esse povo era espalhado pelo mundo todo e devia acatar as leis de países e governos totalmente distintos.
4 - Pesquisar confrontos Israel x Palestina
Os conflitos entre Israel e Palestina nasceram em tempos remotos, pois se enraízam nos ancestrais confrontos entre árabes e israelenses. Mas os embates entre estes povos, que detêm a mesma origem étnica, recrudesceram no final do século XIX, quando o povo judeu, cansado do exílio, passou a expressar o desejo de retornar para sua antiga pátria, então habitada em grande parte pelos palestinos, embora sob o domínio dos otomanos. O ideal judaico de retorno á terra natal de seus antepassados é conhecido como Sionismo, vigente desde 1897, estimulado pela Declaração de Balfour, iniciativa britânica, que dá aos judeus aquilo que até então eles não tinham, direitos políticos próprios de um povo. Neste momento, vários colonos judeus começaram a partir na direção da terra prometida.
Leia mais em: http://www.infoescola.com/historia/conflito-entre-israel-e-palestina/
5 - Pesquisar sobre os principais líderes no contexto do conflito
David Ben-Gurion
Primeiro premiê de Israel, nasceu em Plonsk, na Polônia, e sempre esteve envolvido com políticas socialistas e sionistas. Mudou-se para a Palestina, sob controle britânico, em 1905 até ser expulso pelas suas atividades políticas. Após um período nos Estados Unidos, regressou a Terra Santa em 1918. Lá fundou o Partido Trabalhista e o Haganá, grupo armado sionista que lutava pelo Estado Judeu. Foi um dos arquitetos da imigração de judeus em massa para a Palestina, atividade que os britânicos não aprovavam. Nesse período tornou-se uma das maiores lideranças sionistas, encorajando os judeus a retornaram para a Palestina e fundar o seu país. Em 1948 tornou-se primeiro-ministro, cumprindo mandato até 1953 (ele retornaria ao posto novamente entre 1955 e 1963). Em 1970 deixou a política, passando a se dedicar a literatura e morreu três anos depois. Veja aqui o discurso de Ben-Gurion após a criação do Estado de Israel.
Yasser Arafat
A maior figura da história palestina nasceu no Cairo, em 1929. Após a morte da mãe, viveu por um tempo com um tio em Jerusalém e sempre se considerou palestino. Após a criação de Israel, Arafat abandou os estudos na Universidade do Cairo para lutar contra o novo Estado. Presidiu a Irmandade Muçulmana e em 1969 foi nomeado líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP). Ajudou a criar o Fatah, uma organização dedicada a criar o Estado palestino e pregava a destruição de Israel (posição que mudou com o passar dos anos). Nos anos 1970 e 1980 esteve engajado na campanha pelo Estado Palestino, apoiando ações contra Israel em vários países muçulmanos (pregando inclusive a violência). Em 1993 junto com Yitzhak Rabin assina a Declaração de Princípios Israelense-Palestino, em Washington, visando a paz na região. Graças à atitude, vence o Prêmio Nobel da Paz com Rabin. Nos anos seguintes, como líder de Autoridade Palestina, Arafat lutou pacificamente pelo Estado Palestino, mas a nova política conservadora de Israel dificultavam as coisas. Em novembro de 2004, ele morreu aos 75 anos de falência múltipla de órgãos.
Leia sobre mais líderes em: http://www.blogdacomunicacao.com.br/cinco-personagens-do-conflito-israelo-palestino/
6 - O que foi a Primavera Árabe e seus conflitos?
Primavera Árabe É o nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2011. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise econômica e pela falta de democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições de vida.

Países envolvidos Egito, Tunísia, Líbia, Síria, Iêmem e Barein.

Ditaduras derrubadas A onde de protestos e revoltas já provocou a queda de quatro governantes na região. Enquanto os ditadores da Tunísia e do Egito deixaram o poder sem oferecer grande resistência, Muammar Kadafi, da Líbia, foi morto por uma rebelião interna com ação militar decisiva da Otan. No Iêmen, o presidente Saleh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório. A Síria foi o único país que até agora (12/03/2012) não conseguiu derrubar o governo do ditador Bashar al-Assad.

Transição para as novas democracias Tunísia e Egito realizaram eleições em 2011, vencidas por partidos islâmicos moderados. A Tunísia é apontada como o país com as melhores chances de adotar com sucesso um regime democrático. No Egito, os militares comandam o conturbado processo de transição, e a população pede a sua saída imediata do poder.

Geopolítica árabe Os Estados Unidos eram aliados de ditaduras árabes, buscando garantir interesses geopolíticos e econômicos na região, que abriga as maiores reservas de petróleo do planeta. A Primavera Árabe põe em cheque a política externa de Washington para a região. A Liga Árabe, liderada pela Arábia Saudita e pelo Catar, assume um papel de destaque na mediação das crises e dos conflitos provocados pela Primavera Árabe.
Produzido por: Natalia Marchioni Quadrado

Sob a orientação da professora Sueli Gama, da disciplina de história

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