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Erros comuns que você NÃO quer cometer no ENEM

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by

Cíntia Catão

on 2 April 2014

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Transcript of Erros comuns que você NÃO quer cometer no ENEM

Os Erros comuns que você NÃO quer cometer no ENEM
Encontros vocálicos
Hiatos:
Encontro de vogais pronunciadas em sílabas separadas. Ex.: pa-ís; tri-un-fo.
Ditongos:
Encontro de vogais pronunciadas na mesma sílaba. Ex.: pais; á-gua; mui-to.
Tritongos:
Encontro de três vogais pronunciadas na mesma sílaba. Ex.: quais-quer; en-xa-guou.
E agora? Que(s) letra(s) usar?
Coesão
A coesão por conexão traz elementos que:
a) fazem uma gradação na direção de uma conclusão: "até", "mesmo", "inclusive" etc;
b) argumentam em direção a conclusões opostas: "caso contrário", "ou", "ou então", "quer... quer"; etc;
c) ligam argumentos em favor de uma mesma conclusão: "e", "também", "ainda", "nem", "não só... mas também" etc;
d) fazem comparação de superioridade, de inferioridade ou igualdade: "mais... do que", "menos... do que", "tanto... quanto", etc
e) justificam ou explicam o que foi dito: "porque", "já que", "que", "pois" etc;
f) introduzem uma conclusão: portanto, logo, por conseguinte, pois, etc;
g) contrapõem argumentos: "mas", "porém", "todavia", "contudo", "entretanto", "no entanto", "embora", "ainda que" etc;
h) indicam uma generalização do que já foi dito: "de fato", "aliás", "realmente", "também" etc;
i) introduzem argumento decisivo: "aliás", "além disso", "ademais", "além de tudo" etc;
j) trazem uma correção ou reforçam o conteúdo do já dito: "ou melhor", "ao contrário", "de fato", "isto é", "quer dizer", "ou seja", etc;
l) trazem uma confirmação ou explicitação: "assim", "dessa maneira", "desse modo", etc;
m) especificam ou exemplificam o que foi dito: "por exemplo", como, etc

A crase e o acento grave
Dá-se o nome crase a toda e qualquer junção de dois sons iguais da língua portuguesa.
A união da preposição "a" com o artigo definido feminino "a" (ou com os pronomes demonstrativos "aquela(s)) é marcada pelo acento grave: à.

Regência
A regência nos conta se um verbo ou um nome têm seus complementos regidos por preposição ou não.
O uso da vírgula
A vígula deve ser utilizada nos seguintes casos:
Para separar termos coordenados:
"Sim, eu era esse garção bonito, airoso, abastado" (M.A.)
Para separar orações coordenadas:
"Gostava muito das nossas antigas dobras de ouro, e eu levava-lhe quantas podia obter"
Para separar aposto do resto da oração:
A casa, construída nos anos 80, era da família Santos.`
Para separar pleonasmos e repetições:
Nunca, nunca, jamais, irei te abandonar.
Para separar ou intercalar vocativos:
"Genésio, a mulher do vizinho sustante aquele vagabundo"
Para separar as orações adjetivas explicativas:
A cor do céu, azul anil, pode ser explicada pelas leis da reflexão e refração.
Para separar orações intercaladas ou termos fora da ordem na oração (inversões ou deslocamentos):
Não posso lhe dizer com certeza, respondi eu.
Eu cresci muito, mas, com o passar dos anos, percebi que a vida, ela não é fácil. (XD)
Para separar, nas datas, o nome do lugar:
Belo Horizonte, 22 de julho de 2013.
Para separar as conjunções adversativas (mas, contudo, no entanto, entretanto, todavia, porém) e as explicativas (logo, pois, portanto):
Eu iria te visitar, mas estarei em um congresso.
É bom alegrar os fiéis. A vinda do Papa, porém, custará quase 120 bilhões aos cofres públicos.
Era claro, portanto, que todos viajariam nas férias.
Para indicar elipse, principalmente do verbo:
Ele sai agora; eu, mais tarde.
O uso dos porquês
Por que:
Preposição "por" + pronome interrogativo "que":
Por que você não vai ao cinema?
Eu não sei por que não consigo aprender História.
> Nesses casos o "que" pode ser trocado por "qual motivo/razão" sem prejuízo para a oração.
Preposição "por" + pronome relativo "que":
Sei bem por que objetivos eu batalhei.
> Nesses casos o "por que" pode ser trocado por "pelo qual" sem prejuízo para a oração.
Por quê:
Antes de pontuação final de frase, com sentido de "por qual razão/motivo:
Andar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro.
Porque:
Conjunção causal explicativa com valor de "pois", "umas vez que", "para que":
Não fui ao encontro porque precisava dormir. (pois)
Não vou à festa porque possa levantar cedo amanhã (para que)
Não fale com estranhos porque pode ser sequestrado (uma vez que)
Porquê:
Substantivo com significado de "o motivo", "a razão":
Quero saber o porquê de estarem todos tão calados.
Diga-me um porquê para eu não levar isso adiante.
> Nesses casos virá sempre acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.
Encontros consonantais
São encontros nos quais ambas as consoantes são prounciadas.
Elas pode ser diferentes:
Mesma sílaba: pe-dra; gli-co-se.
Sílabas diferentes: gar-fo; ig-no-rar; ad-vo-ga-do; ab-so-lu-to; ad-mi-rar; rit-mo;
Dígrafos
São encontros de duas letras com um único som. Ex.: chá-peu; pis-ci-na; car-ro-ça; mos-qui-to; ex-ce-to;
E ou I
E
I
G ou J
G
J
S ou Z
S
Z
SS ou Ç
SS
Ç
X ou CH
X
CH
Prefixo anti – (contra). Ex.: antipatia; antitetânico.
Alguns verbos terminados em –uir. Ex.: possui (possuir); retribui (retribuir).
Prefixo ante – (antes, anterior). Ex. antecipar, antebraço.
Alguns verbos terminados em –oar, -uar. Ex. doem (doar); flutuem (flutuar)
Derivados de palavras com "e":
Simples > simplesmente
Palavras terminadas em –agem, -igem, -ugem, -ágio, -égio, -ígio, -ógio e –úgio. Ex.: garagem; vertigem; viagem; ferrugem; prodígio; refúgio.
Exceções: pajem, lambujem.
Derivadas de palavras escritas com G. Ex.: rabugento (rabugem); selvageria (selvagem).
Algumas palavras de origem africana ou indígena. Ex.: jiló; Ubajara; acarajé.
Derivadas de palavras escritas com j ou verbos terminados em –jar ou –jear. Ex.: viajar; nojento (nojo); cerejeira (cereja).
Derivadas de primitivas com S. Ex.: visitante (visita)
Após um ditongo. Ex.: maisena; pausa.
Sufixo –oso formador de adjetivo. Ex.: amoroso; atencioso.
Nas formas dos verbos pôr, querer e seus derivados. Ex.: pusesse; quisesse; repus; quis.
Derivada da palavra atrás:
trás (De trás das montanhas a leste surge o sol). COM ACENTO
Preposição a + través (que passa de modo tranversal):
através (Posso ver através do vidro).
Derivadas de primitivas com Z. Ex.: enraizar (raiz); vazar (vazio); felizmente (feliz)
Sufixo -ez(a) formador de substantivos abstratos. Ex.: timidez; viuvez.
Sufixo formador de verbo –izar. Ex.: realizar; modernizar.
Derivados do verbo trazer:
traz (Ele traz almoço todo dia para o serviço) - SEM ACENTO
Depois de ditongo. Ex.: peixe; ameixa.
Depois das sílabas me- e en-, em palavras como exemplo: mexer, mexerico, enxoval, enxaqueca.
Exceções: mecha, encher, encharcar, enchumaçar
Em palavras de origem indígena ou africana. Ex.: orixá; abacaxi.
Palavras derivadas de outras escritas com pl, fl e cl (geralmente advindas do latim). Ex.: chumbo (plúmbeo); chave (clave).
Verbos encher, encharcar, enchumaçar e seus derivados. Ex.: preencher; encharcado.
Palavras derivadas de primitivas que tenham o ch. Ex.: enchoçar (choça)
Terminação dos superlativos sintéticos e do imperfeito de todos os verbos. Ex.: lindíssimo; colhêssemos.
Palavras ou radicais iniciados por s que entram na formação de palavras derivadas ou compostas. Ex.: homossexual (homo + sexual.
Palavras derivadas de primitivas escritas com Ç. Ex.: embaçado.
Verbos terminados em –ecer e –escer. Ex.: anoiteça (anoitecer)
Palavras de origem árabe, indígna e africana. Ex.: paçoca; muçulmano; miçanga.
Algumas palavras ou expressões servem para ligar as ideias e manter a coesão do seu texto. São os chamados elementos coesivos. Existem dois tipo de coesão: conexão e justaposição.
A coesão por justaposição estabelece a sequência do texto:
a) introduzem o tema ou indicam mudança de assunto: "a propósito", "por falar nisso", "mas voltando ao assunto" etc;
b) marcam a sequência temporal: "cinco anos depois", "um pouco mais tarde", etc;
c) indicam a ordenação espacial: "à direita", "na frente", "atrás", etc;
d) indicam a ordem dos assuntos do texto: "primeiramente", "a seguir", "finalmente", etc;

Pronomes de retomada
Muitas vezes é difícil substituir um termo no texto, a fim de evitar repetições. Os pronomes de retomada podem ajudar nisso! São eles: estes, esses e aqueles (com seus respectivos derivados)
Anáfora x Catáfora
Outros usos dos P.R.
Atenção!!!
Um dos meios de se utilizar os pronomes de retomada envolve a anáfora - retomada de algo já dito - e a catáfora - antecipação do que se vai anunciar.
Referência anafórica: "Ana deseja se casar ano que vem. Esse é o sonho dela"
Referência catafórica: "O que eu quero da vida é isto: ler, assistir a seriados e descansar.
No seu texto, você pode querer retomar várias coisas já ditas. É claro que você não vai buscar, no fim do texto, algo que disse no início, mas, dentro de um só parágrafo você pode usar os P.R. Para isso você deve seguir a seguinte progressão:
(D)(N)Este(s)/(D)(N)Isto: servem para retomar a última coisa dita à qual se deseja referir.
(D)(N)Esse(s)/(D)(N)Isso: servem para retomar algo intermediário a que se deseja referir.
(D)(N)Aquele(s)/(D)(N)Aquilo: servem para retomar o referente mais distante ao qual se deseja referir.
Músicas, livros e séries são os meus hobbies: estas me distraem, esses desenvolvem meu raciocínio e aquelas me permitem viajar.
Há certa controvérsia nesse último uso dos P.R. Alguns acreditam que o uso do "esse" e seus derivados carece de um referente. Em frases diferentes, prefira usar a retomada com "este" para o mais próximo, "aquele" para o mais distante e, se for mesmo necessário, SEMPRE utilize "esse" seguido de um sinônimo daquilo a que deseja se referir para evitar ambiguidades.
"MESMO" NÃO SERVE PARA RETOMADA!!!! Procure um dos P.R. para substitui-lo.
Evite o uso dos possessivos "seu(s)" e "sua(s)", pois, além de serem ambíguos, denotam diálogo com o corretor. Procure trocá-los por um dos P.R. e, quando isso não for possível, utilize a palavra "próprio(a)(s)".
"Mesmo", o monstro do elevador.
Quando usar o acento grave?
Como já foi dito, esse acento marca contração da preposição "a" e o artigo definido feminino "a" (ou com os pronomes demonstrativos "aquela(s)). Ele será usado diante de palavras FEMININAS, que aceitem artigo e preposição, em concordância com o número.
Ex.:
Ontem fui à casa de pai.
Esta aula se refere àquelas coisas que você não quer errar na prova.
Tudo se resume às palavras ditas ontem.

Na dúvida sobre o uso, tente uma dessas opções:
a) Troque o substantivo feminino por um masculino, de preferência da mesma ordem semântica. Se com a troca for preciso usar a combinação "ao", será preciso usar o acento grave.
Prestou serviços relevantes À comunidade. <-> Prestou serviços relevantes AO povo.
b) Troque a preposição "a" por outra, como "em" ou "para". Se o artigo permanecer, será preciso usar o acento grave.
Viajou À região Nordeste. <-> Viajou PARA A região Nordeste.
Quando NÃO usar o acento grave
Diante de palavras indefinidas. Ex.: certa; cada; toda; uma (enquanto artigo; já enquanto numeral pede preposição e, portanto, acento grave).
Falou a certa pessoa.
Eu a verei à uma hora.
Diante de pronomes relativos "que", "quem", "cuja".
O autor a cuja obra a crítica se referiu é muito pouco conhecido.
Diante de verbos.
Ficou a ver navios.
Diante de pronomes pessoais e formas de tratamento.
Não disseram a ela e a Vossa Senhoria toda a verdade.
Em expressões de palavras repetidas, como: cara a cara; frente a frente; gota a gota.

Quando o acento é facultativo
Diante de pronomes possessivos seguidos de substativos claros.
Dirigiu-se à(a) minha casa ontem.
Diante de nome pro´prio feminino.
Disse à(a) Ângela que viria, mas não apareceu.
Regência verbal
Regência nominal
A regência verbal estuda a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam (objetos diretos e objetos indiretos) ou caracterizam (adjuntos adverbiais).
Os verbos são divididos em: intransitivos, transitivos diretos, transitivos indiretos e transitivos diretos e indiretos. É O VERBO QUE VAI DEFINIR SE O OBJETO É DIRETO OU INDIRETO.
Verbos intransitivos
Verbos transitivos diretos
Verbos transitivos indiretos
Verbos transitivos diretos e indiretos
Os verbos intransitivos não pedem complemento, mas vale ficar atento ao fato de que alguns adjuntos adverbiais pedem preposição. Isso não significa que o verbo possui objeto indireto!
Fui ao cinema.
Cheguei a Roma em outubro.
Chegamos no trem das 11h.
Comparecemos ao estádio.
São os verbos que não pedem complemento preposicionado. Isso significa que os objetos que lhe cabem são sempre diretos!
Eu amo estudar.
Eu ouço música ao trabalhar.
Os pronomes oblíquos "o, a, os, as" podem assumir o posto de objetos diretos bem como "lo, la, los, las" (após formar verbais terminadas em -r, -s ou -z) e "no, na, nos, nas (após formas verbais terminadas em sons nasais).
Conheço-o há muitos anos.
Socorram-no!
Você deve conservá-los em sua vida, pois são ótimos amigos.
Objeto direto preposicionado
Ocorre quando o verbo é transitivo direto, mas aparece uma preposição - facultativa - nos seguintes casos:
O objeto é um substantivo próprio: Amai a Deus sobre todas as coisas.
O objeto é um pronome pessoal oblíquo tônico: Ofenderam a mim naquela mesa.
O objeto é um pronome substantivo indefinido: O diretor elogiou a todos.
Para evitar ambiguidade: Venceu ao desafio o aluno.
São verbos que pedem preposição aos complementos que lhe cabem, os chamados objetos indiretos.
Não desobedeça às normas.
Preciso de sua ajuda amanhã.
A aula consiste em um resumo.
Os pronomes oblíquos "lhe, lhes" podem assumir o posto de objeto indireto.
Enviei-lhe um recado ontem.
São verbos que pedem um complemento sem preposição e um complemento preposicionado.
Agradeci aos ouvintes a atenção.
Paguei meu débito ao banco.
O uso dos pronome oblíquos se restringe a apenas um dos objetos.
Perdoei-lhe as ofensas.
Ofereci-o aos meus companheiros.
Objetos direto e indireto pleonásticos
Consistem na retomada do objeto por um pronome pessoal, geralmente com a intenção de colocá-lo em destaque.
Objeto direto:
Os professores, eu os encontrei na festa.
Objeto indireto:
A todos vocês, eu já lhes pedi que não repetissem esses erros.
ATENÇÃO! Existem verbos que possuem mais de uma transitividade e, para cada uma delas, há um sentido diferente!
Assistir:
VTD: Ele assistiu os pacientes.
VTI: Nós assistimos ao filme ontem.
Visar:
VTD:
Ele visou o documento ontem à noite.
Nós visamos o alvo à distância.
VTI:
Nós visamos à aprovação
Aspirar:
VTD: Ela aspirava o aroma de café no ar.
VTI: Vocês aspiram a ser bons profissionais.
É o nome da relação existente entre um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) e os termos regidos por esse nome.
Muitas vezes a regência do nome é a mesma do verbo cognato que lha cabe.
Respeito às normas é saudável.
Obediência às leis é importante.
É preferível estar com os amigos a estar sozinho.
Eu estou desejosa de férias.
Perto de você me sinto mais feliz.
Uso do ponto e vírgula
O ponto e vígula pode ser usado nas seguintes situações:
Em um trecho longo, no qual já há muitas vírgulas, para enunciar uma pausa mais forte:
"Enfim, cheguei-me a Virgília, que estava sentada, e traveí-lhe da mão; D. Plácida foi à janela" (M.A.)
Eu viera de longe com vários sonhos na mala: estudar muito na cidade grande; tornar-me bem sucedida na profissão que escolhera para mim, medicina; conhecer boas pessoas, amizades para levar para a vida toda - quer o tempo passasse rápido ou depressa; e, por fim, ser feliz.
Separar as adversativas em que se quer ressaltar o constrate:
"Não se disse mais nada; mas de noite Lobo Neves insistiu no projeto" (M.A.)
Quando NÃO usar a vírgula
Para separar sujeito de predicado:
<A Contituição Federal criada em 1988> prevê apenas idade mínima como uma das condições de elegibilidade.
Para separar enumerações e orações aditivas conectadas pela conjunção "e":
Azul, magenta e amarelo são exemplos de cores e são denomindas primárias.
Ortografia para vocês nunca errarem!
Todo dia (todos os dias) ≠ Todo o dia (dia inteiro.
Como já visto, trás (de atrás) ≠ traz (de trazer).
Também já visto, auto-estima ou autoestima! (baixa estima, não!)
Com tudo isso (com a soma de tudo o que foi dito) ≠ Contudo (conjunção adversativa)
A partir! (apartir ou àpartir ou à partir, nunca!)
Veiculado (transmitido) ≠ vinculado (unido)
ConSCientizar!
Usufruir! (usufluir não!)
Alcoólicas! (acento no segundo "o" para marcar o hiato!)
Supérfluo! (supérfulo, supérfalo, supérfolo e outras variações, não!)
Perturbador! (sim, vários "r's"; peturbador e pertubador, não!)
Implantar (plantar, arraigar (fig,), fixar (fig.) ≠ implementar (neologismo que significa programar).
CÍRCULO vicioso (expressão cunhada; ciclo vicioso não é correto)
Como exemplo, por exemplo, como, a exemplo, todas expressões aceitas; COMO POR EXEMPLO, NÃO!!! (redundância)
Saudável! (saúdavel , não!)
Tolerante! (tolerânte, não!) ≠ tolerância!
Carente! (Carênte, não!) ≠ carência!
Estrangeirismos não dicionarizados devem vir ENTRE ASPAS!
Concordância nominal
O artigo, o adjetivo, o numeral e o pronome, concordam em gênero e número com o substantivo, como regra geral.
A <criança> era feliz.
Os <garotos> eram felizes.
As <crianças e> os <adultos> eram felizes.

Mas toda regra tem exceções...
Anexo, incluso, próprio, obrigado
Menos, alerta
Um substantivo qualificado por mais de um adjetivo
Adjetivo posposto aos substantivos
Um(a) e outro(a)
Mesmo, bastante
Meio
Adjetivo anteposto aos substantivos
Pronomes de tratamento:
Muito, pouco, caro...
Se os substantivos são do mesmo gênero, o adjetivo pode concordar com o mais próximo ou com todos:
Irmão e primo recém-chegado estiveram aqui.
Irmão e primo recém-chegados estiveram aqui.
Se os substantivos são de gêneros diferentes, o adjetivo pode concordar com o mais próximos ou com todos:
Ela tem pai e mãe louros.
Ela tem pai e mãe loura.
Se o adjetivo funcionar como predicativo, ele vai, obrigatoriamente pro plural:
O homem e o menino estavam perdidos.
A mulher e sua filha estiveram hospedadas aqui.
Adjetivo comum anteposto aos substantivos concorda com o mais próximo:
Comi delicioso almoço e sobremesa.
Provei deliciosa fruta e suco.
Adjetivo anteposto com função de predicativo concorda com o mais próximo ou com todos:
Estavam feridos o pai e os filhos.
Estava ferido o pai e os filhos.
Se todos os adjetivos forem precedidos por artigos, o substantivo mantém-se no singular:
Falava fluentemente a língua inglesa e a espanhola.
Se os adjetivos não possuírem, cada um, um artigo que os defina, o substantivo vai para o plural:
Falava fluentemente as línguas inglesa e espanhola.
Apesar de os pronomes estarem na segunda pessoa do plural, o verbos e o restante da oração concordam com a terceira pessoas do singular:
Vossa santidade esteve no Brasil.
Concordam com o substantivo a que se referem.
As cartas estão anexas.
A bebida está inclusa.
Precisamos de nomes próprios.
Obrigado, disse o rapaz.
Após essa expressão, o substantivo fica sempre no singular e o adjetivo no plural.
Renato advogou um e outro caso fáceis.
Pusemos em uma e em outra bandeja rasas o peixe.
É preciso...
"É preciso", "é probido", "é necessário", "é bom", "é permitido", todas essas são expressões com uma característica comum: a variabilidade delas depende de uma definição por artigos ou pronomes. O.o?
Canja é bom. x A canja é boa.
É necessário sua presença. x É necessária a sua presença.
É proibido entrada de pessoas não autorizadas. x A entrada é proibida.
É preciso saber viver x É precisa a vida.
Como adjetivos, seguem a regra geral.
Comi muitas frutas durante a viagem.
Pouco arroz é suficiente para mim.
Os sapatos estavam caros.

Como advérbios, são invariáveis.
Comi muito durante a viagem.
Pouco lutei, por isso perdi a batalha.
Comprei caro os sapatos.
Como advérbios, são invariáveis
Preciso mesmo da sua ajuda.
Fiquei bastante contente com a proposta de emprego.
Como pronomes, seguem a regra geral.
Seus argumentos foram bastantes para me convencer.
Os mesmos argumentos que eu usei, você copiou.
Em todas as ocasiões são invariáveis.
Preciso de menos comida para perder peso.
Estamos alerta para com suas chamadas.
Tal qual
“Tal” concorda com o antecedente, “qual” concorda com o conseqüente.
As garotas são vaidosas tais qual a tia.
Os pais vieram fantasiados tais quais os filhos.
Possível
Quando vem acompanhado de “mais”, “menos”, “melhor” ou “pior”, acompanha o artigo que precede as expressões.
A mais possível das alternativas é a que você expôs.
Os melhores cargos possíveis estão neste setor da empresa.
As piores situações possíveis são encontradas nas favelas da cidade.
Como advérbio, é invariável.
Estou meio insegura.
Como numeral, segue a regra geral.
Comi meia laranja pela manhã.

Como advérbio, no sentido de "apenas, somente", é invariável.
Só consegui comprar uma passagem.
Como adjetivo, no sentido de "sozinho" é variável.
Estiveram sós durante horas.
Novo Acordo Ortográfico
Vocês não precisam saber o N.A.O. até 2016, mas tem muita gente ou errando coisa que não mudou ou não mantendo uma consistência no uso das palavras.
Acentos
Mantêm-se os acentos diferenciais dos verbos "ter" e "vir" e dos derivados destes (prover, suster, manter, advir...):
Ele tem estudado bastante.
Eles têm estudado bastante.
Ele vem à aula todo dia.
Eles vêm à aula todo dia.
Mantém-se os acentos de "herói(s)", "anéis", papéis", "chapéu", "céu", "corrói"..., pois que não são paroxítonas.
Mantêm-se os acentos de verbos terminados em "-ar", "-er" e "-or", quando aglutinados aos pronomes oblíquos "o, a, os, as":
Eu irei adorá-lo até o fim dos tempos.
Ele foi vê-la ao final do expediente.
Eu terminarei de compô-la até o fim do dia.
Mantém-se o acento diferencial entre a preposição "por" e o verbo "pôr".
Mantém-se o acento diferencial no verbo "poder", entre o presendi do indicativo "pode" e o pretérito perfeito do indicativo "pôde".
Mantêm-se a regra de que oxítonas - não terminadas em ditongo - com final em "-i" e "-u" não são acentuadas. Já as que possuem ditongo permanecem acentuadas:
Esaú; jacuí; atraí-lo (verbos terminados em "-air); possuí-lo (verbos terminados em "-uir".
Mantêm-se a regra de que toda proparoxítona é acentuada.
Hífen
Mantém-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica:
Arco-íris; guarda-chuva; ano-luz...
> Girassol, mandachuva, paraquedas e afins, como já foram incorporadas sem o hífen, mantêm as grafias.
Mantém-se o hífen nas formação com os advérbios "bem" e mal":
Bem-estar; mal-aventurado; bem-visto...
Além, aquém, recém e sem mantêm o hífen:
Sem-cerimônia; recém-casado; além-mar...
Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa):
Mão de obra; dia a dia; fim de semana...
Mantém-se o hífen para junções em que a segunda palavra começa com "h" (exceto as que têm prefixo "des-" e "in-"):
Anti-higiênico; super-homem; geo-história; desumano; inábil...
Mantém-se o hífen nas formações em que o prefixo termina com a mesma vogal que se inicia o segundo elemento (exceto com os prefixos "co-" seguidos de palavras iniciadas em "o"):
Anti-inflamatório; auto-observação; cooperação...
Mantém-se o hífen nas formações compostas por prefixos terminados em "-r" e o segundo elemento começado por "r-":
Inter-resistente; super-requintado...
Mantém-se o hífen nas formações com prefixos "pré-" e "pró-" e pós-":
Pós-graduação; pró-europeu; pré-escolar...
Não se emprega o hífen nas formações em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo estas consoantes duplicar-se:
Ultrassom; antirreligioso; microrradiografia; cosseno...
Não se emprega o hífen em formações em que o prefixo termina em uma vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente:
Antiaéreo; sócioeconômico; autoestrada;. autoestima (!)...
Concordância verbal
Quando o sujeito for simples, o verbo, na maioria das vezes concorda com o núcleo do sujeito.
Eu não costumo dormir bem.
Eles visitaram a feira ontem.
Sujeito é um coletivo
O verbo fica no singular:
A multidão gritou pelo rádio.
Se o coletivo vier especificado, o verbo pode ficar tanto no plural quanto no sigular:
A multidão de fãs gritou/gritaram pelo rádio.
Sujeito é o pronome relativo "quem"
O verbo pode ficar na terceira pessoa ou concordar como antecedente do pronome:
Fui eu quem derramou o café.
Fui eu quem derramei o café.
Sujeito é pronome de tratamento
O verbo fica sempre na terceira pessoa:
Vossa Alteza pediu silêncio.
Vossas Altezas pediram silêncio.
Sujeito formado por nomes no plural
Se o sujeito não vier precedido de artigo, o verbo ficará no singular. Caso venha antecipado de artigo, o verbo concordará com o artigo.
Estados Unidos é uma nação poderosa.
Os Estados Unidos são a maior potência mundial
Sujeito tem por núcleo a palavra gente (sentido coletivo)
O verbo poderá ser usado no singular ou plural, se este vier afastado do substantivo.
A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanece em casa.
A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanecem em casa.
Coletivo partitivo
O verbo fica no singular - concordância lógica - ou no plural - concordância atrativa - (mas lembre-se que é sempre preferível concordar com o núcleo do sujeito, no caso o partitivo - metade, a maior parte, a maioria...):
A maioria das pessoas foi/foram ao parque domingo.
Sujeito é pronome relativo "que"
O verbo concorda com o antecedente do pronome:
Fui eu que derramei o café.
Foram eles que invadiram a loja.
Sujeito é formado pelas expressões: alguns de nós, poucos de vós, quais de..., quantos de...
O verbo poderá concordar com o pronome interrogativo ou indefinido ou com o pronome pessoal (nós ou vós).
Quais de vós me punirão?
Quais de vós me punireis?
Com os pronomes interrogativos ou indefinidos no singular, o verbo concorda com eles em pessoa e número.
Qual de vós me punirá.
Sujeito é formado pelas expressões: mais de um, menos de dois, cerca de...
O verbo concorda com o numeral.
Mais de um aluno não compareceu à aula.
Mais de cinco alunos não compareceram à aula.
Quando o sujeito for composto, o verbo, na maioria das vezes concorda com o núcleo do sujeito.
João e Maria são casados há vinte anos.
Antônio e Pedro correram pra alcançar o ônibus.
Os núcleos do sujeito são constituídos de pessoas gramaticais diferentes
O verbo ficará no plural seguindo-se a ordem de prioridade: 1ª, 2ª e 3ª pessoa.
Eu (1ª pessoa) e ele (3ª pessoa) nos tornaremos (1ª pessoa plural) amigos.
Tu (2ª pessoa) e ele (3ª pessoa) vos tornareis (2ª pessoa do plural) amigos.
No caso acima, também é comum a concordância do verbo com a terceira pessoa.
Tu e ele se tornarão amigos. (3ª pessoa do plural)
Se o sujeito estiver posposto, permite-se também a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo.
Irei eu e minhas amigas
Quando os sujeitos forem resumidos por nada, tudo, ninguém...
O verbo concordará com o aposto resumidor.
Os pedidos, as súplicas, o desespero, nada o comoveu.
Os núcleos do sujeito são sinônimos (ou quase) e estão no singular
O verbo poderá ficar no plural (concordância lógica) ou no singular (concordância atrativa).
A angústia e ansiedade não o ajudavam a se concentrar.
A angústia e ansiedade não o ajudava a se concentrar.
Quando os núcleos do sujeito estiverem ligados por ou
O verbo irá para o singular quando a ideia for de exclusão e para o plural quando for de inclusão.
Pedro ou Antônio ganhará o prêmio. (exclusão)
A poluição sonora ou a poluição do ar são nocivas ao homem. (adição, inclusão)
Os núcleos do sujeito estão coordenados assindeticamente ou ligados por “e”
O verbo concordará com os dois núcleos.
A jovem e a sua amiga seguiram a pé.
Se o sujeito estiver posposto, permite-se a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo.
Seguiria a pé a jovem e a sua amiga.
Quando há gradação entre os núcleos
O verbo pode concordar com todos os núcleos (lógica) ou apenas com o núcleo mais próximo.
Uma palavra, um gesto, um olhar bastavam.
Uma palavra, um gesto, um olhar bastava.
Quando o sujeito for constituído pelas expressões: um e outro, nem um nem outro...
O verbo poderá ficar no singular ou no plural.
Um e outro já veio.
Um e outro já vieram.
Quando os sujeitos estiverem ligados pelas séries correlativas (tanto... como/ assim... como/ não só... mas também, etc.)
O que comumente ocorre é o verbo ir para o plural, embora o singular seja aceitável se os núcleos estiverem no singular.
Tanto Erundina quanto Collor perderam as eleições municipais em São Paulo.
Tanto Erundina quanto Collor perdeu as eleições municipais em São Paulo.
Outros casos
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