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Estratégias de Avaliação Psicológica

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Karin Barbato Klein

on 6 September 2016

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Transcript of Estratégias de Avaliação Psicológica

"O teste psicológico é um instrumento de avaliação que tem como objetivo obter, num mínimo de tempo, um máximo de informações sobre o examinado. É um processo de medida de diferenças e semelhanças entre indivíduos." (CFP, 2010, p. 92)
Fundamentos científicos dos testes psicológicos - Psicometria
Teoria da Medida
TIPOS DE TESTES PSICOLÓGICOS
Quanto à objetividade e padronização:

Testes psicométricos
Testes impressionistas
Conceituação dos testes psicológicos
Classificação de entrevistas
1. Grau de estruturação

2. Finalidade

3. Enquadramento teórico

4. Contexto da utilização
A finalidade da entrevista
Testes
Psicológicos

Dinâmicas
de grupo
Entrevista Psicológica
Estratégias de Avaliação Psicológica
Avaliação profissional e não profissional
Não profissional:

Descrever
Classificar
Enquadrar
Profissional:

Acrescenta à esta atividade algo de cunho científico
Observação Psicológica
em diferentes contextos
A década de Galton - 1880

1. Criação de testes antropométricos

2. Criação de escalas de atitudes

3. Desenvolvimento e simplificação de métodos estatísticos
A década de Cattell - 1890

* Diferenças individuais no tempo de reação

* Seus testes não apresentavam resultado congruentes com a avaliação que os professores faziam do nível intelectual dos alunos.
A década de Binet - 1900

* Teste de 30 itens

* Q.I.

Na teoria psicométrica, o principal nome foi Sperman.
A era dos testes de inteligência - 1910-1930

* Impacto da 1ª Guerra Mundial
* Testes de seleção para soldados
A década da análise fatorial - 1930

* Thurstone - desenvolveu a análise fatorial múltipla


A era da sistematização - 1940-1980

Trabalhos de síntese
X
Trabalhos de crítica
A era da Psicometria moderna-1980

Teoria de Resposta ao Item - TRI
Usos e aplicação dos testes psicológicos
Testes são basicamente usados para 5 finalidades:
Quanto ao construto (processo psicológico) que medem:

* Capacidade ou aptidão
Aptidão geral
Aptidões específicas
Psicomotricidade

* Preferência
Personalidade
Atitudes e valores
Interesses
Quanto à forma de resposta:

Verbal
Escrito: papel e lápis
Motor
Via Computador
2. Legitimidade da medida: O Princípio do Isomorfismo
1. Ciência e Matemática
"Será legítimo e, portanto, válido o uso de números na observação dos fenômenos naturais se e somente se, ao se proceder de tal forma, sejam salvas a natureza, a especificidade e as propriedades estruturais tanto da ciência quato da matemática;"
2.1 Os Axiomas dos números
Axiomas de identidade
Reflexividade: se a=a, então b≠a.

Simetria: se a=b, então b=a.

Transitividade: se a=b, e b=c, então a=c.
Axiomas de ordem
Assimetria: se a > b, então b≠a.

Transitividade: se a > b, e b > c, então a > c.

Conectividade: ou a > b ou b > a

Ordem-denso: o intervalo entre dois inteiros não é vazio.
Axiomas de Aditividade
Comutatividade: a + b é idêntico a
b + a.

Associatividade: (a + b) + c é igual a a + (b + c)
2.2 Axiomas da medida
Axiomas de ordem
A ordem dada pelos números corresponde exatamente à ordenação dos objetos feita empiricamente.

Ex: 20 tarefas de solução aritmética
Axiomas de Aditividade
Grandezas podem ser somadas para produzir uma grandeza maior.
Axiomas de identidade
Cada fenômeno natural é único no cosmos.

Não se fala em semelhança, mas em igualdade total.
2.3 Níveis da medida
Medida por Lei - relação entre dois atributos estruturalmente distintos, mas que foram demonstrados de modo empírico estarem sistematicamente relacionados.
Medida por Teoria - Quando a relação a que nos vimos referindo entre dois atributos distintos não tem demonstração empírica, mas é estabelecida unicamente por meio de alguma teoria científica.
3.3 A Medida em Ciências Psicossociais:
4. O problema do erro na Medida
"Medir é uma operação empírica, e não existe procedimento empírico isento de erro."

Erros de observação e de amostragem
A Medida Psicométrica
Traço latente: Processos mentais, em oposição aos processos físicos ou comportamentais.

Estados mentais são reais?

Sistemas
Propriedade
Magnitude
O problema da representação comportamental.
**Parâmetros psicométricos da medida
- Os testes psicológicos são medidas de processos psicológicos que se baseiam nos fundamentos da medida em ciênca.


- A teoria que explicita o uso da medida em Psicologia se chama de Psicometria.


- A Psicometria tradicional se chama de Teoria Clássica dos Testes (TCT), e ela trabalha com o escore total de um teste, enquanto a teoria moderna dos testes, a Teoria de Resposta ao Item (TRI), trabalha diretamente com os itens.
Parâmetros Psicométricos dos Testes Psicológicos
Testes são instrumentos de medida em Psicologia.
VALIDADE: um teste é válido se de fato mede o que supostamente deve medir.
"Ao se medirem os comportamentos (itens), que são a representação do traço latente, está-se medindo o próprio traço latente".
- Validade de Construto: Conceitos ou construtos são pesquisáveis se forem passíveis de representação comportamental.
"O problema não é descobriri o construto a partir de uma representação existente (teste), mas sim descobrir se a representação (teste) constitui uma representação legítima, adequada ao construto.

- Validade de Critério: grau de eficácia que ele tem em predizer um desempenho específico de um sujeito.
1. Validade preditiva
2. Validade concorrente - coleta simultânea

- Validade de Conteúdo: se o teste constitui uma amostra representativa de um universo finito de comportamentos (domínio). Há especificação do teste antes da construção dos itens.

1. definição do conteúdo
2. explicitação dos processos psicológicos (os objetivos) a serem avaliados
3. determinação da proporção relativa de representação no teste de cada tópico do conteúdo.
PRECISÃO: Escores de um sujeito se mantem idênticos em ocasiões diferentes.

** não é o caso num teste de humor.

- Precisão teste-reteste
- Precisão de formas alternativas - efeitos motivacionais negativos.
- Precisão de consistência interna
- Precisão na apuração dos escores - testes não-objetivos e opinião do apurador
- O erro padrão da medida

Aplicação dos testes psicológicos:
Classificação (psicotécnico):
Classificar uma pessoa significa enquadrá-la numa categoria.
Triagem
- investigação rápida para localizar o sujeito numa dada categoria.

Certificação
- requerida em certas profissões.

Seleção
- Atividade corriqueira em qualquer profissão.
Ex: concurso público, concurso interno.

Psicotécnico
- submete os sujeitos à baterias de testes esspecíficos para averiguar sse satisfazem os requisitos psicológicos definidos na especificação do cargo que pretendem ocupar.
Intervenção Psicoterápica (psicodiagnóstico) e Psicopedagógica
Testes quando utilizados para definir o problema mental de uma pessoa, objetivando orientar o planejamento de um tratamento para o problema.
Psicodiagnóstico: caracterizar o problema e planejar intervenção eficaz.
Promoção do Autodesenvolvimento
Submissão voluntária/expontânea à avaliação.


Levantamento de pontos fortes e fracos.


Orientação profissional: desejo de saber para que área de estudos ou de trabalho elas se sentem mais atraídas (testagem de interesses) ou habilitadas (testagem de aptidões).
Avaliação de Programas
Joseph Mayer Rice (1890) - não somente os alunos, mas também os programas devem ser avaliados.
O que é um programa?

Planejamento de ações visando prestar algum serviço à comunidade - educação, saúde, assistência social, transporte, etc.
Aumento das necessidades X diminuição dos recursos
Pesquisa Científica
Verificação de hipóteses

Necessidade de dispor de dados válidos e precisos.

Vantagem dos testes psicométricos para esse uso.
Uso exclusivo dos psicólogos

Testes são instrumentos sofisticados que requerem uma série de regras para sua aplicação.

Padronização
para aplicação dos testes psicológicos:
Procedimentos de aplicação
Direitos dos testandos
Controle dos vieses do aplicador
normas na divulgação dos resultados
ADMINISTRAÇÃO DOS TESTES
Os procedimentos de aplicação visam garantir a validade da testagem.

Testes válidos podem produzir resultados inválidos se forem mal aplicados.

Deve-se seguir as instruções e recomendações dadas pelo autor do teste.
Ambiente físico
O testando deve sentir-se na sua melhor forma para poder agir exatamente de acordo com suas habilidades e interesses, sem influências oriundas do meio.

Evitar distratores fisiológicos e psicológicos para o testando.

Alguns cuidados necessários:

Acomodações / iluminação / temperatura / ventilação / higiene / isolamentos acústico / ausência de interrupções / apresentação do aplicador /

**Evitar interrupções durante a testagem.**
Condições psicológicas
É preciso atentar para que o testando:

esteja em condições normais de saúde física e psicológica

compreenda exatamente a tarefa a executar
O
ideal
é que as instruções sejam dadas
uma única vez e iguais para todos

tenha seu nível de ansiedade reduzido
Rapport


Situações adversas
Perícia e seleção
Testando como vítima ou em situação de alta competição.
ISONOMIA?
VIESES DO EXAMINADOR
O modo de ser e de atuar do aplicador podem afetar os resultados do teste.
Questões para discussão:

- O examinador deve ser familiar ao testando?
- Encorajar frequentemente ajuda ou atrapalha?
- O sexo do examinador é relevante?
- A idade do examinador é relevante?
- O estado emocional do examinador é relevante?
- As atitudes e opiniões pessoais do examinador são relevantes?
A situação de testagem é uma relação social.
O direito dos testandos
"No Brasil, a atuação do psicólogo na testagem é considerada uma atividade pericial."

O psicólogo pode ser responsabilizado criminalmente por sua conduta nessa área os testes.

Código de Nuremberg e o princípio do consentimento livre e esclarecido.

Declaração de Helsinque - 1964 - O bem-estar dos sujeitos da pesquisa como prioridade e os Comitês de Ética

Normas para a Testagem Educacional e Psicolóica da American Psycholocial Association:


1. Deve ser obtido o consentimento informado dos testandos ou de seus representantes legais antes da realização da testagem. As exceções a esta regra são: (a) testagem por determinação legal (perícia) ou governamental (testagem nacional), (b) testagem como parte de atividades escolares e (c) testagem de seleção, em que a participação implica consentimento.

2. Em aplicações escolares, clínicas e de aconselhamento, os testandos têm direito a explicações em linguagem que eles compreendam sobre resultados que os testes irão produzir e das recomendações que deles decorram.

3. Em aplicações escolares, clínicas e de aconselhamento, quando os escores são utilizados para tomar decisões que afetam os testandos, estes ou seus representantes legais têm o direito de conhecer seu escore e a sua interpretação.

SIGILO E DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS
Quem tem direito aos resultados dos testes?

Direitos do candidato e do solicitante da testagem.

Sigilo e segurança dos resultados
a. Arquivos seguros
b. Identidades dos indivíduos devem ser codificadas
c. Em processos judiciais, o juiz pode pedir abertura dos registros sigilosos.

Ler páginas 47 a 49 do TEP

DANNA, Marilda Fernandes; MATOS, Maria Amélia. Aprendendo a observar. São Paulo: Edicon, 2006. p. 11-43, 59-107 e 141 a 156.

Instrumento de trabalho do psicólogo.

Situações em que o psicólogo utiliza técnica de observação.

Observação científica é uma observação sistemática e objetiva.
A LINGUAGEM CIENTÍFICA
Linguagem científica x linguagem coloquial
Ler exemplo nas páginas 19, 20 e 21.
1. A OBJETIVIDADE DA LINGUAGEM

Erros contra a objetividade:
- Utilização de termos que designem estados subjetivos
- Atribuição de intenções ao sujeito
- Atribuição de finalidades à ação observada

2. A CLAREZA E PRECISÃO

Erros contra a clareza e precisão:
- Termos amplos
- Termos indefinidos ou vagos
- Termos ou expressões ambiguas
DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS E PLANEJAMENTO DO TRABALHO
1. Definição do objetivo:
Para quê a observação será realizada?
O objetivo pode aparecer na forma de uma pergunta ou na forma afirmativa com o verbo no infinitivo.
Exemplos (ler páginas 39, 40 e 41)

2. Planejamento da coleta de dados:
- O que será observado?
Comportamentos e eventos ambientais a serem focalizados.
- A quem será observado?
Nº de sujeitos e critérios utilizados para a seleção destes.
- Aonde a observação ocorrerá?
Locais e situações escolhidas para a observação.
- Qual será a freqüência das observações?
Nº de sessões planejadas para um determinado período.
- Qual o tempo de observação?
Tempo de duração da sessão.
Como serão registrados os dados?
Técnicas de amostragem e de registro realizadas.
TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM E REGlSTRO
O comportamento pode ser observado como um evento ou como um estado.
A observação e registro dos comportamentos pode ser feita de forma direta ou indireta.
Quanto à forma:
- Registro cursivo
- Registro categorizado
AS TÉCNICAS DE REGISTRO:
Quanto ao período:
- Registro contínuo
- Registro por amostra de tempo
1. Registro contínuo cursivo
2. Registro contínuo categorizado
registro de evento
registro de duração
3. Registro cursivo em amostras de tempo
4. Registro categorizado em amostras de tempo
listas para assinalar
registro de intervalo
verificação de atividade planejada
REGISTROS DE MÉMÓRIA
REGISTRO CONTÍNUO CURSIVO
Quando usar?

"[...]é, em geral, utilizado durante a fase inicial de um trabalho ou de uma pesquisa, quando o observador faz o levantamento do repertório comportamental do sujeito e das circunstâncias ambientais." (DANNA, MATOS, 2006, p. 71)
O que é?

Registro continuo cursivo consiste em, dentro de um período ininterrupto de tempo de observação, registrar, utilizando de linguagem científica e obedecendo à sequência temporal em que ocorrem,os eventos tais como eles se apresentam.
FIDEDIGNIDADE NAS OBSERVAÇÕES
Descreve:
1. Localização do sujeito
2. Posição e postura do sujeito - diferença entre posição e postura
3. Eventos comportamentais (ações do sujeito):
Comportamento motor / Expressões faciais / Comportamento vocal
4. Eventos ambientais:
Eventos físicos e eventos sociais
Erros:

1. Registrar o mesmo evento de formas diferentes - não há constância no registro.
2. O registro não reproduz com precisão os eventos que ocorrem - o registro se distancia da realidade.

Fidedignidade é a medida da constância e precisão nos registros de um observador.
"[...] processo de coleta de informações sobre a pessoa em avaliação, para que seja possível fazer algum tipo de entendimento a respeito dela." (SANTOS, 2014)

Exige diferentes conhecimentos que variam de acordo com o propósito da entrevista e o contexto em que ocorrem.
Ex:
Psicodiagnóstico
Seleção de pessoal
Entrevista social

Distanciamento do modelo médico

Pressupostos éticos de sigilo e cuidado com o material produzido.

Interesses de terceiros.
Entrevista Diagnóstica:
para descrever e avaliar sintomas, a história do indivíduo (anamnese), entre outras.
**É TERAPÊUTICA**

Entrevista Devolutiva:
Psicodiagnóstico
Pesquisa científica
Seleção de pessoal
Tem por objetivo ajudar a pessoa a entender os seus resultados.

Entrevista de Encaminhamento:

Entrevista de Intervenção Psicoterápica:
motivacional

Entrevista de Avaliação de Pessoal:
para seleção, acompanhamento, avaliação de potencial e desempenho, outros.
Podem ser com questões abertas ou fechadas.
***Avaliação comportamental

Entrevista de Desligamento:
Finalização de um trabalho.

Entrevista de Pesquisas:
visa obter dados que auxiliem na resolução do problema de pesquisa proposto no estudo.
Enquadramento
teórico de referência
Entrevista psicanalítica:
baseada na associação livre de ideias e na relação transferencial entre analista e paciente. Não há estruturação prévia, pois a atenção do analista volta-se para os conteúdos inconscientes, sem apontamento de expressões e julgamentos valorativos. O conjunto de entrevistas fornecerá elementos para elaboração da hipótese diagnóstica e prosseguimento das intervenções.
Contexto da utilização
É preciso tem conhecimento não apenas da psicologia, mas também do tema concreto acerca do qual se realiza a entrevista.

Psicologia Clínica

POT

Psicologia Social

Ambulatório de Saúde Mental/CAPS/CAPS AD

Psicologia Educacional

Psicologia Hospitalar

Psicologia do Esporte
Componentes da entrevista:

* Relação direta entre duas ou mais pessoas
* Via de comunicação simbólica, preferencialmente oral
* Objetivos preestabelecidos e conhecidos (pelo menos pelo psicólogo)
* Uma atribuição de papéis: entrevistador e entrevistado


A teoria da entrevista foi influenciada por conhecimentos provenientes da psicanálise, da gestalt, da topologia e do behaviorismo.

Tornou-se um procedimento de observação em condições controladas ou, pelo menos, em condições conhecidas. (BLEGER, 1998, p. 8)

Entrevista fenomenológica:
Baseia-se no trabalho de Carl Rogers. Entrevista é concebida como uma relação interpessoal real entre terapeuta e cliente, centrando-se no aqui e agora da experiência relacional. A relação terapêutica é baseada em três atitudes: empatia, aceitação incondicional e autenticidade. A entrevista visa a tomada de consciência por parte do entrevistado acerca de si mesmo, facilitando a expressão de emoções e valores através do comportamento não diretivo do terapeuta.
Entrevista cognitivo-comportamental:
Focaliza a atenção na identificação de problemas concretos esforçando-se por operacionalizá-los, averiguando as características topográficas dos mesmos, assim como as relações funcionais com os estímulos do ambiente ou internos. Objetiva colher informações que preencha três critérios: que seja o mais concreta e específica possível, que possa ser organizada para a formulação de hipóteses preditivas ou explicativas e que a informação recolhida tenha a máxima validade possível.
Desenvolvimento da entrevista:
* Preparação da entrevista: delimitar tempo (sem rigidez excessiva); decidir a forma da entrevista e o que se pretende clarificar.

* Fase inicial: estabelecer rapport; informar sobre os objetivos da entrevista e efeitos para o entrevistado.

* Corpo da entrevista:
1. fase inicial - perguntas abertas
2. fase de especificação e clarificação - perguntas fechadas e diretas
3. fase de confrontação e sínteses

* Finalização da entrevista: quando finalizar? Como proceder?

* Registro das informações:
1. Anotar durante a entrevista
2. Anotar após finalizar a entrevista
3. Tomar notas durante a entrevista e
completar as informações ao final
Erros comuns
***Erros nos registros
- Efeitos de primazia

- Efeito de "halo"

- Erro lógico

- Erro de consenso

- Erro de generosidade

- Categorizar por estereótipos

- Atribuição de causa
Grau de estruturação da entrevista
Entrevista não estruturada

Entrevista semiestruturada

Entrevista Estruturada
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos I José Bleger; tradução Rita Maria M. de Maraes ; revisão Luis Lorenzo Rivera. – 2ª ed. - São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ROS, Antónia Maria Jimenez. A entrevista psicológica. 2009. Disponível em: <https://nucleogrhco.files.wordpress.com/2009/04/cp0211entrevista.pdf>

SANTOS, Seille Garcia. A entrevista em avaliação psicológica.Revista Especialize On-line IPOG - Goiânia – Edição Especial nº 008 Vol.01/2014.set/2014. Disponível em: <http://www.ipog.edu.br/revista-especialize-online/edicao-especial-n8-set-2014/?setarParametros=true&pagingPage=2&>.
ANAMNESE
"Compilação de dados preestabelecidos, de tal amplitude e detalhe, que permita obter uma síntese tanto da situação presente como da história de um indivíduo, de sua doença e de sua saúde. (BLEGER, 1998, p. 5)
SILÊNCIO
Silêncio de Tensão
– É a expressão da ansiedade;
Silêncio de Medo
–Esse silêncio suscita muita tensão e, como conseqüência, forte descarga psicossomática;
Silêncio de Reflexão
– Surge normalmente após a intervenção do entrevistador, nele, observa-se a ausência de tensão, há um recolhimento introspectivo de elaboração mental;
Silêncio de Desinteresse
- Camufla resistência.
"A entrevista é um campo de trabalho no qual se investiga a conduta e a personalidade de seres humanos." (BLEGER, 1998, p. 18)
O GRUPO NA ENTREVISTA
"Entrevistador e entrevistado formam um grupo, ou seja, um conjunto ou uma totalidade, na qual os integrantes estão inter-relacionados e em que a conduta de ambos é interdependente. Diferencia-se de outros grupos pelo fato de que um de seus integrantes assume um papel específico e tende a cumprir determinados objetivos." (BLEGER, 1998, p. 20)
O ENTREVISTADOR
Considerações sobre avaliar outro ser humano.
CATARSE INTENSA
DESCARGA EMOCIONAL
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