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Alberto Caeiro

Trabalho dos heterónimos de Fernando Pessoa
by

Isabel Nogueira

on 19 November 2012

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Transcript of Alberto Caeiro

Alberto Caeiro Trabalho realizado por:
Diana Rocha nº6
Marina Nogueira nº13
Soraia Almeida nº21
Tatiana Martins nº22 Quando vier a Primavera Analise do poema Poemas de Alberto Caeiro Linguagem e estilo de Alberto Caeiro nos poemas Características Estilísticas Vida de Alberto Caeiro Nasceu em Lisboa em 1889, e morreu em 1915, mas viveu quase toda a sua vida no campo. Não teve profissão, nem educação quase nenhuma, apenas a instrução primária. Era de estatura média, era frágil, louro, de olhos azuis. Ficou órfão de pai e mãe muito cedo e deixou-se ficar em casa a viver dos rendimentos. Vivia com uma tia, tia-avó. Escrevia mal o Português. É o pretenso mestre de Alvaro de Campos e de Ricardo Reis. É anti-metafísico; é menos culto e complicado do que Ricardo Reis, mas mais alegre e franco. É sensacionista. Alberto Caeiro apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos”, que só se importa em ver de forma objetiva e natural a realidade, com a qual contacta a todo o momento. Daí o seu desejo de integração e de comunhão com a natureza. Discurso em verso livre, em estilo coloquial e espontâneo. Proximidade da linguagem do falar quotidiano, fluente, simples e natural;
Pouca subordinação e pronominalização;
Ausência de preocupações estilísticas;
Vocabulário simples e familiar, em frases predominantemente coordenadas, repetições de expressões longas, uso de paralelismo. 1. Como uma criança;
2. Esqueço de quanto me ensinaram;
3. Falaram-me dos homens em humanidade;
4. Não sei o que é conhecer-me;
5. Nunca busquei viver a minha vida;
6. A manhã Raia;
7. A criança que pensa em Fadas;
8. A espantosa realidade das cousas;
9. A Neve;
10. Quando vier a Primavera. Aparenta simplicidade e natureza argumentativa do discurso poético, visível no recurso a uma linguagem corrente e a construções causais;
Linguagem simples, léxico objetivo, adjetivação quase ausente, paralelismos, predominância das formas verbais no presente do indicativo;
Ritmo lento alternância entre sons nasais e vogais abertas, ausência da rima O poema "Quando vier a Primavera" é um poema de Alberto Caeiro, incluído nos "Poemas Inconjuntos" do poeta e publicado pela primeira vez em 1925 na revista "Athena".

Os poemas inconjuntos são aqueles poemas que, não cabendo quer no "Guardador de Rebanhos" ou no "Pastor Amoroso" acabaram por ficar dispersos e reunidos num terceiro conjunto - por exclusão de partes - denominado precisamente poemas inconjuntos (ou seja, poemas não organizados). Estes poemas caracterizam-se por serem ligeiramente diferentes, quer em temática quer em forma, dos poemas "clássicos" de Alberto Caeiro, sobretudo quando comparados com o conjunto principal do "Guardador de Rebanhos". Introdução Neste trabalho vamos estudar o heterónimo de Fernando Pessoa mais precisamente o Alberto Caeiro, vamos apresentar a sua biografia. Vamos também falar um pouco das características estilísticas que utiliza nos seus poemas, seguidamente vamos apresentar alguns poemas que ele escreveu e iremos analisar o poema " Quando vier a Primavera". Mestre dos heterónimos Ao descrever a chegada da Primavera e ao colocar-se, imaginariamente, já morto, o sujeito poético pretende transmitir a sensação de naturalidade. A natureza não pensa e por isso todos os seus processos são conjuntos e não individuais. No seio da natureza a ausência de um elemento não para a evolução contínua dos restantes. É por isso que um pensamento aparentemente triste - a morte - gera uma alegria tão grande em Caeiro. Se a natureza ignora a sua morte, é porque ele faz parte da natureza e é aceite por ela como seu constituinte. A aceitação do destino é um outro ponto fundamentel na visão do mundo de Alberto Caeiro. Na sua visão do mundo o homem não luta contra o destino, antes o aceita sem discussão, na sua inevitabilidade. Não aceitar o destino seria pensar na vida e não aceitá-la tal como ela é. Este objetivismo absoluto de Caeiro é por vezes difícil de compreender, mas é, também, imensamente simples. Conclusão Vê a realidade de forma objetiva e natural;
Aceita a realidade tal como é, de forma tranquila;
Vê um mundo sem necessidade de explicações, sem princípio nem fim;
Recusa o pensamento metafísico (“pensar é estar doente dos olhos”);
Poeta da Natureza;
Personifica o sonho da reconciliação do Universo, com a harmonia pagã e primitiva da Natureza;
Simples “guardador de rebanhos”;
Inexistência de tempo (unificação do tempo);
Poeta sensacionista (sensações): especial importância do acto de ver;
Mestre de Pessoa e dos outros heterónimos;
Relação com Pessoa Ortónimo – elimina a dor de pensar.
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