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TDAH na Visão da Psicoterapia Corporal

Seminario de Topicos especiais em Psicologia
by

Julio Moraes

on 5 October 2012

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Transcript of TDAH na Visão da Psicoterapia Corporal

TDAH
Na visão da Psicoterapia Corporal Faculdade Dom Bosco
Psicologia 9º período
Acadêmicos: Julio Cezar de Moraes e Regina Yoko Nomiyama Lima TDAH DSM-IV Psicologia Corporal
BARROS, C. F. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade na visão da psicoterapia corporal. In: PAYÁ, R. Intercâmbio das psicoterapias. São Paulo: Ed. Roca, 2011. p. 433-442.
MANUAL diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-IV-TR. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. p. 112-119.
MENDES, M. F. O corpo no processo terapêutico, Physis, 2011, v. 21, n. 4, p. 1355-1367.
MONTEIRO, M. Z.; FARIA, A. L. Introdução. Psicologia corporal. In: In: PAYÁ, R. Intercâmbio das psicoterapias. São Paulo: Ed. Roca, 2011. p. 357-358.
VOLPI, J. H. Um panorama histórico de Wilhelm Reich. Curitiba: Centro Reichiano, 2004.
WEINMANN, A. de O. Uma contribuição à história do movimento psicanalítico: a trajetória de Wilhelm Reich. Psicologia, Ciência e Profissão, 2002, n. 3, p. 14-19. Wilhelm Reich
1896–1957
Respostas precipitadas, emitidas anteriormente à complementação das perguntas
Dificuldade para aguardar a sua vez
Interrupção habitual dos assuntos de outros (por exemplo conversas ou brincadeiras), ou ainda intromissão frequente nos membros Agitação frequente de mãos ou pés, com dificuldade para aquietar-se na cadeira
Dificuldade para se manter na cadeira em sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentada
Falar em demasia
Escalar objetos com frequência, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos esta característica pode estar limitada a sensações subjetivas de inquietação)
Dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer
Manter-se frequentemente “a mil” ou agir, muitas vezes, como se estivesse “a todo vapor” Falta de atenção a detalhes ou erros frequentes por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras.
Dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas
Dificuldade para escutar quando lhe dirigem a palavra
Dificuldade para seguir instruções e patra terminar tarefas escolares, domésticas ou profissionais (não causada por comportamento de oposição ou por incapacidade de compreender intruções)
Dificuldade para organizar tarefas e atividades
Relutância em envolver-se nas tarefas que exigem esforço mental constante (tarefas escolares, deveres de casa)
Perda frequente de objetos necessários à realização de atividades (por exemplo brinquedos, material escolar, outros materiais)
Distração facial por estímulos alheios à tarefa
Esquecimento frequente de atividades diárias Diagnóstico Excluir outros transtornos (E)
Prejuízo significativo escolar, social ou ocupacional (D)
Presentes em dois ou mais contextos (C)
Sintomas presentes antes de 7 anos (B)
Seis ou mais sintomas por no mínimo 6 meses (A) Transtorno de
Déficit de Atenção/Hiperatividade Três tipos:
Com predomínio de desatenção
Com predomínio de hiperatividade
Combinado
Sem outra especificação
Transtorno de
Déficit de Atenção/Hiperatividade Padrão persistente de desatenção
e/ou comportamento hiperativo e impulsivo mais acentuado que o esperado em crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento com sintomas presentes antes do 7 anos em pelo menos duas situações, que interferem no funcionamernto adequado ao desenvolvimento social e acadêmico. Transtornos Geralmente Diagnosticados pela Primeira Vez na
Infância ou na Adolescência
Transtornos de Déficit de Atenção e Disruptivos
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade
- Tipo Predominantemente Desatento
- Tipo Predominantemente Hiperativo/Impulsivo
- Tipo Combinado
Transtorno de Conduta
Transtorno Desafiador de Oposição
Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade Sem Outra Especificação
Transtorno do Comportamento Disruptivo Sem Outra Especificação TRANSTORNOS DO
DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE Critérios relacionados à desatenção: Critérios relacionados à hiperatividade: Critérios relacionados à impulsividade: A concepção de caráter será na obra Reichiana fundamental.
É a partir do caráter do paciente que todo o trabalho do analista será desenvolvido
Reich parte da Psicanálise para o entendimento do corpo como fonte de compreensão e transformação de uma pessoa.
Por sua tradição psicanalítica Reich acreditava ser a libido a fonte de energia do ser humano, libido essa entendida como sua energia sexual, que se encontrava desorganizada nas tensões crônicas da couraça. Concepções Chegou em Viena, em 1918
Reich entra em contato com Sigmund Freud em 1919 no Seminário de Sexologia da Faculdade de Medicina de Viena
Reich que dirigia esse seminário, foram suas posições políticas revolucionárias o estopim do rompimento ocorrido entre Wilhelm Reich e o movimento psicanalítico Wilhelm Reich (1897/1957) Wilhelm Reich Busca do entendimento biológico da energia no corpo, para possibilitar o livre fluxo energético através do organismo, o que ocorreria quando as couraças deixassem de ser crônicas e passassem a ser flexíveis, permitindo, assim, uma existência mais qualitativa com a vida.
É através da couraça que podemos apreender e melhor atuar no psiquismo
O que se conhecia como doença psíquica estaria, então, associado ao fluxo de energia contido ou mal distribuído pelo corpo Concepções Constituição do self ocorre na relações de reconhecimento mútuo. Corpo construído em relações com o objeto, e não em um corpo dado a partir de pulsões ou em zonas erógenas de forma preestabelecida.
Visão sistêmica contemporânea (coconstrucionismo): precursores como Bachelard (“porque nada é dado, tudo é construído”) Winnicott e interlocutores contemporâneos: Agressão como sintoma surge a partir de um self reativo; agredir é uma forma de controlar o objeto e adaptar-se para não cair em angústias primitivas do não existir. O que ocorre no TDA (tipo hiperativo): Não se fixar ou se envolver em atividades ou vínculos por ter a transicionalidade comprometida, provavelmente, por falhas ambientais diante dos quais podem se mobilizar angústia e medo primários. Faltou a provisão ambiental de uma mãe suficientemente boa para brincar e esboçar o gesto criativo. Criança se adapta se o gesto for ansioso, superficial ou maníaco. Disso tudo provém a desatenção, atividades de interação saudável, do brincar com significado, não têm sentido de existência como pessoal global. O que ocorre no TDA (tipo desatenção): Visão kleiniana: agressão ligada a pulsões dadas, compreendido como pulsão agressiva inata.
Visão winnicottiana: não entende a agressão como pulsão inata (não é um fator interno primário).

Em que momento surge a agressão? Klein X Winnicott
Terapias corporais: abordagem de forte influência psicodinâmica (não diretiva e não centrada no sintoma; voltadas para o insight).
Self corporal fracamente constituído, que não se configurou por fatores ambientais, na falta das relações de reconhecimento. (visão de corporeidade de Winnicott, na qual o ambiente tem atuação crucial)
Não faz sentido utilizar “velhos paradigmas” da terapia corporal (carga/descarga de pulsão agressiva) PRINCÍPIOS BÁSICOS Enfoque na clínica: análise bioenergética com influência psicodinâmica winnicottiana.
Aspectos corporais no TDAH na bioenergética enriquecida com abordagens neorreichianas (biossíntese, biodinâmica, educação somático-existencial de Kelleman, filosofia da subjetividade de Deleuze e Guattari).
FUNDAMENTOS TEÓRICOS
Dificuldades na clínica: comorbidades e medicalização excessiva
Abordagem multiprofissional
Ênfase na medicalização e fatores orgânicos, mas corporeidade é aspecto crucial na psicopatologia (TDAH) e seu respectivo tratamento. INTRODUÇÃO TDAH
e a
Psicoterapia Corporal “Trata-se de uma cultura descorporificada, na qual se exclui por via de excessiva medicalização, toda pessoa singular com suas características corporais que a constituem na sua diferença.”
Barros, 2011, p. 441 Considerações finais Desenho livre (desenhar o corpo e a figura humana)
Desenhar seu corpo quando se sente: forte/frágil, atento/desatento e excluído/popular
Desenhar contorno do seu corpo
Escultura familiar
Trabalho com água ou na piscina (setting fetal)
Massinha de modelar
Argila TÉCNICAS Portadores de TDAH possuem poucos limites corporais na ação e na gestualidade, pouca ou nenhuma noção de contornos.
Pacientes TDAH necessitam desenvolver limites na corporeidade.
O terapeuta terá que, fisicamente, dar contorno para os movimentos do cliente, ajudando-o a perceber como este reage. TÉCNICAS – PRINCIPAIS / ESPECÍFICAS Reich descreveu dois tipos de técnica:
análise de caráter (mais próxima das interpretações psicanalíticas)
vegetoterapia caracteroanalítica (mais voltada para intervenções energéticas corporais).
Barros (2011): a leitura corporal se dá de forma sutil e contínua, nas investigações daquilo que o próprio paciente associa ou verbaliza.
Entende que o corpo é um cenário do inconsciente com o qual o terapeuta interage e por meio do qual o próprio cliente fala e simboliza (brincando, modelando, dramatizando etc). A leitura do corpo não é passiva.
TÉCNICAS – PRINCIPAIS / ESPECÍFICAS Reich: oposição ao método de Freud por acreditar em uma técnica analítica ativa, como Groddeck e Ferenczi.
Com pacientes TDAH: intensa sensação contratransferencial física (cansaço, confusão ou ofuscamento em acompanhar o turbilhão de sensações de impotência, raiva e medo de viver a sua fragmentação na sessão)
O terapeuta corporal deve referenciar sentimentos e imagens do corpo. O cliente: processa e é auxiliado na constituição do ser. Possibilitará, desta forma, que o cliente, por meio da experiência, configure uma busca objetal, revivendo e remodelando mecanismos de dependência.
PROCESSO TERAPÊUTICO / RELAÇÃO TERAPÊUTICA Acompanhamento farmacológico
Acompanhamento escolar
Acompanhamento Psicopedagógico específico
Acompanhamento Familiar
Alta
FASES DO TRATAMENTO REFERÊNCIAS:
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