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Myxinoidea e Petromyzontoidea

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by

Tarcilla Andrade

on 3 December 2013

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Transcript of Myxinoidea e Petromyzontoidea

Myxinoidea e Petromyzontoidea
Feiticeiras e Lampreias

6º Período em Ciências Biológicas
Agnatha
Filogenia dos Agnathas atuais
Disciplina: Zoologia dos
Vertebrados I

Prof. Fernando Martins Costa
Alunas
Ana Cláudia Portela
Flávia Néri
Isabel Bortolus
Tarcila Andrade
Ágnatos (
a
= sem;
gnathos
= maxila)

Vertebrados primitivos sem mandíbula, de corpo cilíndrico alongado e esqueleto cartilaginoso.

Seus principais representantes são os peixes-bruxa, ou feiticeiras e as lampreias .

Esses animais têm a pele lisa, sem escamas, e não apresentam nadadeiras pares, como ocorre nos peixes com mandíbula; há
apenas uma ou duas nadadeiras no
dorso e uma na cauda.

Sua boca é circular, daí serem chamados também deciclostomados ou ciclóstomos
(do grego
kúklo
, circular, e
stomatos
, boca).

Suas brânquias abrem-se em orifícios laterais, na região anterior do corpo.

Feiticeiras, ou peixes-bruxa, e Lampreias, possuem corpo alongado, sem placas nem escamas dérmicas e com esqueleto totalmente cartilaginoso.

As Feiticeiras são peixes exclusivamente marinhos, que se alimentam de invertebrados de corpo mole e também de tecidos moles de vertebrados.

As lampreias adultas são ectoparasitas de grandes vertebrados marinhos e se reproduzem na água doce.

Na maioria das espécies, os adultos vivem no ambiente marinho.

Usualmente, feiticeiras e lampreias, são consideradas do táxon Cyclostomata
(
cyclo
= circular;
stoma
= boca).

Porém devido a divergências, e questões levantadas por alguns autores, atualmente, pode-se considerar a relação entre feiticeiras e lampreias como não resolvida e muitas propostas estão em discussão.

Resumo das filogenias já propostas para as relações entre feiticeiras, lampreias e gnastotomados trazendo todas as possibilidades de parentesco entre os três táxons, exceto a de grupo-irmão de feiticeiras + gnatostomados (esta possibilidade nunca foi aceita) / Fonte: Cepa; basseado em Janvier, 2007
Classificação
Feiticeiras, ou
peixes-bruxa,
Ordem Myxiniformes
Morfologia
Morfologia: Feiticeiras
Atingem até 1 metro de comprimento.

Possuem nadadeiras dorsal e anal reduzidas ou ausentes.

Uma única abertura nasal, abrindo-se anteriormente, com conduto nasofaríngeo comunicando-se com a faringe, e 3 pares de tentáculos circundado essa abertura e a boca.

ç
Myxiniformes:
a
. Aspecto geral do corpo;
b
. detalhe da boca;
c
. detalhe da região anterior, em corte sagital, e
d
. Posição assumida no momento do ataque a presas.
Fonte cepa; baseado em Fonte: Hickman et al., 2004
O encéfalo é protegido por um crânio rudimentar, formado por cartilagens e recoberto por tecido membranoso.

Não há qualquer elemento vertebral.

A notocorda é persistente nos adultos.
Possuem até 15 pares de câmaras branquiais em forma de bolsas, que se comunicam com as aberturas branquiais por dutos individuais - separados - ou por um duto comum.
Os tentáculos são sustentados internamente por cartilagens que os mantêm eretos e onde se inserem músculos, que permitem sua movimentação.

No interior da boca, 2 placas córneas multicuspidadas dispostas lateralmente formam uma estrutura semente à
língua, que pode ser protraída e
retraída (movimento de pinça).
Crânio em feiticeiras (a) e lampreias (b), formado por um conjunto de cartilagens que, respectivamente, protegem o encéfalo (incluindo cápsulas de proteção ao órgão nasal, ouvidos e olhos),
dão sustentação às bolsas branquiais e aos tentaculos das feiticeiras, e onde se inserem músculos para movimentação da boca e língua.
Em destaque
a. Cartilagem tentacular
b. cartilagem subnasal
c. cápsula nasal
d. fibra longitudinal
e. cápsula auditiva
f. notocorda
g e g". porção anterior, mediana e posterior do esqueleto da língua
h. placa dentária
i. placa extravelar
j. arcos branquiais

k. cartilagem dentária
l. cartilagem anelar
m. cartilagem dorsal
n. estilete
o. cartilagem lateral
p. cartilagem claviforme
q. cápsula nasal
r. anel subocular
s. arco pré-branquial
t. arco branquial
Fonte Cepa; baseado em Ziswiler, 1978
Lampreias, Ordem Petromyzontiformes

Possuem rins primitivos.

Cada ouvido interno possui um único canal semicircular, embora estudos tenham mostrado que, neurologicamente, são estruturas sensoriais duplas (como nas lampreias), que teriam se fundido.

Não possuem sistema da linha lateral.
Além do coração de 3 câmaras (seio venoso, átrio e ventrículo), possuem corações acessórios na cauda.

Sangue com concentração osmótica semelhante à da água do mar.

Sistema imune sem respostas características de vertebrados.
Morfologia: Lampreias
Os adultos atingem de 25cm a 1m de comprimento.

Apresentam 1 ou 2 nadadeiras dorsais e uma nadadeira anal, ambas bem desenvolvidas.
Lampreia:
a
.; larva amocete;
b. superior
: aspecto geral do corpo.
inferior:
detalhe da região anterior
Fonte: Cepa; baseado em Ziswiler, 1978
O crânio é cartilaginoso.

As vértebras aparecem como elementos em forma de sela posicionados sobre a medula espinal.
Possuem 7 pares de bolsas branquiais, que se abrem em 7 aberturas externas separadas de cada lado do corpo, logo atrás da cabeça.

Nas larvas, a faringe (com as bolsas branquiais) abre-se no intestino, mas durante a metamorfose essa conexão é perdida.

Assim, a região faríngea nos adultos passa a ter função exclusivamente respiratória.
Termina em fundo cego e a água entra e sai pelos poros das bolsas branquiais, aparecendo uma nova comunicação da boca com o intestino através de um longo esôfago dorsal.

Assim como as feiticeiras, as lampreias não possuem estômago.

Desse modo, as lampreias, fixas ao hospedeiro, podem se alimentar continuamente e continuar
respirando.
Mecanismo de fixação das lampreias ao hospedeiro.
Fonte: Cepa
Os olhos são desenvolvidos e há 2 canais semicirculares em cada ouvido interno.

Uma peculiaridade das lampreias: os nervos que saem da medula nervosa possuem suas raízes ventral e dorsal separadas entre si, diferentemente dos gnatostomados, em que essas raízes são fundidas.
Principais Características Comuns entre as Espécies
São classificados como vertebrados, embora não possuam vértebras e nem maxilas formadas;

Pele lisa, nua, viscosa, sem escamas;

Desprovidos de membros, mandíbulas e armadura óssea;

Corpo cilíndrico alongado e esqueleto cartilaginoso;
Nadam no modo anguiliforme;

São necrófagos ou parasitas e apresentam especializações para estes papéis;

Não apresentam nadadeiras pares, como ocorre nos peixes com mandíbula;
Há apenas uma ou duas nadadeiras no dorso e uma na cauda;

Suas brânquias abrem-se em orifícios laterais, na região anterior do corpo;

Possuem encéfalo simples.
Ecologia e Diversidade
Ecologia Feiticeira
Ordem Myxiniformes
Exclusivamente marinhos.

Vivem no interior de galerias individuais, com abertura em forma de vulcão, na plataforma continental das regiões de águas frias.

Sempre associadas ao fundo
(dezenas a centenas de metros).
Alimentação
Invertebrados como poliquetos, moluscos e artrópodes de corpo mole, além de peixes moribundos ou mortos.

Quando se alimentam de presas maiores, fincam suas placas córneas em regiões do corpo da presa, enrolam-se sobre si mesmas em um nó que se propaga da região caudal para a anterior, fornecendo um
apoio para que a presa seja
dilacerada
Defesa

Secreção de glândulas mucosas (localizadas ao longo da parede lateral do corpo).

Muco e filamentos proteicos, que em contato com a água, enrijecem e se entrelaçam.

Passado o perigo, o animal perfura esse invólucro e o abandona.
Reprodução
Pouco se sabe sobre os mecanismos reprodutivos.
Algumas espécies parecem ser hermafroditas.

Ovíparas (1 a 3cm)

Os ovos são recobertos por uma membrana córnea resistente, de onde se projetam filamentos, que prendem os ovos entre
si e ao substrato.

Reprodução continução
Desenvolvimento direto (dificulta a observação de vários caracteres de Chordata e de Craniata, os quais aparecem nas larvas de lampreias)
Diversidade
Feiticeiras
Ecologia Lampreias
Ordem Petromyzontiformes
A maioria das lampreias é marinha na fase adulta, migrando para a água doce para reprodução (anádromos), onde passam toda a fase larval (amocete)

Algumas espécies são totalmente dulciaquícolas
Alimentação
A larva amocete é micrófaga.

A faringe atua na captura e seleção de partículas, retidas por grandes quantidades de muco secretado pelo endóstilo.

O adulto é ectoparasita de outros vertebrados, principalmente peixes ósseos.
Alimentação continuação

Há registros de ataques a tartarugas, golfinhos e baleias.

Prendem-se ao corpo do hospedeiro por sucção e por ação dos dentículos córneos, usando uma estrutura muscular semelhante à língua para raspar e sugar fluidos.

Uma glândula oral secreta uma substância anticoagulante
poderosa.
Reprodução
As fêmeas produzem centenas de ovos com poucos mm de diâmetro e sem um revestimento resistente (como nas feiticeiras).

As gônadas não possuem dutos para a liberação de gametas diretamente no meio externo.
Reprodução continuação
Ocorre inicialmente na cavidade celomática, de onde são liberados, por contrações do corpo, pelos poros genitais.

A desova constitui um evento dramático na vida desses animais.
1 - Migração dos adultos: animais reprodutivamente maduros deixam
o ambiente marinho e sobem os rios contra a correnteza, atingindo as cabeceiras, onde a água é límpida, bem oxigenada e o fundo é de cascalho; normalmente, cada indivíduo volta ao riacho onde nasceu.

2 - Os machos chegam primeiro e começam a preparar os ninhos, que são depressões no fundo protegidas por pedregulhos.
3 - O macho se aproxima de uma fêmea e ambos se fixam a uma rocha do ninho e agitam violentamente seus corpos, ampliando o ninho.

4 - O casal usa o resto de sua energia para a liberação dos gametas no ninho, com o macho enrolando-se em volta da fêmea, para fertilizar os óvulos.
5 - Por fim, o casal morre por exaustão.
A fêmea imediatamente após a postura.
O macho cerca de 2 dias depois.

6 - As larvas eclodem duas semanas depois; diferem tanto dos adulto que foram descritas como um
gênero diferente
(
Ammocoetes
).
7 - Após 7 a 10 dias, as larvas com
6mm a 10mm, corpo róseo
vermiforme com um amplo
capuz oral e olhos recobertos por
pele, são levadas pela correnteza rio abaixo até regiões calmas,
onde se enterram e se alimentam
por filtração durante 3 a 7 anos.


8 - Quando atingem cerca de 10cm, sofrem metamorfose, com o fechamento ventral do capuz oral, dando origem à boca circular dos adultos, além de separação dos sistemas respiratório e digestivo, desenvolvimento dos olhos e mudança de cor do corpo para cinza prateado.

9 - A migração rio abaixo só ocorre na primavera seguinte e a fase adulta dura até 2 anos, ou seja, a fase larval é mais longa que a adulta.
Algumas espécies de lampreias possuem ciclo de vida simplificado, que não inclui a fase marinha.

Os adultos permanecem na água doce, descendo, porém, para grandes corpos d’água (rios e lagos) onde existem presas adequadas.
Diversidade
Lampreias
Características
Gerais
Feiticeiras
• Exclusivamente marinhos;

• Carnívoras;

• Boca reduzida com pequenos dentes e rodeada por seis tentáculos;

• Hermafroditas;

• Desenvolvimento direto.

Lampreias

Ectoparasitas;

• Crânio pouco desenvolvido;

• Vértebras rudimentares;

• Marinhos e dulcícolas de regiões temperadas;

• Boca ampla com numerosos dentes córneos;


Lampreias
• Língua com dentículos córneos usada para dilacerar a pele da vítima;

• Nutrem-se de fluidos dos seus hospedeiros;

• Sexos separados;

• Fecundação externa;

• Desenvolvimento indireto (larva-amocete)
Referencias
Agnatha Atuais e Chondrichthyes – tópico 2 – Eleonora Trajano – Licenciatura em Ciências – USP/Univesp
Sitio da http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/ciclostomados/classe-cyclostomata-4.php Acesso feito em: 21/10/2013
Sitio da http://www.mundoeducacao.com/biologia/os-agnatos.htm Acesso feito em: 21/10/2013
Sitio da http://midia.atp.usp.br/impressos/lic/modulo03/vertebrados_PLC0024/Vertebrados_top02.pdf Acesso feito em: 21/10/2013
Sitio da http://peixes2010.blogspot.com.br/p/agnatos.html Acesso feito em: 21/10/2013
Sitio da www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=1279‎ Acesso feito em:21/10/2013
Sitio da http://scienceblogs.com.br/bessa/2009/07/prima_distante/‎ Acesso feito em: 21/10/2013
Sitio da http://www.algosobre.com.br › Biologia‎ Acesso feito em:21/10/2013
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