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TCC - Érico Destro

apresentação de defesa de trabalho de conclusão de curso
by

Erico Destro

on 16 August 2015

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Transcript of TCC - Érico Destro

DANOS DE NOVA PRAGA, Helicoverpa armigera (HUBNER) (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE), NA CULTURA DO ALGODOEIRO, Gossypium hirsutum.
Material e Métodos
conduzido em casa-de-vegetação e no laboratório de Entomologia II;
O Algodoeiro
Pragas do algodoeiro
"Paraíso das pragas"
Helicoverpa armigera
Registro no país (CZEPAK et al., 2013).
Espécie altamente polífaga
Alimentam-se das mais diversas estruturas (WANG; LI, 1984).
Ordem: Malvales
Família: Malvaceae
Tribo: Hibiciae
Gênero: Gossypium
Espécies cultivadas:
Gossypium arboreum L.
Gossypium herbaceum L.
Gossypium hirsutum L.
Gossypium barbadense L.
Produção
35 milhões de ha por todo o planeta (ABRAPA, 2014).

Movimenta US$ 12 bilhões no comércio mundial;

Envolve 350 milhões de pessoas em seu processo produtivo (CONAB, 2014).
Posição no ranking

Produção - 1.507 milhões de t (ABRAPA, 2014)
Indústria
Aproveitamento total da matéria prima:
Fibra;
Sementes;
Pragas, que atacam desde suas raízes, caule, folhas, até botões florais, maçãs e capulhos (SANTOS, 2007).
A entomofauna associada à cultura do algodão inclui cerca de 259 espécies de insetos (SILVA et al., 1968)
MIP
O controle de pragas do algodoeiro, é um dos fatores que mais onera os custos de produção (TORRES, 2008)

ferramenta decisiva e determinante para o sucesso ou fracasso do produtor
Alto potencial reprodutivo
Características morfológicas e fisiológicas
O período larval é constituído por 5 a 6 ínstares, chegando a 40mm (EPPO, 1981);
Coloração e textura;
Cápsula cefálica parda clara, linhas finas brancas laterais e presença de pelos (MATTHEWS, 1999).
Dimorfismo sexual (EPPO 1981, 1996).

Apresenta grande mobilidade e alta capacidade de sobrevivência, mesmo em condições adversas
ciclo de ovo a adulto completado rapidamente (FITT, 1989).
grande facilidade de dispersão - adultos são migrantes naturais (PEDGLEY, 1985).
A fase de pupa ocorre no solo, onde pode entrar em diapausa (KARIM, 2000).
Prejuízos
Perdas mundiais de cerca de 5 bilhões de dólares por ano (LAMMERS; MACLEOD, 2007)

Brasil: safra de 2012/2013 (EMBRAPA, 2013)
Objetivo do trabalho
Avaliar e quantificar os danos provocados pelas lagartas de
H. armigera
na cultura do algodoeiro auxiliando assim no estabelecimento do seu nível de controle.
Parcela = 5 vasos (10 Litros) cada um com uma planta
Obtenção das lagartas e infestação das parcelas
Criação existente
Idade das lagartas;
Estágio das plantas;
Inspeção e reposição
Avaliações e Análises estatísticas
Avaliações diárias;
Número total de estruturas reprodutivas produzidas e número destas atacadas
Número totale estruturas reprodutivas caídas e número destas atacadas
Produtividade
Os resultados foram submetidos à análise de variância através do teste F, e as médias comparadas pelo teste de Duncan (5%). Os dados originais foram transformados em raiz de (X + 0,5).
Resultados e discussão
Número de estruturas produzidas durante infestação e número de estruturas atacadas (média de 5 plantas). Ilha Solteira – SP, 2014.
Número de Estruturas produzidas durante infestação e número de estruturas produzidas totais (média de 5 plantas), Ilha Solteira – SP, 2014.
Número total e média de estruturas atacadas, % de ataque, número de estruturas atacadas por lagarta e média de ataque por lagarta. Ilha Solteira – SP.
Estruturas caídas totais e atacadas (média de 5 plantas), Ilha Solteira – SP, 2014.
Período de ataque das lagartas (número de estruturas atacadas x dias de vida das lagartas), Ilha Solteira – SP, 2014.
Período de ataque das lagartas – média por lagarta (número de estruturas atacadas x dias de vida das lagartas), Ilha Solteira – SP, 2014.
Produtividade: fibra + semente, Ilha Solteira – SP, 2014.
Conclusões
A ocorrência de 4 e 5 lagartas de Helicoverpa armigera para cada 5 plantas de algodoeiro, causam danos às plantas, destruindo até 48,7% das estruturas reprodutivas.

A ocorrência de 3 lagartas de H. armigera ou mais para cada 5 plantas provocam aumento no número de estruturas reprodutivas, porém as estruturas não completam o ciclo e a maturação.


Cada lagarta consome em média 9,7 estruturas reprodutivas.

Quanto maior a população de H. armigera, maior foi o número de estruturas caídas, e maior também o número destas estruturas com presença de ataque.

A lagarta de H. armigera apresenta maior atividade destrutiva no período de 9 a 11 dias de vida.
Fonte: Autor
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Referências Bibliográficas
ASSOCIACÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO- ABRAPA. Algodão no mundo. 2012. Disponível em: <http://www.abrapa.com.br/estatisticas/Paginas/Algodao-no-Mundo.aspx>. Acesso em: 29 jan. 2014.

COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO- CONAB. Acompanhamento safra brasileira: grãos. Brasília, 2014. v. 1, p. 1-83. (Safra, 6) , p. 1-83, mar. 2014 Disponível em: <www.conab.gov.br>. Acesso em: 29 jan. 2014.

CZEPAK, C,; ALBERNAZ, K.C.; VIVIAN, L. M.; GUIMARÃES, H. O.; CARVALHAIS, T. Primeiro registro de ocorrência de Helicoverpa armigera (Hübner) (Lepidoptera : Noctuidae) no Brasil. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 43, n.1, p. 110-113, jan./mar. 2013.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA- EMBRAPA. Ações emergenciais propostas pela Embrapa para o manejo integrado de Helicoverpa spp. em áreas agrícolas. Brasília, DF, 2013., 19p.

EUROPEAN AND MEDITERRANEAN PLANT PROTECTION ORGANIZATION- EPPO. Data sheets on quarantine organisms nº 110: Helicoverpa armigera. Paris: EPPO, 1981. (Bulletin, 11).

EUROPEAN AND MEDITERRANEAN PLANT PROTECTION ORGANIZATION- EPPO. Helicoverpa zea . In: SMITH, I. M. et al. (Ed.). Quarantine pests for Europe. 2. ed. Wallingford: CAB International,1996. p. 1-6.

FITT, G. P. The ecology of Heliothis species in relation to agroecosystems. Annual Review of Entomology, Palo Alto, v. 34, n. 1, p. 17-52, 1989.

KARIM, S. Management of Helicoverpa armigera: a review and prospectus for Pakistan. Pakistam Journal of Biological Sciences, Faisalabad, v. 3, n. 8, p. 1213-1222, 2000.

LAMMERS, J. W.; MACLEOD, A. Report of a pest risk analysis: Helicoverpa armigera (Hübner, 1808), 2007. Disponível em::<http://www.fera.defra.gov.uk/plants/>. Acesso em: 15 de nov. de 2014.

MATTHEWS, M. Heliothine moths of Australia: a guide to pest bollworms and related noctuid groups. Melbourne: CSIRO, 1999.

PEDGLEY, D. E. Windborne migration of Heliothis armigera (Hübner) (Lepidoptera: Noctuidae) to the British Isles. Entomologist’s Gazette, Wallingford, v. 36, n. 1, p. 15-20, 1985. Disponível em: <plantHealth/pestsDiseases/documents/helicoverpa.pdf>. Acesso em: 10 jan. 2013.

SANTOS, W. J. Manejo das pragas do algodão com destaque para o cerrado brasileiro. In: FREIRE, E. C. (Ed.). Algodão no cerrado do Brasil. Brasília: ABRAPA, 2007. . cap. 12, p. 403-478.

SILVA, A. G. A.; GONÇALVES, C. R.; GALVÃO, D. M.; GONÇALVES, A. J. L.; GOMES, J.; SILVA, M. do N.; SIMONI, L. de. Quarto catálogo dos insetos que vivem nas plantas do Brasil: seus parasitos e predadores. Rio de Janeiro: Ministério da Agricultura, 1968. 622 p.

TORRES, J. B. Controle de pragas no algodoeiro: expectativas de mudanças. Ciência Agrícola, Alagoas, v. 8, n. 1, p.37-49, 2008.

WANG, N. C.; LI, Z. H. Studies on the biology of cotton bollworm (Heliothis armigera Hübner) and tobacco budworm (Heliothis assulta Quenee). Journal of the Shandong Agricultural University, Taian, v. 1-2, n. 1, p. 13-25, 1984.
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