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Bovinos de leite nos Açores

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by

Luís Pinho

on 6 December 2013

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Transcript of Bovinos de leite nos Açores

Fluxos na MO

Bovinos de leite nos Açores
OMV
MSD, Animal Health

Saúde do úbere
Luís Pinho
Serviços Veterinários Associados
CPSU- Conselho Português de Saúde do Úbere

Quantificar o problema

Incubadora caseira!
Dados Clínicos

Realidade portuguesa: registos

CCS altas com aumento das lactações
CCS altas >DEL
CCS ascendente
CCS constante sem sazonalidade


CCS altas em todas as lactações
CCS altas igual ao longo da lactação
CCS altas em picos sazonais (Primavera/Outuno)
CCS altas nos 1ºs 100 DEL = problema período seco


Recidivas e CCS pós-mastite são equivalentes.

Aumentam a precisão dos tratamentos.

Diminuição do número de dias de rejeição do leite.

Menor utilização de antibióticos.

Perdas na especificidade.
On-Farm/ In-practice

Coliformes;
S. uberis
;
S. aureus
(forma gangrenosa);
Trueperella pyogenes

Mastites clínicas e refugo

Análise de contraste

http://www.bovinfor.pt


Contraste

Quantificar o problema

Dados laboratoriais
Diagnóstico
Mais caro

Mais rápido

DNA vs Bactérias vivas

Congelado e DHI

Biologia molecular (RAPD; PFGE; MLST; Micro-satélites)

Mais útil epidemiologicamente (perceber origens de um surto)

Mais detalhado (perceber se as estirpes existentes são mais virulentas)
PCR – PathoProof Mastitis PCR Assay

Mastites clínicas
Mastites clínicas
On-Farm/ In-practice

Resumo mensal exploração

Contraste

Gram Pos
Gram Neg
On-Farm/ In-practice
Dados de gestão e Contraste
Dados clínicos
53% das mastites nos 100 DEL são adquiridas no período seco (Bradley and Green, 2000)
Problema ambiental:
Problema contagioso:
Streptococcus
spp;
Staph. Coag. Neg:
S. aureus
;
Corynebacterium
spp;
Leveduras;
Prototheca
spp;…
S. uberis
;
S. aureus
;
Coliformes;
Trueperella pyogenes
Mycoplasma
spp;

Teat-end score

Score úberes e pernas

Factores de risco na ordenha
Colocação de tetinas

Tempo de espera entre preparação do úbere e colocação de tetinas deve rondar os 60-90s

Tetinas bem alinhadas

Tempos recomendados:




Score de limpeza de tetos

MÁQUINA DE ORDENHA E MASTITES

Remoção das unidades

Fluxo mínimo: <0.5 kg/ min

Sobreordenha é o período de maior risco para IMM e lesões dos tetos

2x Vs 3x ordenhas
Níveis mais altos
Redução do tempo de ordenha




MÁQUINA DE ORDENHA E MASTITES

Tempo médio de ordenha (10 a 20kg / ordenha)
TMO (min)= 3+ (0.2 x Kg leite)
7 a 10 min


Liner slipe ou caída de tetinas
< 5%
Adequação ao tipo de tetos
Vácuo
Tipo de colector (fluxo de leite)





Factores de risco na ordenha
Remoção dos primeiros jactos de leite
Estímulo à libertação de ocitocina
Elevada CMT deste leite
Detecção precoce de mastites clínicas

O tempo total de contacto do ordenhador
com o teto deve rondar 10-20 s para um
estímulo completo



David M. Galton and William G. Merrill.
Department of animal science Cornell University

Comparação dos diferentes tipos de preparação do úbere

Factores de risco na ordenha
Onde o M. Veterinário pode fazer a diferença:
Aspectos práticos

MÁQUINA DE ORDENHA E MASTITES

Remoção das tetinas

Cortar o vácuo antes de remover as tetinas

Evitar a sobre-ordenha




A libertação de adrenalina nos primeiros 30 min pré-ordenha interfere com a descida do leite e o tempo de ordenha!

CONFORTO DOS ANIMAIS NA ORDENHA

Avaliar ruminação (50-65 % dos animais devem estar a ruminar)

Avaliar o nº de vezes que animais urinam ou defecam durante ordenha

Avaliar o n.º de animais irrequietos e que dão coices

Comportamento dos animais na ordenha
HIGIENE DOS ANIMAIS À CHEGADA À ORDENHA



Pós-dipping
Hidratação da pele do teto
Eliminar a película de leite da pele do teto
Desinfectar a pele e ponta do teto
Impedir a entrada de bactérias para o canal do teto após a ordenha


Desinfecção de tetos após a ordenha
Exemplos

Teto e esfíncter são as primeiras barreiras contra a entrada de microorganismos

Hiperqueratose: produção exagerada de queratina no canal do teto

Desinfectantes inadequados
Máquina de ordenha

CONDIÇÕES FÍSICAS DO TETO


Vácuo (-35 a -42 kPa no colector)

Pulsação

Mudança de tetinas a cada 2500 ordenhas

Utilização de desinfectantes adequados


REVISÕES PERIÓDICAS DA MÁQUINA DE ORDENHA
Em Inglaterra, em 2004, 80% das máquinas de ordenha não estavam com funcionamento adequado!! E Portugal???

   Agentes
ambientais
PREPARAÇÃO DOS ÚBERES ANTES DA ORDENHA
Desinfecção de tetos antes da ordenha – Pre-dipping

Tempo mínimo de contacto – 15-30s

Cobrir todo o teto
Exemplos

Limpeza dos tetos

Escorrimento da água pelo úbere molhado

Acumulação no topo das tetinas

Contaminação do leite (>Teor microbiano)

Descida de tetinas (“liner slip”)

Formação de forças de impacto > Risco de novas infecções IMM

Ideal:
não usar água
!!

Minimizar a utilização de água na preparação dos úberes


PREPARAÇÃO DOS ÚBERES ANTES DA ORDENHA

Estratégias
Qualidade do Leite é multifactorial e a máquina de ordenha é só mais um!

Objectivo
Não é substituir a revisão regular da MO e o serviço do técnicos qualificados

Ajudar na identificação de problemas de maneio ou MO
Mastites
Problemas nas condições dos tetos
Ordenha lenta ou incompleta

Notas

1. Avaliar o sistema
2. Anotar falhas
3. Emitir relatório com recomendações

Avaliação da Máquina de Ordenha

Refugo: medida de controlo?!

Refugo: medida de controlo?!

Sensibilidade antibiótica das bactérias envolvidas;

Capacidade de penetração no úbere;

Capacidade de persistência no úbere em concentrações suficientes para eliminar as bactérias com administrações únicas ou múltiplas;

Eficácia na presença do leite;

Actividade bactericida ou bacteriostática;

Solubilidade lipídica, propriedades de adesão a proteínas plasmáticas e nível de pH em solução;

Intervalo de segurança;

Custo

Estratégia terapêutica
Dependente de várias variáveis:

Classificação
da mastite (exame clínico);
Fase de
gestação
;
Nível de
produção
individual actual;
Número de lactações
decorridas;
Agente etiológico
isolado e sua
sensibilidade
antimicrobiana;
Probabilidade de cura
;
Prémios
de produção e CCS do efectivo;
Custos da terapêutica e leite perdido
;

Terapêutica

Definição dos protocolos de tratamento

Terapêutica

Biossegurança

Plano dos 5 pontos
Observação na rotina de ordenha
Liner-slipe
Teat-score
Tempos de ordenha
Comportamento dos animais na sala de ordenha

Registos
Taxa de mastites ambientais
Frequência de mudança de material aumentada
TMT e CCS
Alterações da produção média
Verificação de funcionamento de retiradores automáticos


Sinais de alerta para mau funcionamento
Pulsação
Frequência (55 a 65 puls/min)
Balanço (<3%)
Relação de pulsação (<5% do que o indicado pelo fabricante; 60:40; 65:35; 70:30)

Duração das fases
Fase B >30% (Ordenha)
Fase D > 15% ou 150ms (Descanso ou massagem)

Funcionamento Pulsação

Refugo: medida de controlo?!

Terapêutica: estratégias

Terapêutica: estratégias

>200 000 CS/ml em lactação ou previamente à secagem;

Mastites clínicas;

Pós-parto (> 7ª ordenha) em mastites contagiosas na lactação anterior;

Animais de reposição.

Colheita de amostras
Programa de QL: objectivos gerais

Protocolos de prevenção e tratamento
Se vão tentar vender algo, tornem-se vendedores!

Se vão tentar consertar algo, tornem-se técnicos de reparação!

Se vão analisar alguma coisa,
não vendam nem arranjem nada
!!!!

Avaliação da Máquina de Ordenha
Terapêutica: árvores de decisão

Vacinas para mastites
S. aureus e SCN

E. coli e coliformes

Vacinas para mastites

Tipos de vacinas para mastites





Auto-vacinas
Tecnologia simples e mais antiga
Identificação e inativação de agentes
Apresentação de antigénio
Eficácia limitada

Vacinas comerciais
Tecnologia inovadora e mais recente
Bloqueio ou neutralização de processos bacterianos comuns
Ensaios clínicos

Prevenção e Controlo: objectivos e níveis de interferência
Instituição de protocolos de tratamento

Adequados para o tipo de agentes presentes na exploração!!!

<incidência de infecção intra-mamária (clínicas e subclínicas)

<gravidade dos sinais clínicos

<CCS

>taxa de cura

>produção de leite

<tratamentos

Melhorar a eficácia dos tratamentos antibióticos

Vacinação para Mastites: objectivos?

Componentes
Infecção secundária de agentes resistentes à terapia tais como leveduras e Prototheca spp.

Deve ser realizada cuidadosamente (tampão de queratina)

Da forma mais asséptica possível

Administração via IMM

Relatório de Qualidade de Leite
Análises microbiológicas de leite
Programas de prevenção e controlo
Dois Períodos Distintos Para Tratamentos

Lactação

Período Seco

Prioridade 1: alterações urgentes e importantes
Prioridade 2: Melhoramentos importantes mas não urgentes
Prioridade 3: Melhoramentos cosméticos ou outros
J5
E. coli
S. aureus
e SCN
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