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Cirurgias abdominais

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by

Samia Aires

on 3 October 2015

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Transcript of Cirurgias abdominais

CIRURGIAS ABDOMINAIS
Introdução
O abdôme é uma câmara ligeiramente cilíndrica que se estende desde a margem inferior do tórax até a margem superior da pelve e do membro inferior. Suas paredes musculomembranáceas circundam uma cavidade grande (cavidade abdominal) que é delimitada superiormente pelo diafragma e inferiormente pela abertura pélvica.
O acesso ao abdômen e seu conteúdo em geral é obtido por meio de incisões na parede do abdômen anterior. A incisão abdominal mais comumente utilizada é a incisão craniocaudal central a partir do processo xifoide até a sínfise púbica, o que proporciona um amplo acesso a totalidade do conteúdo abdominal e possibilita a realização do procedimento exploratório.
CIRURGIAS ABDOMINAIS.
Atualmente existem diversos tipos de cirurgias abdominais, podendo ser realizadas por razões estéticas ou por necessidades patológicas. Tendo como objetivo melhorar a saúde do paciente.
CLASSIFICAÇÃO
Cirurgia abdominal alta:
Acima da cicatriz umbilical.
Cirurgia abdominal baixa:
Abaixo da cicatriz umbilical.
CONHECENDO OS QUADRANTES DO ABDOME
Antes de prosseguirmos,existe uma tópico importantes que nos ajudará nesse estudo:

- QUADRANTES DO ABDOME.
Ok, agora que relembramos, vamos em frente!
CIRURGIA ABDOMINAL.
Toda cirurgia depende de uma série de fatores e deve ser individualizada, ou seja, cada paciente irá se beneficiar mais de um tipo específico de cirurgia, o que deve ser amplamente discutido entre toda a equipe médica e o paciente.
Tipos de Cirurgia
abdominais
Antonio Vicente
Jackson Ruam
Leandro Alcântara
Samia aires
Sinara Farias
Socorro Mesquita

Professor Cleberson Miranda
FUNÇÕES DA CAVIDADE ABDOMINAL
Abrigo e proteção das vísceras principais:
abriga os principais elementos do sistema digestório, o baço e parte do sistema urinário.

Respiração:
um dos papeis mais importantes do abdômen é auxiliar na respiração.

Alterações na pressão intra-abdominal:
a contração dos músculos do abdômen pode aumentar a pressão intra-abdominal quando o diafragma está em uma posição física.




• Parede do abdômen;
• Cavidade abdominal;
• Diafragma;
• Abertura pélvica;
• Vísceras abdominais: peritônio, cavidade peritoneal, órgãos (parte abdominal do esôfago, estômago, intestino delgado, duodeno, jejuno, íleo, intestino grosso, cólon, fígado, ligamentos associados, vesícula biliar, pâncreas, vias biliares, baço, parte abdominal da aorta, veia porta,

COMPONENTES DO ABDÔMEN
COLECISTECTOMIA
A Colecistectomia é o procedimento de remoção cirúrgica da vesícula biliar, órgão próximo ao fígado que tem funções de auxiliar na digestão de gorduras e que concentra a bile, líquido produzido pelo fígado e que é lançado no intestino, na altura do duodeno (a primeira parte do intestino, logo depois do estômago).
Abdominoplastia ou Dermolipectomia abdominal é a cirurgia plástica do abdome. A abdominoplastia destina-se à remoção de gordura localizada no abdome inferior,
assim como da flacidez de pele ao redor da região umbilical e das estrias situadas
entre o umbigo e os pêlos pubianos.
ABDOMINOPLASTIA
CIRURGIA BARIÁTRICA
GASTROSTOMIA
JEJUNOSTOMIA
DUODENOSTOMIA
APENDICECTOMIA
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES
DRENOS E CATETERES
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
ANTES DE COMEÇAR...
A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do estômago através da parede abdominal. As vias de acesso habitualmente empregadas para realização da gastrostomia são: laparotomia, endoscopia, e laparoscopia.
É um procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do jejuno proximal através da parede abdominal. As vias de acesso habitualmente empregadas para realização da jejunostomia são: laparotomia, laparoscopia e endoscopia.
A profilaxia da infecção de parede abdominal, sobretudo ao redor da sonda, é feita mediante antibioticoterapia profilática intravenosa com cefalosporina.
Em condições excepcionais, onde há carcinomatose peritoneal, infiltração tumoral da parede gástrica e ascite, o acesso à luz do estômago através da parede gástrica e da cavidade abdominal pode ser arriscado. Nessas circunstâncias, se o paciente apresenta náuseas e vômitos incontrolá-veis, a gastrostomia percutânea transesofágica com acesso cervical é uma alternativa a ser empregada.
Cirurgia da Obesidade ou ainda de Cirurgia de redução do estomago, é, como o próprio nome diz, uma plástica no estômago (gastro = estômago, plastia = plástica), que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.
A apendicectomia é uma intervenção cirúrgica destinada a proceder à remoção do apêndice vermicular (também designado de ileocecal), uma pequena estrutura tubular, que se constitui como um pequeno prolongamento do ceco, a porção inicial do intestino grosso.
Abertura artificial do duodeno
Na assistência ao paciente cirúrgico, a equipe de enfermagem é reponsável pelo seu preparo, estabelecendo e desenvolvendo diversas ações de cuidados de enfermagem, de acordo com a especificidade da cirurgia
Estes cuidados incluem:
orientação;
cuidado físico e emocional;
avaliação e encaminhamento ao centro cirúrgico a fim de diminuir o risco cirúrgico;
promover a recuperação e evitar complicações no pós-operatorio.
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PRÉ-OPERATÓRIO
Abrange desde o momento pela decisão cirúrgica até a transferência do cliente para o centro cirúrgico.
Respeitar técnica assépticas;
Preparar o cliente no quesito: jejum, limpeza; intestinal,esvaziamento vesical, preparo da pele, banho com soluções antissépticas e aplicação de medicação pré-anestésica;
Preparo emocional, Orientar quanto a dor e náusea, orientar quanto a deambulação precoce, sinais vitais para posteriores comparações, encaminhar para realizar exames.
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO INTRA-OPERATÓRIO
Receber o paciente no CC;
Apresentar-se ao paciente,verificar a pulseira de identificação e o prontuário;
Confirmar informações sobre o horário de jejum,alergias, doenças anteriores como condutas de segurança;
Encaminhar o paciente à sala de operações;
Colocar o paciente na mesa cirúrgica de modo confortável e seguro.

Mantê-lo aquecido;
Auxiliar a equipe durante a anti-sepsia;
Registrar todos os cuidados prestados.
O CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO
Identificar, prevenir e tratar os problemas comuns aos procedimentos anestésicos e cirúrgicos, com a finalidade de restabelecer o seu equilíbrio.
Avaliação da permeabilidade da via aérea;
Aplicar oxigênio;
Registrar os SSVV;
Avaliar condição do local da cirurgia
Avaliar nível de consciência.
Aplicação de escalas.
Os drenos, cateteres ou tubos são utilizados de forma rotineira tanto no pré, no pós ou no transoperatório.
Por definição, drenos são materiais colocados no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluidos ou ar que estão ou podem estar ali presentes, evitando o acúmulo de líquidos em espaços potenciais e removendo coleções diversas. Frequentemente, sua utilização
des
tina-se à evacuação de secreções como seromas,
hem
atomas, secreções do trato digestivo, linfa, pus e material necrótico de regiões onde não seja possível a exposição e limpeza repetidas.
Os cateteres são tubos de diversos materiais e calibres inseridos no organismo, tendo como função a infusão de líquidos, como, por exemplo, os cateteres intravenosos, ou a retirada de líquidos, como os cateteres vesicais. Os drenos e cateteres podem ser confeccionados de diversos materiais, em vários tamanhos e formatos,e indicados na dependência do objetivo ao qual se destinam. Agem por meio de gravitação, capilaridade ou sucção.

Na drenagem da cavidade abdominal podem ser utilizados drenos como o de Penrose, Malecot ou drenos tubulares de polietileno. A escolha desses drenos se faz pelo volume esperado de secreção, tempo de permanência na cavidade, necessidade da infusão de líquidos ou drogas, risco de erosão de alças e/ou vasos. Deve-se ter em mente as vantagens e desvantagens desses tipos de drenos de acordo com a antigenicidade do material e mecanismo de ação de cada um.
DRENO DE PENROSE
Dispositivo de látex, constituído por duas lâminas finas e flexíveis unidas entre si, que funciona por capilaridade, permitindo o escoamento de líquidos entre suas superfícies. O orifício de saída do dreno deve ser ocluído com gaze estéril e, dependendo da quantidade drenada e do local de sua inserção, deve-se utilizar uma bolsa coletora. Esta bolsa deve ser esvaziada com frequência e o volume anotado rigorosamente para que as perdas possam ser repostas adequadamente.Na realização de limpeza desse dreno, deve-se observar a presença de dobras que dificultam a drenagem.
SONDA DE MALECOT
Utilizada em procedimentos que proporcionam acesso direto ao estômago para alimentação integral prolongada, suporte medicamentoso e descompressão gástrica, podendo ser temporária ou permanente.
As complicações respiratórias pós-operatórias estão entre as mais frequentes após cirurgias abdominais altas abertas e prolongam a estadia hospitalar, aumentam os custos e a morbi-mortalidade cirúrgica. As cirurgias abdominais realizadas com incisão acima da cicatriz umbilical têm incidência de complicação pulmonar maior que as realizadas com incisões baixas, apesar da falta de padronização e consistência das definições das afecções consideradas complicações respiratórias.
Isso ocorre pela perda da integridade da musculatura abdominal e consequente diminuição da força de contração, levando a alterações tóraco-abdominais por dor ou inibição reflexa. Não há dúvida que a incidência de complicação pulmonar pós-operatória está relacionada à presença de fatores de risco como tipo de anestesia utilizada, ato operatório e características inerentes ao paciente. A perturbação da mecânica respiratória produzida pela anestesia geral é mais pronunciada em pacientes obesos, já que esta induz atelectasia pulmonar, pois nessa população a anestesia acentua a redução da capacidade residual funcional, promovendo o fechamento precoce das pequenas vias aérea. Dentre as complicações respiratórias após cirurgia bariátrica aberta, a pneumonia é citada em 20% dos artigos revisados e sua incidência é de 2,4%.
OBRIGADO
PELA ATENÇÃO!!!
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