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Escolas Literárias - do Trovadorismo ao Quinehentismo

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by

Lucas Ander

on 27 November 2014

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Transcript of Escolas Literárias - do Trovadorismo ao Quinehentismo

Escolas
Literárias

Trovadorismo
Humanismo
Classicismo
Quinhentismo
Artes
Literatura
Sociedade
Artes
Literatura
Sociedade
Artes
Literatura
Artes
Literatura
Missões Jesuítas
His
tór
ia d
e Po
rtu
gal

Literatura trovadoresca
Duração:

entre 220 e 229 anos - de 1189 ou 1198 até 1418.
Obra inicial:

Cantiga da Guarvaia, autoria de Paay
Soares de Taveiroos
Influências:
Lirismo obtido da literatura provençal, da região de Provence, no sul da França.
Amor cortês;
Religião;
As cavalarias;
Feudalismo e o sistema de vassalagem.
Idiomas:

galego-português e português arcaico
(em terras portuguesas).
Literatura trovadoresca
Projeto literário:
Literatura oral para entreter os homens e mulheres da nobreza.
Redefinição do papel dos cavaleiros na cortes.
Estruturação literária equivalente à de vassalagem.
Amor cortês:

Idealizado por Guilherme IX, O Trovador, Duque da Aquitaine et Gascogne. Era um código de comportamento amoroso onde o trovador ama e suplica por sua dama, uma mulher parte da nobreza e que possui status social. Estabelece uma relação de vassalagem literária, pois o trovador é o servo da dama, sua senhora ou susserana.
Características gerais
Literatura trovadoresca
Tipos de obras
Cantigas:

são músicas/poemas que o trovador cria para determinada pessoa . São divididas em: cantigas líricas e cantigas de satíricas.
Cantigas líricas:
Cantigas de amor

= exprimem a paixão não correspondida do trovador pela sua senhora.
Características gerais: redondilha maior, uso da expressão
mia senhor
, rimas.
Literatura trovadoresca
Trecho de
"Cantiga da Guarvaia"
E, mia senhor, des aquel di', ¡ay!
me foi a mi muyn mal,
e vos, filha de don Paay
Moniz, e ben vus semelha
d' aver eu por vós guarvaya,
pois eu, mia senhor, d' alfaya
nunca e vos ouve nem ei
valía dūa correa.
E, minha senhora, desde aquele dia,
ai, tudo para mim foi muito mal, mas
vós, filha de D. Paio Moniz, parece-vos muito bem que eu tenha de vós uma guarvaia quando nunca recebi de vós o simples valor de uma correia.
Primeira obra do Trovadorismo português, escrita em 1189 ou 1198 por Paay Soares de Taveiroos.
Galego-português
Português moderno
Literatura trovadoresca
Tipos de obras
Cantigas de amigo
= exprime a paixão existente entre uma jovem e um rapaz, ambos camponeses.
Características: redondilha menor, rimas, possui refrão que é repetido no fim de todas as estrofes, uso de paralelismo e
Leixa-pren
.
Literatura trovadoresca
Trecho de
"Cantiga d'amigo"
Levad', amigo, que dormides as manhãas frias;
todas-las aves do mundo d'amor diziam:
leda m'and'eu.

Levad'amigo, que dormide'-las frias manhãas;
todas-las aves do mundo d'amor cantavam:
leda m'and'eu.

Toda-las aves do mundo d'amor dizian;
do meu amor e do voss'eu ment'avian:
leda m'and'eu
Paralelismo
Leixa-pren
Refrão
Cantiga de autoria de Nuno Fernandes Torneol. Ano em que foi escrita não identificado.
Literatura trovadoresca
Tipos de obras
Cantigas satíricas:
Cantigas de escárnio

= o trovador usa palavras de duplo sentido para criticar alguém. A sátira nessas cantigas é feita através do uso de ironias, trocadilhos e jogos semânticos. Geralmente, zombam do modo de vida dos nobres e de seu comportamento.
Cantigas de maldizer

= o trovador critica explicitamente, identificando quem ele está satirizando. Apresentam linguagem ofensiva e palavrões. Muitas vezes, falam das indecências de membros do clero e da nobreza.
Literatura trovadoresca
Trecho de
"Cantiga de maldizer"
Ai, dona fea, fostes-vos queixar
que vos nunca louv'en (o) meu cantar
mais ora quero fazer um cantar
en que vos loarei toda via;
e vedes como vos quero loar:
dona fea, velha e sandia!
Autoria de João Garcia de Guilhade
Literatura trovadoresca
Tipos de obras
Novelas de cavalaria
:
são as primeiras longas narrativas em verso e surgiram por volta do século XII. Narram as aventuras dos cavaleiros e seus amores. São organizadas em três ciclos.
Ciclo clássico:

narra a guerra de Troia e as aventuras de Alexandre, o Grande. São clássicas por falarem da vida clássica mediterrânea.
Ciclo arturiano

ou

bretão:

histórias que envolvem o Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Exemplos desse ciclo são Tristão e Isolda e A demanda do Santo Graal.
Ciclo carolíngio

ou

francês:

histórias sobre o Rei Carlos Magno e os 12 pares de França.
Século XII ao XV
Início: França
Fim do Império Romano
Invasões Bárbaras
Feudalismo
Feudos
Senhores Feudais
Servos
Relação de Vassalagem
Feudo
Suserano: nobres que tinham dinheiro
Vassalo: nobres que não tinham dinheiro
A Igreja Católica
Igreja Católica -
Rica
Teocentrismo -
Deus: perfeito e superior
Homem -
imperfeito e pecador
Teocentrismo
Artes da época trovadoresca
Pintura:
Tudo focava a temática religiosa, apresentando Deus, Maria ou algum santo como centro da obra de arte.
Escultura:
Costumava restratar cenas da vida, de santos ou episódios biblícos.
Músicas:
Em sua grande maioria era as cantigas.
Características
Idade Média
X
Renascimento
Feudalismo
X
Mercantilismo
Nobreza
X
Burguesia
Cavalaria
X
Marinha
Religião
X
Ciência
Espiritualismo
X
Materialismo
Teocentrismo
X
Antropocentrismo
Antropocentrismo
*
O declinio da organização feudal
*
A divulgação da cultura - Imprensa
*
Abandono da subordinação absoluto à Igreja Católica
*
Procura na ciência uma explicação para os fenômenos até então atribuídos a Deus
*
Afirmação da capacidade do índividuo em controlar seu próprio destino
Surgimento da Prensa móvel
Artes das épocas humanista
Literatura -
Ganha força um olhar mais racional para o mundo. Destaca-se também as poesias palacianas (que surge dentro de palácios) escrita por nobres que retratavam os usos e os costumes da corte.
Escultura -
Imortilizou o corpo humano, sua nudez.
Pintura -
Retratava o homem em uma infinidade de situações e sentimentos.
Século XV ao XVI
Século XIV ao XVI
Características
Humanismo (Valorização do ser humano)
Individualismo
Naturalismo/Equilíbrio/ Harmonia
Hedonismo (Belo, prazer)
Cientificismo/Racionalismo = Razão
Experimentarismo
Retorno a cultura grego-romana
Pinturas e Esculturas
Luz e Sombra -
Preocupação com a luminosidade nos quadros.
Perspectiva -
As dimensões matemáticas eram testadas com novas relações de perspectivas.
Cores fortes -
O uso de cores vibrantes quebrava a sobriedade da arte medieval.
Davi
Michelângelo
A imagem humana, os musculos, a perfeição, as expressões das figuras demonstravam sentimentos.
Pietá
Michelângelo
Harmonia, as coisas podiam ser mais agradavéis, ninguêm precisava sentir dor, eles entendiam que tinham que ser.
O homem antes era um pecador, imperfeito, agora ele está mais próximo de Deus.
Mona Lisa
Leonardo da Vinci
As linhas, a matemática e a natureza
Século XVI ao XVII
A Colonização do Brasil
Literatura Humanista
Duração:

92 anos - de 1434 até 1526 (séculos XV e XVI)
Início:

o início do Humanismo português ocorreu com a nomeação de Fernão Lopes ao cargo de Cronista-mor do Reino de Portugal.
Influências:
Obras de poetas italianos, como A Divina Comédia, de Dante Alighieri e obras de Francisco Petrarca.
Apogeu do feudalismo e do sistema de vassalagem.
Surgimento das cidades europeias.
Transformação econômica e social.
Surgimento da burguesia.
VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO - ANTROPOCENTRISMO.
Investimento cultural.
Início do lento processo de fim da subordinação à Igreja Católica.
Idioma:

português médio.
Literatura Humanista
Características Gerais
Projeto literário:
O Humanismo não possui um projeto literário definido.
Visão racional do mundo.
Início do resgate aos valores clássicos.
Antropocentrismo.
Abandono da explicação religiosa dos fatos e início da abordagem científica dos fatos.
Uso de
metonímias
- figura de linguagem em que opta-se pelo uso de uma palavra no lugar de outra.
Público primário inicial:
Nobres.
Público primário final:
Burgueses.
Literatura Humanista
Tipos de obras
As obras do período humanista são de extrema importância para a Literatura portuguesa. É neste período que ocorre a separação entre música e poesia, o surgimento do teatro português e o nascimento da importância da vida da sociedade e suas relações para a literatura.
Os três tipos de obras humanistas são:
Crônicas - prosa historiográfica:
narra os acontecimentos históricos de Portugal. O principal cronista histórico de Portugal é Fernão Lopes. As crônicas de Fernão são ótimas, pois ele sabia conciliar a narrativa à imparcialidade ao tratar de fatos históricos.
Literatura Humanista
Tipos de obras
Poesia:
chamada de
Poesia palaciana.
É a evolução das cantigas trovadorescas. Sua principal característica é o uso de formas métricas regulares. As formas métricas usadas na poesia humanista são:
Trova.
Vilancete.
Cantiga.
Esparsa.
A regularidade da poesia palaciana garantiu maior autonomia à linguagem poética. E com isso, a melodia de fundo tornou-se desnecessária, pois a poesia conseguia produzir o efeito musical sozinha.
Literatura Humanista
Gil Vicente
O Pai do Teatro português, Gil Vicente viveu por 71 anos e escreveu 44 peças, sendo 17 em português, 11 em castelhano e 16 bilíngues. Sua 1ª obra foi Auto da Visitação, feita em homenagem à Rainha D. Maria pelo nascimento de D. João III, futuro rei.
As peças de Gil Vicente possuem caráter moralizante. Gil adotava como seu lema a frase de Plauto, um dramaturgo latino: "rindo, corrigem-se os costumes". Isto deve ao fato de que Gil queria por meio de suas obras, corrigir os maus costumes da sociedade portuguesa.
Literatura Humanista
Gil Vicente - suas obras
As características principais de sua obra são:
O uso de alegorias relacionadas aos vícios e virtudes humanas.
Críticas voltadas para os defeitos humanos.
Personagens de todos os níveis socias = nobres, burgueses, clérigos, plebeus, entre outros.
As obras teatrais de Gil Vicente podem ser dividas em três tipos:
Autos pastoris
ou
éclogas
.
Autos de moralidade
.
Farsas
.
Literatura Humanista
Trilogia das barcas
A
Trilogia das barcas é
o conjunto de obras mais conhecido de Gil Vicente. É formada pelas obras
Auto da barca do inferno
,
Auto da barca do purgatório
e
Auto da barca da glória
. São enquadradas como autos de moralidade.
A obra mais conhecida da trilogia é
Auto

da barca

do

inferno
. Nesta obra há duas barcas, a do inferno, dirigida pelo Diabo, e a da glória, dirigida pelo Anjo. Vários personagens chegam e julga-se cada um, para ver em qual barca eles irão.
Literatura Humanista
Trecho de
Auto da barca do inferno
Vem o Fidalgo e, chegando ao batel infernal, diz:
Esta barca onde vai ora,
que assi está apercebida?
FIDALGO
Vai pera a ilha perdida,
e há-de partir logo ess'ora.
DIABO
FIDALGO
Pera lá vai a senhora?
DIABO
Senhor, a vosso serviço.
FIDALGO
DIABO
Parece-me isso cortiço...
Porque a vedes lá de fora.
Porém, a que terra passais?
FIDALGO
Pera o inferno, senhor.
DIABO
FIDALGO
Terra é bem sem-sabor.
DIABO
Quê?... E também cá zombais?
FIDALGO
DIABO
E passageiros achais
pera tal habitação?
Vejo-vos eu em feição
pera ir ao nosso cais...
Literatura clássica
Duração:

de 1526 até 1580 (século XVI) - 54 anos.
Início:

O Classicismo português iniciou em 1526 com a volta de Francisco de Sá de Miranda à Portugal, após uma temporada na Itália, onde aprendeu os ideais clássicos.

Influências:
Estabilização dos valores antropocentristas.
Valorização das realizações humanas.
Renascimento.
Resgate dos valores clássicos.
Valorização das proporções, do equilíbrio das composições, da harmonia e da idealização da realidade.
Surgimento dos ideais iluministas.
Circulação de obras literárias.
Idioma
:
português clássico.
Literatura clássica
Características Gerais
Projeto literário clássico:
Retomada dos modelos da Antiguidade clássica.
Adoção da razão como parâmetro de análise da realidade.
Antropocentrsimo.
Busca pela felicidade terrena.
Valorização do esforço individual.
Propagação da arte e literatura clássica:
ocorreu através dos
mecenas
, burgueses ricos que exibiam sua fortuna e poder através de pinturas, esculturas e de sua biblioteca particular, presentes em suas casas. Para poderem se exibir mais e mais, os mecenas investiam na produção cultural. E com a prensa móvel, a literatura tornou-se "popular".
Literatura clássica
Características Gerais
Outras carasterísticas da literatura clássica:
Neoplatonismo amoroso.
Racionalismo.
Uso de linguagem simples e sóbria, sem uso excessivo de figuras de linguagem.
Uso de antíteses e paradoxos.
Uso de versos decassílabos = "
doce estilo novo
".
Resgate das tradições clássicas:
ocorreu porque os artistas clássicos (gregos e romanos) também eram antropocêntricos. Eles visavam o ser humano em primeiro lugar. Assim, os ideais dos artistas do século XV tinham base nos ideias dos artistas da Antiguidade clássica.
FASE RACIONALISTA
Arcadismo
Literatura clássica
Tipos de obras
As obras clássicas podem ser classificadas em:
Literatura clássica
Camões - o símbolo da literatura clássica
Luís Vaz de Camões viveu entre 1525 e 1580. Sua morte é o marco do final do Classicismo português. É autor de
Os Lusíadas
, a principal obra da Literatura portuguesa e uma das principais da Literatura mundial. A obra de Camões é dividida em:
Poesia lírica - suas principais características são o neoplatonismo amoroso, a reflexão filosófica e a natureza.
Poesia épica - a obra
Os Lusíadas
.

Poesia =

marcada pela obras de Luís de Camões. É dividida em poesia épica e poesia lírica.
Prosa =

marcada pelas novelas sentimentais, de cavalaria, crônicas históricas e crônicas de viagem.
Teatro =

as obras de Antônio Ferreira. "A Castro" foi a 1ªpeça de influência clássica da língua portuguesa.
Ressalta-se que , além do uso de versos decassílabos, a poesia clássica também usa uma nova estruturação chamada
soneto
. Os sonetos são classificados em:
Soneto Italiano
Soneto Shakesperiano
Soneto Monoestrófico.
Os Lusíadas
Uma epopeia onde Camões narra a viagem de Vasco da Gama ao Oriente, em 1498. Ao contrário das epopeias antigas, como as de Homero e Virgílio, nesta obra o herói é "coletivo" e não um homem com força sobre-humana. Outra diferença é o poder do "maravilhoso cristão" sobre o "maravilhoso pagão", em decorrência da Inquisição e da religião de Camões.

Estrutura:
1102 estrofes em oitava-rima (ABABABCC).
10 cantos.
3 partes:
Introdução - preposição, invocação e dedicatória.
Narração.
Epílogo.
Os Lusíadas
Canto V, estrofes 37 e 38.
Porém já cinco Sóis eram passados
Que dali nos partíramos, cortando
Os mares nunca d' outrem navegados,
Prosperamente os ventos assoprando,
Quando ũa noute, estando descuidados
Na cortadora proa vigiando,
Ũa nuvem que os ares escurece,
Sobre nossas cabeças aparece.
Tão temerosa vinha e carregada,
Que pôs nos corações um grande medo;
Bramindo, o negro mar de longe brada,
Como se desse em vão nalgum rochedo.
– «Ó Potestade (disse) sublimada:
Que ameaço divino ou que segredo
Este clima e este mar nos apresenta,
Que mor cousa parece que tormenta?
Inventada por Johannes Gensflisch zur Laden zum Gutemberg, em 1440, a
prensa móvel
ou
prensa de tipos móveis
foi responsável pela difusão de obras literárias, e consequentemente, de ideias. A primeira obra "impressa" por Gutemberg foi a Bíblia. Sua impressão e adornização levou 5 anos. Essa Bíblia possui 1282 páginas e é toda em latim. Gutemberg fez 180 cópias ao todo e esse é tido como o marco inicial da produção em massa de livros.
Uma ideia surgida na Europa no fim da Idade Média, que considera o Homem o centro do cosmo.
Nascido como uma resposta contrária aos modos de agir e pensar da Idade Média, ao colocar o homem no centro das coisas, a postura antropocêntrica manifestava-se em obras de artes nos tratados filosóficos. Assim, renega todo um processo em que a forma de se comportar do homem se transforma gradualmente
Uma doutrina que considera Deus o fundamento de toda a ordem no mundo. Nesta visão, o significado e o valor das ações feitas às pessoas ou ao ambiente são atribuídas a Deus. Sendo também as noções que marcaram tipicamente a Idade Média. Desse modo, o ser humano acabava agregando à condição de criatura inferior
Essa corrente surgiu como doutrina no século I a.C, para enfatizar que tudo que é existente é decorrente de uma causa. A razão é como o caminho para se alcançar a Verdade. Os racionalistas consideram que só é verdadeiro conhecimento aquele que for logicamente necessário e universalmente válido, isto é, o conhecimento matemático.
Língua

Portuguesa

Iluminismo
Indo-europeu
Itálico
Latino-falisco
Românico
Ítalo-ocidental
Galo-ibérico
Ibero-românico
Ibero-ocidental
Galaico-português
Português
Galego-português
Latim vulgar
Latim clássico
A Literatura de Informação ou Literatura quinhentista foi produzida pelos viajantes e pelos jesuítas, a partir de 1500, ou seja, no período do Descobrimento do Brasil e das Grandes navegações. Os principais cronistas desse período são: Pero Vaz de Caminha, Pero Magalhães Gândavo, Padre Manuel da Nóbrega e Padre José de Anchieta.
Caracte
rístic
as do Qu
inhe
ntismo
Crônicas de Viagens - descreve a viagem entre Portugal e o Brasil.
Textos descritivos e informativos - descrição das terras recém-descobertas. Fala-se principalmnte da fauna e flora do Brasil.
Conquista material - a conquista de uma terra rica e bela.
Conquista espiritual - a conquista dos índios, que eram catequizados para servirem ao Nosso Senhor.
Linguagem simples - voltada para a educação indígena.
Auto
res

q
uin
hent
istas
Pero Vaz de Caminha - autor do 1º texto escrito em terras brasileiras, a
Carta de Achamento do Brasil.
José de Anchieta - historiador, gramático, poeta, teatrólogo, e um padre jesuíta espanhol que teve a função de catequizar os índios que estavam aqui no Brasil.
Pero de Magalhães Gândavo - gramático, professor, historiador e cronista português. Ficou muito conhecido pelos relatos acerca da fauna, da flora e da dimensão das terras brasileiras em seu livro: "
História da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos de Brasil
".
Padre Manuel da Nóbrega - foi um jesuíta português e chefe da primeira missão jesuítica à América: Armada de Tomé de Sousa (1549). Participou da primeira missa realizada no Brasil e da fundação das cidades de Salvador e Rio de Janeiro.
O que foi

Ideais Iluministas

O que eles Combatiam

Principais Iluministas
As artes quinhentistas são voltadas para a descrição das coisas da terra brasileira.
Os jesuítas eram padres, frades e monges mandados para o Brasil para catequizar os índios. Isso ocorria devido ao fato de que a Igreja queria mais fiéis e que seria mais fácil tomar as riquezas da terra com os índios servindo os padres e à Deus.
Carta de Pero Vaz de Caminha

A Carta é exemplo do deslumbramento do europeu diante do Novo Mundo. Contudo, apresenta informações equivocadas. Em princípio, Caminha se desculpa pela Carta, a qual considera "inferior". O escrevente documenta os traços de terra e o momento de vista da terra (quando se avistou o Monte Pascoal, a que deu-se o nome de Terra de Vera Cruz). Os portugueses seguem até à praia, onde acontece o primeiro contato com os índios, quando os portugueses praticam o primeiro escambo com os índios brasileiros. Menciona-se também o pau-brasil e é narrada a Primeira Missa na nova terra.
Questões Sociais
Autores Clássicos
Literatura Clássica
Sá de Miranda
Luís Vaz de Camões
Antônio Ferreira
Diogo Bernardes
Damião de Góis
Fernão Mendes Pinto
Fernão Cardim
João de Barros
Sociedade

Economia

Religião

Guerras

Doenças
Literatura trovadoresca
Trovadores
Rei Dinis de Portugal
Rei Sancho I de Portugal
Paay Soares de Taveiroos
João Garcia de Guilhade
Pedro Afonso, conde de Barcelos
Pedro, infante de Portugal.
Airas Nunes
Martim Codax
Barroco
Catolicismo
É a organização mais antiga do mundo, estando em funcionamento por mais de 2000 anos. Possui uma hierarquia, em que o "mais poderoso" é o Papa.
Durante os primeiros séculos, a Igreja Católica não era poderosa, mas a partir da oficialização do Catolicismo como religião oficial do Império Romano em 380, graças ao Imperador Teodósio, a Igreja Católica foi acumulando poderes até que em 1517, Lutero dá início à Reforma Protestante.
Durante a Idade Média, ditou as regras da vida europeia, ganhando força neste continente. Influenciou tudo na vida europeia, como a sociedade, as artes e as ideias.
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