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DETERMINAÇÃO DO TRÁFEGO ATUAL E PROJEÇÕES DO TRÁFEGO FUTURO

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by

Larissa Sá dos Santos

on 11 June 2014

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Transcript of DETERMINAÇÃO DO TRÁFEGO ATUAL E PROJEÇÕES DO TRÁFEGO FUTURO

design by Dóri Sirály for Prezi
Ambientação histórica
Introdução
Relatório da pesquisa Origem-Destino das viagens de bicicleta em Manaus. Disponível em:
<http://www.pedalamanaus.org/campanhas/relatorio-origem-destino-2013/>, acesso em 14/05/2014.

Manual de estudos do tráfego DNIT 2006. Publicação IPR-723. “Determinação do tráfego atual”; “Determinação do tráfego futuro”.

Distribuição de volumes horários de tráfego e hora de projeto em rodovias. Disponível em:
<http://www.cbrcbrasvias.com.br/CBRC2013/anais/anaiscongresso/arquivos/DISTRIBUI____O%20DE%20VOLUMES%20HOR__RIOS%20DE%20TR__FEGO%20E%20HORA%20DE%20PROJETO%20EM%20RODOVIAS.pdf>, acesso em 17/05/2014.

Brasília em Movimento por Higor Guerra. Disponível em:
<http://brasiliaemmovimento.blogspot.com.br/2014/05/de-olho-em-2020-necessidade-de-multi.html>, acesso em 21/05/2014.

Caminhos mais curtos; Fluxos Máximos; Árvores geradoras mínimas. Disponível em:
<http://www.decom.ufop.br/toffolo/site_media/uploads/2011-1/bcc402/slides/14._caminho_minimo,_fluxo_maximo_e_arvores_geradoras.pdf>, acesso em 22/05/2014.

Algoritmos para Resolução de Problemas em Redes. Disponível em:
<http://aquarius.ime.eb.br/~webde2/prof/vania/apostilas/Apostila-Redes.pdf>, acesso em 22/05/2014.
- OLIVEIRA, Luiz Alberto Gomes. DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE GOIANIA. Disponível em: http://www.seplan.go.gov.br/sepin/pub/conj/conj3/03.htm. Acesso em 25/05/2014.
- ESAG/UDESC. INDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR: CUSTO DE VIDA – FLORIANÓPOLIS RELATÓRIO MENSAL – JANEIRO 2014. Disponível em: http://www.esag.udesc.br/arquivos/id_submenu/1216/custo_de_vida_janeiro_2014.pdf. Acesso em 25/05/2014.
Distribuição de Viagens. Disponível em: http://www.feng.pucrs.br/professores/terezinha/Transportes/Distribuicao_de_Viagens_1a_Parte.pdf. Acesso em 28/05/2014.

Bibliografia
DETERMINAÇÃO DO TRÁFEGO ATUAL
DETERMINAÇÃO DO TRÁFEGO FUTURO
DETERMINAÇÃO DO TRÁFEGO ATUAL E PROJEÇÕES PARA O TRÁFEGO FUTURO
Raquel Câmara e Larissa Sá
Caracterização da Natureza da Demanda
TRÁFEGO LOCAL
X
TRÁFEGO DE LONGA DISTÂNCIA
Identificação das variáveis socioeconômicas relevantes
variáveis-síntese
Tráfego de carga de longa distância
Com origem ou destino no interior da área de influência
Proveniente da especialização econômica das zonas
Deve-se analisar:
- Renda interna da área e renda das áreas externas;
- Custo do transporte/ modo de transporte
-Principais bens industriais e insumos e seus mercados;
- Principais produtos agrícolas da região;
- Consumo local destes produtos( Obtenção de dados: IBGE e Pesquisas de índices de custo de vida)

Tráfego de carga de longa distância
Com origem e destino externos à área de influência
Analisar:
- Nível de atividade econômica
- nível de dificuldade para que ocorra o transporte entre estas zonas.

Auxilio das pesquisas de Origem e Destino

Variáveis socioeconômicas levantadas:
- Renda interna das zonas externas;
-Custo unitário de transporte segundo os modos de transporte existentes nas ligações entre as zonas externas à área de influência do trecho.
Tráfego local de carga e passageiros
Variáveis-síntese = população e renda
Variáveis econômicas mais importantes para que se explique o comportamento do trânsito local :
-Para o tráfego de passageiros:
População, mão-de-obra empregada na indústria, densidade demográfica, etc.
-Para o tráfego de carga:
Produção agrícola, produção industrial, renda interna, etc.
-Para ambos os casos:
Custo unitário de transporte/ modo de transporte existente na zona.

Formulação dos modelos de projeção
Se baseia no estabelecimento de relações matemáticas
Aspectos principais:
- Geração de viagens por zona de tráfego;
- Distribuição de viagens entre pares de zonas;
- Divisão modal de viagens entre pares de zonas;
- Alocação de viagens na rede viária.
Geração de viagens
Unidade = pessoa ou veículo;
Classificações para as viagens: pelo propósito ou pelo meio de transporte utilizado;
Geração do modelo através dos dados de Origem e Destino e de regressões lineares;
Validação do modelo;
Determinação das taxas de crescimento: para tráfego local e de londa distância e para os três tipos de veículos;
Unidade = pessoa
=
Unidade = veículo
=
• Método do fator de crescimento:
Método com base em análises de regressão
Tráfego futuro = Fator de crescimento x Tráfego atual
Regressão simples x Regressão múltipla
Distribuição de viagens
Fatores de crescimento e modelos sintéticos
Fatores de crescimento
Padrão de realização de viagens permanece constante;
Volume de viagens variará de acordo com o poder de geração e atração de viagens das zonas de tráfego;
Limitam-se a aumentar os fluxos interzonais de veículos ou de passageiros para obter os correspondentes fluxos no futuro;
Método de Fratar e Método de Detroit (Tij = tij . FC)
Método de Fratar
A distribuição futura das viagens dentro da zona de estudo é proporcional à atual distribuição de viagens na mesma;
O fator de crescimento será o responsável pela alteração desta distribuição de viagens





Exemplo: Calcular o número de viagens interzonais futuras, com base na matriz das viagens interzonais atuais e viagens futuras produzidas em cada zona determinadas na fase de Geração de viagens.
Passo 1: Analisar a matriz dada
Passo 2: Calculo dos fatores de crescimento
Passo 3: Calculo das viagens futuras interzonais
Passo 4: Primeira aproximação para viagens futuras
Passo 5:matriz das viagens interzonais futuras (utiliza-se a aproximação)
Método de Detroit
Aplica-se o mesmo raciocínio do método de Fratar, porém de maneira simplificada;
Assume-se que o crescimento do número de viagens é um fator dependente apenas dos fatores de crescimento das zonas ij e pelo fator geral da área estudada.
Modelos sintéticos
Dividem-se em: Modelo gravitacional, Modelo de regressão múltipla e modelo de oportunidades
São modelos mais complexos;
Baseiam-se no fato de que se deve saber o motivo das viagens para determinar o padrão das futuras viagens e que pode-se entender as causas que explicam os movimentos entre as zonas
Mudanças nos setores socioeconômicos
- Destaque para os setores econômico e agrário
Melhorias nos projetos de planejamento de estradas
Popularização do automóvel
Necessidade das previsões e projeções das vias.
Conceitos Básicos
Volume Médio Diário (VMD):

Quantidade de carro contabilizada, por dia, em determinado período de tempo;
Média dos valores obtidos no período;
Acompanhado das pesquisas O/D;
Coeficientes de correção
Expansão horária (fi)
Corrigir e expandir o número de veículos entrevistados para o total contabilizado em 1h;
Aplicado a cada tipo de veículo;
Calculado para cada hora decorrida de pesquisa.

Expansão Diária (fd):

Suprir as horas de pesquisa que não foram realizadas dentro de um período de 24h;
Distribuído entre as horas sem pesquisa, de acordo com os volumes horários.

Expansão Semanal (fs)
Contagem realizada durante toda a semana;
Relaciona um determinado dia da semana para um determinado tipo de veículo;
Para mesmos dias da semana há fluxo parecido.

Expansão Sazonal (fa)
Correção anual, separada por regiões (zonas);
Valores bases tomados a partir de postos representativos e aplicado para os demais postos.

Matrizes O/D
Resumo em tabela de todos os dados obtidos, individualizado para cada posto;
Referente a cada tipo de veículo;
Correção de possíveis erros de contagem;
Matriz Origem-Destino global
Matriz Corrigida

Substitui a matriz coletada inicialmente;
Possui os valores de correção já acoplados, baseados nos VMD e volumes horários;

Matriz Atual
Característica para cada tipo de veículo;
Auxilia nos estudos de tráfego futuro ano a ano (VMD)
Indicam o total de viagens bidirecionais, para cada zona.
Representação gráfica
Forma mais eficiente e usual de representação;
Identificam áreas de maior interesse;
Utiliza linhas e espessuras para designações de rotas mais ou menos frequentadas;
“Linhas de desejo”;

Análise de resultados obtidos
Pesquisa de O/D interliga-se com o tráfego atual;
Fornecem apenas viagens que podem ser contabilizadas no momento da pesquisa;

Alocação do tráfego

- Fatores externos;
- Tempo X custo de transporte X distância;
- “Impedância” – ajuda na escolha da rota;
- Verificação dos resultados obtidos pelas matrizes e o que se torna mais adequado em cada situação.
Início do processo de carregamento da rede básica;
Árvore de caminho mínimo;
- Representação algorítmica, partindo de um centroide;
- Leva em consideração a distância bem como impedância de cada rota
- Nós fechados X nós abertos.
Procedimento realizado por programa de computador (matriz X parâmetros)
Tráfego local definido por comparação
Levantamento de dados e alocação obtida
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