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Untitled Prezi

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by

Ricardo Kruger

on 8 August 2013

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TÉCNICA DE TIRO
"DE FUZIL E DA METRALHADORA MINIMI"
Na técnica de tiro encontramos dois métodos mais comuns para determinação de distâncias:
estimativa visual
e
observação do tiro
.
Estimativa visual
Observação do tiro
Inclui dois processos:

unidade de medida memorizada
e
aparência dos objetos
.

Este método permite a um atirador bem adestrado determinar distâncias com razoável precisão e executar um grande número de tiros sobre o inimigo, surpreendendo-o.
unidade de medida memorizada
1oo metros
acima de 500 metros
Deve-se visualizar uma distância de 100 metros, ou qualquer outra medida com a qual o combatente esteja bastante familiarizado, tornando-a uma unidade de medida que é memorizada e, então, compará-la mentalmente com a distância entre ele e o alvo.

Determinando quantas dessas unidades está contida no intervalo considerado.
O afastamento do alvo pode ser determinado com mais precisão quando se utiliza um ponto intermediário, a meia distância, cuja medida estimada é, a seguir, multiplicada por dois.
Uma determinação precisa de distância pode ser obtida observando-se o ponto de impacto dos
projetis de munição comum ou traçante
.
É necessário
empregar um observador
porque é muito difícil ao próprio atirador acompanhar a trajetória do seu projetil traçante e localizar o ponto de impacto.
Este método permite estimar
distâncias rápida
e
precisamente
, contudo a possibilidade de obtenção da surpresa é
perdida
e a posição do atirador pode ser localizada pelo inimigo.
O método segue os seguintes passos:


- o atirador estima visualmente a distância até o alvo, faz a pontaria com essa distância inserida na alça de mira do seu fuzil e dispara;

- um observador próximo ao atirador segue a trajetória do traçante e marca o local de impacto do projetil;

- o observador, então, indica a viva voz as correções em cliques de elevação do cursor da alça de mira e, caso exista, a força do vento que possa ter desviado o projetil, de forma a atingir o alvo;

- o atirador introduz as correções na pontaria e executa novo disparo, repetindo o passo anterior até que um impacto no alvo tenha sido observado. O observador fica atento ao número de cliques de elevação inseridos até conseguir o acerto no alvo; e

- a indicação final do cursor da alça de mira com a qual se atingiu o alvo (considerando a posição do atirador como zero) indica a distância até o alvo.
armamento coletivo da ET
Lança-Granadas
40mm M203

Emprego
ofensiva
defensiva
O Lança-Granadas
40mm M203
é empregado para destruir grupos de indivíduos inimigos e proporcionar o apoio de fogo aproximado durante o assalto em conjugação ou para suplementar outros fogos de apoio.
O CmtET seleciona pessoalmente os alvos e executa os tiros durante o ataque. Nos últimos
35 metros
do assalto, quando os fogos do Lança-Granadas 40mm M203 podem se tornar perigosos para as tropas amigas que estão executando o assalto ao objetivo, ele deve empregar a munição antipessoal multiprojeteis.
As granadas alto explosivas necessitam de uma distância mínima de aproximadamente
30 metros
para armar a espoleta.
Os alvos apropriados para serem batidos pelas granadas lançadas pelo M-203 são posições de
fuzis-metralhadores
,
metralhadoras
e as
guarnições de outras armas
de emprego coletivo, no setor de tiro da ET.
O CmtET ocupa uma posição de tiro
abrigada
, que lhe permita controlar sua ET e lançar as granadas com o M-203 sobre todo o setor de tiro de sua fração.
O CmtET só deve utilizar o fuzil, em caso de extrema necessidade. O qual lançará as granadas com o M-203 contra as armas automáticas e contra a tropa inimiga, que se encontrarem em
posições desenfiadas
para os fuzis.
Isto fará com que essas
bases de fogos inimigas
silenciem e suas
tropas
abandonem as posições cobertas para serem engajadas pelas armas automáticas das ET.
Trajetória
O lançador de granadas 40mm M203, para distância até
150 metros
, tem uma trajetória relativamente horizontal e por isso pode ser disparado do ombro de maneira normal.

Quando a distância aumenta, a trajetória se
eleva
e o tempo de vôo do projetil também
cresce
.
Posições de tiro
As posições de tiro mais comumente empregadas são a
deitada
,
ajoelhada
, de

e do
interior de um abrigo
.

As posições apoiadas proporcionam mais estabilidade para a arma e devem ser utilizadas sempre que possível; entretanto, o CmtET/granadeiro deve assegurar-se que nenhuma outra parte da arma toque o local de apoio.
Métodos de tiro
Tiro com pontaria
Técnica de apontamento indireto
5 METORS
TIRO DE FUZIL
É o caminho percorrido por um projetil em seu vôo até o alvo. A trajetória é quase horizontal a curtas distâncias; porém quando ela cresce, a altura da curva (ordenada) que a representa também cresce.
Trajetória
Rasância
É a área que compreende o espaço entre o fuzil e o alvo no qual a trajetória nunca ultrapassa a altura de um homem de estatura mediana (1,70m).

Um projetil disparado por um fuzil no nível do
solo
(
posição de tiro deitada
) contra um alvo localizado a uma distância relativamente curta, ocasiona um área de rasância contínua quando a superfície do terreno é plana ou levemente inclinada.
A
grandes distâncias
apenas em parcelas desse espaço ocorre
áreas de rasância
, pois o projetil passa, na maior parte da trajetória, bem acima da cabeça de um homem com aquela estatura.
Esse espaço que a trajetória se mantém mais elevada é chamado de
ESPAÇO MORTO
.
Cone de tiro
Cada
projetil
disparado de um fuzil contra um mesmo alvo segue um caminho ou trajetória ligeiramente diferente dos demais.
Estas pequenas diferenças são ocasionadas por imperceptíveis variações na
pontaria
,
empunhadura
,
acionamento do gatilho
,
queima da carga de projeção
, no
vento
ou na
pressão atmosférica.

Como os projetis partem de um mesmo
ponto de origem
, que é a boca da arma, suas trajetórias geram um cone de forma específica, conhecido por
cone de tiro
.
Zona batida
O cone de tiro que atinge uma superfície forma uma zona batida, a qual se apresenta de forma comprida e estreita.
As zonas batidas variam em comprimento. Quando a distância aumenta, o comprimento da zona batida diminui.
A inclinação do terreno afeta o tamanho e a forma da zona batida. Quando o alvo se encontra na encosta de uma elevação, a zona batida é encurtada; numa superfície descendente, onde o ângulo de inclinação for menor do que a curva das trajetórias, a zona batida é alongada.
A superfície que se inclina abruptamente em um ângulo maior do que o de queda dos projetis não será atingida e é dita como estando desenfiada.
Classificação dos fogos
Quanto à trajetória
Quanto à direção com que atingem o alvo
frontais, flancos e de enfiada
rasantes, mergulhantes e sobre tropa
Normalmente, o GC não deve abrir fogo a distâncias superiores a
800m
(
para alvos tipo área
) e
550m
(
para alvos tipo ponto
), o máximo de alcance útil do Fuzil de Assalto 5,56mm.
IMPORTANTE

Só em condições muito favoráveis o fuzil pode ser usado contra grupos de combatentes inimigos ou alvos que apresentem áreas mais extensas, entre as distâncias de 460 e 1.000 metros, seu alcance máximo eficaz.
Cadência de tiro
Cadência normal:
refere-se a velocidade média de execução do tiro com pontaria que um combatente é capaz de realizar com o Fuzil de Assalto 5,56mm ou com o Lança-Granadas 40mm M203 , a saber: 5,56mm – 10 a 12 tpm; e M-203 – 5 a 7 tpm;
Cadência mantida:
este termo se aplica à arma automática da ET (MINIMI) e às metralhadoras do PelPtr (MAG). Ela é a cadência que uma arma de tiro de trajetória tensa efetivamente consegue executar por um período de tempo indefinido sem causar uma interrupção do tiro ou mau funcionamento da arma devido a um super- aquecimento. A cadência de tiro da arma automática da ET é da ordem de 90 tpm.
Cadência rápida:
este termo também se aplica à arma automática da ET e às metralhadoras. Ela é a quantidade máxima de tiros controlados que se pode disparar contra um alvo, por um curto período de tempo (normalmente não mais do que dois minutos) sem causar uma interrupção do tiro ou mau funcionamento da arma devido a um superaquecimento. A cadência rápida da arma automática da ET é da ordem de 100 tpm.
Fases do treinamento para o tiro de fuzil
É dividido em 6 partes:
- Avaliação de distâncias;
- Designação de objetivos;
- Tiro de Fuzil e seus efeitos;
- Execução do tiro;
- Tiros sob alvos de campanha; e
- Tiro sob alvos panorâmicos

Avaliação de distâncias
Em combate, poucas vezes as distâncias para os vários objetivos são conhecidas, devendo ser avaliadas à medida que estes vão aparecendo.
Um bom atirador não atingirá seus alvos se a alça de mira de seu fuzil não estiver regulada para a distância apropriada.
Por isso precisamos conhecer os
métodos de avaliação de distância.
Á vista
Por tiro
Havendo a necessidade de treinamento no:
Conhecimento das unidades de medida de 100 em 100 e acima de 500.
Aparência dos objetos de acordo com as distâncias
Designação de objetivos
A principal vantagem da AVALIAÇÃO Á VISTA é a rapidez, que poderá permitir a execução de fogos de surpresa sobre o inimigo.

Resaltando que a média das avaliações executadas por diferentes homens é mais mais precísa do que a executada por um único homem, quando as condiçoes permitirem, deve se tomar a média destas avaliações.

Emprego de projéteis traçantes

Observação do tiro por meio de impacto

E de tiros vindo do inimigo
Elementos da designação de objetivos
direção
distância
verbalmente
apontado
Projéteis traçadores
alvo
200m
casa mata
frente
O tiro de fuzil e seus efeitos
Importância
A fim de conseguir o máximo de efeito do tiro do seu fuzil, o FN deve conhecer o que acontece quanto o projetil deixa, o cano de sua arma, assim como deve apreciar o efeito de seus tiros sobre o ínimigo.

É o caminho seguido pelo projétil em seu percurso pelo ar. É influenciada por três forças:
velocidade do projétil
,
gravidade
e
resistência do ar
. Quando mais longe for o projéti1tanto mais curva será a trajetória.
Trajetória
Zona compreendida entre a boca da arma e o objetivo, na qual a trajetória não se eleva além da altura média de um hamem de pé.
Em Terreno plano ou uniformemente inclinado, a trajetória do tiro de fuzil, para uma distância de 700m

Zona de perigo
Classificação do tiro quanto ao alvo
Frontal
De flanco
Escarpe
Revés
Enfiada
Execução do tiro
Tiro de ataque
A frações devem ser treinadas em colocar grande volume de fogos precisos sobre as prováveis posições inimigas.

0 tiro empregado no ataque tem por propósito conseguir, manter a superioridade de fogos sobreo inimigo.

O GC e a ET devem ser treinados para executar tais tiros mediante ordem de seus comandantes e nas circunstâncias apropriadas, execut-los mesmo sem tal ordem.
Tiro na defesa
Na defensiva, o tira de uma pequena unidade como um GC, é desenseca deado por pequenas frações (ET) e por indíviduos isolados, de posições que devem sustentar.

. Na ocupação de uma posição de tiro, a localizacão das ET no interior da zona do GC é fe-ita prestando se a devida consideração às seguintes cararacteríscas.

(a) ser capaz de oferecer o apoio de fogo desejado;
(b) possuir bons campos de tiro para a frente;
(c) aproveitar ao máximo as cobertas e abrigos existentes; e
(d) facilitar o controle de tiro por parte do comandante.

Tiro concentrado
É aquele dirigido sobre um ponto muito eficaz contra metralhadoras e outras armas automáticas.
Tiro distribuído
Tiro repartido, em largura ou em profundidade com o propósito de manter todas as partes do objetivo sob fogo eficaz.
Todo FN realiza seu primeiro tiro contra a parte do objetivo que corresponde, de um modo geral, a sua posição no seu GC. Distribui então, os tiros subsequentes sobre a porção do objetivo que se estende alguns metros à esquerda e à direita.


0 atirador bate todo. 0 objetivo do GC, possibilitando ao comandante do GC, distribuir o tiro de suas frações sobre toda a área do objetivo, de modo que nenhum irimigo deixe de ser mantido sob fogos.
Pode haver uma combinação de tiros concentrados e distribuídos para que dois ou mais objetivos isolados sejam batidos.
Tiro de assalto
O sucesso da progressão pelo fogo e movimento leva, geralmente ao êxito do assalto. Os homens com as baionetas caladas e os atiradores aproveitando, ao máximo, os abrigos existentes, tais como carros de combate, árvores isoladas, muros, montes de terra, reentrâncias do terreno.


Os homens deslocam-se rapidamente em direção ao inimigo ao mesmo tempo em que atiram. Este tiro é executado, normalmente, numa cadência rápida.
Designação de alvos e pontos no terreno
Elementos do comando de tiro (AD4C):
Alerta;
Direção;
Descrição do alvo;

Distância;
Designação do alvo;
Controle do tiro.

Este comando alerta a fração para ficar pronta para receber as instruções a seguir. Ele também pode indicar quem irá executar o fogo. Normalmente é transmitido verbalmente: GRUPO DE COMBATE ou ESQUADRA DE TIRO TAL.
A direção determina para qual direção esta o alvo
Quem irá executar o fogo (GC/ET/elementos)
e qual(ais) armas serão utilizadas e sua cadência
O controle de tiro consiste de um comando ou sinal para abrir fogo.
Procedimentos para defesa
antiaérea com armas orgânicas

DEFESA CONTRA AVIÕES
MEDIDAS PASSIVAS
Dispersão da tropa e das viaturas
Camuflagem
Vigilantes do Ar
MEDIDAS ATIVAS
A defesa ativa é realizada empregando o máximo volume de fogo contra Helicópteros, aviões com hélice e jantos dando razantes
Ainda que o avião não caia, sua missão já terá perdido o êxito, dificultando o seu ataque.
Aviões vindo atacando, atira-se contra o nariz. Se o avião não o está atacando, o combatente aponta para o avião em área que tenha um avanço de aproximadamente 100m para os aviões de grande velocidade (jatos) OU 50 m para os de pequena velocidade (aviões a hélice e helicópteros).
Só se deve atira contra aviões que estão atirando ou mediante ordem.
Só devem ser engaiados pelo fogo de armas leves, alvos aéreos voando a alturas de até 350m.
Setores de tiro da ET
DISTRIBUIÇÃO DE FOGOS
Objetivo em largura
Objetivo em profundidade
(a) O Cmt define as extremidades e o centro do alvo.
(b) A esquadra que estiver à esquerda bate a porção esquerda do alvo. Da mesma forma, a que estiver à direita bate a porção direita do alvo.
(c) Os FAP/MINIMI atiram em toda frente da esquadra, com rajadas curtas de três tiros.
(d) Os Cmt esquadra atiram dentro do setor de sua esquadra,
onde julgarem mais conveniente.

(a) O Cmt define a frente, centro e retaguarda do objetivo.
(b) A esquadra da esquerda atira na metade anterior do objetivo, e a esquadra da direita na metade posterior.
(c) As MINIMIS atiram na porção central do objetivo, com rajadas curtas de três tiros.
(d) Os Cmt esquadra atiram dentro do setor de sua esquadra, onde julgarem mais conveniente.
(e) Caso o objetivo seja tropa se deslocando e, após receber fogos, ela se desdobre em largura, deve-se proceder como no caso anterior.

FIM
ALGUMA
DÚVIDA?
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