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Tema 17 - Paradigmas de Programação

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Isac Junior

on 15 March 2013

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Transcript of Tema 17 - Paradigmas de Programação

Uma linguagem de programação multiparadigma é uma linguagem que suporta mais de um paradigma de programação. A ideia de uma linguagem multiparadigma é fornecer um framework no qual o programador possa trabalhar com vários estilos, misturando livremente construtores de diferentes paradigmas. O objetivo em se projetar linguagens deste tipo é reservar aos programadores a melhor ferramenta para determinado trabalho, admitindo que nenhum paradigma resolva todos os problemas da maneira mais elegante, ou mesmo eficiente.

Exemplos de linguagem multiparadigma são Scala e o Oz. Linguagem de programação multiparadigma Exemplo em C do algoritmo de ordenação por inserção: Perguntas? HTML5 versão 5 é uma linguagem para estruturação e apresentação de conteúdo para web e é uma tecnologia chave da Internet originalmente proposto por Opera Software. É a quinta versão da linguagem HTML. Esta nova versão traz consigo importantes mudanças quanto ao papel do HTML no mundo da Web, através de novas funcionalidades como semântica e acessibilidade. Com novos recursos, antes só possíveis por meio de outras tecnologias. A OO introduz e enfatiza os seguintes conceitos: Orientação a Objetos A OO é mais intuitiva e fácil de aprender do que as técnicas tradicionais,
pois foca o problema em conceitos do mundo real.

Dentre as vantagens que a OO proporciona, podemos destacar:

• Aumento de produtividade
• Reuso de código
• Redução das linhas de código programadas
• Separação de responsabilidades
• Componentização
• Maior flexibilidade do sistema
• Escalabilidade
• Facilidade na manutenção, dentre outras vantagens. Orientação a Objetos O paradigma da Orientação a Objetos, ou Programação Orientada a
Objetos (POO ou OOP), eleva a programação e o desenvolvimento de
sistemas para um novo patamar.
A OO é um mecanismo moderno que ajuda a definir a estrutura de
programas baseada nos conceitos do mundo real, sejam eles reais ou
abstratos.
A OO permite criar programas componentizados, separando as partes do sistema por responsabilidades e fazendo com que essas partes se
comuniquem entre si, por meio de mensagens.

Essas partes do sistemas são chamadas de OBJETOS. Orientação a Objetos Esse paradigma vem ganhando cada vez mais popularidade. Isso se dá devido ao grande número de vantagens em trabalhar com orientação a objeto, como a manutenção e flexibilidade do código quando se trabalha em sistemas de grande porte e com uma maior equipe de programadores. Exemplo de código orientado a objetos em Java:
Um conjunto de classes faz a interação entre objetos (instâncias) e, com a troca de mensagens entre eles, forma-se o software como um todo.

Praticamente tudo é objeto, cada qual com estrutura e comportamento próprios. Esses objetos são classificados em classes e comunicam entre si. Cada uma dessas representa um determinado fenômeno e seus objetos são organizados hierarquicamente. O conjunto de classes faz a interação entre objetos e a troca de mensagens entre eles forma o software como um todo. 4 - Paradigma orientado a objetos “Primeiro faça isso e depois faça aquilo.”

A frase acima resume o paradigma imperativo, também conhecido como paradigma procedural. O problema é analisado até que se encontre uma solução. Basicamente, é uma sequência de comandos que o computador executará, passo-a-passo, modificando dados e variáveis a fim de chegar ao resultado esperado. Algol, Basic, C e Pascal são algumas das linguagens de programação que seguem esse paradigma. 1 - Paradigma Imperativo Um paradigma se define na forma como o programador lida com um determinado problema.

Muitos pensam que as linguagens de programação surgiram em uma escala linear, ou seja, que na primeira geração delas o homem se adaptava às máquinas e, depois de várias outras gerações, as linguagens evoluíram umas das outras e capacitaram as máquinas a fazer as necessidades humanas. Na verdade, as linguagens surgiram em diferentes trajetórias, cada uma seguindo um determinado paradigma. Além disso, não é verdadeira a proposição que diz que uma linguagem qualquer é, sem exceção, a evolução da linguagem anterior (historicamente).
As linguagens existentes hoje foram se adaptando a uma única forma de programação e às linguagens inseridas no mesmo paradigma. Dentre esses paradigmas, vou conceituar quatro, que são considerados os principais: paradigma imperativo, declarativo, funcional e orientado a objetos. Paradigmas de Programação Alunos:
Isac Antonio do Sacramento Junior
Danilo Rocha Borges Tema 17 – Paradigmas de
Programação Dart (originalmente denominada Dash) é uma linguagem de script voltada à web desenvolvida pela Google. Ela foi lançada na GOTO Conference 2011, que aconteceu de 10 a 11 de outubro de 2011 em Aarhus, na Dinamarca. O objetivo da linguagem Dart é substituir a JavaScript como a linguagem principal embutida nos navegadores. Programas nesta linguagem podem tanto serem executados em uma máquina virtual quanto compilados para JavaScript.
Abaixo, segue-se o Programa Olá Mundo em Dart: A sintaxe de Go é semelhante a C; uma variação é a declaração de tipos, a ausência de parênteses em volta das estruturas for e if. Possui coletor de lixo.
Go é uma linguagem de programação criada pela Google e lançada em código livre em novembro de 2009. É uma linguagem compilada e programação concorrente, baseada em trabalhos feitos no sistema operacional chamado Inferno.

Abaixo, segue-se o Programa Olá Mundo em Go:
Subdividir o problema em outras funções e resolver cada uma separadamente, pois os resultados encontrados serão utilizados posteriormente.
Sobre o paradigma funcional, é fácil ilustrar através de um fluxograma. Cada bloco recebe no topo uma entrada de dados e retorna, na base, os dados de saída. A solução geral é dividida em várias funções que, no final, se associam para mostrar o resultado na tela.
Um exemplo na linguagem Haskell: 3 - Paradigma funcional “Qual é o problema?”

O paradigma declarativo caracteriza-se pelo método preciso de descrever um problema, sem se preocupar com qual algoritmo será utilizado para resolvê-lo. A ideia é criar um algoritmo “universal”, capaz de solucionar qualquer problema. O problema se adapta a esse algoritmo, e não o contrário. É baseado em axiomas (verdades universais) e regras de inferência. Prolog é uma linguagem lógica que ilustra essa definição:
Exemplo na linguagem Prolog: 2 - Paradigma declarativo Novas Linguagens de Programação
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