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Globalização de Zygmunt Bauman - Antropologia Jurídica

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Jackson Furlanetto

on 5 June 2013

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Transcript of Globalização de Zygmunt Bauman - Antropologia Jurídica

Estudantes: Andrei, Clederson, Jackson, Lucas Favero, Vitória
Disciplina: Antropologia Jurídica
Professor: Paulo Ricardo Bavaresco
Direito 2º Período UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA OBRIGADO Conceito de globalização;
Visão do autor sobre globalização; Introdução – tese central Capítulo 1 – Tempo e Classe -A informação no mundo global. - A globalização impôs modificações nos conceitos de tempo e espaço e na forma de organização social; - O pensador Albert Dunlap definiu da seguinte forma a questão da empresa moderna: “A companhia pertence às pessoas que nela investem – não aos empregados, fornecedores ou à localidade que se situa”. Nesse sentido, se observa que a globalização modificou a forma de interação entre as companhias e a sociedade. Legibilidade e Transparência do Espaço;

Do mapeamento do espaço à espacialização dos mapas;

Agorafobia e o renascimento da localidade;

Existe vida depois do Panóptico? Capítulo 2 – Guerras Espaciais: Informes de Carreira Nas palavras de John Kavanagh, do Instituto de Pesquisa Política de
Washington:
A globalização deu mais oportunidades aos extremamente ricos de ganhar dinheiro mais rápido. Esses indivíduos utilizam a mais recente tecnologia para movimentar largas somas de dinheiro mundo afora com extrema rapidez e especular com eficiência cada vez maior. A globalização impõe seus preceitos de forma totalitária e indissolúvel, baseando-se nas regras de livre mercado, políticas especulatórias, capital global e um Estado pequeno e fraco, que tem como única função a manutenção e criação de processos que mantenham a estabilidade financeira e econômica. Globalização não é nada mais que um processo de desordem da economia e das relações sociais e que leva a percursos inesperados, pois, não se planejam os caminhos, simplesmente eles acontecem. “O significado mais profundo transmitido pela ideia da globalização é o do caráter indeterminado, indisciplinado e de autopropulsão dos assuntos mundiais; a ausência de um centro de um painel de controle, de uma comissão diretora, de um gabinete administrativo”. O livre comércio e o desenvolvimento econômico vêm com a proposta da possibilidade de diminuição das desigualdades sociais, mas isso tem se mostrado uma ilusão, pois o que se apresenta é um aumento cada vez mais elevado da riqueza dos mais ricos e uma diminuição drástica das condições de vida dos mais pobres. Existe uma grande possibilidade de eliminação do Estado-Nação, o que pode levar a uma desordem mundial. Desordem Mundial No terceiro capítulo do livro, Bauman fala sobre o rompimento da economia e do Estado.
O autor cita como exemplo empresas globais que demitem pessoas de diversas localidades sem terem prejuízos econômicos, deixando as consequências para o Estado. Capítulo 3 – Depois da Nação-Estado, o quê? “A nova desordem mundial é uma seqüência de ações, que parte da falta de definição dos rumos a serem tomados e quem está no controle, assim como, a falta um centro que una os interesses da civilização. Portanto, globalização nada mais é do que o processo de desordem da economia e das relações sociais”. Leonardo Betemps Kontz O autor dá como exemplo os escravos, leprosos, loucos, que deveriam ficar isolados fisicamente e tinham a comunicação suspensa, e quando tinham permissão para andar fora das áreas, estes indivíduos deveriam levar sinais mostrando que pertenciam a outro espaço.
Sobre a prisão e o isolamento, o autor argumenta que a intimidade pessoal diária com os indivíduos punidos pela lei poderia fazer com que as pessoas mudassem de ideia, mesmo com raiva das ações cometidas. O número cada vez maior de indivíduos nas prisões é um dos reflexos da globalização. Existem países que tem mais gastos com segurança e isolamento, do que com a educação.
A prisão tornou-se um método eficiente de neutralizar a ameaça à ordem social e expulsão social para acalmar a ansiedade.
No livro é citado, por exemplo, o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, lugar considerado por alguns sociólogos europeus como um “paraíso da liberdade”, todavia os gastos com a construção e a manutenção das prisões ultrapassam os fundos estatais para educação superior. A prisão é a forma mais radical de confinamento. Bauman descreve o confinamento espacial como uma forma de lidar com setores difíceis de controlar e problemáticos.
Para Bauman a globalização transformou as leis e cita como exemplo o isolamento dos presidiários. O sociólogo faz uma crítica ao sistema dizendo que com tantas restrições e isolamento, as prisões só não podem ser consideradas caixões porque os prisioneiros ainda comem e defecam. O autor Cita Pierre Bourdieu e o “Estado Beneficente”, dos Estados Unidos, onde as leis que garantem segurança para as classes médias e são repressivas em relação à precária grande massa da população.
A lei e a ordem são limitadas, enquanto alguns possuem uma existência segura, para outros a força da lei é ameaçadora e espantosa. Conclusão O encarceramento e os trabalhos a que eles são submetidos acabam sendo uma forma de correção em uma espécie de fábrica de trabalho disciplinado. O trabalho é útil e lucrativo.
Para Bauman, esses internos trabalham em funções que os trabalhadores livres não gostam de exercer por livre e espontânea vontade por mais atraentes que fossem as recompensas.
De acordo com Bauman, diversos pesquisadores acreditam que as casas de correção e reabilitação de internos, onde eles são submetidos a um confinamento super vigiado não contribuem com o propósito. Outro ponto é o mercado de trabalho. Apesar de rígido, a necessidade de investimento para torna-lo mais maleável não é pensada somente por conta da variável econômica, mas também como uma forma de conduzir a mão de obra,  flexibilizar as relações sociais, redistribuir o poder e diminuir a resistência. Capítulo 5 – Lei Global, Ordens Locais Capítulo 4 – Turistas e Vagabundos Apesar de escrito em 1998-1999, o livro “Globalização: As Consequências Humanas” mostra os resultados do fenômeno da globalização nas sociedades contemporâneas e possibilita o melhor entendimento e reflexão das consequências para o indivíduo e para a vida social.
A preocupação das grandes empresas com o lucro e com o modelo global acentuam o contraste já existente desde outros tempos. O rico cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. O crescimento da pobreza e a diminuição das condições de vida são algumas características marcantes da globalização, porém ignoradas pela sociedade.
Entender a globalização é fundamental para entender a sociedade pós-moderna em que vivemos. Conclusão
Bauman discursa sobre o movimento e a noção de que hoje em dia sempre nos deslocamos, mesmo quando estamos fisicamente parados.


Há dois extremos: o Turista e o Vagabundo.
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