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Relações de Subordinação: Orações Substantivas ou Completivas

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Beatriz Lima

on 11 April 2013

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Transcript of Relações de Subordinação: Orações Substantivas ou Completivas

Vamos lá? Relações de Subordinação: Orações Substantivas ou Completivas Obrigada! Universidade Católica de Brasília Curso de Letras Sintaxe e suas Interfaces Profª. Déborah Oliveira Beatriz Lima; Daiane Batista; Lorena de Aguiar; Suzanne Soares. 08 de Novembro de 2012 Bom dia! Conceitos Básicos Período Exercício Oração Frase Constituinte Termos da Oração Predicador Predicador Verbal Termos da Oração Predicador Nominal Orações Subordinadas Subordinação O. S. Substantivas ou Completivas Orações Subordinadas Substantivas ou Completivas O.S.C. de Verbo O.S.C. de Nome Exercício de Sistematização Bibliografia Bibliografia Bibliografia Bibliografia Por que e Como Ensinar Alguma Dúvida? É todo enunciado capaz de transmitir, a quem nos ouve ou lê, tudo o que pensamos, queremos ou sentimos. (CEGALLA, 2008) Dois tipos de frases: nominais e verbais.

Chamam-se frases nominais as que se apresentam sem o verbo.

(1) Tudo parado e morto. (CEGALLA, 2008) É a frase ou estrutura sintática que apresenta, normalmente, sujeito e predicado e, excepcionalmente, só o predicado. (CEGALLA, 2008) Em toda oração há um verbo ou locução verbal. (CEGALLA, 2008) É a frase organizada em uma ou mais orações, podendo ser: (CEREJA & MAGALHÃES, 1999) Quando constituído de uma única oração:

(2) Sairei hoje à noite. Simples Composto, quando constituído de duas ou mais orações.

(3) Sairei hoje a noite e acompanharei minha mãe. Composto Nem toda frase é um período, por quê? Todo período é frase, por quê? Existem frases sem verbo, denominadas frases nominais. Tem sentido completo e pode apresentar um ou mais verbos em sua estrutura. Verdadeiro ou Falso:

Toda oração se estrutura em torno de um verbo ou locução verbal. Verdade. Exercício Duarte (2009b) reflete sobre os termos da oração, enfatizando os níveis da hierarquia sintática e observando de que maneira esses elementos se articulam. Elemento que projeta os constituintes centrais da oração. (DUARTE, 2009b) Os predicadores selecionam geralmente:

Um argumento externo, o sujeito;

Opcionalmente, argumentos internos, os complementos. (DUARTE, 2009b) Os predicadores verbais podem projetar quatro tipos de estruturas, conforme Duarte (2009b): (4) Estruturas com três argumentos: (5) Estruturas com dois argumentos: (DUARTE, 2009b) (DUARTE, 2009b) (6) Estruturas com um argumento: (DUARTE, 2009b) (7) Estruturas sem argumentos: (DUARTE, 2009b) Resumindo, os predicadores verbais podem projetar estruturas com até três argumentos.

O argumento externo à esquerda, e dois internos, à direita. (DUARTE, 2009b) Argumento Externo Argumento Interno Predicador Verbal Especificador Verbo Adjuntos Adverbiais (8a) João é professor.

(8b) João é inteligente.

(8c) O cigarro é prejudicial à saúde. Esses elementos, substantivos e adjetivos, são responsáveis pela projeção da estrutura sentencial em (8). (DUARTE, 2009b) (9) [Ontem], [no centro da cidade], ele deu o dinheiro aos pobres [por causa de uma pessoa]. (DUARTE, 2009b) Trata-se de termos não selecionados pelo predicador, mas que se adjungem à sentença para mostrar o onde, o como, o quando, o por quê, o para quê... (DUARTE, 2009b) "Outros" Termos E o que dizer dos adjuntos adnominais e apostos? Esses, além dos complementos nominais, permanecem num nível hierárquico inferior aos sintagmas maiores que os contêm. (DUARTE, 2009b) (10) [O mito da era Kennedy], que perdura até os dias atuais, sobreviveu [a todas as revisões de uma presidência discutível]. (DUARTE, 2009b) Todos querem que o João consiga o emprego. Em um período composto, a subordinação é uma das formas de organização sintática. Por exemplo:
(11) [Todos querem (que o João consiga o emprego)]. (DUARTE, 2009a) (11) [Todos querem (que o João consiga o emprego)]

O predicador estabelece com seus termos articulados uma relação de subordinação. (DUARTE, 2009a) Substantivas ou Completivas ;

Adjetivas ou Relativas ;

Adverbiais. (CARONE, 2002) As orações substantivas são necessárias à oração subordinante para preencher um vácuo representado por um pronome neutro. (CARONE, 2002) Exemplos:

(12) É preciso saber [se você conseguiu as passagens].

(13) É necessário [que as nações se desarmem]. (CARONE, 2002) Podem ser selecionadas por um predicador verbal ou por um predicador nominal. (DUARTE, 2009a) Os predicadores verbais podem selecionar dois argumentos: externo (sujeito) e interno.

No período, tais argumentos serão representados por uma oração, por exemplo: (DUARTE, 2009a) (11a) [Que o João não tenha conseguido o emprego] decepcionou os familiares.

(11a') [ __ ] Decepcionou os familiares [que o João não tenha conseguido o emprego].



Argumento Externo: “que o João não tenha conseguido o emprego.” (DUARTE, 200a) (14) Parece [que o João não vai conseguir o emprego].



“que o João não vai conseguir o emprego” é o argumento interno do verbo parecer. (DUARTE, 2009a) (15) Todos duvidam [ (de) que o João consiga o emprego]



“ (de) que o João consiga o emprego” tem função de complemento relativo (oblíquo) e é o argumento interno de ‘duvidam’. (DUARTE, 2009a) GT (NGB) Mateus et alii Substantivas

a) Subjetiva;

b) Predicativa;

c) Objetiva direta;

d) Objetiva Indireta;

e) Completiva nominal;

f) Apositiva. Subordinação Completiva

a) De verbo;

b) De adjetivo;

c) De nome. (DUARTE, 2009a) Selecionadas por predicador nominal. Observem as sentenças:

(16) Foi uma decepção [que o João não tenha conseguido o emprego].

(17) Foi decepcionante [que o João não tenha conseguido o emprego].



Na visão tradicional:
Substantiva subjetiva.

Na visão descritiva:
Completiva de nome ou de adjetivo. (DUARTE, 2009a) (DUARTE, 2009a) Podem receber verbos de ligação...


(18) A decepção é [que o João não conseguiu o emprego].

(19) A esperança é [de que o João passe no próximo concurso]. (DUARTE, 2009a) Atentem às frases:

(20) Todos estavam confiantes [(em/de) que o João conseguiria o emprego].

(21) Todos tinham confiança [(em/de) que o João conseguiria o emprego]. (DUARTE, 2009a) Tradicional X Descritiva

Por que as apositivas não aparecem na gramática descritiva?


Vejamos:

(22) Nossos amigos destacaram [ uma coisa: [que o João era muito honesto]]. (DUARTE, 2009a) •Nenhuma abarca toda a complexidade das línguas humanas;
•Só por meio do texto (falado e escrito); (DUARTE, 2009a) 04- Leia a charge abaixo: A.C. Jornal da Tarde, São Paulo, 14 abr. 2003. A partir da sentença “Descobri como perder 15 quilos por semana” identifique quais são as orações e classifique-as. “Descobri” – Oração Principal ;
“como perder 15 quilos por semana” – Oração Completiva de verbo. 05- Classifique as seguintes orações sublinhas:


a) A verdade é [que ele não passava de um impostor].


b) Julia estava confiante [(de) que passaria no próximo concurso].


c) Mandei [que eles saíssem].


d) [Que a Mariana tenha reprovado na escola] decepcionou os pais.


e) Julia tinha confiança [(de) que passaria no próximo concurso].


f) A vantagem de viajar sem um destino certo é [que você nunca fica perdido].


g) [Que a Mariana tenha reprovado na escola] foi uma decepção. 06- Observe os dois períodos compostos seguintes e indique a diferença semântica que há entre eles.

Diga se você me ama.
Diga que você me ama. Geralmente a conjunção se encabeça uma oração interrogativa: “Você me ama?”

Já a conjunção que, geralmente indica uma oração afirmativa: é como uma ordem , já há certeza. CARONE, Flavia de Barros. Coordenação e Subordinação: confrontos e contrastes. São Paulo, SP: Editora Ática, 2002. CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, SP: Companhia Editora Nacional, 2008.


CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática Reflexiva: texto, semântica e interação. São Paulo, SP: Atual, 1999. DUARTE, Maria Eugenia. Coordenação e Subordinação. In. VIEIRA, S. R; BRANDÃO, S. B. Ensino de Gramática: descrição e uso. São Paulo, SP: Editora Contexto, 2009a.


DUARTE, M. Termos da oração. In: VIEIRA, S.; BRANDÃO, S. Ensino de gramática: descrição e uso. São Paulo, SP: Contexto, 2009b. MIOTO, Carlos et alii. Novo Manual de Sintaxe. Florianópolis, SC: Insular, 2004. (CEREJA & MAGALHÃES, 1999) (CEREJA & MAGALHÃES, 1999) a) Ele deu o dinheiro aos pobres; b) Eu levei as crianças ao colégio.
a) Ele matou o pássaro; b) Isso interessa aos alunos; c) Eles moram no Rio. a) As crianças pulam;
c) Chegou uma encomenda; b)__ Houve muitas festas. a)__ Choveu. Sintagma É a unidade básica da Sintaxe.

Não é uma mera sequência de letras e sons;

É uma unidade sintática construída hierarquicamente;

Em princípio, não se pode determinar sua extensão, por isso a Sintaxe procura delimitá-lo a partir do núcleo. (MIOTO et alii, 2007) Ao constituinte que recebe uma função sintática dá-se a denominação de sintagma; (MIOTO et alii, 2007) Tipos de Sintagma (MIOTO et alii, 2007) SV: Sintagma Verbal;

SN: Sintagma Nominal;

SAdj: Sintagma Adjetival;

SAdv: Sintagma Adverbial;

SP: Sintagma Preposicional;

SD: Sintagma Determinante . (Pronomes Possessivos e Demonstrativos; Artigos e Numerais) Sentença São formadas a partir da estruturação hierárquica de unidades menores: Palavras – Sintagmas – Sintagmas Complexos - Sentenças (MIOTO et alii, 2007) 2. Dê a organização dos constituintes das sentenças abaixo: a) O menino passou as férias em Miami;



b) O pai deu um livro para a filha;



c) O cachorro lambeu a moça; Suj. (SD/SN) NPV (SV) OD (SD/ SN) Adj. Adv. (SP/SN) [ ] [ ] [ ] [ ] Suj. (SD/SN) NPV (SV) OD (SD/SN) OI (SP/SD/SN) [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] Suj. (SD/SN) NPV (SV) OD (SD/ SN) 1. Responda as questões abaixo: 3. Agora, vamos utilizar a ambiguidade como aliada para entender melhor a noção de constituinte/sintagma. Considere a oração a seguir:

O juiz julgou aquela ré culpada.

a) Forneça as duas interpretações possíveis para essa sentença:








b) Desfaça a ambiguidade utilizando os testes que permitam ver a dupla interpretação que reside na estrutura do que está em colchetes: “Culpada” é o veredito do juiz – O juiz julgou [aquela ré] [culpada].

O veredito do juiz não é expresso na sentença – O juiz julgou [aquela ré culpada]. Pergunta QU-
Quem o juiz julgou culpada? [a ré].
Quem o juiz julgou? [aquela ré culpada].

Clivagem
É [aquela ré] que o juiz julgou [culpada].
É [aquele ré culpada] que o juiz julgou.

Deslocamento
[Aquela ré culpada] o juiz julgou.
[Culpada] o juiz julgou [aquela ré]. De nome. De adjetivo. De verbo. De verbo. De nome. De nome. De nome. Modificador Argumento Externo
[O mito da era Kennedy]

Argumento Interno
[a todas as revisões de uma presidência discutível]. (DUARTE, 2009b) 3. Agora, vamos utilizar a ambiguidade como aliada para entender melhor a noção de constituinte/sintagma. Considere a oração a seguir:

O juiz julgou aquela ré culpada.

a) Forneça as duas interpretações possíveis para essa sentença:








b) Desfaça a ambiguidade utilizando os testes que permitam ver a dupla interpretação que reside na estrutura do que está em colchetes: “Culpada” é o veredito do juiz – O juiz julgou [aquela ré] [culpada].

O veredito do juiz não é expresso na sentença – O juiz julgou [aquela ré culpada]. Pergunta QU-
Quem o juiz julgou culpada? [a ré].
Quem o juiz julgou? [aquela ré culpada].

Clivagem
É [aquela ré] que o juiz julgou [culpada].
É [aquele ré culpada] que o juiz julgou.

Deslocamento
[Aquela ré culpada] o juiz julgou.
[Culpada] o juiz julgou [aquela ré].
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