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Educação & Tecnologia

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by

João Ronaldo Soares

on 25 July 2014

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Transcript of Educação & Tecnologia

Educação
&
Tecnologia

Plataformas Digitais de e-lerning:
Quanto mais você pesquisa no Google, mais a internet conhece seus gostos, criando um poderoso material de venda de publicidade e o faturamento é bilionário.
Imagine essa tecnologia sendo usada para o bem coletivo através da educação?

A vantagem da tecnologia é permitir a individualização da aprendizagem, algo que a pedagogia defende há muito tempo.

Vamos ver algumas plataformas e softwares inovadores e que podem ajudar alunos e professores.
Rede Social TES
(Times Educational Suplement):
tes.co.uk

You Tube Edu ganha mais 3 mil videos educacionais gratuitos
migre.me/jg6XQ
Itunes U
migre.me/jw48t

Plataforma Veduca
www.veduca.com.br

A educação atual e as novas exigências do mundo contemporâneo:
O perfil do Jovem que estuda on-line
De onde vem as boas ideias?
INICIATIVA DE CROWDLEARNING
crowdlearning
2
3
1
Porque usar novas tecnologias na Educação?
Mundo Jovem midiático
Jovens constroem a escola dos sonhos:
Por meio do aprendizado e do ensino colaborativo, empreendedores viabilizam cursos baratos, diversificados e sob medida;
A dinâmica é simples: um indivíduo que deseje compartilhar qualquer tipo de conhecimento - técnico ou não - deve se cadastrar em uma das iniciativas de crowdlearning disponíveis no país - que não são muitas, aliás. Às empresas que detêm os espaços de aprendizado cabe a tarefa de servir como ponte entre o "professor" e aqueles que desejam aprender.
Os alunos em potencial, por sua vez, acessam os sites das iniciativas, escolhem os treinamentos e cotizam-se para financiar o encontro. Atualmente, há quatro centros em atividade no Brasil: The Hop e Cinese, em São Paulo, Nós.Vc, em Florianópolis, e A Grande Escola, em Curitiba.
Ainda que as sedes estejam em capitais, como os centros de crowdlearning são organizados e pensados na rede, os cursos e encontros podem ser realizados em outros municípios. Mesmo que com algumas variáveis entre si, as iniciativas têm em comum a colaboração, tanto no aprendizado quanto no ensino, além de terem sido criadas por jovens, a maioria entre 20 e 30 anos, com mentes ávidas por aprender.

“Eu e meus amigos sempre promovíamos alguns encontros fora da faculdade, por acharmos que muitas de nossas aulas eram fracas”, afirma o catarinense Leonardo Correa da Cunha Oliveira, um dos fundadores da Nós.Vc.
Os temas dos treinamentos são os mais variados e vão desde finanças pessoais a edição de livros, passando por como organizar uma festa "de arromba". Este último foi um dos cursos promovidos por Guilherme Krauss, de 26 anos, um dos fundadores do centro A Grande Escola.
Cinese, em São Paulo: aulas sob medida, mas sem certificado.
Diferenciais da aprendizagem colaborativa no contexto de mídias e plataformas digitais
1. Assistem videoaulas com duração máxima de 5 minutos;
2. Preferem aulas com exemplos práticos;
3. Acessam no final da tarde e durante a noite;
4. Procuram mais as videoaulas na época de provas;
5. Assistem para tirar dúvidas sobre tarefas escolares;
6. Gostam de participar de grupos de estudos;
7. Ajudam a tirar dúvidas de outros alunos.
Vamos assistir um vídeo que vai nos ajudar a perceber também que aprendizagem colaborativa, principalmente hoje no contexto das redes sociais, deve contar com a contribuição do outro para que a nossa ideia, num processo de maturação, seja testada, seja retrabalhada, seja reformulada.
“O aparelho fonador que está em nosso próprio corpo ainda cumpre uma função insubstituível, mas hoje temos vários outros tipos de mídias com os quais interagimos e convivemos cotidianamente e dos quais os professores devem estar cientes”. “Temos que fazer um esforço para sentir e pensar o mundo dos jovens.”

Educadora Rosália Duarte.
Daí a importância da aprendizagem colaborativa ou do conectivismo, e aqui vale a pena colocarmos uma questão: Com quem começa a conexão?

“O ponto de partida do conectivismo é o indivíduo. O conhecimento pessoal é composto por uma rede que alimenta as organizações e instituições, que por sua vez alimenta de volta a rede e então continua a prover aprendizagem para o indivíduo”. (GEORGE SIEMENS).
Focus@Will www.focusatwill.com
“As novas mídias provocaram um abalo sísmico na hegemonia e na soberania do mundo do livro; já não podemos mais pensar em educação sem pensar nos meios que temos disponíveis”. “Hoje vivemos o apogeu da inteligência coletiva, nossa inteligência está muito mais fora da nossa cabeça que dentro dela: estão aí para mostrar isso o Google e todos os outros aplicativos que estendem a nossa capacidade de conhecimento.”

Lucia Santella, especialista em mídias da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
“Existe agora uma forma de aprendizagem que é a ubíqua; qualquer criança pode ter mais acesso ao conhecimento sobre determinado assunto que o seu professor.”

Mesmo que o professor tenha estudado a vida toda, tenha mestrado, doutorado, pós-doutorado, não consegue competir com o Google.
“Enquanto acharmos que conhecer é consumir informação e repetir informação, estaremos abrindo mão do papel fundamental do professor, que é o de mediador”. “Entrar na internet e achar as equações da física que explicam o Big Bang não é suficiente para operar com os conceitos da física; é tarefa dos professores levar o aluno a compreender a lógica a partir da qual a ciência é feita.”

Educadora Rosália Duarte, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).C-SP).
Todos os dias novas mídias são lançadas. Diante do rápido desenvolvimento tecnológico, o professor tem a difícil empreitada de se manter atualizado e acompanhar não só as plataformas mais recentes, mas também o modo pelo qual seus alunos se apropriam delas.
Muitos autores afirmam que os professores possuem uma ferramenta poderosa das quais ainda temem manusear, a falta de preparo e o receio de ser corrigido ou advertido por alunos podem ser fatores que os levam a não incluir essa ferramenta em suas aulas, alguns ainda desconhecem os benefícios que a internet tem a oferecer, e matem suas aulas como um monólogo, algo cansativo e desmotivador.
JOVENS E A INTERNET: OS DILEMAS DA SUPERCONEXÃO

Um mundo em que curtidas e compartilhamentos parecem mobilizar cada vez mais tempo e atenção dos jovens, que por sua vez deixam, muitas vezes, em stand by as possibilidades de interação da vida que existe fora das telas. Um fenômeno cultural tão poderoso que motivou a cineasta londrina Beeban Kidron a produzir “InRealLife”, documentário sobre a relação que muitos jovens estabelecem com a internet.

Mais do que isso: no filme, Beeban investiga os impactos de um mundo superconectado sobre as novas gerações.

Prévia do documentário: “InRealLife”.
O ENSINO COLABORATIVO OU CROWDLEARNING

Esta temática pode ser introduzida à partir da consideração sobre Inovação Tecnológica e Redes de Saberes.
Hoje podemos constatar novas formas de comunicação que possibilitam outras interações e formação de redes de saberes.
As plataformas digitais promovem um encontro, a interação, ainda que virtual, entre pessoas conteúdos e conhecimento.
Temos então um senário em que a cooperação e a colaboração encontram novas possibilidades nas redes e nas plataformas digitais.
1. Temos uma situação em que a informação e os conteúdos não mais precisam ser acessados e recolhidos de forma passiva, isolada e limitados a fontes de referências tradicionais, mesmo que na Internet;
2. A realidade agora é que os conteúdos, a informação não estão mais restritos aos livros e ao espaço das bibliotecas. O conteúdo, a informação, o saber, está disseminado virtualmente nas redes, na Web e nos depositórios digitais.
3. Participar de uma experiência de aprendizagem colaborativa é saber contar com a contribuição do outro e também oferecer a sua própria na resolução de problemas, na busca de soluções, no encaminhamento de questões, na construção do conhecimento.
4. Aprendizagem colaborativa é mais do que a mera distribuição de tarefas fragmentadas, é de fato uma cooperação, uma contribuição em rede de maneira integrada e orgânica.
5. Aprendizagem colaborativa é também uma cooperação para uma reelaboração do que cada um sabe e faz. Não é apenas acessar o conhecimento do outro. É na verdade no diálogo e na interação, reelaborar as vivências mútuas. Reelaborar o saber do outro, por meio do diálogo e da interação.
6. Aprendizagem colaborativa então tem a ver com diálogo e cooperação na construção do conhecimento e relaciona-se também com resolução de problemas por meio do compartilhamento de ideias e experiências. (Objetivando a reelaboração do conhecimento e a experiência do outro).
7. Aprendizagem colaborativa tem a ver com redes sociais e produção de conhecimento. A realidade das redes sociais é um fenômeno muito interessante que também favorece a aprendizagem colaborativa e não pode ser desprezada.
Sobre esse assunto, vale a pena assistir a uma cena do Filme “O Ponto de Mutação” que traz uma cena na qual há um diálogo, há uma conversa que me parece bem proveitosa para este assunto que estamos tratando que é da conexão.
Princípios propostos por George Siemens:
Com mais de 1,8 milhão de membros, distribuídos em 197 países, a ferramenta tem disponível mais de 300 mil planos de aula.

Como funciona: O material postado por professores é triado por especialistas em diferentes áreas do conhecimento e o cadastro é gratuito.
Rede Social Edmodo
(Reúne 12 milhões de alunos e professores):
edmodo.com

Diferente do que acontece numa rede social comum, a Edmodo é um ambiente tido como "privado e seguro", porque o professor precisa fazer um perfil para poder convidar os alunos gratuitamente para o ambiente virtual.
A plataforma permite compartilhar todo tipo de material multimídia.
O projeto Youtube Edu, que reúne vídeos de produtores de conteúdos online independentes, conta com mais de 3 mil vídeos, totalizando 15 mil, dando acesso a aulas gratuítas sobre matemática, biologia, língua portuguesa, física e química.
Veduca é uma plataforma gratuita que oferece videoaulas da UNESP, Unicamp e USP, além de conteúdo traduzido para o português de universidades estrangeiras, como Stanford, MIT, Columbia, Michigan e Harvard.
Uma das maiores plataformas educacionais do mundo, este aplicativo mostra que este desejo já é real: E-books, vídeo aulas, infográficos, reportagens, palestras e até cursos inteiros desenvolvidos por instituições e diversos países, como Stanford, Yale e MIT, que é gratuíta e atende disciplinas desde o Ensino Básico até Pós-graduação.
Usando a neurociência e a psicologia para entender a distração, a focus@will desenvolve faixas musicais que vão desde músicas clássicas até sons de chuva e ondas quebrando na praia.
Segundo a focus@will, o tempo médio que as pessoas conseguem se concentrar é de 20 minutos por vez. Mas com a faixa musical correta, esse tempo pode se prolongar por até 100 minutos.
Rede Social Ebah
http://www.ebah.com.br/

O ebaH é a primeira rede social brasileira que reúne universitários com foco no intercâmbio de material acadêmico. No ebah é possível criar um perfil e ingressar em comunidades com que o usuários se identifica, como a faculdade em que estuda ou mesmo o curso que está fazendo, além, é claro, disponibilizar e baixar material de aulas, como slides, apostilas, livros e trabalhos de pesquisa.
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