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A metrópole acelerada

Neste trabalho falaremos sobre a relação do ambiente social, do comportamento de seus habitantes na atual sociedade e no que a sociologia pode intervir e explicar .
by

Vanessa Holtz

on 18 December 2013

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Transcript of A metrópole acelerada

A metrópole acelerada
Neste trabalho falaremos sobre a relação do ambiente social, do comportamento de seus habitantes na atual sociedade e no que a sociologia pode intervir e explicar .

Em cena : O surto e o manicômio
"Os operários estão exaustos, mas o dono da fábrica dá a ordem para acelerar a produção . Carlitos tenta heroicamente acompanhar o ritmo,mas já não consegue:em uma das cenas mais famosas da história do cinema, se atira sobre a esteira que passa a sua frente"
Este é um trecho do filme Tempos modernos, em que o personagem Carlitos esta tentando seguir o ritmo acelerado da empresa em que trabalha após um dia cansativo. Como podemos ver ele não consegue e acaba surtando, após isso levam ele para um manicômio.
Após certo tempo ele sai da clínica psiquiatrica , com outras vestes, e o médico aconselha para que ele não se exalte, utilizando a frase : " Vá com calma e evite excitação". Mas ai vem a questão : Será que nos dias de hoje é realmente possivel viver com calma e tranquilidade ?


Apresentando George Simmel
Georg Simmel, sociologo e filósofo que estudou temas variados . Especialmente interessante para nós é seu ensaio sobre a vida nas metrópoles modernas, no qual analisa a relação entre os diversos aspectos da vida social e psiquica.
Sua obra teve grande importancia no desenvolvimento do conhecimento sociológico. Uma de suas preocupações foi, assim como Durkein, descobrir sobre os objetos e a metodologia de estudo da sociedade.
Sua obra foi marcada pelo grande crescimento urbano, com essas mudanças,desenvolveu um método de análise que ficou conhecido como microssociologia, propondo olhar para os fenômenos sociais e suas manifestações.

Tempos Nervosos
A modernidade em que o mundo se encontra , que é incontestável, mudou o ritmo da produção. Mas não só isso : Mudou o ritmo das ruas,cidades, da vida e da nossa capacidade de percepção.
Georg Simmel viveu muito antes de nosso tempo, mas formulou um conceito que nos ajuda a pensar na aceleração do cotidiano e em suas consequências psiquicas sobre o conceito de intensificação da vida nervosa.
Como explica o antropólogo Luiz Fernando Duarte, foi entre o século XIX a XX que os psiquiatras encontraram um novo vocabulário em torno da "doença dos nervos", com a intenção de explicar as "irritações" e "surtos" nas grandes cidades.

O ritmo do tempo nas cidades grandes
Relações e oportunidades do habitante típico da cidade grande costumam ser tão variadas e complicadas, e sobretudo com a diversificação do homem com seus vários interesses.
Se de repente os relógios de Berlim andassem em várias direções, mesmo que apenas no intervalo de uma hora, toda sua vida e trafego econômico seriam perturbados, por muito tempo .
A técnica da vida na cidade não é concebível sem que todas essas atividades e relações em comum tenham sido ordenadas em um esquema temporal fixo e suprasubjetivo, o que faz a diferença no cotidiano de cada um .
Sigmund Freud
"Não existe,então,nenhum ganho no prazer, nenhum aumento inequívoco no meu sentimento de felicidade, se posso,tantas vezes quantas me agrade, escutar a voz de um filho meu que esta morando a quilometros de distancia[...]"
Podemos entender neste trecho que para Freud os sentimentos são inigualaveis e diferentes para cada uns . Enquanto pessoas pensam em que a felicidade pode ocorrer em abundancia por 'acidente' ele afirma que toda felicidade é merecida.
"Se não houvessem ferrovias para abolir as distâncias, meu filho jamais teria deixado a cidade natal e eu não precisaria de telefone para poder ouvir sua voz; se as viagens marítimas transoceanicas não tivessem sido introduzidas, meu amigo não teria partido em sua viagem[...]"
Escola Técnica Estadual Santa Cruz
Turma : 1101
Hérica Beatriz Queiroz de Oliveira Nº11
Leticia Cristine Nascimento Silva Nº19
Letícia dos Santos Silva de OliveiraN°20
Letícia Lopes Carvalho Nº 21
Roberta Luiza Rodrigues Nº 30
Vanessa Holtz Silva Nº 34

A cultura objetiva e a cultura subjetiva
George Simmel aponta um paradoxo fundamental da vida moderna: partindo do principio de que a capacidade dos individuos de absorver informações tem um limite, à medida que aumenta a oferta de informações disponiveis, reduz-se proporcionalmente a parcela desse acervo que cada individuo pode reter.
Para Simmel, na vida moderna existe um fosso intransponível entre o que ele acha de cultura objetiva e cultura subjetiva.Nossas sociedades se caracterizam pela presença de um imenso acervo de objetos de uso comum. A propaganda mostra essas novidades a todo instante para convencer todos que vale a pena adquiri-los e usá-los.
Émile Durkheim apostava em um grande revivamento sobre a moral como maneira para a ausência de coesão da sociedade, e Georg Simmel nos dá a entender a mensagem de uma postura bem pessimista, mas adequadas ao seu tempo e imposições da sociedade.
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