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Estudo Imagiológico do Recto

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Margarida Brízido

on 23 April 2013

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Transcript of Estudo Imagiológico do Recto

ESTUDO IMAGIOLÓGICO DO RECTO Anatomia do Recto Imagiologia Funcional Imagiologia Comum Bibliografia Relações Ressonância Magnética Ressonância Magnética Enema de Bário TAC Colonoscopia RM Não deve existir material fecal ao nível do recto no dia do exame, pois este conduz à presença de falsos positivos. Assim:
- Comer poucos sólidos (2-3 dias antes)
- Beber muitos líquidos
- Aconselha-se a ingestão de uma solução de citrato de magnésio, de hidróxido de magnésio, ou de fosfato de sódio, pois são soluções hiperosmolares que actuam como laxantes, promovendo o peristaltismo e, assim, permitindo uma boa evacuação do cólon antes da realização do enema de bário
No dia do exame, o paciente deve apresentar-se em jejum Pré-Exame Técnica 1 - Colocação do Tubo de Enema
2 - Ejecção de líquido com bário
3 - Passagem do líquido ao longo do recto
4 - Simultaneamente, obtêm-se várias imagens em RX Técnica Pode ser:
1 - Enema de bário simples (ou opaco)
2 - Enema de bário composto
- Bário + Ar (distende o cólon)
- Sensibilidade para diâmetros menores que 1cm
- Desvantagem
Em idosos Técnica Obtenção de imagens de todo o conteúdo abdomino-pélvico C: Cóccix
EIA: Artéria e veia ilíacas externas
GM: Glúteo máximo
I: Íleo
IP: Ílio-psoas
PAV: Artéria e veia pudendas Porção Superior do Recto R: Recto
S: Sacro
SB: Intestino delgado
SC: Cólon sigmóide
SN: Nervo ciático Porção Média do Recto B: Bexiga
C: Cóccix
FAV: Artéria e veia femorais
GM: Glúteo máximo I: Íleo
IO: Obturador interno
R: Recto
U: Útero Porção Inferior do Recto B: Bexiga
F: Fémur
FAV: Artéria e veia femorais
GM: Glúteo máximo
I: Ísquio
IO: Obturador interno IRF: Fossa isquio-rectal
LA: Levantador do ânus
P: Púbis
R: Recto
V: Vagina Períneo AMG: grupo do músculo adutor
A: Ânus com esfíncter interno e externo
F: Fémur
FAV: Artéria e veia femorais GM: Glúteo máximo
IRF: Fossa isquio-rectal
V: Vagina Estadiamento do cancro colo-rectal
Sensibilidade:
70-85% na deteção de metástases à distância (85-90% para metástases hepáticas)
52-74% na avaliação da profundidade da invasão
54-70% na avaliação da invasão ganglionar Factos sobre a TAC Colonoscopia Convencional Colonoscopia Virtual (TAC) Método de rastreio actualmente recomendado
Rigorosa limpeza intestinal
Uso de sedação
Visualização do cólon
Realização de biópsia (pólipos >10mm) Limitação nas horas seguintes ao exame Limpeza intestinal
Marcação de fezes com enema de bário
Distensão gasosa-CO2-retrógada por via rectal Uso de fármacos espasmolíticos
Realizada em decúbito dorsal e posteriormente em decúbito ventral
Paciente apneico durante o exame (10s) Considerações Gerais Técnica Interpretação Ressonância Magnética Endoluminal Ressonância Magnética Dinâmica RM Proctografia Ecografia Endorrectal Apresenta sensibilidade de:
- 67-96% para detecção de disseminação do tumor para lá da parede rectal
- 50-75% para a detecção de adenopatias
- 97% para detecção de infiltração neoplásica perirrectal
Limitação: difícil estadiamento Antes:
- vários enemas de modo a remover todo o ar, fezes e muco do recto, pois podem criar artefactos
- efectuar o toque rectal
- proctoscopia para acomodação da sonda que irá ser colocada posteriormente
Durante:
- colocação-se da sonda no recto, contendo um balão
- insuflação do balão com água, de modo a distender o recto
- centragem da sonda para manter a clareza da imagem
- utilização de frequências entre 5 e 15 MHz U.C. Imagiologia e Anatomia Clínicas 2012/2013 - 2º ano, Turma 13 FCM - UNL Trabalho realizado por:
André Pinho
Carla Costa
Margarida Brízido
Mª Margarida González
Mariana Gamito
Renato Medas Ideias Gerais Vascularização Linfáticos Inervação Porção terminal do intestino grosso, que se segue ao cólon sigmóide e termina no períneo, através de uma abertura : o canal anal

Divide-se numa parte pélvica (ampola do recto) e numa parte perineal (canal anal)

Mede cerca de 12 a 15 cm de comprimento (ampola 10 a 12 e canal anal 2 a 3)

Apresenta duas flexuras no sentido antero-posterior: uma superior, a flexura sacral com a concavidade dirigida anteriormente e uma mais inferior, a flexura perineal com concavidade dirigida posteriormente Apresenta também duas flexuras laterais: a flexura lateral superior com concavidade dirigida para a esquerda e a flexura lateral inferior, com concavidade dirigida para a direita

A ampola do recto mantém-se fixa pelo peritoneu e pedículos vasculares (vasos rectais superiores e médios); o canal anal é mantido pelos vasos rectais inferiores, a fáscia da pelve, os músculos levantadores do ânus e os músculos esfíncteres externos do ânus 1/3 superior do recto: Artéria rectal superior, ramo terminal da a. mesentérica inferior

1/3 médio do recto: Artéria rectal média, 3º ramo colateral da a. ilíaca interna

1/3 inferior do recto: Artéria rectal inferior, ramo da a. pudenda interna, 4º ramo extrapélvico da a. ilíaca interna

Artérias rectais acessórias (inconstantes): ramos colaterais viscerais da artéria sagrada média; anastomosam-se com as 3 anteriores Arterial Venosa Plexo venoso rectal, que origina:
- Veia rectal superior, que drena na veia mesentérica inferior
- Veia rectal média, que termina na veia ilíaca interna
- Veia rectal inferior, que drena na veia pudenda interna, 4º ramo extraparietal da veia ilíaca interna O que é? História Técnica Principais achados Normal Patológico Prolapso Rectocele Enterocele Achados Patológicos Invaginação Completo Prolapso Rectocele Enterocele Estudo imagiológico dinâmico do recto
Utiliza a fluoroscopia
Informação acerca da estrutura e função ano-rectais e do pavimento pélvico Inventada em 1945
Pico na década de 90
Diminuição progressiva da sua utilização - 1-2 horas antes do exame, ingestão de 300 mL de uma suspensão de bário diluída
- Imediatamente antes do exame, injecção de uma pasta de bário pelo ânus
- Em pacientes do sexo feminino, injecção de quantidades mínimas de constraste na vagina - Colocação do paciente numa "commode"
- Evacuação rápida e completa do recto

Duração: 15 minutos Livros:
MOORE, Keith L.; DALLEY, Arthur F.; AGUR, Anne M. R., Anatomia orientada para a clínica. 6ª edição: Guanabara Koogan
NETTER, Frank. H. , Atlas de Anatomia Humana. 5ª edição: Saunders Elsevier
PINA, J. A. Esperança, Anatomia Humana dos Órgãos. 2ª edição: Lidel, Edições Técnicas PINA, J. A. Esperança, Anatomia Humana do Coração e dos Vasos. 2ª edição: Lidel, Edições Técnicas
ROVIÈRE; DELMAS, Anatomia Humana descriptiva, Topográfica y Funcional - Tronco. 11ª edição: Elsevier Masson
RYAN, S.; McNICHOLAS, M., Anatomy for diagnostic imaging. 3rd Ed, Saunders Elsever 2011 Artigos:
- Adil E. Bharucha, Joel G. Fletcher, Barb Seide, Stephen J. Riederer, Alan R. Zinsmeister; “Phenotypic Variation in Functional Disorders of Defecation“
- Brunella Barbaro, MD, Renata Vitale, MD, Lucia Leccisotti, MD, Fabio M. Vecchio, MD, Luisa Santoro, MD, Vincenzo Valentini, MD, Claudio Coco, MD, Fabio Pacelli, MD, Antonio Crucitti, MD, Roberto Persiani, MD, Lorenzo Bonomo, MD; “Restaging Locally Advanced Rectal Cancer with MR Imaging after Chemoradiation Therapy”
- Bartram, C.I.; “Functional Anorectal Imaging”. Radiology Service of St. Mark’s Hospital, 2005
Christine Hoeffel, MD, Lionel Arrive, MD, Najat Mourra, MD, Louisa Azizi, MD, Maite´ Lewin, MD, PhD, Jean-Michel Tubiana, MD; “Anatomic and Pathologic Findings at External Phased-Array Pelvic MR Imaging after Surgery for Anorectal Disease”
- Eavan Thornton, MD, Martina M. Morrin, MD and Judy Yee, MD; “Current Status of MR Colonography“
Elena Rociu, MD, Jaap Stoker, MD, Andries W. Zwamborn and Johan S. Laméris, MD; “Endoanal MR Imaging of the Anal Sphincter in Fecal Incontinence” - G. Salerno, I. R. Daniels and G. Brown; “Magnetic resonance imaging of the low rectum: defining the radiological anatomy”
- Harmeet Kaur, MD, Haesun Choi, MD, Y. Nancy You, MD, MHSc, Gaiane M. Rauch, MD, PhD , Corey T. Jensen, MD, Ping Hou, PhD, George J. Chang, MD, MS, John M. Skibber, MD, Randy D. Ernst, MD; “MR Imaging for Preoperative Evaluation of Primary Rectal Cancer: Practical Considerations”
- Harpreet K. Pannu, MD, Howard S. Kaufman, MD, Geoffrey W. Cundiff, MD, René Genadry, D, David A. Bluemke, MD, PhD and Elliot K. Fishman, MD; “Dynamic MR Imaging of Pelvic Organ Prolapse: Spectrum of Abnormalities”
- Jaap Stoker, MD, Elena Rociu, MD, Andries W. Zwamborn, W. Ruud Schouten, MD, Johan S. Laméris, MD and Departments of Radiology (J.S., E.R., A.W.Z., J.S.L.) Surgery (W.R.S.), University Hospital Rotterdam Dijkzigt, Erasmus University Rotterdam, the Netherlands, Department of Radiology, Academic Medical Center, P.O. Box 22700, 1100 DE Amsterdam, the Netherlands (J.S., J.S.L.); “Endoluminal MR Imaging of the Rectum and Anus: Technique, Applications, and Pitfalls” - J. B. FRØKJÆR, D. LIAO, A. BERGMANN, B. P. MCMAHON, E. STEFFENSEN, A. M. DREWES & H. GREGERSEN; “Three-dimensional biomechanical properties of the human rectum evaluated with magnetic resonance imaging”
- Mark L. Montgomery, MD; Peter R Mueller, MD; “Diagnostic Radiology of Colon and Rectal Cancer”
Remy W. F. Geenen, MD, Shahid M. Hussain, MD, PhD, Filippo Cademartiri, MD, Jan-Werner Poley, MD, Peter D. Siersema, MD, PhD and Gabriel P. Krestin, MD, PhD; “CT and MR Colonography: Scanning Techniques, Postprocessing, and Emphasis on Polyp Detection”
- S. A. Pilkington, K. P. Nugent, J. Brenner, S. Harris, A. Clarke, M. Lamparelli, C. Thomas, D. Tarver; “Barium proctography vs magnetic resonance proctography for pelvic floor disorders: a comparative study”. Southampton General Hospital, 2012
- William M. Thompson, MD; Robert A. Halversen, MD; Wiliam L. Foster, MD; Leroy Roberts, MD; Rebecca Gibbons, MD; “Computed Tomography of the Rectum”, July, 1987; Volume 7, Number 4; RadioGraphics
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