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Trovadorismo

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by

Mônica Silva

on 23 May 2014

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Transcript of Trovadorismo

Trovadorismo em Portugal
1189?1198 - 1418
Trovadorismo vem do francês “trouver” (achar). Os poetas – trovadores – achavam/encontravam a música ideal para suas poesias.
Contexto Histórico:
Feudalismo – suserania e vassalagem;
Português arcaico;
Religiosidade: elemento marcante;
Teocentrismo;
Cruzadas rumo ao Oriente;
Luta contra os mouros;
Sociedade estamental: sem mobilidade social; relações sociais marcadas pela superioridade de uma sobre a outra.
Cantigas:
Lírico amorosa:
Cantiga de amor.
Cantiga de amigo.

Satírica:
Cantiga de Maldizer.
Cantiga de Escárnio
Cantiga lírico amorosa: Cantiga de amor.
Eu poético = masculino;
Autoria = masculina;
Origem: Nobre – Provençal – Provença- sul da França;
Ambiente: Palaciano;
Amor espiritualizado;
O homem ama uma mulher nobre, portanto é um amor impossível;
Mulher idealizada;
Contemplação platônica – amor transcendental – não físico;
Sofrimento por amor – “coita d’amor”;
Uso de “mia senhor” – “minha senhora”, “minha dona”
linguagem mais elaborada, respeitosa;
Vassalagem amorosa;
Amor cortês;
O nome da dama não é revelado.
Cantiga lírico amorosa: Cantiga de amigo.
Eu poético = feminino;
Autoria = masculina;
Origem = popular – Península Ibérica;
Ambiente: Camponês, rural, familiar ou natural;
Amor carnal, por vezes erótico;
A mulher camponesa canta o sofrimento amoroso e a saudade do “amigo” que se ausentou, porque foi à guerra;
Dirige-se à natureza, à mãe, à amiga, à irmã mais velha ou a si mesma;
Amor realizado, afinal são “amigos”;
Simplicidade na linguagem;
Paralelismo e refrão.
PLATÃO (Atenas. 428/7 – 347 a.C.)

AMOR – concebe o AMOR como algo essencialmente puro e desprovido de paixões. Fundamenta-se na VIRTUDE;
Paixão (Pathos) – cega, material, efêmera e falsa;
O verdadeiro Amor nunca deveria ser concretizado, pois há de se cultuar a pessoa amada com as virtudes do que é perfeito. Quando se concretiza, os defeitos nativos aparecem;
Ideal do amor;
Supera a sensualidade;
A beleza é tão mais perfeita quanto mais longe da matéria impura.
AMOR PLATÔNICO MEDIEVAL

Surgiu nas cortes ducais e principescas (França);
Fins de século XI;
Amor cortês – experiência contraditória entre o desejo carnal e a realização espiritual;
amor elevado, passional, auto disciplinado, humilhante e exaltante, humano e transcendente;
Por haver o desejo carnal não é totalmente platônico.
AMOR PLATÔNICO
acepção vulgar: popularizado por Gaston Paris – 1883 – há variações e inúmeras definições de uso;
passou a ser entendido como “amor à distância”;
Amor platonicus – usado pela 1ª vez no século XV – pelo filósofo Florentino Marsílio Ficino – sinônimo de amor socrático;
Amor socrático – centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez de atributos físicos. Referem-se ao laço especial entre dois homens;
Elevado, ligado à castidade;
No romantismo – sinônimo de amor inatingível.
CANTIGAS SATÍRICAS – mostram os vícios ocultos , detalhes da vida aristocrática, mexericos.
Cantiga de Escárnio:
Crítica satírica e indireta;
Uso da ironia;
Uso do “equívoco”, ou seja, duplo sentido, ambiguidades, trocadilhos, jogos semânticos;
Linguagem maliciosa e ambígua.
Cantiga de Maldizer:
Direta;
Também traz críticas;
Não são acompanhadas de duplo sentido;
Podem ocorrer agressões verbais à pessoa satirizada;
Linguagem chula;
Revela-se o nome da pessoa criticada/satirizada.
Os poetas dividiam-se em:
Trovador = de origem nobre. Além de cantar, também compunha suas poesias e a música.
Jogral ou menestrel = não tinha origem nobre e reproduzia as cantigas dos trovadores. Às vezes, compunha. Podia ser acompanhado de “soldadeiras”. Sobrevivia da arte.
Soldadeira = Recebia pagamento para executar o trabalho de cantora e/ou dançarina. Era, frequentemente, acusada de praticar a prostituição.
Segrel = de origem nobre, porém de baixa e decadente estirpe (exemplo: fidalgo). Possuía a mesma função do jogral. Executava obras alheias. Cantava e compunha. Era um andarilho profissional.
As poesias eram chamadas de cantigas.
Por Profª. Mônica Maria Rodrigues Silva.
Cantiga trovadoresca no século XXI
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