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A Filosofia Moderna

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Filosofia da Educação

on 19 August 2013

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Transcript of A Filosofia Moderna

Licenciamento:

O trabalho Filosofia Moderna de Isabel Cristina Medeiros Mattos Borges, Juvelino Macedo da Silva, Octavio Silvério de Souza Vieira Neto, Sabrina Munck do Nascimento, Wagner Lacerda foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-Não Comercial 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em http://prezi.com/mttfh474fqch/a-filosofia-moderna/.
A FILOSOFIA MODERNA
Descartes e o Racionalismo
René Descartes (1596-1650)
David Hume e o Empirismo
Kant e a Crítica da Razão Pura
Immanuel Kant (1724-1804)
Comte e o Cientificismo
Hegel e o idealismo
Nietzsche e a Grande Crise da Razão
Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900)
Marx e o Materialismo Histórico
DEFINIÇÃO: O materialismo histórico é um marco teórico que visa explicar as mudanças e o desenvolvimento da história, utilizando-se de fatores práticos, tecnológicos (materiais) e o modo de produção. Nessa perspectiva , as mudanças tecnológicas e do modo de produção são os dois fatores principais de mudança social, política e jurídica. O materialismo histórico é associado ao marxismo e muitos acreditam que foi Karl Marx que desenvolveu esta teoria. Essa ideia se popularizou com o desenvolvimento do marxismo no final do século XIX e começo do XX.
Experimento com um Pássaro numa Bomba de Ar.

Pintura a óleo de 1768 de autoria de Joseph Wright of Derby.

Breve história dos principais pensadores da Filosofia e suas ideias para a Educação, a Ciência e a Cultura Moderna.
Para Marx, o Pensamento Dialético conduziria a sociedade a revolução e, esta, ao socialismo.
Além da dialética, outro componente essencial que conduziria a revolução seria o Materialismo Histórico, uma tendência que parte da base econômica para explicar outros níveis de realidade, como religião arte ou política.

Enquanto instrumental, a dialética, também chamada de materialismo dialético, pode ser caracterizada como um método que consiste em efetivar uma espécie de diálogo consigo mesmo, compondo um raciocínio que, explorando as contradições, envolve tese, antítese e síntese.
Segundo a teoria do materialismo histórico, os fatores econômicos, as condições materiais, explicam todos os fenômenos históricos e sociais, inclusive os conflitos de classes, tidos como origem de diversos problemas sociais. No caso de uma sociedade, por exemplo, restrita em suas fronteiras por povos mais fortes e pelo mar, com território pouco vocacionado a agricultura, a luz do materialismo histórico, teríamos o desenvolvimento de uma civilização de pescadores e, posteriormente, de navegantes e comerciantes.
De acordo com a tese do materialismo histórico defende-se que a evolução histórica, desde as sociedades mais remotas até à atual, se dá pelos confrontos entre diferentes classes sociais (patrões - dominantes - e proletariado - dominado) decorrentes da "exploração do homem pelo homem". A teoria serve também como forma essencial para explicar as relações entre sujeitos.
Descartes é o pai do Racionalismo Moderno – Pensamento Cartesiano

Seus pensamentos centralizam no sujeito a questão do conhecimento (e não o objeto)
Principais obras: Discurso do Método e Meditações Metafísicas
Ponto de partida: converte a dúvida em método e duvida de tudo superando as abordagens do senso comum. e chegando a 3 certezas evidentes:
1ªcerteza: CERTEZA DO EU: “
Penso, Logo Existo
” – O cogito;
2ª Certeza: CERTEZA QUE DEUS EXISTE: Deus é a causa maior das ideias inatas. Se Deus existe eu posso confiar na razão.
3ª Certeza: CERTEZA QUE O MUNDO EXISTE :O mundo existe porque sua razão diz que ele existe e a razão é o critério para oconhecimento verdadeiro.
Descartes distingue vários tipos de ideias: duvidosas e confusas, claras e distintas.
Deus: consequência do cogito - A existência de Deus é garantia de que os objetos pensados por ideias claras e distintas são reais. Portanto, o mundo tem realidade.
Valorização da razão, do entendimento, do intelecto consequências do cogito.
Busca do ideal matemático
Constatação do dualismo psicofísico (dicotomia corpo-consciência):
a) o corpo, objeto de estudo da ciência
b) a mente, objeto apenas da reflexão filosófica

Para Pesquisar:
Porque o pensamento de René Descartes é conhecido como “cartesiano”?
Comte é o principal representante do pensamento positivista.

A ciência é considerada o único conhecimento possível


Ciência positiva como o ápice da vida e do conhecimento humanos
Cada ramo de nossos conhecimentos, passam por três estados históricos diferentes
Estado Teológico

Estado metafísico

Estado Positivo
investigações para a natureza íntima dos seres;
determinar para cada um uma entidade correspondente;
conhecer as causas íntimas dos fenômenos.

A filosofia de Comte pode ser considerada como uma reação conservadora à Revolução Francesa (1789)

O empirismo constituiu-se a partir do séc. XVI, tendo como guia a experiência. Num geral, podemos dizer que empirismo significa uma posição filosófica que toma a experiência como guia e critério de validade de suas afirmações, sobretudo nos campos da teoria do conhecimento e da filosofia da ciência. Nesse ramo da filosofia, todo conhecimento resulta de uma base empírica, ou seja, de percepções ou impressões sensíveis sobre o real, elaborando-se e desenvolvendo-se a partir de dados. Os empiristas rejeitam, portanto, a noção de ideias inatas ou de um conhecimento anterior à experiência ou independente desta.
"A beleza das coisas esta na mente de quem as contempla"
Os principais filósofos empiristas que representaram o período clássico foram: Francis Bacon (1561-1626), Thomas Hobbes (1588-1679), John Locke (1632-1704), George Berkeley (1685-1753) e o escocês David Hume (1711-1776). Este último, foi, sob muitos aspectos, o mais radical dos empiristas, levando essas teses às suas últimas consequências e assumindo uma posição filosófica cética. É tido então como o principal filósofo da corrente de pensamento empirista moderna.
David Hume propõe que todo conhecimento parte e deriva dos sentidos, opondo-se ao racionalismo cartesiano, que acreditava que o conhecimento derivava da razão.
Para Hume, as impressões são as percepções originárias que se apresentam à consciência com maior intensidade e vivacidade, tais como as sensações (ouvir, ver, sentir dor ou prazer).
As ideias são as percepções derivadas dessas impressões, ou cópias delas, e portanto mais fracas, ou seja, as ideias são produzidas a partir das impressões, como se fossem cópias das impressões guardadas na memória.
Podemos dizer que impressão e ideia se distinguem pelo grau de intensidade. Isto porque, para Hume, as impressões são sempre anteriores a ideia. Nesse sentido, as impressões são mais fortes porque são sentidas com o conjunto de intensidade de nossos sentimentos e emoções e por ventura de quem esteja conosco em uma determinada situação, como é o caso de um reencontro entre amigos que não se vêm a bastante tempo, ou um acidente; passado o tempo, para o empirismo, as ideias podem ser complexas, isto é, o que fica na memória depois de algum tempo sobre fato, é a combinação entre os fatos pela imaginação por meio de associações.
“O centauro é fruto da imaginação humana, pois associamos as ideias de cavalo e de homem em uma só figura. Nesta tela de Pompeo Batoni, Aquiles e o centauro Quiron (1746), o centauro Quiron, preceptor de Aquiles, heroi grego da guerra de Tróia, ensina o discípulo a usar a razão e a força”. (ARANHA & MARTINS, 1993)

David Hume apresenta-nos, para exemplificar essa ideia, uma montanha de ouro e um centauro.
Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em Stutgart, em 1770. Estudou teologia e filosofia. Interessou-se pelos problemas religiosos e políticos, simpatizando-se pelo criticismo e pelo iluminismo. Em seguida, dedicou-se ao historicismo romântico. Aproximou-se dos sistemas de Fichte e de Schelling, afastando-se deles, em seguida, até combatê-los quando professor nas universidades de Jena, Heidelberg e Berlim. Nessa última universidade, lecionou até a morte, adquirindo grande renome e exercendo vasta influência. Faleceu em 1831, vítima de cólera.
As quatro principais obras de Hegel foram publicadas em um intervalo de 15 anos. Primeiramente, surge A Fenomenologia do Espírito, em 1807. Depois, de 1812 a 1816, Hegel publica os três livros de A Ciência da Lógica, que darão suporte para a estruturação do método dialético. Em seguida, é a vez da primeira edição da Enciclopédia das Ciências Filosóficas, em 1817. E, por último, os Princípios da Filosofia do Direito, em 1821.
- O sujeito exerce um papel mais determinante no processo do conhecimento

- O que ele conhece são suas ideias, suas representações do mundo e sua consciência

- Base em Kant: "Das coisas, só conhecemos a priori aquilo que nós mesmos colocamos nelas"
Mas, afinal, o que é o idealismo?
E Hegel, pensava o quê?
- Reconciliaçao da filosofia com a realidade

- Pensar a realidade como Espírito, ou seja, não somente como substância, mas também como sujeito

- Pensar a realidade como processo, como movimento
Movimento dialético!
A realidade é dinâmica e, como Espírito, possui uma vida própria, um movimento dialético (movimentos sucessivos e contraditórios)
TESE > ANTÍTESE > SÍNTESE

A tese é uma afirmação ou uma situação inicial. A antítese é uma oposição à tese. A síntese é um momento novo que carrega em seu interior os elementos resultantes desse confronto.
Hegel e a Educação
- "O homem não é mais do que a série dos seus atos"

- "A existência do homem tem o seu centro na cabeça, ou seja, na razão, sob cuja inspiração ele constrói o mundo da realidade"
“O centauro é fruto da imaginação humana, pois associamos as ideias de cavalo e de homem em uma só figura. Nesta tela de Pompeo Batoni, "Aquiles e o centauro Quiron" (1746), o centauro Quiron, preceptor de Aquiles, herói grego da guerra de Tróia, ensina o discípulo a usar a razão e a força”. (ARANHA & MARTINS, 1993)
Vamos entender melhor?
Assista aos vídeos a seguir:
David Hume (1711-1776)
Vamos entender melhor?
Assista ao vídeo a seguir:
Immanuel Kant é um filósofo alemão que viveu entre 1724-1804. Como docente, lecionou durante 40 anos na universidade de Königsberg, pequena cidade da Alemanha, de cujas imediações jamais se afastou. Além de atuar como professor dedicava-se também às investigações filosóficas, destacando-se como grande filósofo moderno.
Ele afirmava que todo conhecimento começa com a experiência, mas que esta, por si só, não nos dá o conhecimento, pois há a necessidade do trabalho do sujeito na organização dos dados obtidos pela experiência, sujeito que ocupa o centro de sua filosofia.
Para Kant, a filosofia deveria responder a quatro questões muito importantes: O que posso saber? O que posso esperar? Como devo agir? Quem é o ser humano?
Kant é considerado o maior filósofo do Iluminismo alemão; escreveu muitas obras durante sua vida, tais como: Fundamentação Metafísica dos costumes; A Religião nos limites da simples razão; Crítica da Razão Pura; Crítica da Razão Prática; Crítica da Faculdade do Juízo, entre outras.
Kant é um filósofo que, diante do empirismo (corrente filosófica que defende a obtenção do conhecimento através da experiência, de nossas percepções sensoriais, ou seja, dos nossos cinco sentidos) e do racionalismo (corrente que atribui exclusiva confiança à razão humana, instrumento capaz de conhecer a verdade) este filósofo alemão busca um meio termo para essas duas visões tão antagônicas sobre o mundo.
Kant, em seus estudos, investiga as condições nas quais se dá o conhecimento, e para isso realiza um exame crítico da razão em sua obra Crítica da razão pura. Como o problema do conhecimento é uma das questões mais importantes, nesta obra Kant diferencia duas formas básicas do ato de conhecer, a saber: o conhecimento empírico(posterior à experiência) e o conhecimento puro(a priori), ou seja, anterior à experiência e que nasce de uma operação racional.
O filósofo alemão de Königsberg realiza uma revolução copernicana em sua teoria, ou seja, antes dele o conhecimento era regulado pelos objetos. Entretanto, a partir dele os objetos passam a ser regulados pelas formas a priori do nosso conhecimento.
O conhecimento para Kant é o resultado de uma relação estabelecida entre o sujeito que conhece (com suas próprias estruturas a priori) e o objeto conhecido, o que significa dizer que não conseguimos conhecer as coisas em si mesmas, mas só conseguimos conhecer o fenômeno, isto é, as coisas tal como as percebemos.
A filosofia kantiana representa uma superação do racionalismo e do empirismo a partir da ideia de que o conhecimento é o resultado do que nossa sensibilidade nos fornece, a partir dos nossos cinco sentidos, e o entendimento que irá determinar as condições pelas quais o objeto é pensado.
Vamos entender melhor?
Assista aos vídeos a seguir:
Auguste Comte (1798-1857)
O alicerce fundamental da obra comtiana é, indiscutivelmente, a "Lei dos Três Estados"
Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831)
Karl Marx (1818-1818)
Karl Heinrich Marx foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna e do materialismo histórico, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista no auge da revolução industrial.
Juntando estes dois elementos, dialética e materialismo histórico, Marx pensou no socialismo cientifico, uma tendência política, econômica e social definida como estágio superior de desenvolvimento civilizacional.

Segundo Marx e Engels, o capitalismo seria apenas uma etapa rumo ao socialismo, uma vez que as contradições entre burguesia e proletariado iriam amadurecer dentro deste sistema. As contradições e condições materiais conduziriam a humanidade a um novo sistema econômico, compondo uma sociedade igualitária, com a abolição da propriedade privada e das classes sociais. Exatamente por esta razão, os opositores do socialismo cientifico, também o chamam de utópico, tale como eram nomeados os defensores da tendência francesa do século XIX. O socialismo cientifico, seria utópico porque uma sociedade totalmente igualitária é inviável, devido a uma série de fatores, inclusive a própria natureza humana.
O termo utópico faz uma referência à obra de Thomás More, Utópia, uma ficção que narra à vida em uma sociedade perfeita, localizada em uma ilha, fazendo com que a palavra se tornasse sinônimo de perfeição impossível de ser colocada em prática.
Vamos entender melhor?
Assista aos vídeos a seguir:
Vamos entender melhor?
Assista ao vídeo a seguir:
Vamos entender melhor?
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Produção Coçaborativa:
Ana Carolina Guedes Mattos, Alan Willian de Jesus, Isabel Cristina Medeiros Mattos Borges , Juvelino Macedo da Silva, Octavio Silvério de Souza Vieira Neto, Sabrina Munck do Nascimento, Wagner Lacerda
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