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CAMBU FINAL

Los EES no ven a TS
by

Ana Ponce

on 29 November 2013

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Transcript of CAMBU FINAL

Ana Bertha Ponce Pacheco - México
Analía Pérez Landa - Uruguay
Carlos López Odgers - Chile
Gustavo Federico Apablaza - Argentina
Tânia Maria Fernandes Crespo - Brasil

CAMBU

EES não percebem a potencialidade da TS para sua sustentabilidade
Economia Solidária pressupõe:
Tempo e recursos dos gestores são insuficientes(1)
Determinismo Social e Tecnológico e ideia de ciência neutra(5)
Ideia dominante que a Empresa privada é a única geradora de desenvolvimento (4)
EES não percebem a potencialidade da TS para sua sustentabilidade
Políticas públicas não contemplam a TS(3)
Gestores só se ocupam por ações de emergência(2)
Formação acadêmica incoerente com ES e TS(6)
EES não se vêem como geradores de Tecnologia(10)
EES não valorizam seu conhecimento ancestral e popular(9)
Ideia dominante que a Empresa privada é a única que pode transformar conhecimento Tecnocientífico em bens e serviços(8)
Fluxograma explicativo da situação problema.
Fuente: Elaboración propia.
Desconhecimento dos gestores e dos EES de que “outra economia” necessita outra Tecnologia
EES não percebem a potencialidade daTS para sua sustentabilidade
EES não se vêem como geradores de tecnologia
Árvore do problema
Desconhecimento dos gestores e dos EES de que “outra economia” necessita outra Tecnologia
AÇÕES
A1.1. Oferecer cursos e realizar eventos, fóruns, seminários, oficinas, encontros informais.
A1.2. Projetos de extensão que articulem Governo, Universidade e EES.
A1.3. Fazer a gestão de instrumentos de apoio governamentais.
AÇÕES:
A2.1. Gerar espaços de intercâmbio de experiencias e aprendizagens nos EES.
A2.2. Registrar saberes tradicionais (entrevistas, histórias de vida, filmes) e transmiti-los.
A2.3. Promover atividades onde se reconheçam e valorizem o saber-fazer dos EES.
A2.4. Aprofundar e produzir conhecimento sobre TS e ES.
EES não percebem a potencialidade daTS para sua sustentabilidade
EES não se vêem como geradores de tecnologia
Desconhecimento dos gestores e EES de que “outra economia” necessita outra Tecnologia
A1.1. Oferecer cursos e realizar eventos, fóruns, seminários, oficinas, encontros informais.

Atores envolvidos
Pesquisadores extensionistas
Participantes de EES
ONG
Instituto de pesquisa
Governo local
Movimentos sociais
Universidade
EES não se vêem como geradores de tecnologia
A2.1. Gerar espaços de intercâmbio de experiências e aprendizagens nos EES.

Atores envolvidos
Pesquisadores extensionistas
Participantes de EES
ONG
Universidade
Gestores Públicos
CONSIDERAÇÕES FINAIS
PP para a dobradinha TS-ES.
Políticas de Educação e C&T que fortaleçam estes dois pilares.
Formar profissionais, nos planos do ensino, da pesquisa e da extensão, para desenvolver Tecnologia Social.
Alocação de pesquisadores nos EES.
Autogestão
Democracia
Cooperação
Centralidade no ser humano
Valorização da diversidade
Emancipação
Valorização do saber local
Valorização da aprendizagem
Propriedade coletiva
Controle do meio de produção
Tecnologia Social
A1.2. Projetos de extensão que articule Governo, Universidade e EES.

Atores envolvidos
Universidade
Participantes de EES
Gestores públicos
A1.3. Fazer a gestão de instrumentos de apoio governamentais.

Atores envolvidos
ONG
Pesquisadores extensionistas
Gestores públicos
A2.2. Registrar saberes tradicionais (entrevistas, histórias de vida, filmes) e transmiti-los.

Atores envolvidos
Pesquisadores extensionistas
Participantes EES
Meios de comunicação alternativos
A3.3. Promover atividades onde se reconheçam e valorizem o saber-fazer dos EES.

Atores envolvidos
Pesquisadores extensionistas
Participantes
Universidades
ONG
Gestores Públicos
Desconhecimento dos gestores e EES de que “outra economia” necessita outra Tecnologia(7)
OBRIGADO
NC1
NC2
NC1
NC2
Heterogestão
Autocracia
Competição
Centralidade no negócio
Pensamento uniforme
Dependência
Saber universal
Separação concepção e execução
Propriedade privada
Divisão do trabalho
Tecnologia Convencional
1. Aplicação prática do conhecimento científico
2. Resultado da ação do empresário sobre um processo de trabalho.
3. Controle dado pelo empresário.
4. Promove exclusão social.
5. Economiza mão-de-obra.
6. Possui escalas de produção sempre crescentes.
7. O ritmo de produção é dado pelas máquinas.
8. Possui controles coercitivos que diminuem a produtividade.
9. Segmentada: não permite controle do produtor direto.
10. Maximiza a produtividade em relação a mão-de-obra ocupada.
11. Alienante: não utiliza a potencialidade do produtor direto.
12. Possui padrões orientados pelo mercado externo de alta renda.
13. Hierarquizada: demanda a figura do chefe.
14. Monopolizada pelas grandes empresas dos países ricos.
15. Ambientalmente insustentável.
Tecnologia Social
1. Une saber popular, organização social e conhecimento tecnocientífico.
2. Resultado da ação de um coletivo de produtores sobre um processo de trabalho.
3. Controle facultado por um acordo social.
4. Estimula alternativas a exclusão social.
5. Desenvolvidas en interação com a comunidad (construção colaborativa).
6. Adaptada a pequeno tamanho.
7. Liberadora do potencial físico e financeiro, e da criatividade do produtor direto.
8. Não discriminatória, patrão-empregado.
9. Capaz de viabilizar os empreendimentos autogestionários.
10. Orientada para o mercado interno de massa.
11. Representam efetivas soluções de transformação social.
12. Sustentável econômica, social, cultural e ambientalmente.
Empresa privada
Empreendimento Solidário
A2.4. Aprofundar e produzir conhecimento sobre TS e ES.

Atores envolvidos
Pesquisadores extensionistas
Participantes de EES
Universidades
ONG
Gestores Públicos
CAMBU
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