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Língua/Linguagem: Uma abordagem interacional

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by

Milena Alves

on 20 March 2015

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Transcript of Língua/Linguagem: Uma abordagem interacional

Língua/Linguagem: Uma abordagem interacional
quer assumindo suas postulações teóricas
quer rejeitando-as
Surge uma nova tendência linguística que irrompe na década de 60: a análise do discurso








Qualquer estudo da linguagem
Bakhtin, importante colaborador dda linguística moderna






tributário de Saussure









Qualquer estudo da linguagem

Limites da concepção dicotômica entre língua e fala
advindas da exclusão da fala no campo dos estudos linguísticos

concorda
com Saussure, no sentido de que
a
língua
é um
fato social
cuja existência se funda na comunicação

e
discorda
, já que vê a
língua
como algo concreto, fruto da manifestação individual de cada falante, valorizando dessa forma a
fala
e o processo de interação verbal
passa a constituir uma realidade fundamental da língua
Através de cada ato de enunciação, se realiza a intersubjetividade humana
visando à formulação de uma teoria do enunciado, ele atribui um lugar privilegiado à enunciação enquanto realidade da linguagem
"A matéria linguística é apenas uma parte do enunciado; existe também uma outra parte, não-verbal, que corresponde ao contexto da enunciação
Assim,
Bakhtin
diverge de seus antecessores e não só coloca o
enunciado
como objeto dos estudos da linguagem como dá à situação de enunciação o papel de componente necessário para a comunicação
O interlocutor não é um elemento passivo na constituição do significado.
Antes, existia a concepção de signo linguístico como um "sinal" inerte que advém da análise da língua como sistema sincrônico abstrato.
passa-se a uma outra compreensão do fenômeno: à de signo dialético, vivo, dinâmico...

Nova visão da linguagem...
como interação social
em que o OUTRO desempenha papel fundamental na constituição do significado
Nessa perspectiva, levando-se em consideração o percurso que o indivíduo faz da elaboração mental do conteúdo, a enunciação desse conteúdo, o contexto e os interlocutores...
fica evidente que uma linguística imanente que se limite ao estudo interno da língua não poderá dar conta do seu objeto.
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