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Dengue

No description
by

Fernanda Honda

on 12 November 2014

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Transcript of Dengue

Sistema linfático, Medula óssea, Macrófagos do Fígado e Baço, Monócitos no sangue

Pulmão, Coração, Trato Gastrointestinal
REFERÊNCIAS
G8 - Dengue
Família Flaviviridae, Gênero Flavivirus
Patogenia
Diagnóstico Laboratorial
Epidemiologia
Prevenção
e Controle
Prevenção se dá por meio do controle dos vetores.
Vacinas preventivas estão em fase de testes.
1. Santos N, Romanos M, Wigg M, Oliveira B, Câmara F, Couceiro J et al. Introdução à virologia humana. 2nd ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan; 2008.

2. Villabona-Arenas C, de Oliveira J, de Sousa Capra C, Balarini K, Loureiro M, Fonseca C et al. Detection Of Four Dengue Serotypes Suggests Rise In Hyperendemicity In Urban Centers Of Brazil. PLoS neglected tropical diseases. 2014;8(2):2620.

3. Hoffmann A, Montgomery B, Popovici J, Iturbe-Ormaetxe I, Johnson P, Muzzi F et al. Successful establishment of Wolbachia in Aedes populations to suppress dengue transmission. Nature. 2011;476(7361):454--457.

4. Thisyakorn C, others. Latest developments and future directions in dengue vaccines. Therapeutic Advances in Vaccines. 2014;2(1):3--9.

5. Bank R. RCSB PDB-101 [Internet]. Rcsb.org. 2014 [7 June 2014]. Available from: http://www.rcsb.org/pdb/101/motm.do?momID=103

6. Nature.com. Search | Learn Science at Scitable [Internet]. 2014 [5 June 2014]. Available from: http://www.nature.com/scitable/search-scitable?criteria=dengue#specificContentView

7. Hoffmann A, Montgomery B, Popovici J, Iturbe-Ormaetxe I, Johnson P, Muzzi F et al. Successful establishment of Wolbachia in Aedes populations to suppress dengue transmission. Nature. 2011;476(7361):454--457.

8. Wan S, Lin C, Wang S, Chen Y, Yeh T, Liu H et al. Current progress in dengue vaccines. J Biomed Sci. 2013;20(37.10):1186.

9. van de Weg, C., Koraka, P., van Gorp, E., Mairuhu, A., Supriatna, M., Soemantri, A., van de Vijver, D., Osterhaus, A. and Martina, B. (2012). Lipopolysaccharide levels are elevated in dengue virus infected patients and correlate with disease severity. Journal of Clinical Virology, 53(1), pp.38--42.
Patrizia
Dardi

Eiji Yamassaki de Almeida
Fernanda Miki Honda
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Família
Flaviviridae
, Gênero
Flavirvirus
, Espécie
dengue virus
(DENV)
Arbovírus
mosquito
Aedes aegypti

Causador da Dengue clássica e hemorrágica

Possui 4 sorotipos
DENV-1, DENV-2, DENV-3, DENV-4
Dengue
Multiplicação
Monócitos e macrófagos são os principais locais de replicação viral.
Genoma: 10.7 Kb
Group IV, (+) ssRNA

Partícula: 40-60nm
Capsídeo icosaédrico
Com Envelope lipídico
ESTRUTURA
Hemorragias
Choque hipovolêmico
Transmissão pela fêmea do mosquito
Aedes aegypti

Período de incubação médio: 4-7 dias
Dengue Clássica
Febre Hemorrágica da Dengue - FHD
POR QUÊ?
Grau I:
Febre

acompanhada por sintomas constitucionais inespecíficos; a única manifestação hemorrágica se verifica pelo
teste de torniquete positivo
.

Grau II: além da manifestação de grau I temos o
sangramento espontâneo
da pele e/ou de outros locais.

Grau III:
falhas circulatórias
manifestadas por pulso rápido e fraco, pulsação reduzida ( 20mmHg ) ou hipotensão, com presença de
pele úmida e fria
, além de
inquietação
.

Grau IV: Choque profundo, com
pressão sanguínea e pulsos indetectáveis.
4 Graus de Dengue Hemorrágica
EXAMES ESPECÍFICOS
DENGUE CLÁSSICA:
Hemograma
: a leucopenia é achado usual. A trombocitopenia é ocasional.

FEBRE HEMORRÁGICA DA DENGUE - FHD:
Hemograma
: trombocitopenia (contagem de plaquetas abaixo de 100.000/mm3) e aumento a concentração de hematócrito (aumento de 20% do basal).

Coagulograma
: aumento nos tempos de protrombina, tromboplastina parcial e trombina. Diminuição de fibrinogênio, protrombina, fator VIII, fator XII, antitrombina e antiplasmina.

Bioquímica
: diminuição da albumina no sangue, albuminúria e discreto aumento dos testes de função hepática.
EXAMES INESPECÍFICOS
EVITAR O VETOR
Eliminar focos de procriação do mosquito (água parada)
Evitar a Picada: Telas nas janelas; Mosquiteiros; Repelente
Matar o mosquito: Inseticidas; Armadilhas, Controle Biológico
PESQUISA (WOLBACHIA)
Wolbachia
= bactéria intracelular em diversos insetos, manipulada para infectar
Aedes
Diminui a vida do mosquito
Bloqueia a multiplicação do vírus da Dengue

Transformação populacional (materna):
Mosquitos com Wolbachia cruzam com a população selvagem
Rna traduzido em poliproteína (partes estruturais e não estruturais)
Clivada posteriormente
Mudança conformacional
da proteína E
QUEM ATINGE?
NS5
NS3
TRATAMENTO
Não há tratamento específico

Observação médica
Descanso e injestão de líquidos

Podem ser usados medicamentos para alívio dos sintomas
Não utilizar ácido acetilsalicílico
Modo de Transmissão
3 ciclos de transmissão - apenas 2 envolvem o homem - fase salivar e fase humana;
Sorotipos com emergência independente -
transmissão inter-espécie (surgimento do 5 sorotipo na Malásia?)
Vetor
antropofílico
;
Forma de
redes de transmissão
- Fêmea do mosquito se alimenta de diversos hospedeiros antes da 'bota';
Viremia
possibilita
infecção de novos vetores
- contaminação do mosquito antes dos sintomas;
Casos raros: por doação de orgãos ou por transfusão de sangue, transmissão materna-fetal.
Hospedeiro: Estado imunológico, idade e fatores genéticos

Vírus: Cepa e Sorotipo
Picada do Mosquito (Vírus)


Célula Dendríticas (Langerhans)


Linfonodo


Ativa
monócitos e macrófagos


Viremia
INFECÇÃO
Dengue clássica X Dengue Hemorrágica
Jovens acima de 16 anos e adultos
RESPOSTA IMUNE
No Brasil - nova hiperendemia em São Paulo
DENV-1: chegada no Brasil em 1986;
DENV-2 e 3: 1990 e 2000;
DENV-4: 1982 na Amazônia, surtos em 2010 e 2011;
Hoje - São Paulo já apresenta os 4 sorotipos circulantes.


Apesar da hiperendemia, SP ainda apresenta maioria dos casos de média gravidade
Problemas de diagnóstico ou resistência genética?
Imunopatogênese
Respostas imunes adaptativas
Mediadores inflamatórios
Autoimunidade
Petéquias (1º sintoma), Plaquetopenia e Leucocitose
Inata: Sistema Complemento

Células infectadas liberam interferons
Estado anti-viral
Estimulam imunidade inata e adaptativa
São ativadas:
Células B (Ac neutralizam o vírion)
Células T citotóxicas (matam células infectadas)
Considerada ubíqua entre o trópicos - 50 a 100 milhões de novos casos/ano, principalmente Ásia, Africa, Américas e Caribe. Presente em quase 100 paises;

Reemergência nos últimos 20 anos - como Hiperendemia (4 sorotipos), associada à Dengue Hemorrágica, afetando diversas localidades;

Maior incidência e hiperendemia - Globalização, crescimento populacional, urbanização e medidas ineficientes de controle;

Mudanças climáticas - umidade e temperatura (local e sazonal)
Jovens com menos de 16 anos e crianças
HIPERENDEMIA
Maior número de casos em adolescentes e crianças

Acredita-se que, graças ao acúmulo de anticorpos contra os diversos sorotipos em adultos, as faixas etárias mais jovens estariam agora mais suscetíveis as co-infecções.
8. News.uns.purdue.edu. Scientists solve structure of dengue virus [Internet]. 2014 [6 June 2014]. Available from: https://news.uns.purdue.edu/html4ever/020307.Kuhn.dengue.html

9. Pdbj.org. EMDB-5520: CryoEM structure of Dengue virus, full map - EM Navigator [Internet]. 2014 [6 June 2014]. Available from: http://pdbj.org/emnavi/emnavi_detail.php?id=5520

10. Niaid.nih.gov. Ted Pierson, Ph.D., Viral Pathogenesis, Viral Diseases Lab, NIAID, NIH [Internet]. 2014 [10 June 2014]. Available from: http://www.niaid.nih.gov/labsandresources/labs/aboutlabs/lvd/viralpathogenesissection/Pages/default.aspx

11. Viralzone.expasy.org. ViralZone: Pestivirus [Internet]. 2014 [10 June 2014]. Available from: http://viralzone.expasy.org/all_by_species/39.html

12. Healthmap.org. DengueMap [Internet]. 2014 [10 June 2014]. Available from: http://www.healthmap.org/dengue/en/
Imagens:
Interferon
Ac neutralizante
Complemento
T citotóxicos
VACINAS
Anti-E (superfície do vírion), em camundongos

Anti-NS1 (superfície e secreção por célula infectada), ativa complemento,
in vitro
e em camundongos

Anti-prM/M monoclonal (membrana)
Induz estado anti-viral e estimula imunidade inata e adaptativa

MAS

Reduz atividade da medula óssea

Diminui produção de células sanguíneas
Plaquetas e granulócitos
Diminui Coagulação
Interferon
Imunização passiva
Segura (efeitos colaterais, reação cruzada de Ac ou células T)
Acessível ($)
Tetravalente
Camundongos respondem menos ao DENV
Transgênicos, KO, vias de inoculação alternativas
Com vírus: vivos Atenuados, vivos Quiméricos ou Inativados
Sem vírus: recombinante, de DNA ou de subunidade (prot. E, NS1)
MEDIADORES INFLAMATÓRIOS
Mimetismo molecular entre:
Plaquetas, Células endoteliais e Moléculas coagulatórias
e
Proteínas NS1, prM e E

Reação Cruzada

Anticorpos auto-reativos (Dengue severa)

Disfunção plaquetária (Defeito na coagulação)
Apoptose de célula endotelial (Ativação de macrófagos)
AUTOIMUNIDADE
Teste do Torniquete: Indica aumento da fragilidade capilar.
Dengue hemorrágica
Reinfecção por um segundo sorotipo
Ac contra o 1º sorotipo não neutraliza o 2º
Facilita a entrada do patógeno (receptor de Fc)
Infecção é ainda mais eficiente
TEORIA MAIS ACEITA
Antibody-dependent enhancement (ADE)
Internalização por Fc-R
Supressão da imunidade inata
Aumenta produção de IL-10

Desvio de Th1 para Th2
Diminui a ativação de Macrófagos por Th1
Aumenta Ac para ADE (baixa afinidade)
Aumento da carga viral

Células T com reatividade cruzada
Alta produção de citocinas inflamatórias
Extravasamento plasmático
AGRAVANTES
Ação em Células T
Aumento da permeabilidade da mucosa intestinal

Vazamento de LPS
Do intestino para a corrente sanguínea
AGRAVANTES
LPS intestinal
Full transcript