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Crise na Ucrânia e fim dos lixões

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Professor Nivaldo Silva

on 17 June 2014

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Transcript of Crise na Ucrânia e fim dos lixões

Atualidades - Professor Nivaldo
Colégio Energia - Palhoça
Tema 5 - Crise na Ucrânia

Após três meses de protestos, o Parlamento votou pela destituição do presidente Viktor Yanukovich e anunciou eleições presidenciais antecipadas para 25 de maio.
A Ucrânia, segundo maior país da Europa, tem um território maior do que a França, uma população de 46 milhões de habitantes e já foi palco de intensos conflitos ao longo da história.
Um referendo, criado pelos parlamentares da Crimeia, foi realizado no dia 16 de março e mais de 96% da população votou a favor da anexação pela Rússia
A Rússia já teve uma atuação similar em 2008, durante a intervenção na Geórgia no conflito separatista da Abkházia e da Ossétia do Sul.

A guerra com a Geórgia durou cinco dias, e a Rússia permanece no controle dessas regiões até hoje, mesmo que a ONU e a maioria dos países considere-os como parte da Geórgia.
As prefeituras dos municípios têm até agosto de 2014 para apresentarem um plano de erradicação dos lixões em todas as cidades do país.
Início: novembro de 2013.
Motivo: o então presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, decidiu abandonar um acordo de livre comércio com a União Europeia para se alinhar à Rússia
Desejando a integração com a União Europeia e temendo a influência russa, parte dos ucranianos foi às ruas para se manifestar contra a decisão.

A quebra do acordo foi o estopim para um governo que já sofria desgastes com problemas como a economia sem crescimento, corrupção endêmica e a falta de reformas políticas.
O gás natural produzido pela Rússia tem papel relevante na crise.

A Ucrânia está entre os dez países que mais consomem gás natural no mundo e também redistribui o produto.

Em seu território, passam 80% do gás russo vendido aos europeus por meio de seus gasodutos.

Na Crimeia, república autônoma da Ucrânia, confrontos entre militantes prós e antirrussos acirraram o conflito.
Historicamente, a região nunca pertenceu de fato à Ucrânia e foi anexada durante a Guerra Fria porque a União Soviética controlava as duas regiões.
Antes da Crimeia, a última separação que ocorreu no continente europeu foi traumática.

Com quase dois milhões de habitantes, a grande maioria de origem étnica albanesa, o Kosovo recebeu apoio da Otan, braço militar das potências ocidentais, numa guerra para se separar da Sérvia, que provocou mais de 10 mil mortes.

Em 2008, o Kosovo declarou unilateralmente sua independência, mas países como Rússia e China não reconheceram seu novo status.
Tema 6: Brasil tem menos de um ano para acabar com os lixões
Localizada estrategicamente ao lado do mar Negro, a Crimeia é um Estado autônomo e 60% da população é de origem russa.
A influência do país soviético é forte não apenas na península, mas também nas regiões leste e sul da Ucrânia, que mantém a língua e a cultura.
Lembre também da Revolução Laranja, ocorrida em 2004 na Ucrânia: o povo foi às ruas para protestar contra o presidente pró-Rússia Leonid Kuchma e seu candidato Viktor Yanukovych

Viktor Yushchenko, candidato apoiado pelos manifestantes, sofreu envenenamento por dioxina, que não o matou, mas deixou sequelas em seu rosto.

Em face do acirramento dos protestos, nova eleição foi realizada, garantindo a vitória de Yushchenko.
O prazo foi estipulado pela Lei 12.305, que instituiu a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

Publicada em 2010, a lei prevê metas para a eliminação dos lixões nos municípios, que deverão ser substituídos por aterros sanitários que não causem danos à saúde pública.
O Brasil tem hoje 2.906 lixões em atividade em pouco mais de 2.800 municípios.
Hoje no país, apenas 27% das cidades têm aterros sanitários, e 14% dos municípios fazem coleta seletiva do lixo.
Outro ponto importante da lei é a proibição do envio de material reciclável para os aterros, com risco de multa.

A medida vai ao encontro de outra meta do Governo Federal: atingir o índice de reciclagem de 20% em 2015, como previsto no Plano Nacional sobre Mudança do Clima.
Atualmente, apenas 1,4% dos resíduos sólidos é reciclado no país.

Ainda assim, a reciclagem desempenha um papel importante na economia como geradora de empregos, com a compra e venda de materiais como metais, plástico, papel, papelão e embalagens tetra Pak.

No caso das latas de alumínio, por exemplo, o Brasil reaproveita 95% do material e se tornou recordista mundial na reciclagem da categoria.
Um dos principais pontos positivos é que no aterro sanitário não há contaminação do lençol freático.

O terreno escolhido é preparado e selado, de modo a deixar o solo impermeável. Além disso, o mau cheiro é controlado e o chorume drenado.

Outra vantagem dos aterros sanitários é que o biogás produzido pela degradação dos resíduos pode ser convertido em uma forma de energia útil.
O fechamento de um lixão também envolve questões sociais.

Os maiores prejudicados são os catadores, que transformam o lixo em fonte de renda.

Por isso, o PNRS determina que as cidades criem programas de coleta seletiva que incluam, socialmente e economicamente, os catadores de materiais recicláveis.
Tv Folha - 7 minutos
Tv Brasil - 7 minutos
TV FNP - 2 minutos
TV NBR - 4 minutos
Jornal do SBT - 2 minutos
Nos últimos dias, ativistas pró-Rússia tentam seguir exemplo da Crimeia em várias regiões do leste da Ucrânia, como Donetsk, Kharkiv e Lugansk.

Mas as tensões também podem surgir mais a oeste. Na fronteira entre a Ucrânia e a Moldávia fica a região da Transnístria, oficialmente território moldavo mas "de facto" independente, com apoio russo, há mais de 20 anos.

As potências internacionais, por sua vez, querem evitar escalada do conflito.

http://tv.estadao.com.br/videos,A-RUSSIFICACAO-DA-CRIMEIA,230705,0,0.htm
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